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Uma das grandes empresas responsáveis pelo desenvolvimento do Brasil foi criada em um momento de grande tensão geopolítica, com a Segunda Guerra Mundial, e sua história é creditada a muita negociação de Getúlio Vargas.
A derrota da mídia
A mídia fez uma péssima cobertura da campanha eleitoral, e isso é uma das razões pela "surpresa" na votação.
Os eventos, manifestações e comícios das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro tiveram um noticiário burocrático, quase ausente por parte das mídias.
As TVs, rádios e jornais tiveram muito comentário e pouco noticiário.
Sem cobrir o que havia no dia a dia da campanha, a mídia não mostrou o grande movimento que ocorria na campanha de Lula.
A imprensa não mostrou a adesão gigantesca de jovens nos atos do PT em todo o Brasil.
O mesmo ocorreu com a adesão dos idosos.
Sem noticiar o que pulsava nas ruas nos comícios e eventos, é natural que todos falem em "surpresa" nas urnas.
Não.
O que houve foi uma falha enorme quando não mostrou o que estava mudando na eleição.
Só opiniões e pesquisas não retratam o que ocorria no país.
A derrota de Bolsonaro também é uma derrota da mídia.
Até maior do que o tropeço do candidato da oposição.
Fuga preparada
A fuga do senador Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos não foi improvisada e tampouco ocorreu por uma notificação da Justiça para entregar seu passaporte.
Foi uma ação planejada, complexa e cara, que contou com os governos da Argentina e dos Estados Unidos.
Choca todo mundo que um candidato que tenha milhões de eleitores fuja de seu país de forma tão humilhante como se deu.
Foi uma operação com larga preparação, e seu êxito dependia dos argentinos e dos norte-americanos, além de uma dose muito grande de grana.
As razões dessa fuga têm explicações simples que a mídia pouco fala.
O candidato derrotado por Lula não tem condições de dar respostas minimamente críveis para as acusações que terá que responder, e isso já não é difícil de constatar.
O dinheiro de Daniel Vorcaro, que o áudio do The Intercept revelou de forma clara, marca uma aliança com os crimes do escândalo do Banco Master e nada tinha de apoio cultural.
Era para o caixa da família e para bancar seus gastos.
Por essa razão o bolsonarismo aparece nos golpes contra fundo de pensão e outras entidades.
Flávio não tem como arrumar uma prestação de contas para a grana que veio de Vorcaro.
O mesmo ocorre com as questões gerenciadas por Willer Tomaz, um novo PC Farias da política nacional.
A dinheirama desviada dos aposentados do INSS, o uso das bets para lavagem do rapa, a conta conjunta (Bolsonaro/Wilker) na agência do Santander da Ilha da Madeira, o escritório conjunto em Brasília e o apartamento em São Paulo, até a tomada da ilha de Richarlyson mostram que nada separa o advogado do senador.
São dois corpos e uma pessoa, e o senador não tem como fugir disso e, portanto, foge do país para nada responder.
Preparada com larga antecedência, seria desencadeada logo após a derrota, e a notificação da Polícia Federal foi usada como motivação apenas para agradar seus eleitores.
Se não houvesse a ordem de entrega do passaporte, arrumariam outros motivos: uma ameaça telefônica, um carro estranho na rua ou qualquer outra justificativa para uma fuga já preparada.
Do aluguel do jatinho à assessoria de gente de Milei, até a chegada em Miami, tudo custou grana e foi planejado com antecedência.
Deplorável foi a mídia brasileira, que quer — em tudo — responsabilizar o ministro Alexandre de Moraes, para transformar o senador Flávio Bolsonaro em vítima da "ditadura do judiciário".
A mídia não muda.
A Argentina e os Estados Unidos também não mudam, e o senador Flávio não surpreende ninguém.
Perderam o juízo
Muita gente está com a cabeça quente por ter entrado nesse papo de casa de apostas.
É incrível que tenham apostado forte na vitória de Flávio e estejam sem dormir.
O mesmo, de forma mais grave, está ocorrendo no mercado financeiro, onde muita gente entrou de cabeça, certa de que Flávio já estava eleito.
Vai demorar para um e outro cicatrizarem as feridas, pois a perda de grana é dolorosa.
"Salto alto" e "deputados tiriricas digitais"
A campanha de Flávio Bolsonaro cometeu, pelo menos, dois erros claros na disputa do segundo turno.
O primeiro foi o "salto alto" após a vitória no primeiro turno, com uma generalizada distribuição de ministérios por todo lado.
A nova futura ministra da Fazenda saiu distribuindo medidas e mais medidas, como se o segundo turno nada valesse.
O futuro ministro da Saúde não foi diferente.
Mesmo sendo contestado por grande parte da colônia judaica (especialmente por aqueles que não esqueceram o Holocausto e daqueles que causaram aquela barbárie), saiu falando barbaridades, como se não fosse novidade, o que contribui para seu pouco prestígio até no Hospital Albert Einstein.
Mas, além do "salto alto" e da distribuição de ministérios antes de ganhar a eleição, a campanha bolsonarista cometeu um erro maior.
Delegou principalmente aos deputados "tiriricas digitais", eleitos com milhões de votos, a tarefa de mobilizar a internet e trazer o povo para a rua.
Nada mais errado.
Esses "tiriricas digitais" ganharam seus núcleos de votos com campanhas de ódio contra mulheres, gays, negros, nordestinos etc. e todo tipo de discriminação contra minorias.
Isso dá voto para deputado, mas não mobiliza para um projeto mais geral, como requer uma campanha presidencial.
Resultado: os "tiriricas digitais" fizeram feio na internet e não convenceram ninguém a ir às ruas.
Há outros erros da campanha, mas esses dois — o salto alto e os tiriricas digitais — ajudaram muito para a derrota de Flávio Bolsonaro.
Atenção:
Deputado Carlos Zarattini
Deputado Arlindo Chinaglia
Deputado Paulo Teixeira
Está na hora de o governo brasileiro defender os usuários da internet
É preciso uma lei que garanta a liberdade de cada cidadão de só receber mensagens de quem autorizou seguir.
Não cabe às empresas Meta, X, Facebook, Instagram, TikTok, Kwai e outras decidir o que o usuário deve receber.
Somente o usuário deve decidir o que quer receber.
É hora de o governo Lula, dos deputados e senadores estabelecerem que o cidadão tem o direito de receber o que quer e de não receber o que não quer.
Por que um usuário deve receber o bombardeio de publicações desses "deputados tiriricas digitais" que nada acrescentam?
Pelo direito de o usuário só receber o que decidiu receber.
Abaixo a ditadura da Meta e de todas as outras iguais!
A rua marcou a virada.
A campanha de Lula neste segundo turno foi vitoriosa porque o povo foi pra rua.
Ainda antes do gigantesco evento na Avenida Paulista, no dia 11 de outubro, em várias cidades tivemos manifestações que traziam uma forte energia de mobilização.
Precisamos citar Niterói e Campinas como o início de uma arrancada com o povo na rua.
Muitas outras cidades também tiveram, especialmente jovens, tomando a bandeira da virada.
Só depois São Paulo e Rio fizeram uma mega manifestação e mostraram, definitivamente, uma outra campanha que superou inclusive os melhores tempos das Diretas Já.
Foi o povo, especialmente os jovens, de partidos, movimentos de bairro, artistas, mulheres, negros, gays etc., que deram o sinal de que a loucura bolsonarista seria enfrentada.
Golaço no último minuto
A cobertura da mídia corporativa da campanha eleitoral foi um desastre.
Confusa e com erros por todos os lados — como o infame PowerPoint da @globonews que colocou o presidente Lula no centro do escândalo Banco Master/Vorcaro, quando a verdade era o oposto, sendo uma trama do senador Flávio Bolsonaro e sua turma —, a imprensa errou muito.
Mas coube ao Estadão, no último minuto do jogo, na apuração do segundo turno, marcar um golaço.
O jornal paulista organizou um sistema de projeção para antecipar o resultado eleitoral e, com apuração de apenas 2,4% das urnas, acertou o resultado da votação.
Alertado por um amigo, creio que nos primeiros minutos da apuração, notei uma enorme cautela do jornal ao antecipar o nome do vencedor nas urnas.
Creio que, por ter errado tanto na cobertura eleitoral, o jornal foi tímido, embora tenha sido preciso.
Quando as TVs e outros jornais proclamaram a vitória de Lula, na parte final da apuração, já havia sido consumida muita bebida pelos que acompanharam a apuração pelo Estadão.
Um golaço.
O resultado final bateu com a projeção do Estadão, feita pelo pesquisador Rodrigo Mahlmeister, numa eleição em que o eleitor não queria mais ver o nome de pesquisas, de tanto que elas erraram.
Golaço do Estadão para não ser esquecido.
@Estadao
Um desqualificado
A carta-manifesto do senador Flávio Bolsonaro, divulgada hoje, é a prova maior de que Deus é brasileiro.
Esse cara ser derrotado no último domingo livrou-nos de um governo maluco e irresponsável, que conduziria o país para dentro de um precipício.
Não é divergência política, ideológica ou administrativa: é o fato de o país ter ficado livre de uma família, de um grupo, de uma gangue inteiramente irresponsável e sem nenhum compromisso com o país.
Lamento que tanta gente, instigada pelo antilulismo e pelo antipetismo, tenha apoiado essa família sem nenhum compromisso com o interesse público.
Felizmente, estamos livres desses irresponsáveis, embora tenhamos que enfrentar todo tipo de conduta desastrada dessa gente.
Ufa! O Brasil foi salvo.
A carta maluca mostra tudo.
Está na hora de o governo brasileiro defender os usuários da internet
É preciso uma lei que garanta a liberdade de cada cidadão de só receber mensagens de quem autorizou seguir.
Não cabe às empresas Meta, X, Facebook, Instagram, TikTok, Kwai e outras decidir o que o usuário deve receber.
Somente o usuário deve decidir o que quer receber.
É hora de o governo Lula, dos deputados e senadores estabelecerem que o cidadão tem o direito de receber o que quer e de não receber o que não quer.
Por que um usuário deve receber o bombardeio de publicações desses "deputados tiriricas digitais" que nada acrescentam?
Pelo direito de o usuário só receber o que decidiu receber.
Abaixo a ditadura da Meta e de todas as outras iguais!
Grossa capivara
A fuga do senador Flávio Bolsonaro é uma operação elaborada há muito tempo com a participação da Argentina e dos Estados Unidos.
A balela de que o senador fugiu porque é perseguido pelo ministro Alexandre de Moraes é pura invenção
O que persegue o candidato derrotado são os montes de rolos dele com o banqueiro Vorcaro e o advogado Willer Tomaz.
É essa grossa capivara que apavora o senador.
Roque Citadini retweeted
Vou falar como criminalista, e sem rodeio: a responsabilidade pelo que aconteceu hoje é de Flávio Bolsonaro. De mais ninguém.
Não foi uma suposta perseguição que o colocou num avião rumo aos EUA. Foi uma escolha.
O STF mandou entregar o passaporte em 24 horas. Uma ordem simples, a mais branda das medidas cautelares. Ele não entregou. Saiu do país dois dias depois de perder a eleição, levando a família, sem avisar nem os próprios aliados.
Quem passou anos falando em lei e ordem, em respeito às instituições, em "bandido tem que pagar", na primeira ordem judicial dirigida a ele, virou as costas.
E é bom lembrar: o próprio irmão anunciou publicamente que ele deveria sair do país se perdesse. Não foi impulso. Foi um plano anunciado.
Eu defendo réus há anos. Sei o que é presunção de inocência e defendo esse princípio até o fim. Mas presunção de inocência se exerce dentro do processo, com defesa técnica, enfrentando a acusação. Quem confia na própria inocência fica e prova. Quem foge troca o tribunal pelo discurso.
E tem o peso do cargo. Um senador da República, que ainda recebe do contribuinte, que pediu o voto de milhões de brasileiros pra presidir o país, não pode tratar uma decisão judicial como sugestão. O exemplo que ele dá é claro: a lei vale pros outros.
Se havia algum excesso na decisão, o caminho existia: recurso, habeas corpus, imprensa, tribuna do Senado. Ele tinha tudo isso. Escolheu a fronteira.
O processo não acaba com a fuga. Só espera. E cada dia fora do país é mais um argumento que ele mesmo entrega contra si.
Fugir de responder a um possível processo criminal diz muito sobre quem foge.
Roque Citadini retweeted
Hoje comemoramos os 81 anos do presidente @LulaOficial! Era só mais um Silva que venceu a fome, a ganância e a injustiça através do amor ao povo brasileiro. Lula nos prova diariamente que o impossível desconhece a força do povo brasileiro. Uma vida inteira dedicada ao povo brasileiro e à defesa da democracia, com participação ativa nos mais importantes capítulos da história do Brasil nos últimos 60 anos.
Que não lhe faltem saúde, alegria, força e disposição para seguir em frente.
Eu e a Lu enviamos nosso abraço carinhoso e votos de um novo ciclo repleto de ainda mais realizações!
Feliz aniversário, presidente Lula!
As duas cidades + atacadas no golpe do Busão.
Salvador e São Paulo despontam como cidades mais importantes para virada de Lula; veja mapa oglobo.globo.com/politica/no…
PALÁCIO ou PAPUDA
O caminho do senador estava cantado.
Se ganhasse a eleição, iria para o Palácio presidencial e faria de tudo para se safar dos processos que estão brotando por todo lado.
Se perdesse a eleição, sem foro privilegiado, iria para a cadeia.
Qualquer olhar sem muita paixão política veria que o envolvimento de Flávio Bolsonaro com os rolos de Daniel Vorcaro e com o monte de trambiques com o advogado Willer Tomas levam a um caminho: sem proteção, vai para a prisão.
A fuga para os Estados Unidos era a cartada certa.
E não dava para esperar.
Com ajuda dos EUA e da Argentina, era urgente fugir como única opção.
O que virá a acontecer pouco importa.
Agora é contar com a proteção de Trump e Milei e tentar salvar um espaço político entre a direita brasileira.
Fugir da cadeia é o programa único dos Bolsonaros.
O senador Flávio Bolsonaro sabe tudo o que aprontou com Daniel Vorcaro e Willer Tomaz.
E sabe que a fuga é o único caminho.
Roque Citadini retweeted
Duas pessoas avisaram a Graciliano Ramos que ele seria preso, mesmo sem acusação formal. Em vez de fugir, o escritor permaneceu em casa, colocou terno e gravata, arrumou uma maleta e fez graça na chegada do oficial:
– Que demora, tenente! Desde meio-dia estou à sua espera.
O poço não tem fim
Alguém precisa avisar a @GloboNews de que a eleição já terminou.
O povo votou, os votos foram contados e Lula foi reeleito.
Portanto, não precisam mais defender o candidato Flávio Bolsonaro.
Assumir que ele fugiu porque é perseguido é uma bobagem.
Meu Deus!
A Globonews não acha que foi suficiente a sua péssima cobertura da eleição?
Quer ainda caminhar mais para baixo?
A Meta precisa mudar
Menos algoritmos, mais liberdade de escolha.
Isto deve ser a lei
Quando ligo a televisão para assistir à SporTV, por exemplo, espero encontrar a programação esportiva daquele canal, e não receitas de bolo ou conteúdos aleatórios que nada têm a ver com a emissora.
Nas redes sociais, porém, essa lógica foi completamente invertida.
Ao abrir um aplicativo, o usuário não tem a garantia de que verá aquilo que escolheu acompanhar. Em vez disso, é submetido a uma espécie de roleta-russa informacional: entre publicações de pessoas que decidiu seguir, surgem conteúdos de desconhecidos, recomendações inesperadas e materiais selecionados por algoritmos cujo funcionamento permanece, em grande medida, oculto ao público.
Esses algoritmos, tratados muitas vezes como entidades quase místicas, exercem influência significativa sobre aquilo que vemos, pensamos e discutimos.
Desenvolvidos e controlados pelas maiores empresas do mundo, com estudos profundos sobre como manipular a mente e prender o indivíduo em seus serviços, eles determinam, com base em critérios nada transparentes, quais conteúdos merecem destaque e quais permanecerão invisíveis.
São sistemas suscetíveis a manipulações e capazes de impulsionar conteúdos nocivos, influenciar a formação de opinião de crianças, adolescentes e adultos e interferir no debate público, inclusive com consequências eleitorais e políticas.
O mundo todo está sendo bombardeado por isso.
Não defendo a censura nas redes sociais. Pelo contrário: acredito que a solução passa por ampliar a liberdade individual, a transparência e o poder de escolha dos usuários.
As redes sociais deveriam recuperar um princípio fundamental que marcou sua origem: ser espaços de livre expressão, debate e conexão entre pessoas, nos quais cada indivíduo tenha maior controle sobre o que deseja consumir.
Isso significa permitir que o usuário escolha quem seguir e tenha a opção de visualizar, prioritariamente (ou exclusivamente), as publicações das pessoas e páginas que decidiu acompanhar, sem que um algoritmo determine arbitrariamente o que deve aparecer em sua tela.
Recomendações automatizadas não podem ser uma imposição silenciosa da plataforma.
É verdade que essa proposta poderia levar algumas pessoas a se fechar em bolhas informacionais. Mas existe uma diferença fundamental entre a bolha que alguém constrói conscientemente, a partir de suas próprias escolhas, e aquela em que é inserido por sistemas de recomendação projetados por grandes corporações para maximizar engajamento, tempo de permanência e lucro.
Na primeira situação, o indivíduo exerce sua autonomia e assume a responsabilidade por suas escolhas. Na segunda, suas preferências, sua atenção e, em alguma medida, sua visão de mundo são moldadas por mecanismos sobre os quais ele tem pouco controle.
A liberdade de expressão não deve significar apenas o direito de publicar o que se pensa. Deve incluir também a liberdade de escolher o que se deseja ver, de quem se deseja ouvir e quais conversas se pretende acompanhar.
Afinal, de pouco adianta garantir a todos o direito de falar se, ao mesmo tempo, sistemas opacos decidem o que cada pessoa terá a oportunidade de ouvir.
As redes sociais não precisam de mais censura, mas de mais autonomia para seus usuários — que deverão arcar com as consequências daquilo que falam.
Em uma sociedade livre, a tecnologia deve servir à liberdade individual, e não substituir a capacidade de escolha das pessoas por decisões automatizadas e interesses comerciais.
O presidente Lula prometeu no seu discurso de vitória que vai enfrentar a Meta que tanto dano causa aos países com suas interferência nas escolhas.
Está aí um caminho. O usuário só deve receber o que escolher pra receber.
A escolha é do individuo e não dá Meta.
Um projeto de lei deveria dispor sobre a matéria e aí veremos quem defende a liberdade individual ou a liberdade para desinformar.
A hora é agora
Vou embora
Uma linha comum do bolsonarismo é dramatizar sua posição política dizendo que "se Lula ganhar, vou embora do Brasil".
Bobagem.
Puro drama.
Até porque a maioria não tem boas condições para ir embora, e mesmo os que andaram saindo não estão nada bem no Paraguai, na Flórida ou em Portugal.
Espero que os que juraram saída permaneçam por aqui.
Mesmo alguns que eu gostaria que cumprissem o que prometeram, como Pablo Marçal e Tallis Gomes, creio que o melhor é que fiquem por aqui.
Este país é de todos.
Direita ou esquerda.
Progressistas ou reacionários





















