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Curto design, arte, música, política e economia. Respeito todos, com exceção de vassalo de político, não importa a vertente.

Joined July 2009
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The center of the Brazil story is not Flavio Bolsonaro but rather Alexandre de Moraes, who has utterly destroyed the credibility of the Brazilian justice system and its democracy through years of escalating persecution against critics, dissidents and political opponents, all while the Brazilian left celebrated him for doing it. That's why countries now routinely reject Brazil's extradition requests in Moraes' cases, and why international media has continuously warned of Brazilian authoritarianism as a result of the censorship and imprisonment regime that the Brazilian left built with Moraes as its leader. (And all of that is separate from the massive corruption scandal he's at the middle of, where his family received $40 million from the corrupt billionaire who caused Brazil's largest-ever banking collapse). If you don't start your "reporting" about the Bolsonaro/US case by emphasizing that it was Moraes who ordered Bolsonaro's passport seized and banned him from leaving the country -- as an obvious prelude to arresting him even though he's been charged with no crimes -- then there's no way to understand what happened here let alone explain to readers and viewers why Flavio Bolsonaro would never have gotten anything remotely resembling a fair trial.
Flávio Bolsonaro joins numerous dissident Brazilian journalists, bloggers and opinion makers who have gone into exile rather than risk prison. on.wsj.com/3W28tIS
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Flávio Bolsonaro joins numerous dissident Brazilian journalists, bloggers and opinion makers who have gone into exile rather than risk prison. on.wsj.com/3W28tIS
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As contestações do segundo turno das eleições começam a tomar corpo. Os advogados Paulo Faria (@drpaulofaria22) e Filipe de Oliveira (@flyprockusa) protocolaram na Procuradoria-Geral Eleitoral uma representação para pedir o reconhecimento da nulidade do segundo turno presidencial de 25 de outubro. O argumento principal repousa na mudança das regras do pleito quando milhares de urnas já estavam fechadas. Os advogados citam o artigo 224 do Código Eleitoral, que prevê nova eleição presidencial quando uma nulidade alcança mais da metade dos votos do país. ainvestigacao.com/p/advogado…
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The Wall Street Journal lo tiene claro: Lula quiere venganza no justicia. El gobierno de Brasil ha hecho de Flávio Bolsonaro un objetivo. En custión de minutos desató una persecución sin presedentes.
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Ist Brasilien noch ein Rechtsstaat? to.welt.de/MlPzExg
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Só há duas possibilidades de explicação para isso: 1. Tivemos a maior fraude da história das eleições no Brasil. Os votos que migrariam para Flávio foram jogados para Lula dentro da urna: você apertava 22 e um algoritmo transformava 70% desses votos em 13 (o que faria o boletim de urna bater com os dados do TSE). 2. A campanha de Lula no segundo turno foi a mais bem-sucedida da história da humanidade, ao mesmo tempo em que foi também silenciosa, a ponto de nenhum instituto de pesquisa, nem a campanha de Flávio, nem mesmo a própria campanha de Lula terem sido capazes de captar a anomalia estatística dessa migração de votos sem precedentes.
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Morador filma urnas levadas em caminhonete com adesivo do 13 (PT) após o 2º turno em Riacho Fundo II (DF). TSE confirmou o caso e disse que o veículo fere a resolução do TRE-DF que exige neutralidade no transporte. TRE apura o responsável, mas disse que os votos não teriam sido afetados.
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Sargento e ex-assessor parlamentar do PSOL são presos suspeitos de exploração sexual de adolescentes | Segundo a polícia, eles faziam parte de rede criminosa que praticava estupros coletivos, tortura e chantagem contra menores de idade na Região ... ebx.sh/H6jaeI
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Die Welt, importantíssimo jornal alemão: A fuga de Bolsonaro: o Brasil ainda é um Estado de Direito? Por Tobias Käufer — Correspondente na América Latina A campanha de vingança contra Flávio Bolsonaro, derrotado nas eleições, mostra como Lula da Silva transformou o Judiciário brasileiro numa espécie de seguro de proteção jurídica para sua própria base de poder. Flávio Bolsonaro não tem o carisma nem a estatura de María Corina Machado ou Javier Milei. A venezuelana laureada com o Prêmio Nobel da Paz considera sua missão de vida restaurar os direitos fundamentais em seu país. O presidente libertário da Argentina quer recuperar uma economia nacional em ruínas. Flávio Bolsonaro, porém, tinha apenas a fotografia de seu pai durante a campanha eleitoral. Isso foi insuficiente para vencer a bem azeitada máquina de poder de Lula da Silva. Com sua carta confusa escrita do exílio em Miami, Bolsonaro não fez nenhum favor nem a seus apoiadores nem a si próprio. Mas os grandes vencedores da fuga de Bolsonaro são os ministros do Supremo Tribunal Federal. Mal a vitória eleitoral de Lula havia sido oficializada, a engrenagem entrou em movimento no tribunal. Ainda na noite da eleição, chegou ao Supremo um pedido da Polícia Federal para que o passaporte de Bolsonaro fosse apreendido. Parecia que o Judiciário brasileiro, que está no centro de acusações de corrupção, apenas aguardava a oportunidade de iniciar uma campanha de vingança contra o rival de Lula da Silva. Se Bolsonaro tivesse vencido, alguns ministros teriam enfrentado o risco de processos de impeachment. Quando Lula da Silva concluir seu quarto mandato, no fim de 2030, seu Partido dos Trabalhadores, de esquerda, terá ocupado a Presidência durante 22 dos últimos 28 anos. E, com isso, terá tido o direito de escolher os integrantes do Supremo Tribunal Federal. É possível selecionar os ministros de maneira equilibrada ou instrumentalizar politicamente essas nomeações. Quando Jair Bolsonaro, pai de Flávio, indicou um ministro evangélico para o Supremo, houve um enorme clamor na imprensa internacional. Quando Lula elevou seu advogado pessoal e um ministro de seu governo aos mais altos cargos do Judiciário, a reação foi de indiferença. O aparato judicial investiga ambos os rivais de Lula — Jair Bolsonaro e seu filho Flávio —, enquanto a ONG anticorrupção Transparência Internacional é ameaçada por um ministro do Supremo por examinar atentamente a circulação de recursos financeiros em torno do governo Lula. Quando um jornalista descobriu irregularidades no entorno do controverso ministro Alexandre de Moraes, o próprio Moraes autorizou a quebra do sigilo de suas fontes jornalísticas — um choque para os jornalistas brasileiros. Ao mesmo tempo, políticos da máquina de poder de Lula condenados por corrupção foram libertados e reabilitados. Lula concedeu asilo político à ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, condenada por corrupção. Ela havia se refugiado na embaixada brasileira. Os juízes brasileiros não demonstraram interesse em seus conhecimentos detalhados sobre o escândalo de corrupção da construtora brasileira Odebrecht, pelo qual Lula da Silva também carrega uma parcela de responsabilidade política. As investigações perderam força e acabaram paralisadas. Em razão de todos esses episódios, a confiança dos brasileiros nos milionários de toga foi abalada, e as reivindicações por uma reforma do Judiciário tornaram-se impossíveis de ignorar. Predomina a impressão de que Lula da Silva transformou o Judiciário numa espécie de seguro de proteção jurídica para sua base de poder. Dois dias após sua vitória eleitoral, no dia de seu 81º aniversário, o presidente teve a oportunidade de definir o tom de seu próximo mandato. Ao ser questionado sobre a fuga de Flávio Bolsonaro, poderia ter dito que não comentaria um processo em andamento e que deixaria a Justiça fazer seu trabalho. Em vez disso, afirmou, em essência: só foge quem tem algo a esconder. Soou como uma ordem de serviço.
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Janones faz acordo com a PGR e vai devolver R$ 131 mil por rachadinhas glo.bo/41Kpk38 #g1
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Bizarro como ninguém mais fala que o general do Exército do Lula teve que devolver 130 mil reais de dinheiro público desviado.
Janones faz acordo com a PGR e vai devolver R$ 131 mil por rachadinhas glo.bo/41Kpk38 #g1
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Krl o perfil do NYT omitiu a rachadinha do janones Fica feio. Mesmo se a ideia fosse babar o ovo do cara, tinha que botar em algum lugar ali no pé
One more amazing thing about Brazil and Lula's campaign: The NYT today has a gushing profile of a Congressman named @AndreJanonesMG, who became the face of Lula's campaign, its chief communication strategist. and -- as a result of admittedly innovative though extremely creepy digital strategies -- the greatest hero of the Brazilian left. But listen to what the article doesn't mention: Just 2 years ago -- not 20 years ago or 10 years ago, but 2 years ago -- Janones got caught committing one of the most despicable crimes imaginable: he forced his Congressional staff employees to transfer a portion of their (quite low) monthly public salary to him as a condition for keeping their jobs. The money he stole from his workers didn't go to his campaign: it just went to enrich himself, into his pocket,. He got caught when the employees secretly taped him angrily telling them they should stop complaining. When all this emerged, the left-wing members of Congress loyal to Lula -- who, remember, claims to lead a movement of workers! The name of Lula's party is the Workers Party -- protected him from all consequences from stealing the salary of his workers. The pro-Lula judiciary let Janones confess guilt and simply pay back the money that he stole. And yet this doesn't bother anyone on the Brazilian left. Janones has become a beloved figure overnight among left-wing celebrities and is now one of Lula's closest allies. The NYT profile doesn't even mention this in their gushing profile. In the scheme of Brazil's authoritarianism, it's not the biggest issue, but to me it's one of the most revealing about what frauds these people are:
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O Wall Street Journal não foi o único. O esquerdista @washingtonpost também publicou um editorial forte afirmando que há questões preocupantes sobre o Estado de Direito e, consequentemente, a democracia no Brasil.
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Caralho! É o mundo inteiro mesmo. Um dos principais jornais da Alemanha pergunta: o Brasil ainda é um estado constitucional?
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One more amazing thing about Brazil and Lula's campaign: The NYT today has a gushing profile of a Congressman named @AndreJanonesMG, who became the face of Lula's campaign, its chief communication strategist. and -- as a result of admittedly innovative though extremely creepy digital strategies -- the greatest hero of the Brazilian left. But listen to what the article doesn't mention: Just 2 years ago -- not 20 years ago or 10 years ago, but 2 years ago -- Janones got caught committing one of the most despicable crimes imaginable: he forced his Congressional staff employees to transfer a portion of their (quite low) monthly public salary to him as a condition for keeping their jobs. The money he stole from his workers didn't go to his campaign: it just went to enrich himself, into his pocket,. He got caught when the employees secretly taped him angrily telling them they should stop complaining. When all this emerged, the left-wing members of Congress loyal to Lula -- who, remember, claims to lead a movement of workers! The name of Lula's party is the Workers Party -- protected him from all consequences from stealing the salary of his workers. The pro-Lula judiciary let Janones confess guilt and simply pay back the money that he stole. And yet this doesn't bother anyone on the Brazilian left. Janones has become a beloved figure overnight among left-wing celebrities and is now one of Lula's closest allies. The NYT profile doesn't even mention this in their gushing profile. In the scheme of Brazil's authoritarianism, it's not the biggest issue, but to me it's one of the most revealing about what frauds these people are:
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Brazilian Stocks fall to lowest prices since January 📉📉
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The WashPost -- like the WSJ -- has an editorial today sounding the alarm on Brazil's authoritarianism. Its point -- like mine and everyone's -- isn't that Bolsonaro is innocent. It's that Judge Alexandre de Moraes is a tyrant who persecutes political enemies with no limits.
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Em Silva Jardim/RJ, Flávio venceu o segundo turno com 62,18% dos votos válidos contra 37,82% de Lula. Ganho de votos no segundo turno: Flavio Bolsonaro: 1 Lula: 984 @grok, usando o modelo Monte Carlo, calcule a probabilidade disso acontecer e coloque em ordem de grandeza o percentual. Seja claro e dê um exemplo simples dessa probabilidade, por favor.
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