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artista gráfico

Joined April 2012
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Gil eterno!
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Guim Tió Zarraluki
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Graphis 203, 1979/80. Cover design by Kiyoshi Awazu designreviewed.com/artefacts…
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Armin Hofmann
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Graphik – Werbung + Formgebung, 08, 1954. Cover illustration by Hans Schweiss designreviewed.com/artefacts… #hansschweiss #illustration
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🤷🏻‍♂️
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Tem meu voto
Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui. Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov. No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro. Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais. Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar. Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga. Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente. Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito. Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte. Enfim… fiz o que pude. E o que não pude. Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado. Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.” Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.
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Pode chorar.
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Quis Deus que o gráfico da vitória formasse o desenho de uma VACINA! Gisa, minha amiga e irmã, foi que prestou atenção no detalhe.
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"vc dá com uma mão e tira com os nove dedos" A escrotidão não é um "detalhezinho", mas está no detalhes.
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Assistam. Curtam. Compartilhem. Repost. E, como diria @AndreJanonesMG, EXPLODAM! Vídeo feito por profissionais do áudio visual de São Paulo. Via @BRforadacaverna, @BiancaBin e @sergioguize no Insta.
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This is beautiful
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Too expressive for Bauhaus? 🔴🔺🟦😱🤫 🎨 #Bauhaus #Art #EdvardMunch
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Fernando Pedro Salgado. Prague.
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Jib Peter.
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Aurimas Valevicius.
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黒電話ダイヤル。無料で使える,昭和レトロな「黒電話」のダイヤル盤の数字に基づいたサンセリフ欧文書体です。工業的なシステマティックさと,古いゴシック体の従属欧文の数字の風合いが溶け合っています。「和製 DIN 1451」の趣です。英字は大文字のみ。1 スタイル。 github.com/jz5/fonts-kuroden…
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例えば赤茶色を作るとき。 CMY=原色全てを混ぜるより、K主体で作ったほうが絶対に安定する。 なぜか…… オフセット印刷はK-C-M-Yの順で刷られる。そのとき、
CMYKドキュメントで「カラーコード(RGBだよ)」入れたとか、カラーパネルの色ランプをクリックしたとかで作ったカラーを変換し、整理する流れ。 CMYK値整理は経験値が物を言う。
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Man Ray, Revolving Doors. 1926. Pochoir plates IV, III, II and V.
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