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🇧🇷 Inovação pública, commons digitais e governo digital. Conhecimento, ciência e cultura ↔ valor público. 📍 Rio ↔ Paris | Master in Public Policy @sciencespo

Paris
Joined December 2009
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Nikolas FENÔMENO na Índia 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼
🚨 OLHA O GOLPE! Internautas descobriram que 73% das visualizações de Nikolas Ferreira vêm da Índia. Tá explicado! Agora, o MPT precisa explicar quando vai intimar Nikolas a se explicar por incitar que comerciantes e trabalhadores de todo o Brasil fossem perseguidos porque não votaram em Flávio. Esse ser precisa ser criminalizado.
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JÁ CHEGOU NA GRANDE MÍDIA PESSOAL VAMOS CONTINUAR COM O BARULHO #ProtejamNossosIndigenas
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Não acredite em quem diz que é preciso cortar políticas sociais pra conter a dívida. O problema principal se chama JUROS: R$ 1,16 trilhão em 12 meses (até junho), 7x o déficit primário. E o primário está melhorando: em setembro, o governo arrecadou mais do que gastou.
O Brasil precisa de ajuste fiscal? Antes, veja o que fez a dívida crescer em 2025: os juros pesaram quase 20 vezes mais que o déficit primário. A pergunta não é só se é preciso ajustar, mas ajustar o quê, e quem paga a conta. 🧵
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🚨 OLHA O GOLPE! Internautas descobriram que 73% das visualizações de Nikolas Ferreira vêm da Índia. Tá explicado! Agora, o MPT precisa explicar quando vai intimar Nikolas a se explicar por incitar que comerciantes e trabalhadores de todo o Brasil fossem perseguidos porque não votaram em Flávio. Esse ser precisa ser criminalizado.
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O Brasil precisa de ajuste fiscal? Antes, veja o que fez a dívida crescer em 2025: os juros pesaram quase 20 vezes mais que o déficit primário. A pergunta não é só se é preciso ajustar, mas ajustar o quê, e quem paga a conta. 🧵
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E proteger o que reduz desigualdade e faz a economia girar: Bolsa Família, salário mínimo, saúde, educação e investimento público. Dinheiro na base vira consumo, emprego e arrecadação.
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Ajuste fiscal não é uma questão técnica neutra, é escolha política. A pergunta não é se o Estado precisa equilibrar as contas, mas quem vai pagar por isso. Se for sempre a base, a desigualdade volta a subir. Fontes: Tesouro, IFI/Senado, Banco Central, IBGE.
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60 anos de Índice de Gini contam uma história que pouca gente lembra: a desigualdade no Brasil sobe e desce conforme as escolhas políticas de cada governo. Em 2024, chegou ao menor nível já medido pelo IBGE. Vem entender. 🧵
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O caminho já começou: desde 2026, quem ganha até R$ 5 mil não paga IR, e rendas acima de R$ 600 mil/ano têm imposto mínimo. Próximos passos: tributar de verdade lucros e dividendos, cobrar herança de forma progressiva e aliviar o imposto sobre o consumo dos mais pobres.
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A lição: quando o Estado transfere renda, valoriza o salário mínimo e protege quem está na base, a desigualdade cai. Quando recua, ela volta. Não é natureza, é política pública. Fontes: IBGE (PNAD Contínua e Síntese de Indicadores Sociais), Ipea, Banco Mundial.
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Mesmo no menor nível da história, o Brasil ainda é o 8º país mais desigual do mundo, entre 165 com dados do Banco Mundial. A diferença para a Europa não é mágica: lá, impostos progressivos e um Estado de bem-estar forte corrigem o que o mercado concentra. Ainda há muito chão.
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O caminho já começou: desde 2026, quem ganha até R$ 5 mil não paga IR, e rendas acima de R$ 600 mil/ano têm imposto mínimo. Próximos passos: tributar de verdade lucros e dividendos, cobrar herança de forma progressiva e aliviar o imposto sobre o consumo dos mais pobres.
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