
Coordenador de pauta do 'Jornal Novabrasil' na @novabrasilfm. Editor de @aagencia_info.
Brasília, Brasil
Joined May 2009
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25 reportagens importantes que fiz em 2025
1) ‘Portaria do Pix’ foi feita para arrecadar, mostra documento
Grande repercussão em outros veículos. Mostrei via LAI que embasamento das novas regras do Pix não citava lavagem - o que ocorreu depois.
ofator.com.br/informacao/por…
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Itamaraty colocou sob sigilo de 5 anos relato de reunião com Mastercard
amadomundo.com/itamaraty-sig…
Cedê Silva retweeted
I am deeply honoured to be elected to the International Court of Justice.
I am grateful for the support and faith states have put in me to serve the @CIJ_ICJ. I look forward to serving the Court with independence and integrity alongside colleagues elected today.
Cedê Silva retweeted
Assessor de Trump que fretou jato para Flávio fez lobby para concorrente de Vale e Samarco
amadomundo.com/jason-miller-…
Sabor CPI da Pandemia: muita gente vendo pela 1ª vez em um compilado o que já foi noticiado meses antes
🚨 ATUALIZAÇÃO MASTERWHATS: MAIS DE 14 MIL MENSAGENS!
O Banco Master pagava R$ 1,6 milhão por mês ao Leo Dias. Leo Dias produzia posts atacando um dos donos do Itaú
Luciano Huck emprestava sua imagem e influência ao Will Bank por R$ 18 milhões fixos por ano.
E o Gustavo Lima?
Ana Matos manda:
“Gustavo podemos propor 50 milhões para os shows 2025 + 1mm por mês de imagem publicitária por 12 meses. Fica pendente a questão da sociedade dele com o banco.”
Vorcaro responde:
“Vamos propor isso mais 5% pra 5 anos.”
Ou seja: R$ 50 milhões em shows + R$ 1 milhão mensal pelo uso da imagem + 5% por cinco anos.
O @cafecomferri também estava no payroll. Gravavam podcasts juntos e alinhavam narrativas.
Enquanto isso:
Ministro Dias Toffoli pedia ingressos para Real Madrid x Bayern.
Vorcaro fumava charuto com Toffoli, Salomão e Benedito (STF + STJ).
No evento de Londres, a ordem era: “vamos dar prêmio para Moraes”.
Huck, Gustavo Lima, Leo Dias, Ferri…
Ministros fumando charuto e ganhando troféu.
O marketing do Banco Master era uma mistura de bilheteria da Champions League, relacionamento com ministros e máquina de influência.
E isso é apenas uma parte do que aparece nas mais de 14 mil mensagens disponíveis no MasterWhats.
Muita coisa ainda vem por aí.
🔎 Confira as conversas no MasterWhats.
masterwhats.recomendeme.com.…
Cedê Silva retweeted
A nota da defesa do Flávio Bolsonaro, enviada ao Fantástico, é assinada pelo Frederick Wassef. A gente normalizou até isso, né? Vocês lembram que ele deixou o Queiroz escondido na casa dele, quando todo mundo perguntava “Onde está o Queiroz?”. 😂
Cedê Silva retweeted
Eu posso explicar economicamente porque a taxa de juros é tão alta no Brasil, mas me permitam fazer uma explicação de economia política melhor ainda.
O Brasil surgiu como uma empreitada colonial escravocrata. Em plantations, custo unitário do trabalho é o que determina a competitividade ainda que o custo de maquinário e bois seja relevante. Quando o Brasil começou a ser pressionado para parar de importar escravos, a solução foi importar mão de obra europeia. Só que começamos a nos industrializar em 1870, começamos a ter conflitos políticos urbanos na mesma década e isso se arrastou, de uma forma ou de outra, até 1930, quando tivemos a revolução oligárquica de 1930. Porque sim, 1930 foi briga de oligarquia com oligarquia.
Entre 1870 e 1930 a gente passou de um modelo em que poucos brancos simplesmente sifonavam de uma forma ou de outra o fruto do trabalho de negros e indígenas escravizados para um modelo em que uma elite branca tinha que manter algum tipo de política de segurança pública que mantivesse trabalhadores livres brancos, que conseguiam alguma coisa aqui e ali, e trabalhadores livres negros quietos enquanto exploravam seu trabalho.
Para resolver isso, Vargas criou o modelo de cidadania regulada em que só era cidadão quem tinha carteira de trabalho, leia-se, trabalhadores brancos urbanos. Aqui entra Wanderley Guilherme dos Santos, especialmente em Cidadania e justiça (1979) e Razões da desordem (1993). O problema brasileiro é que tivemos que enfrentar quase simultaneamente três conflitos que, nas democracias europeias, foram administrados ao longo de períodos muito maiores: integração nacional, participação política e redistribuição.
A industrialização produziu novas classes, organizações e demandas antes que tivéssemos instituições suficientemente consolidadas para mediar seus conflitos. Vargas respondeu incorporando parte dos trabalhadores à ordem política por meio de direitos sociais vinculados às profissões reconhecidas pelo Estado, ao mesmo tempo que submetia os sindicatos à tutela estatal.
A legislação não excluía formalmente os negros, mas, numa sociedade que havia abolido a escravidão sem integrar economicamente os libertos, a exigência de inserção ocupacional reconhecida reproduzia desigualdades raciais profundas. Trabalhadores rurais, domésticos e informais continuaram excluídos de boa parte da proteção social. A solução foi, portanto, incorporar sem universalizar, redistribuir sem alterar substancialmente a estrutura de propriedade e organizar o conflito social sem permitir que ele se manifestasse autonomamente.
Em Razões da desordem, Santos (1993) vai além: a expansão da participação e das demandas sociais ocorreu mais rapidamente do que a institucionalização dos mecanismos capazes de processá-las. Construímos um Estado que legisla e regula muito, mas cuja autoridade não alcança parcelas consideráveis da sociedade. E isso era fundamental para o modelo desenvolvimentista porque esse mecanismo de exclusão e disciplina permitia que o país sustentasse uma economia fechada para sustentar a classe média branca sem competição e transferisse montanhas e mais montanhas de recursos para estatais e indústrias ineficientes.
O resultado é aquilo que ele chama de um híbrido institucional: uma poliarquia moderna, com eleições competitivas, organizações representativas e legislação abundante, convivendo com um «hobbesianismo social» marcado pela desconfiança, pela baixa adesão às regras coletivas e pela prevalência de interesses particularistas. A Constituição de 1988 rompeu com parte importante da cidadania regulada ao universalizar direitos, mas não eliminou as desigualdades econômicas e a fragmentação social herdadas desse processo.
Em particular, o problema é que a gente incluiu os outsiders, mas não eliminamos o fechamento comercial, a política industrial e o uso do orçamento público para sustentar as elites predatórias e extrativistas. FHC começou a resolver isso com privatizações, eliminação de barreiras comerciais, criação do aparato de políticas sociais e, especialmente, resolvendo a inflação ao mesmo tempo que aumentou a carga tributária. Lula I continuou esse processo, com um enfoque mais social. Isso impediu o conflito porque tornou a alocação mais eficiente.
Lula II só empurrou o conflito com crescimento, ele colocou muito fermento no bolo e impediu que as elites e os mais pobres entrassem em conflito aberto. O problema é que Dilma I entrou na pira de que esse modelo de solução era neoliberal e precisávamos de uma guinada desenvolvimentista. Resultado? Ela implodiu a economia brasileira tentando resgatar as benesses das elites.
Dilma II foi uma tentativa desesperada de correção de rota que não deu certo. Temer foi uma mistura de tecnocratas tentando impedir o colapso e o Centrão rapinando tudo que encontrava pela frente e, por fim, Bolsonaro foi um ajuste pró-elite até o STF avisar a ele que ele tava com a corda no pescoço depois da brincadeira do 7 de setembro e ele entregou tudo pro Centrão pra se salvar.
Lula III foi inconsistente, de um lado tínhamos Haddad, Marina e Tebet tentando resolver o problema da forma correta. Do outro tínhamos Gleisi, Rui, Marinho, Lupi, et caterva brincando de Dilma III. Ou seja, conseguimos adiar o problema, mas a conta chegou.
Hoje ou resolvemos o problema fiscal, punindo as elites parasitárias, com cortes previdenciários no topo, supersalários, abrindo a economia, matando a NIB, resolvendo inconsistências do Plano Safra, ajustando o BPC e políticas aos mais idosos... ou vamos tirar dos mais pobres, seja via cortes de gastos sociais, seja via inflação.
Como, em geral, escolhemos não enfrentar o problema distributivo nacional, gastamos mais do que crescemos de forma ineficiente. Isso joga os juros pra cima.
Cedê Silva retweeted
Influenciadoras dos EUA copiam diretrizes do ‘Exército’ de Janones nas eleições americanas
amadomundo.com/influenciador…
'Street Fighter': tinha tudo para dar certo. Ótimo casting (exceto o Bison), colorido, boa trilha, ambientado em '93. Mas é mal amarrado e os grandes momentos não têm 'punch'. Filme apanhou no roteiro e muito na montagem.
Neymar diz que indicará Ancelotti para a Seleção
Flávio diz que indicará Rogério Marinho para presidência do Senado
cnnbr.app/short/c772158690/
Comissão da Câmara rejeita incluir ‘cultura cristã’ na Lei Rouanet
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Cedê Silva retweeted
Governo mantém parecer de proibição das bets sob sigilo amadomundo.com/governo-sigil…
Cedê Silva retweeted
Segundo turno das eleições de 2022 teve mais votos depois das 17h do que em 2026
www1.folha.uol.com.br/poder/…
Cedê Silva retweeted
Toffoli barra pedido de Filipe Martins para ir ao semiaberto
amadomundo.com/toffoli-barra…
Cedê Silva retweeted
É bobagem esse negócio de que @FlavioBolsonaro será candidato em 2030. Se Deus quiser, teremos novas eleições muito antes disso! E o povo vai votar BOLSONARO de novo. Só precisamos nos assegurar que sejam eleições limpas.
Governo mantém parecer de proibição das bets sob sigilo
amadomundo.com/governo-sigil…
Cedê Silva retweeted
Todo mundo sabe.
Esse campeonato é uma farsa.
O STF está estendendo todos os jogos além dos 90 minutos com o objetivo de prejudicar o Fogão.
Mas o povo sabe quem é o verdadeiro líder!
#botafogo
Cedê Silva retweeted
Presidente do TRF-1 decidiu a favor da própria filha em ação bilionária que beneficiava o Master | Desembargadora Maria do Carmo Cardoso barrou cancelamento de indenização de R$ 1,9 bilhão da União a uma usina de açúcar defendida pela própria filha, em ... ebx.sh/bOQsa6























