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HAHAHAHAHAHAHAHAHA Brasileira q saiu colando cartazes no metrô de Nova York de q Flávio Bolsonaro era PROCURADO ESTÁ SENDO PROCURADA pelo departamento da ICE por infringir as leis americanas por CRIME FEDERAL ao colar informações FALSAS. SERÁ DEPORTADA!
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NEWS | Greece acquires up to six Embraer KC-390 Millennium Multi-Mission Aircraft. Read full news: bit.ly/4sEih86 @HAFspokesperson
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A REVOLUÇÃO INEVITÁVEL Por Mooska (@LagSignal) Para compreender a ferocidade sem precedentes com que o consórcio de Brasília persegue o Bolsonarismo, é preciso fazer a pergunta que a grande mídia evita a todo custo: por que o sistema convive em perfeita harmonia com qualquer corrente partidária, mas entra em pânico histérico diante de um cidadão comum erguendo a bandeira verde e amarela? A resposta não está no terreno da fofoca política. A resposta está no colapso do modelo de negócios do poder no Brasil. Durante quarenta anos, a Nova República funcionou sobre uma engrenagem de pedágios obrigatórios. Para disputar o poder, qualquer político precisava pagar a comissão dos caciques partidários, comprar a bênção dos operadores dos tribunais e ajoelhar diante dos grandes conglomerados de imprensa. O povo brasileiro era tratado como mero gado eleitoral que comparecia às urnas a cada dois anos e voltava resignado para a apatia do cotidiano. O Bolsonarismo cometeu o pecado imperdoável de dinamitar todos os intermediários do sistema de uma só vez. Pela primeira vez na história da República, um líder estabeleceu conexão direta com sessenta milhões de brasileiros através de um aparelho celular no bolso do trabalhador. Milhões de homens e mulheres tomaram as ruas de forma voluntária, sem pão com mortadela, sem diária de sindicato e sem autorização dos barões da televisão. Quando o cidadão comum descobriu que não precisava dos editoriais dos jornais para saber o que pensar e que não dependia do coronel do partido para se organizar, toda a casta parasitária de Brasília perdeu a utilidade e a relevância. Se o sistema político teme a perda do balcão de negócios, o ódio da grande imprensa nasce de uma ferida ainda mais dolorosa: o bolso vazio e a morte do seu sacerdócio de opinião. Durante décadas, as redações brasileiras foram irrigadas por bilhões de reais em verbas estatais de publicidade. O governo de turno pagava a conta e a imprensa devolvia a blindagem editorial. O Bolsonarismo cortou a torneira. Secou a mamata das verbas públicas e quebrou o monopólio da narrativa. De repente, a opinião de um operário na obra, de um caminhoneiro na estrada ou de uma dona de casa passou a ter mais engajamento e credibilidade do que o editorial solene lido no horário nobre da televisão. Ao ver um vídeo de celular gravado na calçada desmentir uma reportagem manipulada em rede nacional, o orgulho da casta jornalística ruiu. Eles nunca perdoaram o povo por ter abandonado a plateia. Hoje, os donos da mídia e os operadores do Judiciário vivem na mais pura negação da realidade. Comemoram inquéritos, aplaudem decisões monocráticas, forçam o exílio de lideranças e repetem no teleprompter que o movimento acabou e que a direita tradicional foi domesticada. É a cegueira arrogante de quem se recusa a enxergar o chão da rua. O Bolsonarismo não é um acidente passageiro nem um fenômeno eleitoral temporário. É a consolidação definitiva de um sentimento conservador, cristão e patriota que sempre esteve profundamente enraizado na alma do povo brasileiro, mas que permanecia silenciado. Quem trouxe essa força adormecida para a luz do dia foi o Mestre, Olavo de Carvalho e @JairBolsonaro. E aquilo que foi iluminado na consciência de um povo jamais pode ser apagado por canetadas de gabinete. Por isso, fracassa e continuará fracassando qualquer tentativa artificial de criar divisões internas ou inventar movimentos paralelos de direita permitida pelo sistema. Não há espaço para dissidências de laboratório quando a base popular já escolheu a sua trincheira de valores inegociáveis. O maior pavor dos donos do poder é que este movimento não depende de autorização do Estado para crescer. Ele vai se multiplicar pela própria realidade da economia física. Aquele eleitor iludido que votou no governo com a promessa de picanha e prosperidade agora assiste ao salário virar pó, vê o desemprego bater na porta e sente o peso dos impostos na comida e no combustível. O estômago vazio é o maior pedagogo da história. Quem votou no lulismo por engano ontem será o Bolsonarista mais convicto de amanhã. E os cidadãos indecisos, que antes preferiam não se envolver na política e só queriam trabalhar em paz, assistem hoje à tirania explícita, à perseguição judicial e à covardia da imprensa. Eles estão se tornando exatamente os radicais que o sistema tanto teme. Não por extremismo cego, mas pela revolta lúcida e incontornável de quem descobriu que ser moderado diante do roubo e da opressão é apenas cumplicidade com o carcereiro. Esta é a revolução que Brasília não consegue decifrar, que o Judiciário tenta sufocar com inquéritos de capa preta e que a mídia agonizante tenta esconder desligando as câmeras. Eles podem prender homens, fabricar narrativas e censurar telas. Só esqueceram que não existe tribunal, emenda ou telejornal capaz de revogar a verdade quando uma nação inteira decide que não aceita mais ser governada por quem a despreza. "O bolsonarismo não é um mandato provisório que se cassa na toga; é a alma do Brasil real que despertou e descobriu a própria força. Quanto mais o sistema aperta o nó, mais a semente da liberdade germina no coração de quem trabalha." -Mooska Boa noite. Zumm... #Brasil #Bolsonarismo #Brasilia #STF #Liberdade #Soberania #Mooska
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O BURACO NEGRO DE DUAS HORAS: O QUE O RELATÓRIO DA OEA REALMENTE DIZ SOBRE A JANELA ZANIN E QUE A IMPRENSA ESCONDEU Por: Mooska (@LagSignal) Obs. O Relatório esta no primeiro comentário. A velha imprensa brasileira tem um hábito antigo quando quer encerrar um assunto espinhoso: ela lê o primeiro parágrafo diplomático de um documento internacional, recorta os cumprimentos de salão e esconde as trinta páginas seguintes debaixo do tapete. Estão usando o relatório preliminar da Missão de Observação da OEA como se fosse um laudo técnico definitivo que sepulta qualquer dúvida sobre o que aconteceu no domingo de segundo turno. Quem se dá ao trabalho de abrir o documento original em inglês e ler as páginas seis, sete e oito descobre exatamente o oposto. O jurista Martin De Luca colocou o dedo na ferida que os comentaristas de Brasília fingem não enxergar: o relatório da OEA passa longe de ser uma auditoria forense sobre a chamada Janela Zanin. Pelo contrário, o documento registra para a história o tamanho do atropelo institucional que paralisou a apuração brasileira. Olhe para a cronologia fria cravada no texto oficial da missão. Faltando menos de trinta minutos para o fechamento das urnas, a coligação de Lula atravessou a rua, ignorou o Tribunal Superior Eleitoral e protocolou um pedido direto no Supremo. O processo caiu nas mãos de Cristiano Zanin, ex-advogado pessoal do candidato petista, que numa canetada individual mandou prorrogar a votação no país inteiro até as sete da noite. Às cinco da tarde a contagem já tinha começado. Seis minutos depois, mil duzentas e vinte e cinco seções já estavam totalizadas. De repente, a cortina desceu e o país inteiro ficou no escuro até as sete e cinco da noite. O que aconteceu dentro dos servidores durante essas duas horas de travamento? A página sete do relatório da OEA traz a confissão mais grave da história das eleições informatizadas no Brasil, dita pelo próprio presidente do TSE, Kassio Nunes Marques. Segundo o relato oficial transcrito pela missão, Kassio declarou que nunca na história da corte uma prorrogação daquelas havia sido concedida sem previsão legal. E revelou o detalhe técnico que deveria tirar o sono de qualquer auditor sério: por causa da ordem monocrática de Zanin, a equipe teve que reestruturar os sistemas e procedimentos de contagem de votos do tribunal em pleno andamento do pleito. Leu com atenção? Reestruturar os sistemas de contagem de votos com a eleição aberta e as urnas transmitindo dados. O próprio presidente da corte admitiu que a manobra poderia ter comprometido toda a eleição brasileira. Agora vem o ponto cego que desmascara a narrativa da imprensa. Como a OEA verificou o que ocorreu dentro dessa reestruturação de emergência? Ela simplesmente não verificou. O relatório confessa com todas as letras que a missão apenas ouviu a confirmação verbal dos funcionários de tecnologia do próprio TSE garantindo que a transmissão dos estados continuou normal. Em qualquer auditoria séria do mundo corporativo ou público, palavra de técnico sem registro de log vale zero. A OEA não publicou uma única linha de reconstrução forense daquela janela de duas horas. Não auditou quais linhas de programação foram alteradas na pressa, quem teve credencial de acesso para reestruturar o sistema de contagem às cinco da tarde, nem reconciliou os boletins físicos das seções com os lotes processados durante o apagão de divulgação. Mais do que isso: na página oito, os observadores internacionais deram um puxão de orelha público no STF, classificando a intervenção monocrática de Zanin sobre a jurisdição técnica do TSE como uma situação sem precedentes que gerou confusão geral e insegurança jurídica. Não dá para exigir confiança cega no grito quando as regras do jogo e a própria arquitetura do sistema de apuração são remendadas a marteladas no meio da partida pelo ex-advogado de uma das partes. Se o governo reeleito e a cúpula do Judiciário querem um pingo de legitimidade perante a metade da nação que viu esse caos ao vivo, o caminho não é ameaçar quem faz perguntas. É abrir os registros brutos de sistema daquelas duas horas e permitir uma perícia independente completa, com especialistas nacionais e estrangeiros conferindo cada passo da intervenção. Transparência não se decreta em coletiva de imprensa. Transparência se prova abrindo a caixa preta dos dados. "Palavra de técnico sem log aberto não é auditoria, é ato de fé. Quando o próprio tribunal confessa que precisou remendar o sistema de contagem com a urna aberta, exigir silêncio do eleitor é assinar o recibo da farsa." -Mooska #JanelaZanin #RelatorioOEA #AuditoriaJa #TransparenciaEleitoral #TSE #STF #BrasilReal #Mooska
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🚨URGENTE: Depois que as pessoas começaram a pesquisar se falecidos votaram ou não, o TSE desativou a verificação de QUITAÇÃO ELEITORAL.
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🇧🇷 Wealthy Brazilians are quietly mapping exits to Spain, Italy, Portugal, and Switzerland Advisors say clients are locking in Spain’s two-year citizenship path, Italy’s flat tax and investor visa, and other European setups while Portugal is still on the cards. Switzerland’s lump-sum option is also in the mix for some. Political swings and tax uncertainty keep pushing money and people to look for Plan B outside the country. Last night’s result just made those conversations a little more urgent. Source: Forbes, Alessandro Palombo / Writer: Lucas
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🚨 Após Flávio Bolsonaro viajar para os Estados Unidos, volta a viralizar vídeo onde Lula o ameaça
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Uma das cenas mais grotescas e abjetas que já vi. Necropetismo é um ótimo conceito, aliás, que se soma à Cleidecracia.
e vamos de necropetismo
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. 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 Chegada de Flávio Nantes Bolsonaro nos EUA
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Ué !!! Acabou a eleição e eles começaram a falar a verdade? É muita pilantragem hein?
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AO VIVO - Presidente do PT ameaça a população brasileira se eleição de Lula não for reconhecida por Flávio e Trump!
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🇧🇷🇺🇸 Flávio Bolsonaro, est arrivé à Fort Lauderdale. Trump a envoyé l'ICE à l'aéroport pour assurer sa sécurité.
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Esse vídeo é de 22/09 quando Flavio desembarcou no Maranhão e foi recebido por políticos locais, não nos EUA. instagram.com/reel/Ddl-K5suA…
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TERRIBLE BOMBA SOBRE LA ALTERACIÓN DEL ESCRUTINIO ENTRE LULA Y FLÁVIO BOLSONARO EN BRASIL 🇧🇷💣 Martín De Luca, abogado en EE.UU: "A las 17.00 iba a empezar el conteo de votos, pero a las 17.01 un JUEZ QUE NO TENÍA COMPETENCIA NI JURISPRUDENCIA, firma una orden para que se extienda la votación dos horas más, Y QUE SE SUSPENDA LA TRANSMISIÓN DE DATOS Y CONTEO DE VOTOS que ya había empezado. En el voto electrónico, el punto más vulnerable del conteo de votos es este momento cuando se empiezan A TRANSMITIR LOS DATOS ELECTRÓNICOS desde todas las urnas AL TRIBUNAL ELECTORAL. Esas dos horas SON UNA CAJA NEGRA, NADIE SABE LO QUE PASÓ. Lo que si sabemos es que el equipo de Lula se estaba preparando para una derrota, y después de eso APARECE CON 4.400.000 DE VOTOS arriba de Flávio Bolsonaro, en contra de todas LAS EXPECTATIVAS DE GENTE QUE APOSTÓ MILLONES DE DÓLARES, porque era obvio que ganaba Flávio. La peor parte es que el juez que autorizó esto, ES EL EX-ABOGADO DE LULA que lo defendió en los casos de corrupción y que fue EL ABOGADO DE LA CAMPAÑA DEL 2022, ahora hecho juez..." @edufeiok @emd_worldwide
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Bah Que discurso perfeito. Não faltou quase nada. Parabéns e obrigada, @felipecamozzato
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OPERAÇÃO ALBA: COMO FLÁVIO BOLSONARO SAIU DO BRASIL, segundo Simón Levy 🇺🇸🇧🇷 O jornalista e analista Simón Levy, aliado de Trump, contou no podcast Es Posible a história que ninguém no Brasil consegue explicar. Resumo do episódio, por tópicos, em português: 1️⃣ O cerco Domingo à noite, no próprio dia do segundo turno, Moraes mandou Flávio entregar os dois passaportes, o comum e o diplomático. A ordem faz parte de uma investigação de lavagem de dinheiro que também atinge o advogado Willer Tomaz. Os dois negam. Na segunda, a PF entregou a ordem. Flávio gravou um vídeo chamando aquilo de intimidação. Na terça, o prazo acabou e a PF cancelou os passaportes. Flávio tinha sumido. 2️⃣ O mistério A Argentina diz que ele nunca entrou. A PF diz que ele nunca saiu. Circulou que ele teria pegado um jato em Puerto Iguazú, mas o governo Milei vistoriou o avião e não achou plano de voo nenhum com a família Bolsonaro. 3️⃣ O furo Na terça de manhã, Levy publicou: "Flávio Bolsonaro não está mais no Brasil e está a caminho dos EUA. Uma operação de proteção americana está em andamento." No mesmo dia, um funcionário do governo americano confirmou a viagem. Segundo pessoas próximas, ele saiu com a esposa e as duas filhas. 4️⃣ Como foi feito, segundo as fontes de Levy • A operação teria sido executada pela equipe do secretário de Estado Marco Rubio. • Teria sido planejada desde o momento da ordem de Moraes. • A rota da Argentina teria sido uma isca, pra PF procurar no lugar errado. • Enquanto a PF ligava pra Buenos Aires e revistava um avião em Iguazú, Flávio já estaria voando pelo espaço aéreo da Venezuela rumo aos EUA. "Washington ainda não diz isso em público. Eu digo hoje e assino embaixo", afirma Levy. 5️⃣ Por que ele saiu Para Levy, porque Flávio sabia que ia ser preso. "Não dá pra liderar uma oposição de dentro de uma cela." Ele junta as peças: o pai condenado a 27 anos, o Eduardo dizendo que o irmão deveria sair se perdesse, os passaportes retidos, um processo aberto e um Lula que, em 19/09 em Florianópolis, disse em campanha que queria vencer pra manter Jair preso. "Para Flávio, ficar significava esperar a vez dele." 6⃣ O dossiê Rubio Até domingo, Washington apertava o Brasil à distância, com tarifa, PCC tratado como terrorista e um parabéns ao Lula que nunca saiu. Agora, segundo Levy, tem o líder da oposição em solo americano. Se Flávio pedir proteção formal, os EUA vão ter que dizer em voz alta que existe perseguição política no Brasil. "Rubio parou de administrar o Brasil. Agora ele está jogando com ele." A frase final dele: "O Brasil foi perdido num domingo. Na terça, a resistência começou." 🎙️ Créditos: Simón Levy, Es Posible. Episódio "Operation Alba", no Patreon SimonLevyMx.
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Em setembro de 1977, o ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, Leonel de Moura Brizola, depois de 13 anos morando exilado no Uruguai, onde tocava a vida cuidando de uma fazenda, foi expulso do país por pressão da ditadura militar brasileira. Ele foi obrigado a viajar no prazo de 24 horas para a Argentina, e dali conseguiu o asilo concedido pelo governo americano, do presidente Jimmy Carter. Brizola foi para Nova York. Depois seguiu para Portugal, onde realizou o Encontro de Lisboa que sinalizou a refundação da antigo PTB no Brasil. Eu fui um dos convidados para estar presente no Encontro de Lisboa. Não fui porque trabalhava no Estadão, em São Paulo, e se fosse, teria sido demitido do jornal. Dois anos depois, a anistia já tinha sido aprovada, os exilados políticos voltaram do Exterior, os partidos políticos foram refundados. Agora, uma nova ditadura se implantou no Brasil, a ditadura político-judicial, um conluio entre ministros do Supremo Tribunal Federal e os comuno-petistas. A perseguição política é escancarada e chega a ser pré-anunciada em rede nacional de televisão pelo ditador remanescente do Foro de São Paulo, o ex-presidiário petista Lula. Flávio Bolsonaro precisou, como no passado com Brizola, recorrer aos Estados Unidos. De lá, ele deverá comandar a oposição no Brasil, junto com seu irmão Eduardo Bolsonaro e mais os jornalistas exilados Paulo Figueiredo e Allan dos Santos. É inevitável, toda ditadura tem data marcada para acabar, a ditadura político-judicial comunopetista também vai acabar. E o povo precisará estar organizado em um novo partido, verdadeiramente de direita, conservador nos costumes e liberal na economia, chamado Liberdade.
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A melhor lapada que você verá nesta plataforma hoje.
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500 Milhões de Europeus, esperam que 300 Milhões de Americanos os protejam contra 120 Milhões de Russos que nem conseguem derrotar 40 Milhões de Ucranianos enquanto, não percebem, que estão a ser invadidos por 2000 milhões de Muçulmanos que se dizem perseguidos por 9 milhões de Israelitas!
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COMEÇOU A VINGANÇA! 7 minutos foi o tempo entre o TSE confirmar a derrota de Flávio Bolsonaro e a Polícia Federal pedir a apreensão de seus passaportes. Segundo O Globo, Alexandre de Moraes aceitou o pedido ainda na noite de domingo, sem ouvir previamente a PGR. Entre os argumentos usados está uma declaração de Eduardo Bolsonaro dizendo que Flávio deveria deixar o país, algo que o próprio Flávio nunca afirmou que faria. A eleição mal havia terminado e a perseguição prometida por Lula já estava pronta. Fica a pergunta: se Flávio tivesse vencido, essa decisão teria acontecido com a mesma velocidade? Escreva nos comentários o que você acha 👇
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