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Eleições são assim: votos ñ medem biografias. Não distribuem reconhecimento. Não fazem justiça à história de ninguém. Mas há uma coisa que a urna tbm não faz: decretar o fim de uma ideia. Perdemos lugares. Perdemos votos. Perdemos algumas batalhas importantes.
Lilia Schwarcz
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🚨 O BRASIL QUER SER DESENVOLVIDO, MAS TRATA SEUS PESQUISADORES COMO TRABALHADORES DE SEGUNDA CATEGORIA! 🇧🇷
Sendo bem sincero.
Se for pro Lupi continuar na presidência, dando as cartas no PDT e continuar tudo como está atualmente.
Prefiro que o partido ACABE!
Digo isso com o coração levíssimo.
Jovens, não se filiem num partido que vocês não terão voz!
Enquanto Lupi estiver na presidência do PDT não haverá "renovação".
Diante de tantas especulações e informações falsas que vêm circulando sobre a notícia da federação, como militante atuante do PDT, acho importante esclarecer alguns fatos sobre o momento que estamos vivendo.
Sei que a notícia talvez tenha pegado muita gente de surpresa e causado incômodo por inúmeros motivos. Mas precisamos ter calma para compreender as necessidades e o tempo dessa construção.
Estive na Convenção Nacional do partido, realizada há poucos dias, na qual foram aprovados:
- Poderes para a Executiva Nacional deliberar, costurar e executar o ato de federação;
- Preferência pela federação com o PSB;
- Deliberação de que não haverá fusão partidária.
Também foi informado que, além do PSB, o PDT mantinha conversas com AVANTE, PRD e Solidariedade, que poderiam resultar em uma federação.
A preocupação do nosso PDT, neste momento em que não alcançamos a cláusula de barreira, é também de natureza jurídica e eleitoral. A legislação prevê a constituição de federações antes das eleições, mas existem brechas jurídicas que vêm sendo discutidas. Na semana passada, o Ministério Público emitiu parecer favorável ao entendimento de que a federação também pode ser constituída no período pós-eleitoral.
É justamente aqui que precisamos compreender a questão central: não existe possibilidade de simplesmente constituirmos agora uma nova federação apenas entre PDT e PSB. Pelas exigências e pelos prazos da legislação eleitoral, a alternativa construída passa necessariamente pela adesão a uma federação que já existe.
Nesse cenário, existe uma construção sólida para a federação entre PDT, PSB e AVANTE, junto à federação já existente entre Solidariedade e PRD.
Somente por meio dessa federação conseguiremos iniciar efetivamente o processo de reformulação partidária. Esse compromisso já foi sinalizado pela Executiva Nacional, que pretende estabelecer, a partir do próximo ano, metas objetivas para a reconstrução do partido, especialmente por meio do fortalecimento e do empoderamento da nossa juventude.
Inicialmente, o PDT será o maior partido dessa federação. Ela também reúne forças à direita que outrora já estiveram no nosso campo político, como Solidariedade e Avante, ampliando essa composição com o PRD.
Precisamos lembrar que as experiências mais exitosas da esquerda brasileira também foram precedidas por alianças com setores mais à direita. Foi assim em diferentes momentos da nossa história, desde o governo de Brizola no Rio Grande do Sul até a eleição de Lula em 2002. A construção de maiorias políticas exige capacidade de diálogo, articulação e compreensão da realidade de cada momento.
Existe, portanto, um compromisso nacional de reunir essas forças e trabalhar para trazer esses partidos à base do presidente Lula. O PDT, pela sua história e pelo seu papel na tradição trabalhista brasileira, assume a responsabilidade de articular essa unidade, inclusive com setores que hoje estão mais à direita. É uma construção em diálogo com o próprio presidente Lula, especialmente diante da necessidade de fortalecer o campo democrático e progressista no enfrentamento à extrema direita e ao poder das big techs.
Na próxima semana, o PSB também deverá deliberar sobre sua entrada na federação. A proposta é construir uma frente política capaz de contribuir com a governabilidade do presidente Lula e, ao mesmo tempo, preparar o campo progressista para o período posterior ao seu governo. Acreditamos que novas forças de esquerda precisarão assumir protagonismo nesse processo, mas isso só será possível com unidade e organização.
Neste momento, não podemos fazer o que queremos. Faremos o que é necessário.
Mais do que garantir a sobrevivência institucional do PDT, precisamos criar as condições para reconstruir nossa identidade, fortalecer nossa militância, devolver protagonismo à juventude e preparar o partido para voltar a ocupar o espaço que sua história merece.
Jovens, não se filiem num partido que vocês não terão voz!
Enquanto Lupi estiver na presidência do PDT não haverá "renovação".
MINHA CONTRIBUIÇÃO SOBRE A FEDERAÇÃO PDT-AVANTE-SOLIDARIEDADE-PRD:
1/12 A discussão sobre uma federação entre PDT, PRD, Avante e Solidariedade deveria exigir uma reflexão anterior: qual é, hoje, a identidade do PDT? Sem responder a isso, corremos o risco de procurar numa composição eleitoral a solução para uma crise de natureza política.
2/12 O trabalhismo nasceu de uma interpretação do Brasil: soberania nacional, desenvolvimento e incorporação dos trabalhadores à cidadania. Getúlio, Jango e Brizola representam essa construção. Essa herança precisa orientar nossas escolhas e ganhar expressão no presente.
3/12 O PDT precisa demonstrar sua contribuição própria. Não nos cabe ser uma versão genérica do PT ou do PSOL. A cooperação com essas forças deve conviver com uma identidade trabalhista reconhecível, capaz de articular projeto nacional, democracia e centralidade do trabalho.
4/12 Precisamos arrumar a casa: atualizar o programa, democratizar a vida interna e reconstruir vínculos com trabalhadores, juventude e movimentos populares. Uma ampliação de baixa convergência, antes desse esforço, tende a aprofundar a indefinição que já nos enfraquece.
5/12 O Diretório Nacional definiu como prioridade a federação com o PSB. Essa deliberação deveria orientar a ação partidária. Caberia esgotar essa construção antes de abrir outros caminhos. A confiança interna depende, também, da consequência atribuída às decisões coletivas.
6/12 Consolidada a federação com o PSB, poderíamos avaliar sua ampliação, com critérios pragmáticos e programáticos. Defender identidade não implica sectarismo ou esquerdismo infantil. Significa construir um núcleo de convergência capaz de dar direção e consistência à abertura.
7/12 Nosso próprio partido tem profundas dificuldades para assegurar lealdade interna e eleitoral. Como uma federação pouco consciente de seus compromissos comuns enfrentaria esse problema? Sem uma cultura de responsabilidade coletiva, ampliar a composição pode significar ampliar a incoerência.
8/12 Qual é o programa comum dessa federação? Que desenvolvimento nacional propõe? Que lugar reserva ao trabalho, ao Estado e à soberania? Às vésperas do centenário da Revolução de 1930, o PDT precisa apresentar uma perspectiva de país à altura de sua tradição.
9/12 Na última eleição presidencial, o Solidariedade se omitiu. O candidato do Avante que terminou em terceiro lugar, assim como o PRD, esteve com Flávio Bolsonaro. Que convergência política foi construída desde então? A federação dará sustentação coerente ao governo Lula, que o PDT ajudou a eleger? Essa resposta exige compromissos explícitos.
10/12 Em São Paulo, essas legendas sustentam Nunes e Tarcísio, associados ao bolsonarismo e à agenda privatista. Como enfrentar essa contradição no estado e na capital? Uma construção nacional precisa responder pelas escolhas locais. São Paulo não pode ser tratado como detalhe.
11/12 O eleitor precisa reconhecer o destino político de seu voto. Se votar no PDT significar fortalecer projetos que combatemos, a confiança se rompe. A aritmética eleitoral pode reunir legendas; a coerência programática e a lealdade aos compromissos assumidos é que sustentam uma representação duradoura.
12/12 Uma federação que fortaleça o governo Lula, atue com consciência crítica e construa um projeto nacional para 2030 terá nosso apoio. Isso exige debate, programa e confiança. Nossa história nos cobra um futuro que saibamos explicar e defender. Faço essas ponderações com disposição de construir. O PDT precisa voltar a ser atraente, confiável e reconhecível. Uma federação pode contribuir para isso, desde que tenha direção política. Ampliar com coerência é um caminho. Um ajuntamento pouco debatido não oferece essa segurança.
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Quando eu entrei no PDT em 2018, sempre que a discussão envolvia os problemas do partido, a resposta era sempre a mesma: "bora botar a mão na massa e construir". Por um tempo, eu mesmo endossei esse discurso na esperança de estar construindo algo de verdade.
Com o tempo, a minha percepção foi de que isso era o famoso "engana trouxa". E era exatamente isso. Como o partido não é democrático, o militante não tem voz e quem manda é a cúpula aliada à direção nacional; essa "construção" é basicamente a criança jogando videogame com o controle desligado.
Quando há interesse em estimular essa construção por parte da cúpula, isso é permitido. No momento em que alguma independência crítica começa a ganhar corpo, é desmontada e o trabalho começa do zero com a turma alinhada à direção, que depois vai recomeçar o processo com esse mesmo discurso.
Me surpreende um pouco como isso sempre volta à discussão e ainda cola quando o partido está sendo alvo de críticas corretas pelo desastre que foi essa gestão fisiológica e autoritária do partido. E vem sempre da turma que funciona como um avatar de renovação enquanto trabalha para blindar o Lupi de críticas.
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Um filiado nosso no PDT contou que conversou reservadamente com Lupi sobre a necessidade do PDT fazer federação.
Segundo ele, a maioria do partido preferia uma federação com o PSB. Lupi, porém, entendia que isso reduziria seu próprio poder e que o PSB não lhe oferecia condições suficientemente vantajosas. Preferia, portanto, uma federação com partidos do Centrão.
Adivinhem qual caminho o PDT acabou seguindo...
Poder é, antes de tudo, a capacidade de impor a própria vontade.
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Líderes do PT iniciam movimento ‘Bolsonaro Livre’
oantagonista.com.br/brasil/l….
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💣💣💣PREFEITURA DE SANTA QUITÉRIA SUSPENDE PREVENTIVAMENTE IDA DE UNIVERSITÁRIOS PARA AULAS NESTA QUARTA,04, EM SOBRAL! A SUSPENSÃO DO TRANSPORTE UNIVERSITARIO OCORREU, SEGUNDO NOTA DA PREFEITURA PARA PRESERVAR INTEGRIDADE FÍSICA DOS ESTUDANTES E MOTORISTAS.
Ainda de acordo com a prefeitura de Santa Quitéria, através da Secretaria de Educação, a retomada do serviço de transporte será avaliada segundo as condições de segurança. Santa Quitéria é um dos municípios que mais enviam universitários para Sobral. Enquanto outras instituições de ensino superior informaram que manterão as atividades normalmente, a Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) suspendeu o expediente nos turnos da tarde e da noite desta quarta, 04, alegando serviços de manutenção na rede elétrica do Campus Betânia. A suspensão ocorre em meio a uma sequência de ocorrências violentas registradas em Sobral durante o feriadão. Na sexta, 30, um homem foi baleado no Residencial Nova Caiçara. Já na segunda, 02, feriado de Finados, dois homens foram mortos e outras duas pessoas baleadas em ocorrências registradas em diferentes bairros do Município.
Ele SEMPRE falando o necessário.
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Brasil fechará esta quarta com a maior taxa real de juros no mundo
cartacapital.com.br/cartaexp…
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DELFIM NETO EM CONVERSA COM PEDRO BIAL CONFESSOU QUE LULA AJUDOU A ELEGER BOLSONARO EM 2018.
Lula preferiu investir numa candidatura falsa para enganar o povo.
Na opinião de Delfim Neto, se Ciro tivesse sido candidato, teria derrotado Bolsonaro.
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📊 TAXA SELIC | Indústria avalia que manutenção da taxa de juros em 13,75% é injustificável
Entidade defende retomada dos cortes em dezembro e diz que juros altos prejudicam empresas e famílias.
metropoles.com/brasil/indust…
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Itaú bate recorde com lucro líquido de R$ 12,6 bi no trimestre e alta anual de 6,2% oglobo.globo.com/economia/no…




















