Estava almoçando perto de casa, num quilo aqui da Teodoro Sampaio. Já expliquei a vocês que Pinheiros, onde moro, é um reduto de petistas. Uma espécie de Leblon aqui de São Paulo.
Então, daí vejo um pai e sua filha entrarem, orgulhosamente, com suas camisetinhas do Che Guevara. Ouço a pergunta do pai à dona do Restaurante:
Quanto é o quilo?
Fico a pensar. Como eu explico para uma pessoa barbada, com seus 50 anos de idade, que se você tem que perguntar o preço do quilo num restaurante, talvez suas opções políticas sejam todas elas erradas. Muito erradas.
Graças a Deus cheguei num ponto na minha (por méritos próprios, ok, não sou herdeiro, tudo o que tenho construí trabalhando, trabalhando muito) em que há mais de 25 anos eu não preciso ver preço no cardápio antes de pedir um prato num restaurante.
Vejam bem, estou falando de uma coisa mais comezinha. Não estou falando de pagar num Corolla o preço que ter permitiria ter um Dodge Challanger (dos phodas) nos EUA. Estou falando do preço do quilo de comida, num restaurante simples, ser determinante para você comer ou não com seu filho.
Mas o esquerdismo é um vírus. Pior, quanto mais esgarça a economia, mais fanático pelos seus líderes ficam os povos a eles submetidos.
Até hoje na Venezuela, uns 40% da população ainda idolatra Chávez/Maduro. Gente que, devido à fome, teve que comer cachorro e gato. Quando sumiram cachorros e gatos, tiveram que começar a comer ratos - literalmente.
Pior, o parasitismo subsidiado pelo Estado é algo tão grande que faz com que pessoas conservadoras/liberais mudem de lado por causa do estômago.
Tenho um amigo venezuelano, era um cara rico, de Direita. O país quebrou e ele junto. Por 5 anos, eu e um grupo de uns 20 amigos, mandávamos a ele por mês R$ 100,00. Mesmo assim, ele dependia das bolsas-esmola da vida. Por conta do estômago, ele foi gradativamente tornando-se de hater e fã do Maduro.
Já me falou muita merda no grupo de whats, que eu relevei por saber o que ele vivia. Depois do domingo passado e da sua última mensagem comemorando a vitória de Lula, informei que sairia (como o fiz) do grupo e, obviamente, pararia com as doações. Na verdade, ficaram apenas 2 ou 3 no grupo.
Ele vai ter que se virar com uma queda de 90% em sua renda mensal. Não é esse tipo de misericórdia que o Salvador pregava.
Sabem o que é o pior?
É que a miséria retroalimenta o comunismo e vice-versa. Esta abrupta queda de renda que ele experimentará o tornará, ainda mais, fiel, devoto e fanático ao comunismo.
Mas deixou de ser um problema meu.
VAMOS TODOS MORRER NA PRAIA
Por Eduardo Brandão
Vou parar de falar de política. Talvez estas sejam minhas últimas palavras sobre o assunto. Não por falta de convicções, tampouco por resignação intelectual, mas por uma razão muito mais amarga: o esgotamento da esperança.
A política brasileira deixou de ser o território do debate de ideias para se transformar, aos meus olhos, num exercício permanente de indignação, impotência e desalento. E há um momento na vida em que até a indignação cobra seu preço. A alma também envelhece.
Lula foi eleito, a meu juízo, graças a uma sucessão de manobras jurídicas e políticas que considero uma afronta à consciência democrática. Mas isso já não importa. Assumirá mais um mandato e, temo, governará como governou anteriormente: sustentado por um sistema de alianças, conveniências, fisiologismo e promiscuidade entre o poder político e as instituições que deveriam fiscalizá-lo.
Os Alcolumbres e os Alexandres continuarão, provavelmente, onde sempre estiveram: próximos ao poder, protegidos pelas engrenagens de um sistema que parece ter desenvolvido extraordinária capacidade de preservar seus protagonistas, enquanto consome a esperança daqueles que deveria servir. Os personagens permanecem incólumes; as instituições se desgastam; a sociedade paga a conta.
Mas o que verdadeiramente me atormenta já não é Lula. É o tempo.
Quando outro presidente assumir depois dele, estarei com 67 anos. Sessenta e sete anos! Uma idade em que o futuro deixa de parecer uma promessa inesgotável e passa a ser medido pela urgência dos dias que ainda nos restam.
E não estou sozinho nesse sentimento.
Vejo meus amigos, companheiros de geração, igualmente cansados. Homens que atravessaram décadas acreditando que o Brasil poderia, enfim, encontrar seu destino. Hoje, carregamos a sensação devastadora de termos envelhecido à espera de um país que nunca chegou.
Não foram apenas anos perdidos. Foram anos que deixamos de viver plenamente, consumidos pela expectativa de uma mudança que parecia sempre próxima e que, a cada novo amanhecer, se afastava um pouco mais.
Passamos praticamente todo o século XXI combatendo aquilo que consideramos a degradação política e moral do Brasil. Vimos o Partido dos Trabalhadores consolidar uma estrutura de poder que, em nossa percepção, ultrapassou a disputa eleitoral e alcançou a própria consciência de parte da sociedade.
Lutamos, denunciamos, discutimos, escrevemos, votamos, protestamos. Acreditamos que a verdade prevaleceria sobre a conveniência, que as instituições resistiriam às tentações do poder e que a democracia seria capaz de corrigir seus próprios desvios.
Talvez tenhamos cometido o mais humano dos equívocos: acreditar que a história caminharia necessariamente em direção ao progresso.
Mas a história não tem compromisso com nossas esperanças.
O tempo, esse juiz silencioso e implacável, não devolve os anos sacrificados em nome de causas que não triunfaram. E há uma crueldade particular em perceber que podemos ter dedicado a melhor parte da existência a uma batalha cujo desfecho talvez não tenhamos sequer o privilégio de testemunhar.
Envelhecemos lutando. E, enquanto lutávamos, a vida passou.
Não teremos mais a juventude necessária para recomeçar. Talvez nem a disposição para continuar. A reconstrução de uma nação exige décadas; a existência humana, entretanto, não admite prorrogações.
É essa a dimensão mais dolorosa da nossa derrota: não apenas a possibilidade de perdermos o país que sonhamos construir, mas a certeza de que estamos perdendo o tempo que nos permitiria vê-lo reconstruído.
Ao fim desse quarto mandato de Lula, temo que o Brasil se assemelhe a uma embarcação que atravessou sucessivas tempestades sem jamais encontrar um porto seguro. Uma nau exaurida, com o casco ferido, as velas rasgadas e a tripulação dividida entre os que ainda acreditam na travessia e os que já não distinguem o horizonte.
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Eu sou, antes de tudo, um democrata.
Acredito que nem a direita nem a esquerda detêm o monopólio da verdade e que deve haver espaço para ambos os lados, desde que defendam valores democráticos.
Entretanto, vejo uma esquerda antidemocrática crescendo a passos largos.
Hoje vi pessoas debochando da fuga do Flávio Bolsonaro. Não veem nada de estranho em uma ordem de apreensão de seus passaportes ser emitida 7 minutos após a declaração do resultado da eleição.
Acham que está tudo certo, desde que seja contra seus opositores políticos. Não há nada mais antidemocrático do que isso.
Tenho certeza de que a maioria das pessoas de esquerda que votaram no Lula tem bons princípios democráticos. E estes deveriam estar a repugnar aqueles da esquerda que defendem ou fazem gosto a essas atitudes antidemocráticas, sob o risco de eles próprios se tornarem antidemocráticos se não o fizerem.
A esquerda precisa de uma autoavaliação e de uma autorregulação de seus valores. Ou poderão simplesmente ser classificados como ditatoriais.
Mas isso não vai acontecer. Aqueles que erguem a bandeira do amor são raivosos demais contra seus opositores para se permitirem essa autoanálise.
A imagem clássica da morte de uma democracia é a de um golpe militar, com tanques nas ruas. Hoje isso é raro. O caminho mais comum e mais traiçoeiro é o deslizamento gradual rumo ao autoritarismo. Um líder é legitimamente eleito e usa as próprias instituições democráticas para esvaziá-las por dentro.
Qualquer semelhança com o Brasil atual não é mera coincidência.
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Por que Flávio Bolsonaro está sendo perseguido?
Porque ele teve quase 60 milhões de votos.
Ele tem uma bancada muito expressiva no Senado e outra no Congresso, e poderia conseguir o impeachment de determinados ministros do STF.
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De onde apareceu a Janja?
Formada em ciências sociais (UFPR), Janja era assessora na liderança do PT na Assembleia Legislativa do Paraná. Em 2003, início do governo Lula 1, entrou para a Itaipu Binacional.
Naquela época, Jorge Samek se tornara presidente da Itaipu. Embora eleito deputado, pelo PT do Paraná, renunciou ao mandato, tendo permanecido por 14 anos no comando da binacional. Sim, 14 anos.
A Itaipu se transformou num grande cabide-de-emprego da esquerda brasileira, incluindo partidos do Centrão, pagando altos salários para muito aspone, os conhecidos “assessores de porra nenhuma”.
Entre 2012 a 2016, Janja foi “emprestada” à Eletrobrás. Ficava entre o Rio de Janeiro e Brasília, fazendo política, claro. Aposentou-se em 2019. Recebia salário de R$ 20 mil. Visitava Lula na cadeia, em Curitiba. Aí se ele.
Uma das amigas de Janja é a filósofa Gleide Andrade, Secretária Nacional de Finanças e Planejamento do PT, que entre 2023 e 2026 participou do Conselho de Administração da Itaipu. Salario, R$ 34 mil, reunião 1 por mês. Elegeu-se agora deputada federal, por Minas Gerais.
Janja, como tantas e tantos, é cria do “aparelhamento” político de órgãos públicos. Essa vergonha precisa acabar.
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COISAS QUE O NÃO DEVEMOS ESQUECER:
Joesley Batista:
“Depositei 70 milhões para Lula e 80 milhões de DÓLARES para Dilma.”
E ainda querem fingir que tudo é “coincidência”. 🤬🤬
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NIKOLAS ABRE O BAU SOBRE A JANJA.
Não preciso dizer nada. Ele já diz tudo sobre a nossa vergonha nacional.
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Reconhecer o adversário como legítimo é precondição para que uma eleição seja legítima do ponto de vista da democracia.
O PT não encara o adversário de Lula como legítimo. Encara-o como inimigo contra o qual qualquer acusação vale: golpista, ladrão, miliciano, traidor da pátria. Mas a democracia é o império das leis que permitiram sua candidatura. Então é um concorrente válido. Goste-se ou não dele.
Lula também é um candidato legítimo, embora seja populista, corrupto, adversário das democracias liberais e alinhado às piores ditaduras do planeta. É um concorrente válido, goste-se ou não dele.
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Sempre quando se fala que o PT é responsável por sermos um país absurdamente violento, vem um gênio "mas a segurança é de responsabilidade dos Estados". Foi a resposta que o Cachaceiro deu na sabatina do JN. Aí a jornalista perguntou porque a Bahia é um Estado extremamente violento, já que é governado há tempos pelo PT. Aí o cachaça disse que ninguém consegue dar jeito na Bahia. Talvez os esquerdistas não saibam, mas há uma série de ações que o Governo Federal pode e deve fazer pela segurança: Fiscalização de fronteiras, Serviço de inteligência, parceria com Estados, controle de portos, fiscalização nas estradas com a PRF, ações excepcionais com a tal da Força Nacional de Segurança, construção de presidios, dentre outras coisas. E o principal, não atrapalhar, como o PT faz. Não atrapalhar votações no Congresso que visam conter o crime, não atrapalhar o fim das saidinhas, não atrapalhar a redução da maioridade penal, não atrapalhar a votação de aumento de penas, dentre outras coisas. Com o PT, o país viu o número de viciados aumentar significativamente, assim como o número de homicídios explodiu.
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Como é bom ver alguém justificar seu voto com FATOS e não aquelas baboseiras imaginárias sem sentido como democracia, Amazônia, ciência etc
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NÃO CALEM OS NORDESTINOS!
Já que tiraram o áudio do vídeo do @nikolas_dm , eu reposto aqui.
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COISAS QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER:
Todos que delataram Lula e os valores envolvidos.
(A lista que a mídia quer que você esqueça)
🟥 Marcelo Odebrecht
— Criou conta “Amigo” com R$ 40 milhões exclusiva para Lula.
— Disse que Lula era “o chefe” da interlocução da Odebrecht com o governo.
🟥 Emílio Odebrecht
— Confessou que tratava diretamente com Lula doações, favores e demandas da empreiteira.
🟥 Antonio Palocci
— Detalhou pedido de Lula para estruturar propina de R$ 300 milhões da Odebrecht.
— Ligou Lula a empresas como JBS, Camargo Corrêa, OAS e outras.
🟥 Joesley Batista (JBS)
— Disse que Lula e Dilma receberam juntos cerca de US$ 150 milhões em propinas da empresa.
— Detalhou encontros diretos com Lula para tratar sobre valores ilícitos.
🟥 Delcídio do Amaral
— Revelou tentativa de obstrução da Lava Jato por parte de Lula.
— Disse que Lula mandou comprar o silêncio de Cerveró.
🟥 João Santana & Mônica Moura
— Marqueteiros do PT, relataram pagamentos milionários em caixa 2 nas campanhas de Lula.
— Receberam valores no exterior para mascarar a origem.
🟥 Paulo Roberto Costa (ex-diretor Petrobras)
— Apontou o PT como receptor de US$ 150 a 200 milhões em propinas da Petrobras.
— Disse que Lula sabia do esquema desde o início.
🟥 Alberto Youssef (doleiro)
— Ligou diretamente Lula aos operadores do esquema de lavagem e distribuição de propinas.
🟥 Fernando Baiano
— Relatou negociação de US$ 5 milhões envolvendo José Carlos Bumlai (amigo de Lula) e Cerveró.
— Disse que Bumlai agia a mando de Lula.
🟥 Alexandrino Alencar (Odebrecht)
— Disse que era claro para todos que o alvo principal da Lava Jato era Lula.
— Ligou Lula a viagens e presentes pagos pela empreiteira.
🟥 Nestor Cerveró
— Afirmou que empréstimo irregular de R$ 12 milhões do BNDES foi acertado para manter seu silêncio, com apoio de Lula.
🟥 Pedro Barusco
— Ex-gerente da Petrobras. Disse que propinas eram repassadas ao PT com ciência do “alto escalão”.
— Estimou que devolveu R$ 100 milhões desviados.
🟥 Gerson Almada (Engevix)
— Confessou pagamento de propinas ao PT.
— Disse que Lula tinha ciência e era beneficiado politicamente.
🟥 Sérgio Machado (Transpetro)
— Disse que Lula sabia e orientava a arrecadação de propinas via diretoria de estatais.
🟥 Alexandre Romano (“Chambinho”)
— Intermediou propinas e valores ilícitos que beneficiaram campanhas petistas.
— Ligou o núcleo da propina ao governo federal.
🟥 Eduardo Leite (Camargo Corrêa)
— Confessou que Lula era informado sobre os acordos ilícitos para repasses ao partido.
— Parte dos valores eram usados para compra de apoio político.
🟥 Dalton Avancini (Camargo Corrêa)
— Disse que Lula estava ciente dos esquemas de cartel e divisão de obras públicas.
🟥 Zwi Skornicki
— Representante de estaleiros estrangeiros, confessou ter feito pagamentos diretamente ligados ao PT, com ciência de Lula.
🟥 Andrade Gutierrez
— Laudo da PF apontou R$ 3,6 milhões repassados a Lula entre 2011 e 2014.
— Disse que Lula intermediava decisões do governo em troca de “contribuições”.
🟥 OAS
— Lula foi acusado de receber reformas no tríplex do Guarujá como forma de propina (R$ 1,1 milhão estimados).
— Também recebeu aluguéis pagos pela OAS de forma indireta.
Essa é a verdadeira história que querem apagar.
Mas os registros, delações e acordos continuam disponíveis
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2 horas e 40 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES!
POLTAQUEOPAREO!!!!!!!!!!!!!!
Maior vídeo de campanha já feito no PLANETA!
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A ironia é que o próprio Bernardo descende de uma das famílias da oligarquia política-intelectual mineira que ajudou a articular o golpe de 1964. Seu bisavô, Afonso Arinos de Melo Franco (líder da UDN), atuou como conspirador civil ligado a Magalhães Pinto, buscou reconhecimento internacional para o movimento que derrubou João Goulart e ainda colaborou com a Constituição de 1967, a carta outorgada pelo regime militar. Enquanto Bernardo cobra dos outros a defesa da ditadura, sua linhagem familiar integrou a elite que a instalou e depois se acomodou a ela — um exemplo clássico de como a oligarquia tradicional aponta o dedo para as novas dinastias enquanto carrega o próprio passado autoritário no currículo.
Flávio Bolsonaro é o filho do Riocentro — Nascido no dia do atentado que tentou parar a redemocratização, candidato do PL tem longo histórico de defesa do golpe, da ditadura e dos torturadores
oglobo.globo.com/blogs/berna…
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A situação de LULA e seu filho LULINHA deixam uma lição.
A verdade sempre aparece.
Assisti ontem a entrevista completa na CNN. Me lembrei de vários episódios que eu e Rosinha vivemos com LULA a partir de 2002 após ter apoiado a candidatura dele no segundo turno e recusado o convite para ser ministro do seu governo. Ele montou uma máquina de destruição de nossas reputações que até hoje faz gente acreditar nas mentiras que foram criadas. Roberta era a melhor amiga de seu filho, Lula sabia de tudo, frequentava a casa dela. Só quem viveu perto com Lula, como eu, que sabe o que ele é capaz de fazer. A entrevista é a expressão da revolta com alguém que ajudou a pagar a fiança para Lula sair da cadeia e ele agora diz ser uma pilantra. Sei que Flávio Bolsonaro não é o presidente que eu gostaria que o Brasil tivesse, preferia Tarcísio de Freitas, nunca escondi isso. Mas entre alguém que conheço bem de perto, votei inúmeras vezes, e fez tudo para me destruir e Rosinha, que mente e diz nunca saber de nada, votarei em Flávio Bolsonaro e espero que muitos amigos trabalhistas como eu, se lembrem de algumas frases de Brizola sobre Lula e o PT. "A ESQUERDA QUE A DIREITA GOSTA", "A UDN DE MACACÃO", " O PT FOI CRIADO PARA DIVIDIR O TRABALHSIMO". Lula prestou um grande serviço a direita brasileira, desmoralizou a esquerda, dividiu o trabalhismo e iludiu milhares de brasileiros.
Não sou bolsonarista, não sou contra a ciência, não aprovo uso indiscriminado de armas de fogo, reconheço que programas de cotas raciais são importantes e fui criador delas, mas é preciso tirar o PT do centro da política brasileira, para que surja algo novo, que devolva ao Brasil uma justiça honesta, um país onde a esperteza não seja mais importante que a honestidade. Meu voto em Flávio não é com a esperança que ele seja essa mudança, é para por fim a esse ciclo de petismo e mentiras que levou o Brasil a intolerância e ao radicalsimo.






















