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escrevi esse texto pro IG do @pisounalinha.
Há atletas que se moldam ao jogo, e há aqueles por quem o esporte aceita ser reescrito. Há noites que não pertencem aos dados, mas à memória do tempo. Wembanyama ontem teimou em desconstruir o que julgávamos ser o poder em quadra.
O basquete que sempre foi o jogo de das linhas delimitadas, e das limitações da física humana. Ontem, porém, Wembanyama fez como se a quadra fosse infinita. Fez com que cada movimento parecesse a pincelada de um artista que não aceita as bordas da tela. Em seus olhos não há apenas a frieza da dominância, mas a inocência de um jovem que se diverte ao descobrir, ao vivo e diante de milhões, os limites do seu próprio dom.
O que presenciamos foi um gritante e belíssimo ato de convicção ideológica, de uma certeza idealizadora, onde cada suor derramado em quadra soou como uma ode àqueles que amam a beleza de um jogo que, por natureza, não cabe em seus próprios limites físicos, de um jogo que limita-se para se expandir com o gosto de descobertas. O basquete de elite é o refúgio dos gigantes. Entretanto, quando os gigantes aprenderam a caminhar pelo mesmo trilho, Wemby escolheu a desobediência.
Recusa-se a ser apenas mais um gigante no garrafão, teimou em ser o vento, a tempestade e o horizonte ao mesmo tempo. Sua existência é uma rebeldia elegante contra quem dizia o que um corpo como aquele tinha o direito de sonhar em fazer. O basquete e Wemby tornaram-se sinônimos na medida em que ambos recusam a existência de limites físicos. Eles insistem, com uma delicadeza quase sagrada, em transcender um pouco mais a linha do novo.
Testemunhar Wembanyama não é testemunhar a execução de um nível técnico altíssimo apenas, é assistir à geometria do espaço se dobrar à vontade de um menino que enxerga como uma tela em branco prestes a receber a sua primeira pincelada do novo, do não dito, do não posto, do não combinado, do não feito.
O camisa 1 de San Antonio é o escultor do invisível, o arquiteto do impossível. Apenas mãos compridas como as suas para comandar a revolução de um homem só. Ou melhor, a revolução de uma ideia. Ideia essa, que se eu dissesse entender por inteiro, mentiria. Mas sei que ela existe e reivindica seu espaço. Por essa ideia em ação existir, onde vemos espaço ocupado, ele descobre brechas que só um idealizador é capaz de ver. Assim, ele não ocupa a quadra — ele a habita por inteiro, desenhando contornos de uma beleza que flerta perigosamente com o divino e com o profano ao mesmo tempo.
Victor Wembanyama nos presenteia com o privilégio raro do espanto: a sensação de olharmos para a quadra e não sabermos, de fato, o que o próximo segundo nos reserva. isso só poderia vir de quem trata o jogo com a solenidade de um ritual e a leveza de uma brincadeira infantil. Ele presenteia o basquete com o encantamento e a certeza de que a beleza ainda é a linguagem mais forte do esporte. Ele devolve o que o basquete dá por natureza: o mistério.
Wembanyama não veio para marcar uma época - até porque, um revolucionário se apoia nas marcas de quem já veio, mas tem por sina o apetite pelo passo não dado -, veio para libertar o basquete de suas próprias amarras. A prova de que a grandeza não se mede por dominar as valências do jogo, e sim pelo quanto você é capaz de transformá-las em arte. Ele é a natureza humana materializada, dedicada a teimar em se apaixonar por sua própria paixão, fazendo dela a coisa mais importante do universo. Fazendo dela o caminho não posto para sermos o que quisermos ser.
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💣 | Luís Eduardo Colinski, o Piá (2005) deixa o Sesi Franca e reforçará o Rio Claro na disputa da Liga Ouro!
Piá nessa edição da LDB teve médias de:
10 PPJ | 3.3 RPJ | 2.5 AST | 9.9 EFI
Piá foi bastante sondado na última janela de transferências.. 👀
Enfim, seguimos firmes e fortes na criação de conteúdo, mas dando as devidas atenções onde precisam ser dadas!
No que confere Estudar NBA:
— Aprofundar em tipos de conteúdo
— Entender os times, os jogadores
— Conhecer estatísticas avançadas
— ASSISTIR JOGOS
— Estruturar meu Banco de Dados e Dicionários
— E isso aqui 👇
Final de ano está chegando e o mercado de transferências da base está chegando, porém, vou optar em focar na minha IC (Iniciação Científica), estudar NBA e além que meu trabalho não para, afinal eu entrei faz pouco tempo, então, não estaremos disponíveis para fazer anúncios!
Feliz pelo movimento das atletas femininas na NCAA, além de aumentar em número, conseguiram renovar a geração antiga (Nicoletti, Iza Varejão, etc).
Confesso que nao conheço sobre Ana Luiza, Paula, Bruna e Bianca, vou buscar, se alguém também puder compartilhar infos eu agradeço!
Mas, por outro lado, as bolas de 3 são o que mantem a equipe dos Kings no jogo e o talento individual dando conta do recado, principalmente com Malik Monk atuando como ótima peça de engrenagem levando a bola, confiante nos arremessos e agressividade vindo do banco
Na minha visão, Dallas consegue mais profundidade nos ataques principalmente na movimentação dos jogadores sem a bola o que eventualmente faz a defesa dos visitantes ficar mais envolvida, além dos jogadores maiores serem mais físicos em relação aos de Sacramento.
Boa vinda do banco de Zach Lavine hoje também, profundidade no contra-ataque que a equipe precisava e não havia encontrado em muitas posses retomadas!
gostando muito da partida do Malik Monk até aqui, puxando o ataque do Kings com muita agressividade e gerando jogo no PnR.
Deu outra cara pro time!
Ataca o espaço e busca o aro sempre que consegue com muita inteligencia sempre que consegue vantagem no garrafão!







