EL SALVADOR 🇸🇻
Bukele mandou 2 mil tropas para o Haiti com a missão de resgatar 4 técnicos salvadorenhos da força aérea do país e auxiliar no combate a gangues de estupradores.
observação: Nayib Bukele postou o video com uma descrição em crioulo haitiano.
A estratégia é incomum, mas não foi a primeira vez que ele fez isso. Bukele aparenta projetar seu modelo de diplomacia e segurança pública no cenário internacional, sem intermediários, em um momento de crise aguda. O uso do idioma local serve para tentar neutralizar a rejeição popular à intervenção estrangeira e isolar as gangues haitianas, que por sua vez também usam as mesmas plataformas digitais para responder com demonstrações de força e intimidar a população.
A Missão Multinacional de Apoio à Segurança (MMAS) no Haiti, ainda é liderada pelo Quênia com autorização da ONU. Mas enquanto outros países mantêm uma postura estritamente defensiva ou de patrulha, Bukele está usando o sequestro dos militares salvadorenhos para aplicar a sua própria cartilha de "tolerância zero".
Então é isso: guerra psicológica e geopolítica, com expansão das políticas de Bukele pelo Caribe.
Gustavo Rebello retweeted
EL SALVADOR 🇸🇻
Bukele mandou 2 mil tropas para o Haiti com a missão de resgatar 4 técnicos salvadorenhos da força aérea do país e auxiliar no combate a gangues de estupradores.
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➡️ “FECHAR A POLÍTICA” | Oruam transmitiu ordem de Marcinho VP para “fechar a política”, diz polícia
Leia na coluna de @manualcantaraa
metropoles.com/colunas/manoe…
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Agora com o resultado oficial de Israel 🇮🇱 :
Bloco do Netanyahu- 53 cadeiras
Bloco Eisenkot- 48 cadeiras
Árabes- 19 cadeiras
Boca de urna acertou razoavelmente os árabes. Pesquisas erraram bastante, a maioria dava o bloco de Eisenkot à frente (às vezes com 52–55) e o de Netanyahu mais fraco (frequentemente em torno de 48–50).
Nenhum bloco atinge maioria. Faltariam 8 cadeiras pro Bibi formar um novo governo. Em princípio os dois blocos se recusam a formar governo com os árabes. Resta uma dança das cadeiras (defecções ou acordos pontuais) pra ver se chegam no número que falta ou se fica pra 2027. Até lá Netanyahu governa.
Roubaram $5.6 bilhões de dólares do Binance, provavelmente usando IA.
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“Alguém uma vez me disse que o tempo era um predador que nos espreitava por toda a vida. Eu prefiro acreditar que o tempo é um companheiro que segue conosco na jornada e nos lembra de valorizar cada momento, porque eles nunca mais voltarão. O que deixamos para trás não é tão importante quanto a forma como vivemos. Afinal, Número Um, somos apenas mortais.”
— Capitão Jean-Luc Picard
Faleceu aos 86 anos, Sir Patrick Stewart, ícone da cultura pop e mestre dos palcos, em sua casa em Los Angeles, aos 86 anos.
A causa do óbito foi uma “breve e comovente jornada” com doença de Alzheimer e demência com corpos de Lewy, segundo comunicado da família e de sua assessoria. Patrick partiu cercado de familiares e amigos, em meio a música, orações, lágrimas e risos.
Nascido em 13 de julho de 1940 em Mirfield, Yorkshire, no Reino Unido, Patrick Stewart construiu uma carreira sólida no teatro clássico britânico, com décadas na Royal Shakespeare Company e papéis que iam de Macbeth a Cláudio, o que lhe rendeu o título de sagrado cavaleiro pela rainha Elizabeth II em 2010 por serviços ao drama.
Mas foi na cultura pop que seu nome se tornou sinônimo de autoridade moral, inteligência e dignidade.
Como Capitão Jean-Luc Picard em Star Trek: A Nova Geração (1987–1994), nos filmes da franquia e décadas depois em Star Trek: Picard, Stewart deu ao universo de Gene Roddenberry um novo centro humano e filosófico. Porque Picard não era o herói impulsivo do Kirk, ele era o diplomata, o leitor de Shakespeare, o homem que preferia negociar a atirar e que ainda assim sabia comandar com firmeza. Para muitos, ele personificou os ideais de exploração, respeito e esperança que o Star Trek sempre prometeu.
Em 2000, Patrick Stewart assumiu o papel de Professor Charles Xavier nos filmes dos X-Men. Com o mesmo olhar penetrante e a mesma gravidade, ele deu o corpo definitivo ao líder mutante que lutava pela convivência e pela aceitação. O personagem encontrou seu ápice em Logan (2017), onde o Xavier envelhecido e fragilizado mostrou a humanidade por trás do ícone. Em ambos os universos, Stewart transformou figuras de poder em figuras de responsabilidade ética.
O que o diferenciou foi exatamente essa ponte: um ator formado em Shakespeare que levou a seriedade do palco para a televisão e o cinema de massa, sem nunca abrir mão da profundidade.
Além dos dois papéis que o imortalizaram, ele manteve uma vida ativa no palco (incluindo colaborações memoráveis com Ian McKellen), na dublagem e em projetos menores, sempre com a mesma presença. Era casado com a cantora Sunny Ozell e deixa filhos de um casamento anterior.
Sir Patrick Stewart partiu como viveu: com a dignidade de quem soube ocupar o centro do palco seja no Globe, na ponte da Enterprise ou na Mansão X e fazer com que o público se sentisse, por um instante, mais nobre. Godspeed.
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Agora com o resultado oficial de Israel 🇮🇱 :
Bloco do Netanyahu- 53 cadeiras
Bloco Eisenkot- 48 cadeiras
Árabes- 19 cadeiras
Boca de urna acertou razoavelmente os árabes. Pesquisas erraram bastante, a maioria dava o bloco de Eisenkot à frente (às vezes com 52–55) e o de Netanyahu mais fraco (frequentemente em torno de 48–50).
Nenhum bloco atinge maioria. Faltariam 8 cadeiras pro Bibi formar um novo governo. Em princípio os dois blocos se recusam a formar governo com os árabes. Resta uma dança das cadeiras (defecções ou acordos pontuais) pra ver se chegam no número que falta ou se fica pra 2027. Até lá Netanyahu governa.
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➡️ “FECHAR A POLÍTICA” | Oruam transmitiu ordem de Marcinho VP para “fechar a política”, diz polícia
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Kathleen Kennedy? Solta o clipe do South Park...
Ex-presidente da Lucasfilm comandará cerimônias olímpicas de Los Angeles 2028.
mkte.link/s4lwbe
Gustavo Rebello retweeted
Em outras notícias, gás natural bateu €100 MWh na referência europeia, maior valor desde 2022.
Contratos na Alemanha subiram 1,7%, para 159,30/MWh (maior valor desde junho de 2023) e 122,50/MWh na França, nível mais alto em quase dois anos.
Será que vai ter mais protestos?
Gustavo Rebello retweeted
OTTAWA 🇨🇦
Documentos internos do Global Affairs Canada (o MRE canadense) indicam que a União Europeia não pretende isentar exportações de ferro, aço e alumínio do CBAM mesmo com o acordo comercial CETA (Tratado de livre-comércio assinado entre o Canadá e a União Europeia) em vigor.
O CBAM é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira, uma regulamentação ambiental criada pela União Europeia projetada para tarifar o carbono emitido na produção de determinados produtos industriais importados pelos países do bloco. O mecanismo europeu, já em fase de implementação plena, funciona como uma tarifa sobre emissões embutidas nesses produtos. Segundo a nota interna canadense, em dezembro de 2025 cerca de $2,8 bilhões de dólares em bens canadenses por ano estariam expostos a essa cobrança de tarifas pela Europa, principalmente os mesmos metais já afetados por tarifas americanas.
A exposição varia por província: Terra Nova, Labrador e Quebec concentram a maior parte do volume vulnerável. Às vésperas da cúpula de Montreal, Ottawa busca o reconhecimento de seu sistema de precificação de carbono. O objetivo é reduzir os custos de conformidade e a cobrança do CBAM a partir de janeiro de 2027.
Por hora, a isenção não é vista como possível pela UE porque o preço do carbono do Canadá não está ligado ao mercado europeu de emissões.
(via CBC News – 28/10/2026)
Mesmo com uma aproximação política com Bruxelas, o Canadá ainda vai responder por barreiras técnicas e regulatórias. O CBAM é só um exemplo da dificuldade de comercializar com a UE: para ganhar acesso ao mercado europeu, países são obrigados a terem alinhamento de regras climáticas e industriais, mesmo com tratados de livre comércio vigentes.
Não é exatamente uma derrota simétrica, mas acabou sendo ruim dos dois lados, com o Canadá impedido de se diversificar do mercado americano e obrigando indústrias da UE a seguirem dependentes do mercado chinês por exemplo, sem conseguir diversificar fornecimentos sem pagar custos adicionais por insumos. Assim o bloco Europeu tenta moldar de quem ele compra enquanto aprofunda a própria crise.
Gustavo Rebello retweeted
BRUXELAS 🇪🇺
União Europeia abandona ideia de oferecer ao Canadá status de “membro associado”.
A proposta, lançada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no discurso sobre o Estado da União em setembro, previa abrir a porta para que o Canadá se tornasse o primeiro país com essa designação, um termo que não existe nos tratados da UE.
A resistência veio da Alemanha, França, Itália e Grécia, que se opuseram à inclusão do novo rótulo na declaração conjunta da cúpula de Montreal (29-30 de outubro). Os países alegam incerteza jurídica, risco de criar precedentes para outros países pleitearem o mesmo status e a falta de consulta prévia aos Estados-membros. O novo texto revisado substitui o conceito por um compromisso de laços estreitos, sem relevância para adesão.
(via Euronews – 28/10/2026)
A iniciativa de von der Leyen mais uma vez expôs o descompasso entre as declarações da Comissão e a realidade dos países membros do bloco Europeu, que exigem clareza jurídica antes de endossar novos formatos institucionais. Para Mark Carney que acolheu a ambição e a aproximação, o episódio foi uma derrota.
Em termos de imagem, o recuo simbólico acabou se tornando um constrangimento para a narrativa grandiloquente da Comissão Europeia.
Gustavo Rebello retweeted
Simon Levy es un mitómano y un enfermo mental. No lo llamen mas a los medios. De onda se los digo.
Em outras notícias, gás natural bateu €100 MWh na referência europeia, maior valor desde 2022.
Contratos na Alemanha subiram 1,7%, para 159,30/MWh (maior valor desde junho de 2023) e 122,50/MWh na França, nível mais alto em quase dois anos.
Será que vai ter mais protestos?
OTTAWA 🇨🇦
Documentos internos do Global Affairs Canada (o MRE canadense) indicam que a União Europeia não pretende isentar exportações de ferro, aço e alumínio do CBAM mesmo com o acordo comercial CETA (Tratado de livre-comércio assinado entre o Canadá e a União Europeia) em vigor.
O CBAM é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira, uma regulamentação ambiental criada pela União Europeia projetada para tarifar o carbono emitido na produção de determinados produtos industriais importados pelos países do bloco. O mecanismo europeu, já em fase de implementação plena, funciona como uma tarifa sobre emissões embutidas nesses produtos. Segundo a nota interna canadense, em dezembro de 2025 cerca de $2,8 bilhões de dólares em bens canadenses por ano estariam expostos a essa cobrança de tarifas pela Europa, principalmente os mesmos metais já afetados por tarifas americanas.
A exposição varia por província: Terra Nova, Labrador e Quebec concentram a maior parte do volume vulnerável. Às vésperas da cúpula de Montreal, Ottawa busca o reconhecimento de seu sistema de precificação de carbono. O objetivo é reduzir os custos de conformidade e a cobrança do CBAM a partir de janeiro de 2027.
Por hora, a isenção não é vista como possível pela UE porque o preço do carbono do Canadá não está ligado ao mercado europeu de emissões.
(via CBC News – 28/10/2026)
Mesmo com uma aproximação política com Bruxelas, o Canadá ainda vai responder por barreiras técnicas e regulatórias. O CBAM é só um exemplo da dificuldade de comercializar com a UE: para ganhar acesso ao mercado europeu, países são obrigados a terem alinhamento de regras climáticas e industriais, mesmo com tratados de livre comércio vigentes.
Não é exatamente uma derrota simétrica, mas acabou sendo ruim dos dois lados, com o Canadá impedido de se diversificar do mercado americano e obrigando indústrias da UE a seguirem dependentes do mercado chinês por exemplo, sem conseguir diversificar fornecimentos sem pagar custos adicionais por insumos. Assim o bloco Europeu tenta moldar de quem ele compra enquanto aprofunda a própria crise.
BRUXELAS 🇪🇺
União Europeia abandona ideia de oferecer ao Canadá status de “membro associado”.
A proposta, lançada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no discurso sobre o Estado da União em setembro, previa abrir a porta para que o Canadá se tornasse o primeiro país com essa designação, um termo que não existe nos tratados da UE.
A resistência veio da Alemanha, França, Itália e Grécia, que se opuseram à inclusão do novo rótulo na declaração conjunta da cúpula de Montreal (29-30 de outubro). Os países alegam incerteza jurídica, risco de criar precedentes para outros países pleitearem o mesmo status e a falta de consulta prévia aos Estados-membros. O novo texto revisado substitui o conceito por um compromisso de laços estreitos, sem relevância para adesão.
(via Euronews – 28/10/2026)
A iniciativa de von der Leyen mais uma vez expôs o descompasso entre as declarações da Comissão e a realidade dos países membros do bloco Europeu, que exigem clareza jurídica antes de endossar novos formatos institucionais. Para Mark Carney que acolheu a ambição e a aproximação, o episódio foi uma derrota.
Em termos de imagem, o recuo simbólico acabou se tornando um constrangimento para a narrativa grandiloquente da Comissão Europeia.











