
Prof. de Geografia | Doutorando em Estudos Estratégicos @uff_br | Mestre @ibgecomunica | MBA Gestão do Esporte @usponline | Sócio proprietário do @vascodagama
Rio de Janeiro, Brazil
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Em 28/04/1945, Mussolini era capturado e morto. Homens e mulheres Antifascistas derrubaram o Fascismo italiano. Um deles está na foto.
Oswaldo Mendes, radiotelegrafista pela Força Expedicionária Brasileira.
P/ mim, q fui mais íntimo, meu avô.
Viva o Brasil, morte ao Fascismo!
André Victor 💢 retweeted
Como os soldados israelenses entregam as casas que alugam no Sul da Bahia (Itacaré).
André Victor 💢 retweeted
OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses
As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica.
Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país.
Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial.
O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro.
Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” .
Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza.
Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada.
Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil.
Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana.
Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil?
Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina.
Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
André Victor 💢 retweeted
FINALMENTE uma pessoa publica fez vídeo pra denunciar o que está acontecendo na Bahia.
Parabéns, João Pimenta!
Espero que esse vídeo tenha a visibilidade que precisamos.
André Victor 💢 retweeted
Nós estamos correndo um risco gigantesco, galera!
A Bahia é só o começo, a gente já sabe como eles agem. Certamente o “povo escolhido” vai começar a afirmar que essas terras foram prometidas a eles e a história a gente já sabe como segue.
Precisamos tornar esse assunto visível em TODAS as redes sociais!! Quem tiver contato com portais de notícia, mobiliza!!
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Quem manda em Itacaré? Moradores enfrentam israelenses e demandam fim do turismo predatório operamundi.uol.com.br/pensar…
André Victor 💢 retweeted
مفيش أي دليل تاريخي على ان جيفارا كان هوموفوب،
وكاسترو _اللي فعلا كان هوموفوب_ اعتذر رسميا عن اضطهاد كوبا للمثليين،
وكوبا نفسها بقى فيها كود عائلي هو الأكثر تقدمية في العالم يسمح للمثليين بالزواج وبالتنبي، وعندهم مسيرات فخر كل سنة،
اللي عمل الفيديو واحد متغاظ مش أكتر ❤️☭🏳️🌈🇵🇸🇨🇺
Você sabe muito bem que @brealt ia destruir seus argumentos em um debate. Por isso precisa fugir.
Meu convite para debater com Jones Manoel está de pé.
Quanto a Breno Altman, minha decisão de não debater com ele não tem relação com seu antissionismo, mas com nosso histórico de conflitos pessoais e judiciais.
Breno já foi condenado criminalmente por injúria contra mim. Ao longo desses anos, sempre mantive nossas divergências no campo das ideias, sem recorrer a ofensas pessoais. Ele, porém, escolheu outro caminho.
Continuo aberto ao diálogo com quem pensa diferente de mim, mesmo diante de divergências profundas. Mas, considerando esse histórico, não vejo condições para um debate entre nós.
Tendo certeza de que isso esclarece minha posição, tomo o assunto por encerrado.
André Victor 💢 retweeted
Replying to @AndreLajst
Que vitimismo hipócrita, André. Você naturaliza e apóia o genocídio contra o povo palestino, mas acha "ofensivo" ser chamado de covarde por fugir de um debate comigo, um judeu antissionista contra o qual o escudo do antissemitismo seria inócuo? O cinismo de vocês não tem limite.
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Never let anyone tell you mountain warfare tactics and strategy is easy. Historically, it takes elite and specialized soldiers to do this. Ansar has the advantage here.
André Victor 💢 retweeted
brazilian soldiers of the CIGS (jungle warfare training centre) pose with the schools jaguar mascots
the CIGS, located in manaus, brazil, deep in the amazon, is a world-renowned jungle warfare school that doubles as a jaguar sanctuary.
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Replying to @domingoparque
Isso maluco
Vira o cano pra quem é companheiro agora
Nao cobra o governo q quer fazer estelionato eleitoral nao
Toma ajuste fiscal e aumento da selic no lombo
Depois ta ai chorando pra gente ir às ruas em 2030
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Existem informações de que a seita de pedofilos e estupradores Lev Tahor, fundada em Israel, estaria operando na Bahia com objetivo de transformar crianças brasileiras em escravas sexuais
O Lev Tahor é uma seita judaica ultraortodoxa fundada em 1988 em Israel por Shlomo Helbrans. Enfrentou acusações e condenações por abuso sexual e físico de crianças, casamentos forçados de menores, sequestros e negligência.
E agora pode estar no Brasil.
Precisamos acionar as autoridades.
Isso foi denunciado há tempos com o fim do Clube dos 13 e com negociação de cotas de TV em separado, que veio logo a seguir.
Eles sabiam que ia acontecer isso, inclusive jornalistas com MCP que insistiram que não havia espanholização do BR.
André Victor 💢 retweeted
Replying to @DELAMORESEP
Pra falar do Vasco espera o jogo acabar, pensei que vc ja tinha aprendido essa lição em 2000.
André Victor 💢 retweeted
Tem que espalhar na sociedade a ideia de que gente que vive de mercado financeiro é vagabundo inútil.





























