
• 𝑴𝒚 𝒈𝒖𝒏 𝒇𝒊𝒓𝒆𝒔 𝒔𝒆𝒗𝒆𝒏 𝒅𝒊𝒇𝒇𝒆𝒓𝒆𝒏𝒕 𝒔𝒉𝒂𝒅𝒆𝒔 𝒐𝒇 𝑺𝒉𝒊𝒃𝒂𝒔 • Perfil monitorado pelo meu pai @otiochamadowill 🤍 Líder do @RLegionari
✍️Moonrise 🌕🌕🌕🌕🌕🌗
Joined April 2023
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Um homem que aspira ser o líder de toda uma nação, sugere a sua juventude se alcoolizar para "socializar".
É aquele tipo de ideia tão ridícula em sua própria concepção que não dá pra pensar que quem a teve não é igualmente estupido ao ponto de acreditar nela também.
Escrever dark fantasy é muito difícil, vou começar uma carreira de Dark Romance e vender bilhões com fetiche de mulher gorda.
Vai lá, mulher, segue os conselhos de pessoas que nunca possuíram um relacionamento estável e saudável, sobre como VOCÊ deve agir em um.
Vai dar bom e você vai ser feliz igual ela é seguindo os próprios conselhos.
Incrível como tudo o que diziam que a Europa iria se tornar lá em 1920/30/40, realmente aconteceu letra por letra.
Esperar que o Trump vá agir violentamente pra proteger os apoiadores, é literalmente pedir pra que ele quebre algo que o beneficia.
Enquanto a democracia perdurar, ninguém de dentro vai fazer o necessário pra que esses animais sejam punidos. Absolutamente ninguém.
Ea Nasir não teria chances contra o comando vermelho.
Gabriela da Silva Pereira tinha apenas 16 anos quando uma reclamação feita nas redes sociais acabou sendo interpretada como uma afronta ao Comando Vermelho. Em Cáceres, no Mato Grosso, a adolescente fez uma transmissão ao vivo reclamando da qualidade da maconha que havia comprado em um ponto ligado à facção. Os criminosos entenderam a publicação como uma provocação e passaram a suspeitar que ela tivesse ligação com o grupo rival, o Primeiro Comando da Capital, o PCC.
A situação se agravou quando os criminosos encontraram no celular de Gabriela uma fotografia em que ela fazia um gesto associado ao PCC. A adolescente negou qualquer envolvimento com a facção rival, mas, segundo a investigação, os criminosos já haviam decidido puni-la.
No dia 1º de setembro de 2024, Gabriela e uma amiga foram atraídas para um imóvel no loteamento Jardim Primavera sob o pretexto de uma confraternização. Ao chegarem, tiveram os celulares confiscados, foram amarradas e interrogadas sob ameaças. Uma chamada de vídeo teria sido realizada com um integrante conhecido como Itashi para decidir o destino de Gabriela.
A amiga acabou liberada, mas recebeu ordens para não contar o que havia acontecido. Gabriela permaneceu no imóvel. Segundo a investigação, ela foi amordaçada e enforcada com um lençol. Os criminosos acreditaram que a adolescente estivesse morta e decidiram abandonar o corpo em um terreno baldio.
Mas Gabriela ainda estava viva. Ao perceberem isso, os criminosos teriam usado uma faca para golpeá-la na região do pescoço e da cervical e também a atingido com pedaços de madeira. Depois, abandonaram seu corpo próximo a uma estrada.
Na manhã seguinte, uma pessoa encontrou a adolescente caída perto de uma cerca e acionou a polícia. Gabriela apresentava perfurações e diversos sinais da violência sofrida.
Ainda naquele dia, dois suspeitos foram presos. Um deles foi localizado no imóvel onde a tortura teria acontecido, onde os policiais encontraram manchas de sangue, além de roupas e objetos queimados. Segundo a investigação, ele confessou participação e apontou outros envolvidos.
O caso, porém, continuou sendo investigado. Quase dois anos depois, a Polícia Civil chegou a uma possível liderança por trás do crime: Amanda Kess Aguilhera Pereira, conhecida como Princesa, apontada como uma das lideranças do Comando Vermelho na região de Cáceres.
Mesmo presa em Cuiabá, Amanda passou a ser investigada por possível envolvimento no assassinato. Em abril de 2026, a Polícia Civil deflagrou a Operação Coroa Quebrada, que identificou 28 pessoas ligadas ao grupo e investigou funções relacionadas ao tráfico, logística, armas e execuções.
Foram cumpridos 21 mandados, entre prisões preventivas e buscas e apreensões. Amanda e outros três investigados permaneceram presos por determinação da Justiça.
O caso de Gabriela começou com uma simples reclamação nas redes sociais e terminou em uma sequência de tortura e assassinato. Aos 16 anos, a adolescente foi vítima de uma violência brutal que, segundo as investigações, estaria ligada à disputa e às regras impostas por uma organização criminosa.
O maior problema de ser assim com uma mulher é o preço que você paga rebocando os buracos que o chifre faz no teto da casa.
Cara, eu entendo de um ponto político, você ser hipócrita e cínico com os crimes de quem tu apoia PORQUE POLÍTICA É ASSIM.
Mas isso aqui nem é papo de cancelar o título de eleitor, é de revogar direitos humanos mesmo.


























