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As credenciais democráticas da extrema-direita
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Replying to @zepiter
E nem souberam editar para tirar esta marretada na cabeça
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Bom dia. @FabioPorchat
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tô doida pra usar esse video cara
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É nestas coisas que se percebe que a única objeção desta malta ao Massacre de Tiananmen era a cor das bandeiras dos tanques. O ato em si agrada-lhes muitíssimo.
Malta de esquerda a fingir que os manifestantes não andam desde o início a violar as regras para provocar a polícia. Merecem zero consideração intelectual.
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Ontem vi uma pessoa irritada a derrubar um caixote do lixo enquanto a polícia a perseguia Chiado acima. Logo vários vieram pô-lo no sítio. É este o exemplo. Nervos de aço. Resistência pacífica é mais forte do que qualquer bastão. Portugal não terá as ruas de França.
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Esta carga policial contra protestos pacíficos de jovens em Lisboa e no Porto, além de injustificável à luz da tolerância, da empatia e dos direitos humanos, é um tremendo erro dos decisores. É disto que se alimenta o populismo, a radicalização e a descrença na política.
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António Barreto @Publico
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Ao contrário do que tentam, no arrendamento ainda há menos correlação do que na compra
Foi com a chegada dos residentes não habituais que o preço das casas começou a disparar em Lisboa e Porto. Depois, em Odemira, onde os estrangeiros são metade da população, subiu 43%. Em Valongo e Gondomar, com três ou quatro por cem habitantes, quase 70%. expresso.pt/opiniao/2026-10-…
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Quando o problema de imigração é que tens de menos 😂 esta cena dos dados e dos factos estraga tudo open.spotify.com/episode/7x3…
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🎯É tão bom hoje ouvir adultos(as) de vez em quando.
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Tenho a comunicar que, depois de todo este estardalhaço em defesa do espaço público e em defesa da normalidade democrática, neste ano não vamos ter as barraquinhas de Natal no Rossio nem aquelas tretas para turistas da Praça da Figueira, nem árvore de Natal no Terreiro do Paço. O espaço público é de todos.
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SÉRGIO SOUSA PINTO 🔥🔥🔥🔥🔥
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Alguém faça chegar este vídeo ao ministro Luís Neves
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Zero agressões da parte dos manifestantes. Serviço público da RTP.
Muito bem, RTP. Desmintam agora
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A carcaça de uma baleia, que ficou exposta devido à erosão marítima na praia de Maceda, no concelho de Ovar, voltou a ser enterrada esta terça-feira por técnicos do município, da Polícia Marítima e da Capitania do Porto de Aveiro. Trata-se dos restos mortais de um cetáceo com cerca de 20 metros de comprimento e 20 toneladas, que deu à costa em março deste ano. Leia mais aqui: bit.ly/3VFploA 🎥 Sandro Carapuço #baleia #maceda #ovar #policiamaritima #aveiro #ambiente #portugal #noticias #sicnoticias
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Ahahahahahahaha
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Ler na integra 👇
Moedas e as 17 casas: como se fabrica uma mentira com números verdadeiros O problema da habitação tem um dono, diz Carlos Moedas. Tem razão. Só não é o que ele diz. O Presidente da Câmara de Lisboa volta ao seu número fetiche: "entre 2010 e 2020 construíam-se 17 casas por ano". E contrapõe com "3400 casas entregues em 5 anos". A frase é tecnicamente verdadeira. E é intelectualmente desonesta. Eis porquê: O truque das 17 casas O número vem do INE, mas o INE só conta "construção nova de promoção pública". De fora fica tudo o resto: reabilitações, aquisições, programa PER, casas da Gebalis, parcerias para renda apoiada. Se eu contar só golos de cabeça, também posso dizer que o Ronaldo quase não marca. Foi isso que Moedas fez. A própria Carta Municipal de Habitação da CML mostra que a produção municipal entre 2012 e 2021 foi muito superior a 17 fogos/ano. O truque das 3400 casas O que são essas 3400? Nas palavras do próprio Moedas: 1800 casas que estavam "fechadas e abandonadas" e que foram reabilitadas com obras de 30 a 40 mil euros, cozinha nova, casa de banho, pintura e cerca de 600 de construção nova. Das primeiras 1823 chaves que entregou, a vereação do PS já documentou que 1050 eram obras deixadas pelo executivo anterior. Como disse a vereadora Inês Drummond em Assembleia Municipal: quantas obras começaram e acabaram neste mandato? Zero. Porque em habitação pública a tramitação legal demora anos. Para comparação: o PS entregou 2.482 casas entre 2017 e 2021, em 4 anos, sem um cêntimo de PRR. O truque do financiamento Entre 2010 e 2020 não existia PRR. Hoje, a estratégia de habitação de Lisboa assenta em 520 milhões de euros de fundos europeus do PRR, negociados pelo Governo do PS em Bruxelas. Moedas está a usar o dinheiro que critica para dizer que os outros não fizeram nada. O truque dos Vales Vale de Santo António e Vale de Chelas não foram "desbloqueados". Já tinham loteamentos aprovados há anos. O que este executivo fez e bem foi executar o que já estava planeado. Tal como fez com o plano de drenagem e o funicular da Graça, aprovados com os votos contra do PSD. Menos propaganda, mais rigor. Lisboa precisa de casas, não de contabilidade criativa. Quando somamos reabilitações ligeiras a construção nova, obras herdadas a obras próprias e dinheiro europeu a esforço municipal, não estamos a resolver a crise de habitação. Estamos a contar chaves. E contar chaves não é fazer habitação.
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Moedas e as 17 casas: como se fabrica uma mentira com números verdadeiros O problema da habitação tem um dono, diz Carlos Moedas. Tem razão. Só não é o que ele diz. O Presidente da Câmara de Lisboa volta ao seu número fetiche: "entre 2010 e 2020 construíam-se 17 casas por ano". E contrapõe com "3400 casas entregues em 5 anos". A frase é tecnicamente verdadeira. E é intelectualmente desonesta. Eis porquê: O truque das 17 casas O número vem do INE, mas o INE só conta "construção nova de promoção pública". De fora fica tudo o resto: reabilitações, aquisições, programa PER, casas da Gebalis, parcerias para renda apoiada. Se eu contar só golos de cabeça, também posso dizer que o Ronaldo quase não marca. Foi isso que Moedas fez. A própria Carta Municipal de Habitação da CML mostra que a produção municipal entre 2012 e 2021 foi muito superior a 17 fogos/ano. O truque das 3400 casas O que são essas 3400? Nas palavras do próprio Moedas: 1800 casas que estavam "fechadas e abandonadas" e que foram reabilitadas com obras de 30 a 40 mil euros, cozinha nova, casa de banho, pintura e cerca de 600 de construção nova. Das primeiras 1823 chaves que entregou, a vereação do PS já documentou que 1050 eram obras deixadas pelo executivo anterior. Como disse a vereadora Inês Drummond em Assembleia Municipal: quantas obras começaram e acabaram neste mandato? Zero. Porque em habitação pública a tramitação legal demora anos. Para comparação: o PS entregou 2.482 casas entre 2017 e 2021, em 4 anos, sem um cêntimo de PRR. O truque do financiamento Entre 2010 e 2020 não existia PRR. Hoje, a estratégia de habitação de Lisboa assenta em 520 milhões de euros de fundos europeus do PRR, negociados pelo Governo do PS em Bruxelas. Moedas está a usar o dinheiro que critica para dizer que os outros não fizeram nada. O truque dos Vales Vale de Santo António e Vale de Chelas não foram "desbloqueados". Já tinham loteamentos aprovados há anos. O que este executivo fez e bem foi executar o que já estava planeado. Tal como fez com o plano de drenagem e o funicular da Graça, aprovados com os votos contra do PSD. Menos propaganda, mais rigor. Lisboa precisa de casas, não de contabilidade criativa. Quando somamos reabilitações ligeiras a construção nova, obras herdadas a obras próprias e dinheiro europeu a esforço municipal, não estamos a resolver a crise de habitação. Estamos a contar chaves. E contar chaves não é fazer habitação.
O problema da habitação tem um dono: o Partido Socialista. Entre 2010 e 2020, construíam-se em média 17 casas por ano em Lisboa. Em apenas cinco anos, já entregámos mais de 3400 casas entre construção nova e reabilitação. Desbloqueámos projetos parados há décadas, como o Vale de Santo António e o Vale de Chelas, e ajudámos mais de 1800 famílias a pagar a sua renda. Menos bloqueios ideológicos, mais soluções reais de habitação para os lisboetas.
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Porque é que as reformas nunca saem do papel: exemplo prático.
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