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Camaradas, vamos se filiar no único partido que defende a Venezuela, a Palestina e o Irã. Defende o fim da ditadura dos bancos. O partido que tem como objetivo a Revolução.
pco.org.br/filie-se/
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"Toda a nossa militância e eleitores", leia-se, TSE. E todos os vampiros que sustentam a ditadura judicial
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LULA ANUNCIA PRIVATIZAÇÃO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA
Ogoverno Lula anunciou, apenas dois dias depois da reeleição do presidente, sete leilões de transmissão de energia entre 2027 e 2029. O Ministério de Minas e Energia reservará a empresas privadas a construção e a exploração de novas linhas e instalações da rede elétrica. O mandato que ainda nem começou já tem uma oferta aos capitalistas: uma parte decisiva da expansão do sistema elétrico nacional.
O calendário, divulgado na terça-feira (27), prevê três disputas em 2027 e duas em cada um dos anos seguintes. Não foram postas à venda as linhas que hoje operam no País. O que o governo oferece são concessões para as instalações futuras. É agora, antes da construção, que se decide se a ampliação da transmissão ficará sob controle público ou será transformada em negócio de concessionárias.
A energia das usinas não chega sozinha à população. Precisa percorrer linhas e passar por subestações até alcançar cidades e regiões industriais. Quem assume a transmissão passa a explorar uma passagem obrigatória para o abastecimento do País. Ao planejar os leilões, Lula abre essa atividade aos empresários e lhes reserva uma fonte de receita sobre um serviço do qual toda a população depende.
Na campanha, o presidente pediu o voto dos trabalhadores para derrotar a direita. Mal saiu o resultado das urnas, seu governo confirmou a continuidade de uma das políticas mais caras aos grandes empresários. O programa foi apresentado imediatamente após a eleição e se estende por três anos do próximo governo. O recado aos capitalistas foi dado antes de qualquer compromisso de recuperar o que já lhes foi entregue.
O Ministério de Minas e Energia afirma que exigirá a confirmação da necessidade de algumas obras antes de incluí-las nos leilões, para evitar instalações sem uso e custos nas tarifas. Pode-se confirmar a necessidade de uma linha sem conceder sua exploração a uma empresa. O governo escolheu tratar a ampliação da rede como oportunidade para o parasitismo capitalista. A discussão sobre quando realizar cada disputa não muda quem receberá o negócio.
Os leilões de transmissão se somam às privatizações feitas sob Lula. Seu terceiro governo realizou 50 concessões federais de transportes entre 2023 e 2025. Estradas, portos e aeroportos continuaram a passar ao controle operacional dos empresários. Na concessão, o patrimônio pode permanecer formalmente público, mas a empresa recebe por anos o direito de explorá-lo. O nome do contrato não apaga a transferência de uma atividade pública para a obtenção de lucro privado.
No setor elétrico, essa política vem de longe. Fernando Henrique Cardoso abriu caminho para as grandes privatizações. Bolsonaro vendeu o controle da Eletrobrás em 2022. Lula chegou a criticar aquela venda, mas não a desfez durante o mandato que termina. Seu novo plano não aponta para a recuperação da empresa ou para a reunião do setor sob direção estatal. Acrescenta mais concessões a uma estrutura já repartida entre grupos privados.
A justificativa conhecida é que faltaria dinheiro público para construir a infraestrutura necessária. O governo restringe seus próprios investimentos e depois apresenta a entrada dos empresários como solução inevitável. A linha de transmissão precisa ser construída; disso não decorre que um capitalista deva explorá-la. O Estado pode planejar, executar e operar as obras de acordo com as necessidades do País. Lula prefere entregar a expansão da rede a empresas que só assumem a obra para receber por sua exploração, com a remuneração incluída nos custos do sistema pagos pelos consumidores.
A reeleição de Lula não interrompeu a marcha das privatizações. A primeira notícia importante do setor elétrico após a votação foi um calendário de entregas para o novo mandato. O governo que se apresentou como barreira à direita prepara uma política ainda mais direitista do que a dos seus mandatos anteriores, apoiada cada vez mais nos capitalistas para realizar obras essenciais. A dependência dos empresários cresce na mesma medida em que o Estado abre mão de controlar a infraestrutura.
É preciso barrar os leilões, recuperar as atividades privatizadas e colocar geração, transmissão e distribuição sob controle estatal. Uma rede elétrica nacional deve ser ampliada para atender a população, ligar as regiões do País e sustentar seu desenvolvimento. Lula escolheu outra prioridade: anunciar aos capitalistas, logo depois de receber os votos, que as novas linhas de transmissão também estarão à sua disposição.
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Em entrevista ao Dossiê Causa Operária, a companheira Anaí Caproni, membro da direção do PCO e responsável pelo departamento jurídico do Partido, conta como as eleições são impenetráveis para pessoas comuns.
Leia no site do Dossiê!
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Replying to @PCO29
O PCO foi incluído no inquérito das Fake News por criticar o cabeça de ovo. O skinhead de toga tirou TODAS as redes sociais do PCO do ar! E ainda ficou com o YouTube desmonetizado por anos. E, em breve, com certeza, o partido será incluído em mais alguns processos ou sei lá o que mais pode acontecer com o Rui por causa das críticas ao STF, que viraram notícia mundial.
Contribua pelo fortalecimento do PCO.
pix: [email protected]
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⚖️ CONTRA OS PROCESSOS DE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA E NA DENÚNCIA DE TODAS AS PERSEGUIÇÕES DO STF
Ajude o PCO na luta!
Contribua pelo pix: [email protected]
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Replying to @bronyas
A "esquerda radical" não precisa do PCO para ter sua imagem manchada. Ela por si só que faz campanha pra frente ampla, é identitária, ongueira, pró-imperialista, apoia o Partido Democrata e é pacifista. O PCO é a esquerda revolucionária no Brasil
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QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME? NO BRASIL, NÃO.
Lula criticou Flavio Bolsonaro por fugir com a frase "que não deve, não teme". O caso do próprio Lula, que é um entre muito mostra que a frase é pura bobagem.
Lula entregou-se à justiça e foi condenado em primeira e segunda instância. Foi proibido de concorrer às eleições em 2018 ao arrepio da Constituição. Lula só foi libertado porque seu processo foi ANULADO por uma questão técnica que seus advogados alegaram desde o princípio do processo e foi ignorada por todos os juízes.
A anulação do seu processo foi POLÍTICA, não uma vitória da inocência e justiça. Isso fica claro porque os juízes nunca o inocentaram.
O caso de Flávio Bolsonaro é mais grave. Alexandre de Moraes é um juiz que perseguiu vários dos seus correligionários, inclusive seu pais, centenas dos quais foram jogados nas masmorras brasileiras por crime que nunca cometeram, como por exemplo atentado armado contra a democracia, alegação que todo brasileiro, sem nenhuma exceção, sabe ser falsa. Mesmo os que defenderam a ditadura do STF em nome da suposta necessidade de impedir um golpe de estado.
Muitos outros tiveram que sair do país ou foram presos por simplesmente gravar um vídeo no Youtube.
Finalmente, Moraes é um juiz cuja esposa recebe 200 milhões do banqueiro mais denunciado do país e continua sentado na cadeira da suprema corte nacional. Um dos maiores escândalos políticos nacionais.
As acusações contra Flávio Bolsonaro foram inventadas por motivos políticos.
Flávio Bolsonaro tem todos os motivos para temer.
É confusão mental ou cinismo dizer, nestas condições, que quem não deve não teme.
O país inteiro pode ser calar e justificar essas barbaridades criminosas por partidarismo político ou porque temem os juízes que não devemos temer, eu e o PCO não!
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Não sei quais os seus princípios. Sequer sei quem você é e nunca vi você em nada do PCO. Sua declaração de filiação é puramente formal e não sei nem se é verdadeira. Mas sei que no marxismo, não tem essa de defender repressão, perseguição e as prisões da democracia burguesa. Defendemos a liberdade de expressão irrestrita. Aqui temos um caso muito claro, um juíz não eleito, fruto de um golpe de estado imperialista, perseguindo arbitrariamente um elemento da extrema direita mega popular. Onde que isso vai ajudar a esquerda e a luta dos trabalhadores? A esquerda que defende isso está pisando fundo na merda.
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Sete minutos. Foi o tempo entre o TSE confirmar a derrota de Flávio Bolsonaro e a PF pedir a Alexandre de Moraes o passaporte dele. Moraes autorizou na mesma noite.
Quem acha que isso é a tal “luta contra o fascismo” está sendo enganado. É, pura e simplesmente, perseguição política contra quem teve quase 60 milhões de votos.
E quem comanda a caçada? Um ministro cuja mulher tem mais de R$200 milhões em contratos com empresas de Daniel Vorcaro, o banqueiro do escândalo do Banco Master. Com que moral esse juiz julga alguém por corrupção?
É a avacalhação da República. Uma ofensa à inteligência do povo brasileiro.
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Perseguição política, nesse caso, é o uso do Estado para pôr inimigos na cadeia. Otário é aquele que acredita que "combate à corrupção". Está cheio de corruptos no Brasil; nenhum deles é julgado, a começar pelo Xandão. Não conte conosco para ajudar a perseguir ninguém.
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Sobre os que estão nos atacando, sobre o caso Flávio Bolsonaro: ele pode ser culpado e estar sendo perseguido, isso não muda nada.
Nunca provaram nada contra Lula, mas vou dizer a vocês, tivessem pego ele com dólar na cueca e tudo, teríamos defendido ele da mesma forma.
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Replying to @eu1rossi
Todos os suspeitos de inúmeros crimes devem ser intimados a entregar seus passaportes?
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Vamos ser simples: é um ultraje que qualquer um no Brasil esteja sendo investigado e/ou preso enquanto Alexandre de Moraes não está nem investigado, quanto mais preso. Como no Brasil ninguém leva nada a sério, ele está inclusive mandando prender gente.
As instituições brasileiras não têm autoridade para nada. Discutir Flávio, Lula, Miller Tomaz, Lulinha ou qualquer outra coisa antes de Moraes é ofender a inteligência do povo brasileiro.
Quando o Estado não segue a lei, não tem mais lei.
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Defender o que o Moares fez é um rebaixamento intelectual, simplesmente. A esquerda tem que ver se vale mais ter honra e princípios ou se é um topa tudo por dinheiro, eu prefiro ter honra e princípios.
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Mundo da fantasia. Se pedissem o passaporte de todo mundo que se envolveu com Vorcaro, inclusive do PT, que sai com prostitutas e faz superfaturamento, precisaria alugar um prédio em Brasília para guardar os passaportes. Flávio Bolsonaro não foi condenado de nada disso. É uma questão política e nada mais.
Cadê o passaporte do Alexandre de Moraes?
Replying to @Ruicpimenta29
O cara eh um miliciano que pela primeira vez em 24 anos nao vai ter foro privilegiado. Comia puta e negociava o superfaturamento da vacina enquanto a população morria pelo Covid, envolvido ateh o pescoço com Vorcaro e CIA. Qual eh a surpresa?
E lá vamos nós...
Esse cenário já era de se esperar, aguardaremos os próximos capítulos.
causaoperaria.org.br/2026/di…
O resultado da eleição não derrotará o bolsonarismo. A derrota no legislativo empurra-rá Lula para a demogagia do judiciário, sem contar nos acordos para garantir a reeleição; assim, irão apostar de novo na política que levou a derrota no 1° turno.
causaoperaria.org.br/2026/um…
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Depois de quase um ano de guerra, esquerda identitária continua caluniando o Irã
Publicação ligada ao MRT chama o governo iraniano de “autocracia dos aiatolás” e minimiza o significado político da resistência à agressão imperialista
Leia mais matéria no Diário Causa Operária
Em 25 de outubro, a revista Ideas de Izquierda, vinculada ao Partido dos Trabalhadores Socialistas (PTS) argentino, publicou La fragmentación del MAGA y la crisis del trumpismo, de Farid Reyes e Ezequiel Silva. O PTS é, por sua vez, ligado ao Movimento Revolucionário dos Trabalhadores (MRT), que atua no Brasil. O artigo pretende explicar as divisões entre os apoiadores de Donald Trump.
Ao mencionar as justificativas da guerra, os autores falam na suposta ameaça nuclear iraniana e nas críticas à “autocracia dos aiatolás”. A expressão é apresentada de passagem, como caracterização natural do governo iraniano, reproduzindo a campanha imperialista contra a República Islâmica, submetida durante décadas a sanções, sabotagens e ameaças militares.
Quando o imperialismo bombardeia um país e assassina seus dirigentes, a questão fundamental para os revolucionários não é se suas instituições correspondem aos ideais da esquerda universitária ocidental. É a defesa da nação oprimida contra os Estados Unidos e “Israel”.
A ofensiva de 28 de fevereiro tinha entre seus objetivos declarados destruir os programas nuclear e de mísseis do Irã e enfraquecer seu governo. Ali Khamenei foi assassinado e o país sofreu perdas gigantescas. Mesmo assim, o Estado iraniano não caiu nem perdeu sua capacidade de resposta e a luta pelo controle do estreito de Ormuz tornou-se um problema de primeira ordem para os imperialistas. O governo norte-americano foi obrigado a negociar, sem conseguir uma solução que impusesse seus objetivos políticos.
É isso que explica a dimensão da crise norte-americana. Trump prometeu liquidar as guerras intermináveis e colocar os Estados Unidos em primeiro lugar. Terminou envolvido numa guerra custosa contra um país que não atacara o território norte-americano. A resistência iraniana transformou a contradição entre a propaganda eleitoral e a política efetiva da Casa Branca numa crise entre setores da própria direita.
Os autores preferem falar em “estancamiento”, um impasse, e enumerar grupos religiosos, nacionalistas e empresariais do MAGA. As diferenças existem. Mas a guerra expôs os limites da força norte-americana e transformou antigas divergências numa crise aberta. Isto é, a crise no movimento é resultado da ação heróica do povo que o MRT calunia.
A ruptura mais importante diz respeito ao apoio a “Israel”. Tucker Carlson, que fez campanha por Trump, tornou-se crítico da guerra. Candace Owens e outros comunicadores conservadores atacaram a política da Casa Branca. Joe Kent renunciou em março à direção do Centro Nacional de Contraterrorismo, afirmando que o Irã não representava ameaça iminente aos Estados Unidos e que a guerra resultara da pressão de “Israel” e de seu lobby norte-americano.
Em vez de fazer dessa ruptura o centro do problema, a revista dedica grande espaço à contraposição entre sionistas cristãos e católicos antissemitas. Um de seus personagens é Nick Fuentes, militante da extrema direita que difunde preconceitos contra os judeus. Os autores distinguem corretamente o antissemitismo da crítica política a “Israel”. A questão é outra: por que uma crise histórica do apoio ao Estado sionista vira, sobretudo, uma discussão sobre os preconceitos da direita?
A mesma inversão aparece no tratamento dado ao imperialismo norte-americano. Trump é responsável pela agressão, mas a máquina de guerra não começou com ele. Joe Biden armou “Israel” durante o massacre em Gaza, sustentou o regime ucraniano e aprofundou o confronto com a Rússia. Democratas e republicanos participaram de sucessivas campanhas militares, golpes e intervenções contra países oprimidos. Não são dois imperialismos diferentes.
Quando a análise coloca no centro o combate ao trumpismo, em vez do combate ao conjunto do regime imperialista, a oposição dos democratas ganha uma aparência progressista que não merece. A identificação da direita como inimigo exclusivo serve, na prática, para apagar a responsabilidade dos democratas e abrir caminho à colaboração política com uma outra ala da burguesia.
Isso fica particularmente claro quando o artigo apresenta os protestos No Kings como exemplos de resistência. Há trabalhadores e imigrantes sinceramente indignados com a repressão promovida pelo ICE. Mas existe uma diferença fundamental entre a revolta de quem participa de uma manifestação e o caráter político das organizações que procuram dirigi-la.
Uma de suas principais organizadoras é a rede Indivisible, ligada ao campo do Partido Democrata e beneficiada por recursos de fundações do grande capital. Os democratas que hoje denunciam seu autoritarismo estavam à frente do mesmo Estado quando ele financiava o massacre dos palestinos e promovia intervenções no exterior.
A esquerda identitária reconhece imediatamente como progressistas as palavras de ordem contra as opiniões religiosas e os costumes da direita. Mas encontra enormes dificuldades para reconhecer o papel revolucionário que pode cumprir a resistência de um país oprimido, mesmo que seu governo não compartilhe a ideologia liberal dos professores universitários ocidentais.
O Irã não precisa mudar suas instituições religiosas para ter o direito de se defender. A política marxista não consiste em submeter cada país oprimido a um exame de costumes antes de decidir se seus habitantes merecem solidariedade. A questão é saber quem procura impor seu domínio pela força e quem luta contra essa imposição.
Depois de tantos meses de agressão militar, a insistência em caracterizar o Irã como“autocracia dos aiatolás” expõe o abismo entre a esquerda que deseja demonstrar suas credenciais progressistas e os povos que enfrentam, de armas na mão, os Estados Unidos e “Israel”.
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É isso o que a tal "esquerda radical" vai fazer no Congresso? Jones Manoel já mostra a que veio. Nada de comunismo, nada de revolucionário. Não vai defender o trabalhador. Vai pedir prisão, seguindo a política da Veja e dos coxinhas. Qualquer dia desses aparecerá com um pixuleco
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Em 2019, o PCO foi o primeiro grupo político a chamar pelo Fora Bolsonaro. E sabe o que a esquerda nos disse? Que não era hora. Fomos atacados em assembleias e plenárias nas quais defendíamos essa campanha. Aí veio a pandemia, e todo mundo sabe as consequência de não ter começado a luta contra o governo bolsonarista antes. E agora querem acusar o PCO pelo bolsonarismo e dizem que somos fascistas. É cada uma que a gente passa...
youtube.com/watch?v=OxJy_666…

















