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QUERO MEU ESTADO DA GUANABARA DE VOLTA!!!!

Joined April 2009
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Ajuste fiscal ou estelionato eleitoral? Paulo Nogueira Batista Jr. @paulonbjr Mal foi proclamada a vitória de Lula nas urnas, ergueu-se o coro sinistro de vozes influentes (banqueiros, economistas do mercado, jornalistas, executivos do sistema financeiro etc.) clamando por um ajuste fiscal urgente, de preferência drástico. Se Lula se deixar levar por esse clamor, acabará cometendo um estelionato eleitoral, como vou tentar explicar. O ajuste fiscal considerado indispensável pelo que parece ser a maioria dessas vozes consistiria num rápido aumento do resultado primário, transformando o déficit atual de 0,5% do PIB (do setor público como um todo), para um superávit primário da ordem de 3% a 4% do PIB, supostamente capaz de estabilizar a dívida como percentagem do PIB. Faz sentido? De fato, a dívida bruta do governo geral cresceu no passado recente e está hoje em 82,9% do PIB. O déficit nominal ou total do setor público consolidado é elevado e está em torno de 9,5% do PIB, alimentando continuamente o crescimento da dívida. O que escondem esses dados, muito citados na mídia corporativa? Várias coisas importantes, geralmente negligenciadas ou não enfatizadas suficientemente. Primeiro, a variável mais relevante é a dívida líquida do setor público, que deduz da dívida bruta os ativos do setor público. Ela alcança 70% do PIB. Segundo, não se pode desconsiderar a composição do déficit total – o déficit primário (a diferença entre despesas e receitas não-financeiras) é de apenas 0,5% do PIB, como já mencionado; o que pesa é a carga líquida de juros, de 9% do PIB. A despesa de juros resulta evidentemente do estoque da dívida e da elevada taxa média de juros, muito influenciada pela política monetária do Banco Central. Terceiro, a dívida pública é predominante interna e denominada em moeda nacional, diferentemente do que se vê na Argentina, por exemplo. Não há emergência fiscal. O que temos é um problema administrável – desde que o ajuste do componente primário do déficit fiscal seja combinado com uma redução da elevada taxa de juro, que é, na verdade, a grande anomalia da economia brasileira. Um choque fiscal, isto é, um ajuste rápido de grande magnitude, resultante de um corte profundo dos gastos primários traz um risco importante – o de jogar a país numa recessão em 2027. A economia brasileira já está cambaleante, primordialmente por causa dos juros extorsivos praticados pelo Banco Central e pelo sistema financeiro. Estima-se que a economia crescerá apenas 2% ou menos em 2026. Para 2027, projeta-se um crescimento ainda menor, menos de 1,5% do PIB, na avaliação de instituições financeiras e consultorias especializadas coletada semanalmente pelo Banco Central. Aplicar um choque fiscal, nessas circunstâncias, levaria provavelmente a uma recessão e ao aumento do desemprego. Bela maneira de começar o novo mandato. Além dos trabalhadores desempregados, quem paga a conta? Não se pode perder de vista o que é o ajuste fiscal. Quando se corta um gasto público sempre é a renda de alguém que é reduzida. Quando se aumenta ou se cria um imposto, sempre alguém tem a renda disponível diminuída. O ajuste fiscal é, portanto, sempre e em toda parte uma questão distributiva. Portanto, a pergunta é onde se farão os cortes? E, outra, quem será atingido por eventual aumento de tributação? Se o tamanho do ajuste fiscal for muito ambicioso, o risco é empurrar o novo governo a descumprir as promessas de campanha em termos de programas sociais, salário mínimo, aposentadoria e pensões, educação e saúde. Para gerar o ajuste pedido pelo mercado e pela mídia, o governo acabaria não dando sequência às medidas anunciadas e/ou implementadas na reta final da campanha. Um estelionato eleitoral, portanto. Estelionatos eleitorais em perspectiva histórica A história brasileira das últimas quatro décadas está repleta de casos de governos que traíram flagrantemente seus compromissos de campanha e nunca se recuperaram. O governo Sarney, por exemplo, segurou o congelamento de preços do Plano Cruzado até as eleições parlamentares do final de 1986, obteve vitória estrondosa para os partidos da base governamental, para em seguida suspender o congelamento abruptamente. O presidente Sarney nunca mais conseguiu apagar essa mancha e arrastou-se enfraquecido até o fim do seu mandato em 1989. Fernando Collor se elegeu em 1989 prometendo medidas de combate à corrupção e acusando seu oponente, Lula, de pretender confiscar as cadernetas de poupança. Imediatamente depois de eleito, implementou um amplo congelamento de ativos financeiros, inclusive das cadernetas de poupança, a pretexto de combater a inflação. O plano de estabilização fracassou e, ao mesmo tempo, vieram à tona graves episódios de corrupção envolvendo o próprio presidente Collor, que acabou sofrendo impeachment em 1992. Fernando Henrique Cardoso, por sua vez, segurou a taxa de câmbio artificialmente durante vários anos, provocando graves problemas econômicos, até alcançar a sua reeleição em 1998. E quando tomou posse para um segundo mandato, em 1999, a sua primeira providência foi soltar o câmbio. FHC nunca se recuperou desse estelionato eleitoral, ficando politicamente fraco até o fim do seu governo em 2002. Por último, Dilma Rousseff conseguiu reeleger-se em 2014 com uma agressiva campanha pela esquerda para em seguida nomear um ministro ultraortodoxo, Joaquim Levy, que aplicou um choque fiscal, caracterizando uma ruptura com os compromissos assumidos junto ao eleitor. Dilma nunca se refez politicamente, perdeu apoio e acabou sofrendo impeachment em 2016. Todos esses episódios foram mais complexos do que os breves resumos que apresentei aqui, mas têm todos eles o traço comum de envolver governos que voltaram atrás em suas promessas de campanha, enfraquecendo-se de modo irreversível. Lula, político veterano e experiente, que acompanhou todos esses episódios, não cairá, acredito, nessa armadilha. O que fazer? O governo precisa redefinir o arcabouço fiscal e o regime monetário, de forma a abrir espaço para um ajustamento fiscal consistente com o desenvolvimento e socialmente justo, que honre os compromissos da campanha. O ajuste fiscal deve ser gradual, elevando aos poucos, mas de forma crível, o resultado primário. Uma meta factível seria alcançar um superávit primário em torno de 0,5% a 1% do PIB ao longo dos próximos anos, o que implica alterar as metas do arcabouço fiscal. Um ajuste crível no componente primário do déficit deve ser combinado com redução expressiva da taxa de juro praticada pelo Banco Central. Para facilitar essa redução da taxa de juro, é recomendável que o governo aumente a meta central de inflação de 3% para 4% e, também, o intervalo de tolerância de +/- 1,5 ponto percentual para +/- 2 pontos percentuais. A banda iria, portanto, para 2% a 6%. Isso depende do Conselho Monetário Nacional, composto atualmente pelo Ministro da Fazenda, o Ministro do Planejamento e o Presidente do Banco Central. Todos eles foram ou serão indicados pelo presidente Lula, a quem caberia tomar a decisão, uma vez que se trata de tema crucial. O Banco Central autônomo pode destoar e querer resistir à orientação do Presidente da República. Mas será voto vencido, se o Ministro da Fazenda e o do Planejamento seguirem, como se espera, a decisão presidencial. Uma taxa de juro substancialmente menor, digamos, na faixa de 8% em termos nominais provocaria uma grande redução déficit público, contribuindo para conter o crescimento da dívida governamental. Quem pagaria a conta nesse caso? Os rentistas. Com a taxa de juro atual, um super rico que tenha, por exemplo, um patrimônio financeiro de R$ 30 milhões aplicado no Brasil, pode gastar nada menos que R$ 170 mil reais mensalmente – sem reduzir o seu patrimônio em termos reais. Vejam bem: sem fazer nada, absolutamente nada, esse ricaço pode gastar toda essa fortuna por mês, garantindo a preservação do capital em termos reais, já levando em conta a inflação e a tributação modesta que incide sobre os rendimentos financeiros. Não é por outra razão que sempre digo e repito: o Brasil é o paraíso dos rentistas. É também o paraíso fiscal dos super ricos, que pagam menos imposto proporcionalmente do que a classe média e os mais pobres (dada a pesada carga de tributos indiretos). Por um lado, a legislação tributária onera menos os mais ricos. Por outro, os super ricos praticam o chamado planejamento tributário, um nome elegante para a evasão e a sonegação fiscal. Note-se que o combate à sonegação dos mais ricos não depende do Congresso, e pode ser feito no âmbito do Executivo por meio da Receita Federal. A melhor maneira de fazer o ajuste fiscal é acabar com o paraíso dos rentistas e com o paraíso fiscal dos super ricos. Cairia a despesa de juros do governo e aumentaria o resultado primário com tributação maior de quem pode contribuir mais. A redução das taxas de juro ajudaria, além disso, a melhorar a situação financeira de famílias e pequenas empresas asfixiadas por pesada carga financeira. É claro que outras medidas devem ser contempladas, entre elas a revisão dos incentivos fiscais e dos programas ineficientes que beneficiam os mais ricos, a contenção das emendas parlamentares, a limitação dos supersalários, entre outras. Não posso abordá-las todas sem alongar excessivamente este artigo. A diminuição dos juros combinada com uma política fiscal gradualista, que abrisse espaço para mais investimentos e para as transferências sociais prometidas na campanha, geraria mais crescimento econômico. Isso favoreceria o ajuste das contas públicas via aumento da arrecadação, sem tributação adicional, e a redução dos gastos de natureza cíclica, como o seguro-desemprego. O crescimento do denominador ajudaria na contenção da razão dívida pública/PIB. Em uma frase: há políticas econômicas consistentes com os compromissos de campanha e, mais importante, com os interesses do país. Esperemos que o presidente Lula não se deixe assustar pelo alarmismo do mercado financeiro e dos seus porta-vozes. E faça o que prometeu na campanha e repetiu depois da vitória eleitoral – inaugure um novo modo de governar. *** Versão ampliada de artigo publicado na revista Carta Capital. O autor é economista e escritor. Foi vice-presidente e fundador do Novo Banco de Desenvolvimento, estabelecido pelos BRICS em Xangai, de 2015 a 2017, e diretor executivo no FMI pelo Brasil e mais 10 países em Washington, de 2007 a 2015. Publicou, em 2019, pela editora LeYa, o livro O Brasil não cabe no quintal de ninguém e, em 2024, Estilhaços,pela Editora Contracorrente. E-mail: [email protected] Canal YouTube: youtube.nogueirabatista.com.… Portal: nogueirabatista.com.br
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Ursula K. Le Guin in 2014: “Hard times are coming, when we will be wanting voices who can see alternatives to how we live now, can see through our fear-stricken society and its obsessive technologies to other ways of being…We live in capitalism. Its power seems inescapable—but then, so did the divine right of kings. Any human power can be resisted and changed by human beings.” During the feudal era, the greed and power of kings ruled society until the people fought back. Now, in the capitalist era, the greed and power of billionaires rule society. Like the kings, they think their reign will last forever, but it will only last until the people rise up and change it. Different eras, similar struggle. The struggle of the people to liberate ourselves from the greed of the ruling class and the power and wealth imbalances of top-down hierarchical societies. As powerful and inescapable as capitalism feels, it has no power without the people and the workers who make it run! Once the people figure this out en masse the world is ours to collectively share together!
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O PT não recebeu apoio de nenhum partido de direita ou centro-direita nessas eleições. Nenhum. Os únicos apoios no segundo turno vieram de pequenos partidos de esquerda. A única "frente ampla" que existiu foi a que se formou em torno de Flávio Bolsonaro, que congregava desde neonazistas até os "neotrabalhistas" do Twitter, passando por escritor pilantra de livro de autoajuda, Donald Trump, a FIESP, o agronegócio, a Globo, a Faria Lima e a Meta. Essa "frente ampla" foi derrotada nas urnas. Lula ganhou única e exclusivamente com apoio do povo. Desde os estudantes até os indígenas e os idosos, que se organizaram em uma mobilização heroica para derrotar a ameaça mais grave com a qual nos defrontamos em toda a nossa história. É ao povo que Lula deve sua vitória e, portanto, sua lealdade. Quem pressiona o governo a realizar "ajuste fiscal" e "corte de programas sociais" está, deliberadamente, pressionando por um estelionato eleitoral. Está dizendo que Lula deve trair a base que acabou de elegê-lo e implementar o programa do tesouraço, que foi justamente o que o povo se mobilizou para derrotar. Essa gente pode ser chamada de qualquer coisa, menos de aliada.
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O mundo tem muito o que copiar da gente, além do “L”. Nosso sistema eleitoral é fantástico.
Aperta shift e gira o mapa para sentir a desproporção ao vivo.
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我很愿意认真回答这位德国朋友的疑问。 你的第一个问,其实是在说,由于中国是一个威权政府,因此人民在政治上不受认真对待。 这个命题本身就是错误的。威权政府,并不意味着人民不受认真对待。民主政府,也不意味着人民就受到认真对待。 新加坡是威权国家,菲律宾是民主国家,难道新加坡人的处境,不如菲律宾人吗?中国是威权国家,印度是民主国家,难道中国人的处境,不如印度人吗? 你的第二个问,你的发问本身并不严谨。不能笼统地说,中国人没有政治自由。这个问题要分两个维度来讲。 1、政治参与自由。 从这个维度讲,中国任何人有参与政治的自由。中国人都有权利申请入党、考公务员。筛选规则与民主制度不同,但不等于中国人没有参与政治的自由。 中国制度与民主制度的区别在于: 民主制度下,一个人只要有钱,可以在任何时候参与政治。就像川普一辈子没有从政,老了突然想要竞选总统,他就可以参选,而且成功了。 但在中国,任何官员都必须从基层公务员做起。一个人无法因为有钱,就能一步登天当上高官。 这种制度的好处有: A、公平性。 中国有大量的高层领导人出身平民家庭,如胡锦涛、温家宝、汪洋、李强,等等。像习近平这种红二代,反而是个意外。 B、专业性。 任何一个高层领导人,都必须经过几十年不同级别岗位的历练,他对国家各个层面的情况的了解,以及他的治理经验,不是一个企业家、一个明星,或者一个未治理过一个城市的议员,所能相提并论的。 C、远见性。 由于领导人不受制于短期的、非理性的民意,因此可以规划长远的发展战略,并以唯一执政党确保该战略的长期、有效的实施。 D、政策不受资本干涉。 你选择从政,就不能从商。你选择从商,就不能从政。这样一来,资本的归资本,政治的归政治,资本无法干涉政治。 2、政治权利自由。 当然,中国制度有其“表面上”的代价。为什么只是“表面上”的,后面再说。先说这种代价。 代价就是中国人不拥有谩骂政府、抨击政策的自由。我们可以批评政府,但必须在一种就事论事的理性语境中。我们不能喊“习近平下台”或者“共产党下台”。 我们也不拥有全民选举的自由,建立政党的自由。 这些“代价”为什么只是表面上的,可以从一则寓言说起: 一农场主临死前问儿子;猪抱怨饲料太差,牛报怨活太重,鸡报怨窝太脏,怎么办? 儿子说:“喂好饲料,干轻活,清理鸡窝。” 农场主摇摇头说:你啥都别做,给他们选票,让它们选择你或者你媳妇管它们,让它们以为这个家是它们做主。 这个寓言让我们思考,作为人民,我们要的是什么?我们要的其实是更好的生活,而不是选票以及骂政府的自由。 回到开头那个举例,新加坡缺少很多民主国家所具备的政治自由,但没有人会认为新加坡人受到压迫。 这就涉及到自由的定义,自由到底是什么? 按照罗斯福的定义,自由包括:言论自由、信仰自由、免于匮乏、免于恐惧。 在我们计算一个社会的自由度时,我们计算的是自由的总量,而不是单项自由的含量。 举个例子,很多非洲国家拥有选票和骂政府的自由,但人民生活贫困,出行只能靠双脚。我在中国,生活富足、商品丰富、服务便捷、社区安全,我坐3个小时的高铁可以抵达一座大城市,我也有经济条件时不时出国旅游。 你认为非洲人自由,还是我自由? 诚然,中国还有很多人口,在物质生活上并不自由,但这是经济发展不充分导致的,不是政治压迫导致的。一个贫穷地区,无会因为给你民众选票和骂政府的自由,他们就变富裕了。 因此,当你谈自由的时候,你要计算自由的总量,不能单看一项自由的有无和多寡。你也不能将经济问题,归咎于某一项政治自由的问题。 坦率讲,我觉得你们的民主制度,已经病入膏肓了,中国人并不羡慕你们那种制度。
Liebe Chinesen, wie kann man ein solches politisches System einfach hinnehmen und gleichzeitig erwarten, dass man politisch ernst genommen wird? Ist es nicht widersprüchlich, sich mit einem System abzufinden, in dem die eigene politische Freiheit so stark eingeschränkt ist?
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Que moral tem o mercado?
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Que absurdo!!! Vergonhoso isso.
QUE ESCÂNDALO NA VILA !!!!! A CBF QUER MANTER O PALMEIRAS NA BRIGA POR MAIS UM ANO !!!
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Acertou, miserávi
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“Trabalhadores do mundo, uni-vos, vós não tendes nada a perder a não ser vossos grilhões." (Manifesto Comunista, Marx/Engels)
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Olha isso!!
🇦🇷🛫 O mal do malandro é achar que só a mãe dele faz filho esperto. Esse tweet de Santiago Caputo é a ilustração da cena em que o batedor de carteira consuma o roubo e sai gritando “pega ladrão”. Para quem não sabe, ele é o assessor de @JMilei que iniciou a operação de desinformação nos meios de comunicação da Argentina para tirar o foco de Puerto Iguazú. O malandro achava que tudo ia sair perfeito e ninguém ia ver o avião - pertencente ao sócio de um narcotraficante (conto na sequência isso) - decolando, mas ele não contava com a @C5N transmitindo AO VIVO no programa do @pabloduggan direto da cidade que faz fronteira com Foz do Iguaçu. Sim, Javier Milei e Santiago Caputo colocaram Flávio Bolsonaro para fugir da Justiça brasileira NO AVIÃO de um sócio de narcotraficante e a fuga foi transmitida AO VIVO para o mundo inteiro ver o quão covardes são os líderes da extrema direita. NENHUM deles tem coragem de enfrentar a Justiça dos seus países. Ainda sobre o avião... +
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🇧🇷🇫🇷 Brésiliens, si vous le pouvez, lorsque vous partagez du contenu sur la cause française, essayez de l’écrire en français! Ainsi, nos publications pourront toucher encore plus de Français. Chaque partage peut aider notre message à aller plus loin! ❤️🤝
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os franceses fazendo o L e depois transformando no M de melenchon. realmente virou símbolo de resistência 🗣️
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Só mesmo um escroto, como o bolsonarista Bap, para envolver o Flamengo nessa briga a favor das bets.
Famílias passaram a consumir mais arroz, óleo, macarrão e café após proibição das bets, diz Abras | Estudos de entidade mostram crescimento no volume de vendas em todos os canais de varejo alimentar, como supermercados, atacarejos e mercearias ebx.sh/M5ySzv
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Brasil se espalhando pela América Latina.
Venezuelanos estão saindo às ruas em números massivos, exigindo democracia de verdade e o fim da exploração estrangeira de suas reservas de petróleo.
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É para os néscios, foi estender por mais 2 horas o final da votação de algumas urnas ainda abertas que o elegeu.
de arrepiar!!!! ❤️❤️❤️
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Entendam.
É comum ouvir críticas à China como “não se pode falar mal do presidente”. Para muitos chineses, essa frase soa muito estranha. A pergunta que surge automaticamente na cabeça do chines é: “Mas por que alguém criticaria o presidente?” Para entender essa diferença de visão é preciso observar como funciona a seleção e a progressão de quem chega ao poder na China. O caminho se parece mais com uma carreira burocrática longa e competitiva do que com a política eleitoral ocidental. O primeiro passo é a filiação ao Partido Comunista da China (PCC), que constitui a espinha dorsal do poder. O processo é seletivo e demorado: o candidato precisa de recomendação, histórico familiar atestado por membros do partido, pelo menos um ano de acompanhamento com redações e exames políticos e, depois, mais um ano como membro probatório. Ter passado pela Liga da Juventude Comunista ou mesmo ter sido representante de turma no ensino fundamental e médio conta positivamente como indício precoce de liderança. Além da filiação partidária, o sistema valoriza fortemente a formação técnica. Há uma tradição consolidada de engenheiros e cientistas nas altas esferas — os últimos presidentes, incluindo Xi Jinping, têm formação em engenharia. Antes de assumir cargos de liderança, o quadro precisa demonstrar resultados expressivos em sua atividade profissional. Ninguém chega ao topo sem antes passar décadas administrando a base. O político inicia em escalas pequenas — um quarteirão, um comitê de rua ou a gestão de uma praça, por exemplo. Nessa função, precisa mostrar excelência concreta: garantir a zeladoria e a infraestrutura (lâmpadas, brinquedos da praça, limpeza), avaliar problemas de segurança e trânsito no entorno e manter contato direto com os moradores, recolhendo reclamações e sugestões. Se cumprir metas de desenvolvimento econômico, redução da pobreza e boa avaliação da população, é promovido. A partir daí a carreira avança de forma piramidal e geográfica concorrendo com outros iguais. O quadro passa a gerenciar um bairro inteiro, depois um distrito municipal, torna-se prefeito de uma cidade de médio porte e, em seguida, governa províncias com populações maiores que muitos países. Só depois disso disputa espaço nos órgãos centrais em Pequim. Para alcançar o círculo máximo do poder, como o Comitê Permanente do Politburo (apenas sete pessoas), exige-se em geral uma trajetória de 30 a 40 anos de serviços contínuos e bem avaliados. Esse processo se apoia em eleições indiretas e piramidais. Os cidadãos votam diretamente apenas para os congressos populares locais. Esses representantes elegem os do nível provincial, que por sua vez escolhem os membros da Assembleia Popular Nacional. A Assembleia e os comitês internos do PCC definem os cargos mais altos do Executivo, incluindo o presidente. Ao longo de toda a escalada, as avaliações são frequentes e incluem cumprimento de metas macroeconômicas, pesquisas de opinião e investigação de conduta. Desse modo, a figura do presidente deixa de ser vista, por grande parte da população, como um político qualquer. Por isso a crítica direta e pública soa, para muitos chineses, menos como um direito natural e mais como algo que precisa de justificativa muito forte. Diante desse caminho de décadas de resultados comprovados e avaliações constantes, você, se fosse chinês, acharia algo normal falar mal do presidente?
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Ele prometia mudança Foi lá e se mudou Adeus, Pátria e Família
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[The piauí Herald - humor] PF monitora as fronteiras para possíveis disfarces de Flávio Bolsonaro piaui.co/4ssqvjj
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