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Presbiteriano calvinista, patriota, conservador, São Paulo FC, VLLC Bolsonaro até o fim 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷

Rio de Janeiro Brasil
Joined August 2008
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The Spanish government is KILLING people by funding migrants rather than funding infrastructure. People DIED today and Pedro Sanchez must pay for those deaths!
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O mundo precisa entender que o povo do Brasil está em desespero e precisa da nossa voz. Eles LITERALMENTE não podem falar porque correm o risco de serem presos… ou pior. As histórias que tenho ouvido nas minhas DMs são equivalentes às coisas que você só pensaria que acontecem em lugares como Cuba e a China comunista. Lula sabe que todo mundo sabe que ele roubou a eleição. Quando um líder perde toda a credibilidade assim, eles precisam silenciar a dissidência por qualquer meio necessário. Lembra o que Joe Biden fez depois da eleição de 2020, quando todo mundo descobriu ele também? O Brasil nem sequer tem uma constituição para se apoiar, como os Estados Unidos tinham… e é por isso que eu não vou parar de espalhar a mensagem deles. Eu coloquei meu número de telefone publicamente e eles baniram meu WhatsApp. Isso é só uma camada da censura que está acontecendo no Brasil. Mas, e eu digo isso publicamente, sigam minha página no Instagram @JoeyMannarinoUS e me mandem DM sobre o que está acontecendo. Encorajem todo mundo que vocês conhecem a fazer o mesmo. Estou fazendo o máximo que consigo. Sou uma operação de uma pessoa só, mas a voz do povo do Brasil precisa ser ouvida. Eles podem silenciar muitos, mas não podem silenciar TODOS!
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O editorial do Estadão de hoje é mais uma daquelas peças que elevam a dissonância cognitiva de seus editores ao estado da arte. Ao mesmo tempo em que acusa Moraes de ser um juiz arbitrário, que julga seus adversários com o fígado e não de acordo com os fatos e a lei, exige de Flávio Bolsonaro obediência irrestrita aos ditames do verdugo de toga, como se ordens ilegais, oriundas de juízes sem legitimidade, devessem ser cumpridas com o mesmo rigor das legais. Leiam e tirem suas conclusões. 👇 “Alexandre de Moraes nem deveria estar mais no Supremo Tribunal Federal (STF); estando, deveria abster-se de relatar a investigação sobre Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, com quem acumula anos de confrontos; sendo o relator, não deveria ter agido com a imprudência com que agiu ao mandar apreender os passaportes de Flávio na noite de sua derrota eleitoral. Intimado, Flávio prometeu entregar os documentos. No dia seguinte, escapou para os Estados Unidos. Descumpriu a ordem e merece censura. Também tem de prestar contas à Justiça pelas graves suspeitas de crimes financeiros que pesam contra ele. Nada disso torna a decisão de Moraes correta ou prudente. A polícia assinou o pedido às 21h16 de domingo, sete minutos depois da confirmação da vitória de Lula. Ato contínuo, Moraes o acolheu. A investigação vinha de antes, mas a sensibilidade do momento exigia prudência redobrada. O ministro deveria ter cobrado indícios pessoais mais sólidos, ouvido a Procuradoria-Geral da República (PGR) e, no limite, submetido a questão aos colegas de Supremo. Eram cuidados exigíveis de quem tinha razões de sobra para proteger a legitimidade de sua decisão contra qualquer suspeita de perseguição política. A fuga de Flávio não parece improvisada e dá força à hipótese de risco. Mas os fatos de terça-feira não alteram as provas disponíveis ao juiz no domingo. Uma cautelar se julga pelos fundamentos existentes quando foi tomada. A apreensão preventiva de passaportes viraria rotina, se os argumentos usados contra Flávio fossem aplicados a outros suspeitos como ele. A liberdade de viajar não pode depender de uma impressão subjetiva sobre o que alguém talvez faça. Moraes protagonizou conflitos profundos com o ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem se atribuiu inclusive uma trama para assassiná-lo. O impeachment do ministro foi uma das bandeiras da campanha de Flávio. Era o tipo de processo do qual um juiz zeloso de sua imparcialidade deveria manter distância. O filho responde por seus atos, não pelos do pai; a Corte não pode fazer da família uma categoria processual. Sobre Moraes, por outro lado, pesam gravíssimas suspeitas criminais, reveladas pelo contrato multimilionário do Banco Master com o escritório de sua mulher e por mensagens em que Daniel Vorcaro lhe pedia intervenções na PF e na PGR. Quase um ano depois das primeiras revelações, o Supremo nem sequer examinou o mérito do pedido de investigação. Moraes, que já deveria estar afastado, segue exercendo poderes excepcionais sobre a liberdade alheia. O contraste é escandaloso. De quebra, Moraes entregou a Flávio munição política preciosa. Sem a ordem sobre os passaportes, a partida do senador após a derrota seria um embaraço que ele teria de explicar. Com ela, ganhou uma história para contar: a do exílio, não da fuga; da perseguição política, não da persecução penal. O prejuízo maior recai sobre a confiança na Justiça. Cada decisão que parece nascer de antagonismos ou revanches pessoais reforça a suspeita de que, no Brasil, a sorte de um investigado depende de quem o julga. O STF acumulou poderes imensos para defender a Constituição; precisa mostrar que aceita os limites que ela lhe impõe. Flávio deve responder pelo descumprimento da ordem e pelas suspeitas que o atingem. Moraes deve responder pelos gravíssimos indícios de crime que pairam sobre si. É apenas lógico que a sociedade suspeite de cada decisão do ministro, quando tantas suspeitas sobre ele seguem sem resposta.”
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Vamos lá, algumas reflexões: 1) Não, não é crime demitir ou deixar de contratar alguém em razão de sua orientação política. Mas é um ilícito civil. Então convém, se o fizer, não declarar as razões. 2) É um direito potestativo tanto do empregador, quanto do prestador de serviços, iniciar ou encerrar uma relação de trabalho na hora que bem entender, desde que arque com os custos legais para tanto. A decisão de negativa de admissão ou de demissão não tem que ser motivada, então provar preconceito é particularmente difícil. 3) Afinidades eletivas fazem parte do contexto de trabalho, ok. O tempo todo somos julgados, quer seja por nossa posição política, seja por nossos corpos (existe uma tendência discriminatória contra obesos mórbidos), seja por um número excessivo de tatuagens, seja pelo relógio que você usa, a forma como se expressa, se usa muita gíria, enfim, faz parte do ser humano prejulgar (daí vem a palavra preconceito) para tomar decisões futuras. Sempre foi assim e sempre vai ser. 4) É totalmente lícito pedir a um candidato de emprego/serviço que, em sua ficha de inscrição, anote suas redes sociais. Se não as tiver, se estiverem fechadas ou se se verificar que diversas postagens recentes foram deletadas, o contratante valora isso da forma que lhe aprouver melhor. 4.1) Por exemplo, os 3 últimos livros que escrevi. No pré-contrato com a Editora eu tive que anotar minhas redes sociais. O fiz sem medo algum. 2 foram publicados, um foi rejeitado. Minhas redes sociais contaram? Não sei. Também participei de um concurso literário na Europa. O pessoal da editora gostou do meu texto. Eu teria que fazer uma inscrição suplementar e, nela, anotar minhas redes sociais. Nunca mais entraram em contato comigo. Neste caso específico tenho quase certeza que foi por conta das minhas redes sociais. Vou ficar chorando por isso? Óbvio que não. Sou homem adulto, barbado, pago minhas contas e aceito viver com as consequências das minhas escolhas. 5) Tem um juiz, carequinha também, queridinho dos lefts nas redes sociais, que certa vez publicou no antigo Twitter a seguinte frase: "Você tem um candidato para uma vaga na sua empresa e descobre que ele é bolsonarista. Que desculpa vc dá para não contrata-lo?" 6) Vão pastar, né, amiguinhos esquerdistas. Quer dizer que vcs podem discriminar? Vão pastar. 7) Aliás, vcs são a maioira mais rica e intelectualizada do país, segundo vocês mesmo, não há, então, motivo para terem medo da minoria. Dito isso, O jogo nem começou.
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Tucker Carlson era um nome tão grande, que saiu da gigantesca Fox News e, em uma semana, tinha mais audiência do que a própria emissora que era considerada um símbolo do conservadorismo americano - ou seja, de metade do país. Porém, em pouco tempo, adotou um discurso pró-Putin, russófilo, tratando a China como uma aliada conservadora pelos valores familiares tradicionais dos chineses, que Maduro tinha valores conservadores, até chegar a afirmar que a operação militar contra Maduro talvez tivesse sido realizada para "implantar o casamento gay na Venezuela" (sic). Candace Owens, um dos mais poderosos rostos da nova geração da direita americana, também se afastou de Trump para passar o dia falando em teorias sobre judeus e dinossauros, e afirmou que o bombardeio ao Irã era "totalmente louco". Para Owens, o assassinato de Charlie Kirk foi feito para uma guerra contra o Irã orquestrada por judeus. Hoje tem falado em alienígenas, espíritos e, claro, reptilianos. Segue a lista com Megyn Kelly, Sean Strickland, algumas declarações controversas de Joe Rogan, além de, claro, Ann Coulter e Alex Jones. Ainda bem que isso só acontece nos EUA. No Brasil, estamos perfeitamente blindados contra agentes internos falando em nome da direita, e toda pessoa que aparece para defender a direita, principalmente com dinheiro internacional, é 200% confiável e podemos acreditar em todas cegamente como verdadeiros santos.
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Pense numa jumenta! O alecrim dourado mora no Texas, numa casa de mais de um milhão de dólares, com uma família bem estabelecida. Estuda numa ótima universidade, a vida está serena, tranquila, mas ela vê um microfone e alguém continuando o trabalho do Charles Kirk. Ela resolve disparar todo o seu esquerdismo sem freio algum. Queria CHOCAR, farmar aura para seus amiguinhos, como uma criança birrenta de 10 anos em busca de aprovação. BOOM! Em um minuto, ela consegue destruir o nome da família, os negócios da família, seu sonho dourado e todos os confortos futuros. É como se uma placa dissesse: "CAMPO MINADO, não pise." E a pessoa pula com os dois pés! A expulsão da universidade está em andamento, assim como a DEPORTAÇÃO!
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🚨⚠️ O GOVERNO LULA ENTROU EM ALERTA MÁXIMO COM A ARTICULAÇÃO DA OPOSIÇÃO NO EXTERIOR! - Os bastidores do Palácio do Planalto fervem após o encerramento da eleição. Auxiliares e integrantes do entorno do governo admitem o medo real de uma crise diplomática sem precedentes, temendo que a saída de Flávio Bolsonaro do país seja usada para expor internacionalmente o cenário de arbitrariedade política no Brasil. O grande pavor do regime é o apoio explícito de Donald Trump e do governo americano ao senador patriota. Para piorar a situação dos governistas, a própria base do PT criticou em bastidor a canetada precipita do ministro Alexandre de Moraes para apreender os passaportes de Flávio logo após as urnas. A avaliação interna é que a decisão foi um tiro no pé e serviu de munição para comprovar a perseguição contra o campo conservador. O BORA e a ROKAST seguem na cobertura implacável, mostrando como a verdade está prevalecendo!
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ALÔ BRASIL !!! ARQUIVADOS..... " DANIEL SILVEIRA, MONARK, GILSON MACHADO, ALEX BRASIL, FLÁVIA MAGALHÃES, RUI COSTA PIMENTA STF ARQUIVA 7 INVESTIGAÇÕES EM UM DIA - Nesta quinta (29), o STF encerrou uma série de investigações, todas a pedido da PGR, por falta de provas ou prescrição. - Fachin, que assumiu em setembro o inquérito das fake news no lugar de Moraes, arquivou 5 casos: • Gilson Machado, ex-ministro do Turismo, suspeito de tentar obter passaporte português para Mauro Cid. Vai receber de volta os celulares e a arma apreendidos. • Alex Brasil (PL-SC), deputado estadual, investigado por post sobre o sigilo do voto. Teve as redes desbloqueadas. • Flávia Cordeiro Magalhães, que teve revogadas a prisão preventiva e as restrições para sair do país. • Rui Costa Pimenta, presidente do PCO. O crime prescreveu. - Moraes arquivou outros 2: • Daniel Silveira, investigado desde 2023 por suspeita de esconder patrimônio. Segundo a PGR, as provas eram "frágeis" depois de 4 anos de investigação. • Monark, investigado por descumprir ordem judicial. Para a PGR, a multa de R$ 300 mil que ele já pagou encerrou o caso. - Anos de investigação, quebras de sigilo, contas bloqueadas e prisão preventiva, e no fim a própria PGR concluiu que não havia justa causa para continuar.
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Parte dos "limpinhos" da política e das universidades, que posam como eruditos, acreditam, lá no fundo, que Lula vai ser responsável, que vai equilibrar as contas. Só a síndrome de Estocolmo explica isso, acreditar que seu sequestrador e bom. A preço de hoje, se tanto, Lula vai fazer o mínimo, empurrado pela crise econômica que ele mesmo criou. De onde não se espera nada é que não vem nada mesmo.
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The majority believes Donald Trump is an incredible person and a great leader. Drop a❤🇺🇸 if you agree!!
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A ofensiva contra a oposição brasileira chegou ao Wall Street Journal. Em editorial publicado nesta quinta-feira, 29 de outubro, o influente jornal americano critica duramente as medidas contra Flávio Bolsonaro após a reeleição de Lula. O título é forte: “Ao vencedor do Brasil, a vingança política” (To Brazil’s Victor Goes Political Revenge). A chamada é ainda mais explícita: “O governo de Lula mira o adversário derrotado, Flávio Bolsonaro”. O jornal questiona a entrega dos documentos de viagem de Flávio, determinada por Alexandre de Moraes a pedido da Polícia Federal após o segundo turno. O jornal destaca que Flávio enfrentava medidas restritivas sem acusação criminal formal. O editorial também considera justificável a concessão de vistos americanos à família Bolsonaro e questiona a possibilidade de o opositor receber um julgamento imparcial no Brasil. O editorial resgata uma declaração de Lula durante a campanha, quando afirmou que Flávio enfrentaria investigações ao perder a imunidade parlamentar. Para o WSJ, Lula escolheu primeiro o adversário e prometeu encontrar depois o crime. A publicação também critica Moraes por supostamente ampliar sua jurisdição por interesses políticos, ressaltando que cabe à Procuradoria-Geral da República decidir sobre acusações criminais contra políticos federais. O jornal aborda ainda o julgamento de Jair Bolsonaro, destaca o voto de Luiz Fux pela absolvição e associa a saída de Flávio ao exílio de jornalistas e críticos brasileiros que temem a prisão. O WSJ compara esse cenário à trajetória de países que caminham da liberdade para a autocracia, com líderes eleitos que passam a controlar o Judiciário e perseguir adversários. E questiona se o Estado de Direito sobreviverá no Brasil. Enquanto o Wall Street Journal questiona as medidas contra Flávio, o “grande consórcio da mídia brasileira” volta a rotular a família de “golpista”. Diante dessa mudança abrupta de comportamento após as eleições, a pergunta é direta e “talvez” retórica: o consórcio está com medo de confrontar o regime ou é, de fato, conivente com ele?
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Cenas dos próximos capítulos. 1. Imprensa vai certificar que as mensagens do celular do Vorcaro foram adulteradas e que tudo foi uma fantasia. Não existe contrato de 140 milhões e tudo foi uma histeria coletiva e tudo será anulado. 2. Nenhuma compensação, para não dizer propina, foi paga a ninguém, só gentileza. E gentileza não é crime. 3. Lula vai nomear 4 ministros para o STF todos defensores da gentileza já sumulada com aval do CNJ, como conduta regular. 4. Ninguém vai largar a mão de ninguém e nenhuma autoridade máxima de qualquer poder poderá sofrer crítica, quem dirá consequências. Só serão aceitos presentes. 5. No começo de 2027 todo mundo vai para Portugal confraternizar. Macallan e cubanos estarão liberados e à disposição dos convidados. 6. Em 2030, com pires na mão, passando fome e doente , o povo vai ver Flávio Dino como candidato., abençoado por Gilmar e Alexandre. 7. Centrão vai pregar que pelo bem do país é preciso se sujeitar às pautas populistas e apoiar o regime. 8. Brasileiros ainda vão fazer escolhas erradas. E ainda assim estaremos trabalhando pelo nosso país. Ou o que restar dele. Os estados terão papel crucial. Felizes os que se livraram dos L - declarados ou enrustidos.
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Quase não perdia um WW da CNN. Fui assistir e pela primeira vez não passei dos primeiros minutos… Ouvir o Waack se referir a carta do Flávio como “carta golpista” foi o suficiente para subir um ódio, misturado com revolta e tristeza tão grande que parei de assistir. Tento entender o motivo que faz esse pessoal potencializar para o mal tudo que seja relacionado ao nome Bolsonaro e ao bolsonarismo, e não chego a nenhuma conclusão… De verdade, depois dessa última eleição, a pouca credibilidade que eu ainda dava à imprensa acabou. Se antes eu já lia com desconfiança, hoje, quase não tenho mais vontade de ler o que publicam. Fico entre querer, e até precisar me “informar”, mas ao mesmo tempo pensando: Como posso continuar respeitando e dando credibilidade à uma imprensa que não me respeita e quer o fim de algo que faço parte? Parece que nada é suficiente (todos viram no que o STF se transformou) para superar essa rejeição e ojeriza que praticamente toda a imprensa nutre. Então, a campanha em rotular o Bolsonaro e o bolsonarismo como tóxicos recomeça. Outra etiqueta que virou moda e serve pra qualquer coisa que incomoda e precisa ser “eliminada.” O problema pra eles é que podem fazer a campanha que quiserem e o mundo se levantar contra os “tóxicos”, Bolsonaro e Bolsonarismo, que ainda assim escolherei esse lado.
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Eleitores do Lula no Maranhão #humor #memesbr #politica #zoeira – at Barroca, Belo Horizonte
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😂💀 ALGUÉM SABE ME DIZER PRA ONDE FOI O PADRE? Lourdes abraçou o padre com tanto amor que mandou ele direto pro batismo celestial. Um abraço, um afogamento, zero sobreviventes. #HumorBR #MemesBR #FailDoDia #Kkkkkk
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Antes de julgar a saída de Flávio Bolsonaro do país, responda com honestidade às seguintes perguntas, levando-se em conta os últimos anos no país, o que aconteceu: 1) você acredita num julgamento justo dentro do STF, de acordo com tudo o que vimos nos últimos anos? 2) você acha que, sendo da direita e de oposição, teria direito ao devido processo legal e ampla defesa? 3) você acredita que seu advogado teria pleno acesso aos autos e os argumentos jurídicos dele seriam levados em conta? Basta um não pra entender que exilar-se era a única chance de continuar falando e denunciando esse estado de coisas que vivemos aqui. Não preciso entrar no mérito das suspeitas que recaem sobre Flávio. A questão é que não havia sequer uma denúncia. Enquanto isso, o atual presidente foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em três instâncias da justiça e com amplo direito à defesa. Só foi preso depois de condenação na segunda instância. Ficou abrigado no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo o dia inteiro, dificultando o cumprimento da prisão. E só saiu da cadeia, que ele transformou em comitê eleitoral, por uma manobra tetatológica do STF que, com a esdrúxula tese do CEP de Curitiba, o "resgatou" para ser o candidato do mesmo Supremo na eleição de 2022. De lá para cá, não faltam sinais e evidências do consórcio entre Lula e o STF e perseguição real à oposição. E por último, foi um abuso desmesurado e descarado a interferência de ministros parceiros no Supremo na eleição a favor da campanha de Lula. O Brasil não é complicado. É simples. Está tudo exposto. Só falta honestidade intelectual pra muita gente. Ou mera honestidade.
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🇺🇸🇧🇷🚨 ÚLTIMAS NOTÍCIAS: Segundo a jornalista Ana Paula, o Departamento de Estado dos EUA já planejava a retirada do Flávio Bolsonaro desde o dia 20 de outubro! Isso depois do debate na Band, onde Lula ameaçou ao vivo, para o mundo inteiro, que Flávio seria preso assim que perdesse o foro privilegiado. Ela ainda citou o dossiê preparado pelos americanos e deixou claro: o povo dos EUA está do lado do Flávio.
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