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🚨 EXCLUSIVO: a campanha de Flávio Bolsonaro pagou R$ 600 mil a uma empresa que tentou vender nos EUA um sistema de inteligĂŞncia artificial para manipular eleições. Documentos obtidos pelo Intercept Brasil revelam que a tecnologia oferecida incluĂa criação de contas falsas, disseminação de desinformação e tĂ©cnicas de guerra psicolĂłgica.
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ApĂłs a surpreendente vitĂłria de Lula nas eleições presidenciais no Ăşltimo domingo, os jornalistas queriam descanso, mas no Brasil nĂŁo se morre de tĂ©dio. Logo depois da confirmação dos resultados das urnas, o Supremo Tribunal Federal atendeu a um pedido da PolĂcia Federal e determinou a apreensĂŁo cautelar dos passaportes do senador do PL Flávio Bolsonaro.
🔗 intercept.com.br/2026/10/29/…
Resultado das urnas foi Ăntegro, mas inação de Nunes Marques diante de denĂşncias de falta de transporte gerou ruĂdo e desviou foco de tentativa de supressĂŁo de votos, escreve o pesquisador Fabio de Sa e Silva.
Leia a coluna completa no site do Intercept Brasil: intercept.com.br/2026/10/29/…
Alessandra Moja esteve Ă frente das denĂşncias de violĂŞncia policial na Favela do Moinho e da luta que garantiu Ă s 854 famĂlias removidas o acesso a novas moradias subsidiadas.
Durante a campanha ao governo de SĂŁo Paulo, a prisĂŁo de Alessandra foi apresentada como uma conquista pelo governador reeleito, TarcĂsio de Freitas (Republicanos). Sob sua gestĂŁo, a Favela do Moinho, a Ăşltima comunidade no centro de SĂŁo Paulo, foi destruĂda.
ApĂłs mais de um ano presa sem julgamento, Alessandra Moja foi libertada na tarde desta quarta-feira (28).
Acusada de crimes como organização criminosa e tráfico de drogas, ela e sua defesa afirmam que Alessandra foi torturada, teve provas forjadas contra si e foi presa para que sua atuação polĂtica fosse interrompida.
O juiz concedeu liberdade provisória a Alessandra, com medidas cautelares. Entre as restrições, está a proibição de se aproximar da região central de São Paulo.
A decisão de libertá-la se baseia em “questões humanitárias” e considera a necessidade de Alessandra, que trabalha como catadora, de cuidar dos filhos.
Resta saber se Flávio vai seguir abraçando o extremismo do mesmo jeito que seu irmão Eduardo e conspirar contra o Brasil.
É essa decisão que poderá fazer a extrema direita recalcular a rota e dividir seu jogo de forças em dois núcleos: um radical violento, nos EUA, e outro radical “de garfo e faca”, tentando convencer que é moderada, no Brasil.
Tudo vai depender do que o novo Congresso, que surfou a “onda de direita” do 1º turno, vai fazer a partir de 2027. A promessa de varrer o STF com impeachments de ministros, convenhamos, não é nada moderada – pelo contrário, vem recheada de ódio e rancor.
Isso sem contar os planos para frear propostas como o fim da escala 6x1 e o avanço da regulação das big techs, defendidas por Lula.
Leia mais textos como esse na newsletter Cartas Marcadas: intercept.com.br/cartasmarca…
Vale lembrar que Flávio ainda não reconheceu a vitória de Lula e repetiu a postura golpista do pai, Jair Bolsonaro, quatro anos antes.
Na terra de Donald Trump, ele deve se unir ao irmão Eduardo, apontado como um dos mentores do plano de fuga e já condenado pelo Supremo Tribunal Federal, o STF, por articular junto ao governo dos EUA sanções e pressões contra o Brasil.
A decisão de Flávio Bolsonaro de fugir para os Estados Unidos após perder as eleições presidenciais vai muito além da tentativa de se safar de investigações, ela põe em xeque o comando da extrema direita brasileira e a força do bolsonarismo.
Os próximos dias serão cruciais para saber se haverá um racha mais intenso ou se, novamente, a extrema direita vai abraçar o golpismo e a idolatria a Donald Trump para seguir jogando – e conspirando – contra o futuro do Brasil, alerta o editor-chefe do Intercept, Leandro Becker, na última edição da newsletter Cartas Marcadas 🧶👇
A vitĂłria eleitoral de Lula evitou o colapso institucional imediato, mas entregou um paĂs em que o bolsonarismo mantĂ©m hegemonia parlamentar, com 121 deputados do PL e 28 senadores.
🔗 intercept.com.br/2026/10/28/…
“O quadro que se formou a partir dos resultados eleitorais não permite, no entanto, um retorno à acomodação. Apesar de derrotado e fugitivo, Flávio Bolsonaro tem em sua conta quase 60 milhões de votos”.
- Anna Carolina Raposo de Mello
“Será preciso manter a conexão e a influência no debate público sem depender exclusivamente de plataformas que não se tornarão mais democráticas do dia para a noite. Nestes espaços, o bolsonarismo não deixará de empregar as táticas que mobilizam e convencem milhares de eleitores há dez anos”.
Leia a coluna completa de Anna Carolina Raposo de Mello no site do Intercept Brasil: intercept.com.br/2026/10/28/…
Flávio Bolsonaro disse que nĂŁo deixaria o paĂs, horas mais tarde, fugiu rumo aos Estados Unidos. O senador deixa o Brasil enquanto se aproxima o fim do seu mandato no Senado e, com ele, de seu foro privilegiado
Presidente do Intercept Brasil, @AndrewDFish escreve sobre a fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA e a concessão de visto por Trump após a perda das eleições brasileiras no @theintercept 👇
Brazil’s Supreme court tried to strip Flávio Bolsonaro's passport, but the Trump administration granted him a visa, according to reports. theintercept.com/2026/10/27/…








