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Minha entrevista com os founders da @DecadeWealth, Vitor Olivier e Felipe Meneses.
@DecadeWealth está revolucionando o mercado de Wealth e levantou o maior seed da história da América Latina.
Capítulos
(0:00) Introdução
(0:10) Reinvenção: o programa de trainee de 15 anos e por que voltar a empreender
(8:56) O que a IA faz melhor que o humano — e o que ainda não faz
(13:34) O que a Decade faz e quem é o cliente
(20:35) Dados como fonte da verdade e a construção de confiança
(26:07) Incentivos perversos e o fim da assimetria de informação
(29:13) O Mom Test, os feedbacks do lançamento e o self-driving money
(37:34) O que desaprender do Nubank e a aposta no Open Finance
(42:28) Quatro meses só fazendo segurança
(46:28) Colaborador atleta, taste e o engenheiro pós-IA
(57:42) "The plan" de 10 anos e o momento Opus 4.6
(1:06:46) O lado humano que fica
(1:10:15) O professor, a paternidade e a coisa mais gentil
Em um data center, toda a atenção está na GPU. Mas ela só liga se funcionarem o gerador diesel, o transformador, o chiller e o exaustor. Equipamentos de 24 anos atrás, de fabricantes diferentes, que não conversam entre si.
É aí que o custo aparece. Com 97% da capacidade de data center dos Estados Unidos já vendida e SLA de 99,999%, uma máquina parada custa menos pela peça do que pela multa contratual. Um cliente da @tractian nos EUA teve um pack de bateria explodindo e US$ 500 mil de dano; segundo ele, isso não chegava perto da multa com o cliente dele.
Igor (@igmarinelli) resume o produto que a indústria compra hoje em uma palavra: disponibilidade.
“Para um data center, tempo é dinheiro num nível exponencial.”
Minha conversa com Igor Marinelli (@igmarinelli), CEO da @tractian, o novo unicórnio brasileiro que aplica IA para indústrias.
(0:00) A rodada
(2:24) Global desde o dia 0
(10:38) Foco na dor do cliente.
(19:06) O “de repente” e a aceleração até US$ 100 milhões de ARR
(25:04) A missão: US$ 1,4 trilhão de downtime devolvidos à economia
(31:03) Por que a Tractian precisou fazer o próprio hardware
(41:35) Janus e a arquitetura inspirada no Shazam
(53:09) AI Center e a fábrica de fabricar dados
(1:04:07) O diabo adiciona, deus subtrai.
(1:16:04) Escutar mais e qualidade de decisão
(1:26:02) Motivação, impacto e o ROI de cada pessoa
(1:37:01) Mario Kart: a guerra contra si mesmo.
(1:43:00) A expansão global
(2:03:48) Nubank e os desafios de expandir globalmente.
(2:13:08) Ted Lasso e o exemplo errado de liderança
Estamos live.
Guilherme, da Deco, vai fazer uma apresentação sobre o futuro do software e como impactará o mundo de serviços.
nitter.cf/i/broadcasts/1RKjpbgMY…
Hackathon Aura <> Replit - Guilherme da Deco nitter.cf/i/broadcasts/1RKjpbgMY…
Um dos aspectos que mais respeito da história da @tractian: a rebeldia em seguir suas convicções.
@igmarinelli conta como a Tractian passou dois anos sem nenhum cliente pagante, por decisão própria.
Tinham vendido os carros para começar. Pagavam as primeiras folhas. E recusaram todo piloto gratuito e todo trial que apareceu, porque qualquer dinheiro que entrasse podia corromper a opinião deles sobre o produto.
"A dor é domínio do cliente. O produto é o seu domínio."
O risco de fazer isso aos 22 anos, segundo ele, era zero. O risco real é outro, e é o que ele explica no fim do corte.
Minha conversa com Igor Marinelli (@igmarinelli), CEO da @tractian, o novo unicórnio brasileiro que aplica IA para indústrias.
(0:00) A rodada
(2:24) Global desde o dia 0
(10:38) Foco na dor do cliente.
(19:06) O “de repente” e a aceleração até US$ 100 milhões de ARR
(25:04) A missão: US$ 1,4 trilhão de downtime devolvidos à economia
(31:03) Por que a Tractian precisou fazer o próprio hardware
(41:35) Janus e a arquitetura inspirada no Shazam
(53:09) AI Center e a fábrica de fabricar dados
(1:04:07) O diabo adiciona, deus subtrai.
(1:16:04) Escutar mais e qualidade de decisão
(1:26:02) Motivação, impacto e o ROI de cada pessoa
(1:37:01) Mario Kart: a guerra contra si mesmo.
(1:43:00) A expansão global
(2:03:48) Nubank e os desafios de expandir globalmente.
(2:13:08) Ted Lasso e o exemplo errado de liderança
Igor desconfia do candidato que diz que faria qualquer coisa para trabalhar na Tractian.
"Posso limpar chão, vender sensor, eu vou fazer o que for." Para ele, essa resposta é um sinal de que não há espaço ali.
O que ele quer ouvir é o que a pessoa ama fazer. O vendedor precisa amar vender. O desenvolvedor precisa amar a arte do código, como um músico compondo. Igor chama isso de amor funcional.
O raciocínio: amar a empresa, a missão e o cliente é ótimo, mas 95% do tempo você está sozinho com a sua profissão. Se isso não for verdade para você, trabalhar como barista pode gerar mais felicidade do que trabalhar num unicórnio.
É aí, segundo ele, que está o diferencial competitivo de qualquer pessoa.
Minha conversa com Igor Marinelli (@igmarinelli), CEO da @tractian, o novo unicórnio brasileiro que aplica IA para indústrias.
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(31:03) Por que a Tractian precisou fazer o próprio hardware
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(1:37:01) Mario Kart: a guerra contra si mesmo.
(1:43:00) A expansão global
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US$ 1,4 trilhão por ano. É quanto as 500 maiores indústrias do mundo deixam de faturar porque as máquinas param.
O número vem de uma pesquisa da Siemens sobre o custo real do downtime: 11% da receita anual perdida. A missão da Tractian, segundo Igor, é devolver esse valor à economia nos próximos 10 anos.
Mas o mais interessante não é o número. É onde a falha acontece.
Uma ressonância magnética é a Ferrari do hospital. Só que ela depende de ar comprimido, água bombeada, refrigeração. Quando o exame para, quase nunca foi a ressonância que falhou; foi o sistema em volta.
Num data center, a mesma lógica. Toda a atenção está na GPU, mas ela só liga com gerador diesel, transformador, chiller. Equipamentos de 24 anos atrás, de fabricantes diferentes, que não conversam entre si. E com 97% da capacidade de data center dos EUA já vendida, a multa de SLA custa mais do que a máquina.
O produto que a indústria está comprando é disponibilidade.
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(25:04) A missão: US$ 1,4 trilhão de downtime devolvidos à economia
(31:03) Por que a Tractian precisou fazer o próprio hardware
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(53:09) AI Center e a fábrica de fabricar dados
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(1:26:02) Motivação, impacto e o ROI de cada pessoa
(1:37:01) Mario Kart: a guerra contra si mesmo.
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Quem vê a foto do sucesso da Tractian, não tem ideia do quanto eles enfrentaram de criticismo dos investidoores no inicio da jornada.
Minha conversa com Igor Marinelli (@igmarinelli), CEO da @tractian, o novo unicórnio brasileiro que aplica IA para indústrias.
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(25:04) A missão: US$ 1,4 trilhão de downtime devolvidos à economia
(31:03) Por que a Tractian precisou fazer o próprio hardware
(41:35) Janus e a arquitetura inspirada no Shazam
(53:09) AI Center e a fábrica de fabricar dados
(1:04:07) O diabo adiciona, deus subtrai.
(1:16:04) Escutar mais e qualidade de decisão
(1:26:02) Motivação, impacto e o ROI de cada pessoa
(1:37:01) Mario Kart: a guerra contra si mesmo.
(1:43:00) A expansão global
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O problema do Brasil para gerar empresas globais não é talento.
Igor (@igmarinelli), que levou a Tractian para Atlanta, lista o que o Brasil tem: 50 universidades muito boas e talentos de ponta.
O que falta é mercado e moeda. O Brasil é grande o bastante para ser confortável e pequeno demais para sustentar uma empresa global.
Uma startup que nasce em Israel não tem essa escolha; precisa sair desde o primeiro dia.
Esse conforto, segundo ele, mata muitas empresas. E o playbook tradicional de expansão (gerar muita receita local e seguir o cliente quando ele expande) só reproduz o conforto em outro país.
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(31:03) Por que a Tractian precisou fazer o próprio hardware
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(53:09) AI Center e a fábrica de fabricar dados
(1:04:07) O diabo adiciona, deus subtrai.
(1:16:04) Escutar mais e qualidade de decisão
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Live sobre design na era da IA
nitter.cf/i/broadcasts/1qJVmydoz…
Hackathon Aura - Replit @ Design com Lucas Cruz nitter.cf/i/broadcasts/1qJVmydoz…
Como Igor divide o dia como CEO da Tractian:
1. Tirar umas 15 pedras do caminho por dia. Um e-mail, um conflito, uma ligação de 15 minutos. Para ele, resolve na hora; para outras pessoas, levaria cinco dias e três reuniões.
2. Reservar 30 a 50% do tempo para as grandes pedras. As que só se movem com a presença dele e um grupo de no máximo 20 pessoas. É dali que vem o step function.
3. Reavaliar quando a semana inteira foi só de pedrinhas.
"O meu trabalho é pavimentar o trabalho das outras pessoas."
cc: @igmarinelli
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(53:09) AI Center e a fábrica de fabricar dados
(1:04:07) O diabo adiciona, deus subtrai.
(1:16:04) Escutar mais e qualidade de decisão
(1:26:02) Motivação, impacto e o ROI de cada pessoa
(1:37:01) Mario Kart: a guerra contra si mesmo.
(1:43:00) A expansão global
(2:03:48) Nubank e os desafios de expandir globalmente.
(2:13:08) Ted Lasso e o exemplo errado de liderança
O problema do Brasil para gerar empresas globais não é talento.
Igor, que levou a Tractian para Atlanta, lista o que o Brasil tem: 50 universidades muito boas, contra duas no México, fruto de investimento público em educação.
O que falta é mercado e moeda. O Brasil é grande o bastante para ser confortável e pequeno demais para sustentar uma empresa global. Uma startup que nasce em Israel não tem essa escolha; precisa sair desde o primeiro dia.
Esse conforto, segundo ele, mata muitas empresas. E o playbook tradicional de expansão (gerar muita receita local e seguir o cliente quando ele expande) só reproduz o conforto em outro país.
"Todos os playbooks publicados até o momento, eles são lixo."
Minha conversa com Igor Marinelli (@igmarinelli), CEO da @tractian, o novo unicórnio brasileiro que aplica IA para indústrias.
(0:00) A rodada
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(19:06) O “de repente” e a aceleração até US$ 100 milhões de ARR
(25:04) A missão: US$ 1,4 trilhão de downtime devolvidos à economia
(31:03) Por que a Tractian precisou fazer o próprio hardware
(41:35) Janus e a arquitetura inspirada no Shazam
(53:09) AI Center e a fábrica de fabricar dados
(1:04:07) O diabo adiciona, deus subtrai.
(1:16:04) Escutar mais e qualidade de decisão
(1:26:02) Motivação, impacto e o ROI de cada pessoa
(1:37:01) Mario Kart: a guerra contra si mesmo.
(1:43:00) A expansão global
(2:03:48) Nubank e os desafios de expandir globalmente.
(2:13:08) Ted Lasso e o exemplo errado de liderança
Minha conversa com Igor Marinelli (@igmarinelli), CEO da @tractian, o novo unicórnio brasileiro que aplica IA para indústrias.
(0:00) A rodada
(2:24) Global desde o dia 0
(10:38) Foco na dor do cliente.
(19:06) O “de repente” e a aceleração até US$ 100 milhões de ARR
(25:04) A missão: US$ 1,4 trilhão de downtime devolvidos à economia
(31:03) Por que a Tractian precisou fazer o próprio hardware
(41:35) Janus e a arquitetura inspirada no Shazam
(53:09) AI Center e a fábrica de fabricar dados
(1:04:07) O diabo adiciona, deus subtrai.
(1:16:04) Escutar mais e qualidade de decisão
(1:26:02) Motivação, impacto e o ROI de cada pessoa
(1:37:01) Mario Kart: a guerra contra si mesmo.
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Assista ao episódio na sua plataforma favorita:
Spotify: open.spotify.com/episode/4lX…
Youtube: youtube.com/watch?v=NNu657fS…
Online com o time da @Replit. Entre e conheça como construir um produto com IA.
Hackathon Replit <> Aura nitter.cf/i/broadcasts/1dKrPrOdy…
Hackathon Replit <> Aura nitter.cf/i/broadcasts/1dKrPrOdy…
presidente eleito foi condenado por corrupção
o anterior está preso
o quase eleito em fuga
deus vai com calma nesse roteiro do brasil por favor
Como @Casimiro se tornou sócio da CazéTV?
A história completa da CazéTV e da LiveMode.
Capítulos
(0:00) Introdução
(2:29) A paixão pelo esporte: a Copa do Nordeste
(8:20) A canetada da CBF e o nascimento do Esporte Interativo
(16:05) A venda para a Turner
(25:20) O Vale do Silício e a criação da LiveMode
(33:30) Casimiro e o nascimento da CazéTV
(51:20) O compounding: Olimpíadas, General Atlantic e a expansão global
(1:06:30) Moats e o futuro rumo à Copa de 2026
A atitude de Abílio Diniz após a eleição de 2014 e a lição para todos os empreendedores:
Durante a transação, a Dilma foi eleita, o que não era algo desejado pela Faria Lima.
Manoela comenta que que teve uma reunião às 09hrs da segunda-feira no dia seguinte da sua eleição sobre a transação do Carrefour-Península. O clima era de velório
Uma das pessoas envolvidas pediu pro Abílio dar algumas palavras sobre o momento político do país. Não lembro exatamente o que ele disse mas foi uma variação de:
“Já passei por diversos governos. Quem governa é menos importante do que as oportunidades que se apresentam. Vamos trabalhar”
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Segue o jogo!
Relato da Manoela no Day1 da Endeavor.

