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Economista. Doutor pela UnB e Mestre pela UFF. Escrevo sobre macroeconomia, financiamento do desenvolvimento e os impasses estratégicos da esquerda.

Brasília
Joined June 2019
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O primeiro passo é reconhecer que a revolta do povo contra o sistema é legítima. Precisamos dar a direção correta à raiva popular. Os eleitores de Flávio Bolsonaro não são nossos inimigos. Não caiam nesse papo. Além de um erro de análise, é uma estupidez eleitoral. Precisamos mostrar que um governo Flávio Bolsonaro significaria a destruição do país. Mas precisamos compreender que, para quem já não enxerga nenhum futuro, a ameaça de destruição pode não assustar. Há quem pense: se minha vida já está uma merda e não tenho nenhuma perspectiva de melhora, que se dane, que esse presente horroroso seja logo destruído. Por isso, precisamos ouvir o povo, compreender sua revolta e disputar sua direção. E precisamos cobrar que a campanha do presidente Lula mude de rumo. Alertar sobre a destruição é necessário, mas insuficiente. Precisamos oferecer ao povo um futuro pelo qual valha a pena lutar, e não apenas um presente que ele deva defender. Nem tudo é sobre a comunicação.
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Figuras como Dario Durigan, atual ministro da Fazenda e ex-funcionário da Meta, parecem não aprender nada com a experiência recente. O ajuste fiscal do governo Lula 3 foi o que derrubou a popularidade do governo, que chegou enfraquecido na campanha e conseguiu virar o jogo combatendo o "tesouraço" de Flavio Bolsonaro. Como é que depois de eleito figuras como essa propõem fazer exatamente o que vai na contramão da lição que aprendemos?
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Não sei se vocês viram isso, mas o PSOL foi o partido de esquerda que mais cresceu proporcionalmente em votos para deputado federal nesta eleição: 37,9% de crescimento, quase 1,5 milhão de votos a mais que em 2022! A Federação PSOL/Rede também superou a cláusula de barreira com enorme folga: mais de 2,7 milhões de votos acima do mínimo nacional e mais de 4,3 milhões de votos excedentes, somando os nove estados em que cumpriu a exigência territorial. Os números mostram a dimensão do crescimento eleitoral do PSOL em 2026!
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O PSOL superou a cláusula de barreira com enorme folga. Agora é hora de apresentar os dados e revelar os bastidores dos ataques que o partido sofreu durante o segundo turno da eleição presidencial. A Federação PSOL/Rede conquistou 5,56 milhões de votos para deputado federal nas eleições de 2026, um crescimento de 924 mil votos (+19,9%) em relação a 2022. Elegemos 15 deputados federais e alcançamos 4,89% dos votos válidos nacionais, quase o dobro dos 2,5% exigidos pela cláusula de barreira. Isso significa que tivemos mais de 2,7 milhões de votos acima do mínimo necessário! A segunda exigência é territorial: alcançar pelo menos 1,5% dos votos válidos em nove estados. Também cumprimos essa regra. Somando os votos que ultrapassaram o mínimo exigido em cada um desses nove estados, chegamos a mais de 4,3 milhões de votos excedentes! Evidentemente, esses votos não podem ser transferidos de um estado para outro, mas o número ajuda a dimensionar a votação da federação. É justamente aí que entra a questão do Espírito Santo. Enquanto em São Paulo tivemos mais de 2,7 milhões de votos acima do mínimo estadual, no Espírito Santo nossa margem foi de apenas 881 votos, considerando o critério de arredondamento do TSE. Essa disparidade exige uma discussão séria sobre a tática eleitoral e a distribuição dos recursos. Como todos puderam acompanhar nas redes sociais, durante a campanha houve setores que defenderam publicamente a concentração de ainda mais recursos em uma deputada de São Paulo, que já havia recebido mais recursos do PSOL do que qualquer outra candidatura naquela eleição e em toda a história do partido. Enquanto isso, o Espírito Santo precisava de um esforço relativamente pequeno para assegurar o cumprimento da cláusula de barreira. Os números levantam uma questão interessante: até que ponto o aperto no Espírito Santo foi consequência das pressões públicas que influenciaram as decisões sobre a distribuição dos recursos eleitorais? E será que a defesa da concentração de ainda mais recursos em São Paulo, onde já sabíamos que teríamos milhões de votos acima do mínimo exigido, enquanto o Espírito Santo precisava de tão poucos votos para assegurar o cumprimento da cláusula, foi realmente motivada pela preocupação dessas pessoas em ajudar o PSOL? Agora vem uma história que vai deixar muita gente de queixo caído. O arredondamento de percentuais não foi nenhuma novidade criada pelo TSE para beneficiar o PSOL. Trata-se de um procedimento elementar, previsto na norma ABNT NBR 5891:2014, que vem sendo utilizado pelo Tribunal desde as eleições de 2018, inclusive nos casos do PV e do Avante. A regra é simples: ao arredondar para uma casa decimal, percentuais superiores a 1,45% passam a ser considerados 1,5%. Portanto, os 1,4912% obtidos pela Federação PSOL/Rede no Espírito Santo estavam acima do limite necessário para o arredondamento. Apesar desses precedentes, em plena campanha do segundo turno pela reeleição do presidente Lula, o ataque veio de onde menos esperávamos: o grupo político liderado pelo ministro Guilherme Boulos passou a defender publicamente uma interpretação contrária à posição sustentada pelo PSOL e ao critério do TSE. Integrantes do grupo passaram a afirmar que o PSOL não havia cumprido a exigência, difundindo essa tese nas redes sociais e mobilizando a imprensa para ampliar sua repercussão. O mais grave é que essa atuação, além de desviar o foco da campanha presidencial mais importante da nossa história, alimentava a narrativa de que o PSOL havia fracassado eleitoralmente. E havia um risco político e jurídico ainda maior: oferecer ao próprio ministro Nunes Marques, indicado ao STF por Jair Bolsonaro, o argumento de que até mesmo um grupo importante do PSOL reconhecia que o partido não havia cumprido a cláusula de barreira. Essa contradição interna poderia ser explorada para enfraquecer a posição defendida pelo partido perante o Tribunal. Felizmente, o entendimento favorável ao arredondamento acabou sendo confirmado por unanimidade pelo TSE, inclusive com o voto de Nunes Marques, reforçando a segurança jurídica da tese sustentada pelo PSOL e contrariando o argumento defendido pelo grupo de Boulos. Naquele momento, preferimos não aprofundar a polêmica. O partido se uniu e tomou uma decisão da qual sinto muito orgulho: a reeleição do presidente Lula era mais importante do que a defesa do próprio PSOL, mesmo quando o partido estava sendo atacado por um grupo político diretamente liderado por um ministro do próprio governo. Deixamos os ataques do grupo de Boulos sem resposta e, em vez de gastar tempo e energia nos defendendo, fomos às ruas e participamos ativamente da virada eleitoral. Vale lembrar que Janones é filiado à Rede, partido que integra a federação com o PSOL. A decisão da Federação PSOL/Rede de ignorar o grupo liderado por Boulos foi correta. Diante de uma eleição presidencial tão decisiva, optamos por não alimentar disputas internas que pudessem prejudicar a campanha, mesmo que o silêncio pudesse ferir de morte o próprio PSOL. Temos prioridades e responsabilidades que vão muito além das disputas partidárias, especialmente com o povo mais pobre e sofrido deste país. Agora, com a vitória de Lula garantida e o julgamento concluído, é hora de apresentar os números, recuperar os acontecimentos e discutir as responsabilidades políticas. Precisamos avaliar o papel desempenhado pelos diferentes setores e quadros do partido durante a campanha.
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Boa sorte pro PT com esse povo lá.
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Bella, a Federação PSOL/Rede conquistou 5,56 milhões de votos, cresceu quase 20% em relação a 2022 e superou o mínimo nacional da cláusula de barreira por mais de 2,7 milhões de votos. Somando os excedentes nos nove estados em que cumprimos a exigência territorial, foram mais de 4,3 milhões de votos acima dos mínimos estaduais! Sobre a cláusula de barreira, o TSE já aplicava o critério técnico de arredondamento desde as eleições de 2018, inclusive nos casos do PV e do Avante, com fundamento nas normas da ABNT. Era um entendimento com precedentes consolidados no Tribunal, conhecido pelo PSOL e que fundamentava o reconhecimento do cumprimento da cláusula. Mas o ataque veio justamente de onde menos esperávamos: do seu grupo no PSOL, liderado pelo ministro Guilherme Boulos. Em pleno segundo turno presidencial, vocês foram às redes sociais afirmar que o PSOL não havia superado a cláusula de barreira, contrariando a posição defendida pelo próprio partido e respaldada pelos precedentes do TSE. Alimentaram a narrativa de que o PSOL havia fracassado eleitoralmente em plena campanha pela reeleição de Lula. E o mais grave: vocês ainda ofereceram ao ministro Nunes Marques, indicado ao STF por Bolsonaro, a possibilidade de usar as declarações de um grupo do próprio PSOL como argumento contra o partido no julgamento da cláusula de barreira. Imaginem o risco de um ministro indicado por Bolsonaro alegar que nem mesmo integrantes do PSOL reconheciam que o partido havia cumprido a exigência! Ontem, o TSE reconheceu por unanimidade que o PSOL/Rede cumpriu a cláusula de barreira, inclusive com o voto de Nunes Marques. A decisão confirmou a aplicação do arredondamento ao caso do Espírito Santo e contrariou frontalmente a posição que vocês haviam defendido publicamente. Durante o segundo turno, optamos por não responder aos ataques. Nossa prioridade era derrotar a extrema direita e reeleger Lula. Agora, com a eleição encerrada e o julgamento concluído, é hora de discutir as responsabilidades políticas. Vocês precisam explicar por que, em plena campanha presidencial, foram às redes sociais afirmar que o PSOL não havia superado a cláusula de barreira, quando o próprio partido defendia o contrário na justiça com fundamento nos precedentes do TSE.
Graças ao TSE, ao bom senso, e a militância Revolução Solidária que segurou o partido mesmo diante de perseguição política interna, o PSOL/Rede superaram a cláusula de barreira no Brasil ☀️ Fico feliz pelo PSOL ter superado a cláusula de barreira, pois é um partido de esquerda com uma militância aguerrida e parlamentares incríveis. A superação da cláusula se deu a partir de uma decisão do TSE que arredondou os resultados do Espírito Santo, onde o partido fez pouco menos que 1,5% dos votos. Fazer 1,5% dos votos em MG nunca foi um problema, mas mesmo assim a militância da Revolução Solidária ajudou a segurar o partido ajudando na montagem da chapa e na burocracia interna. A perspectiva do PSOL, inclusive, era ampliar as cadeiras aqui no estado em 26. Infelizmente, isso não aconteceu pois numericamente o número de cadeiras segue sendo o mesmo, continua com apenas uma cadeira estadual, Iza Lourença, e outra federal, Duda, que veio do PDT.. Antes do pleito eleitoral o PSOL estava com 2 deputadas federais. A movimentação sectária do PSOL, de violência política, aniquilamento interno e escolhas equivocadas, o fez perder a mim, deputada orgulhosamente LGBT+ e de luta, e a não eleger Célia Xakriaba, mulher indígena importantíssima para o Brasil. Pior que isso, se o PSOL/REDE tivessem federado ao PT/PCdoB/PV como eu defendia, teríamos no mínimo mais 10 deputados federais de esquerda eleitos no Brasil ajudando o presidente Lula a governar. Pelo menos mais 1 em Minas Gerais. Eu saí do PSOL grata por toda história que construí ali. Por divergência política e com o sentimento de que estava sendo tratada como inimiga interna após 10 anos de dedicação ao partido, por defender a federação com o PT/PCdoB/PV. O resultado das eleições para o Brasil, a correlação de forças no congresso, mostra que eu estava certa. Agora, teve gente que sempre falou mal do PSOL e agora quer beber a garrafinha da coerência. A essa pessoa, eu desejo paz no coração e melhor uso do seu tempo enfrentando a extrema direita no Brasil.
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Uma mensagem aos colegas economistas do Rio de Janeiro que me acompanham aqui no X. Começam HOJE, 28 de outubro, as eleições do Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro (Corecon-RJ), que vão até o dia 30 de outubro, às 20h! Estou concorrendo como conselheiro pela Chapa 3 — Reconstrução e queria aproveitar para pedir o voto e o apoio de vocês! Estou nessa disputa ao lado de colegas que admiro, com diferentes trajetórias acadêmicas, profissionais e de luta em defesa da nossa categoria. Acredito que precisamos de um Corecon-RJ mais forte, democrático e próximo dos economistas, que valorize nossa profissão, defenda nossos interesses e amplie os espaços de participação da categoria. Também acho que os economistas precisam ter muito mais voz nos grandes debates sobre os rumos da economia do Rio de Janeiro e do Brasil. Temos muito a contribuir para as discussões sobre desenvolvimento econômico, emprego, investimentos públicos e desigualdade. E o Conselho pode ter um papel muito mais ativo nisso. Quero apresentar brevemente os colegas que estão comigo nessa chapa: Arthur Koblitz: meu colega de BNDES, doutor em Economia pela UFRJ e representante eleito dos funcionários no Conselho de Administração desde 2021. Foi presidente, vice-presidente e diretor executivo da AFBNDES. Thais de Jesus Custódio: economista pela UERJ, mestra pela UFRRJ e doutoranda pela UFF. É cofundadora e diretora da Rede de Economistas Pretas e Pretos (REPP) e militante do Movimento Negro Unificado (MNU). Fernando D'Angelo Machado: mestre em Economia pela Unicamp, especialista em Gestão de Energia pela COPPEAD/UFRJ e Analista de Pesquisa Energética da EPE. É dirigente sindical e conselheiro do Corecon-RJ desde 2021. Gustavo Teixeira Ferreira da Silva: doutor em Economia pela UFF e mestre pela UFRGS. Pesquisador na área de financeirização e desenvolvimento, superintendente financeiro da Gestora de Ativos S.A. e ex-assessor da ENBPar. Antônio dos Santos Magalhães: economista e bacharel em Direito, aposentado de Furnas. É conselheiro fiscal da ASEF e do SINTERGIA-RJ e foi presidente do Corecon-RJ em 2024 e 2025. Sidney Pascoutto da Rocha: economista pela UFRRJ, aposentado da Eletrobras, ex-professor e dirigente sindical. Foi presidente do Corecon-RJ e do Cofecon e é conselheiro efetivo do Corecon-RJ. João Manoel Gonçalves Barbosa: economista com pós-graduação pela FGV e curso de mestrado pela Unicamp. Trabalhou por 40 anos nas Indústrias Nucleares do Brasil. Foi presidente do Corecon-RJ, dirigente do SINDECON-RJ e vice-presidente do Cofecon em 2025 e 2026. E eu, David Deccache, economista do BNDES, doutor em Economia pela UnB e mestre pela UFF. Fui assessor econômico na Câmara dos Deputados de 2017 a 2025, atuando nos debates sobre política fiscal, desenvolvimento econômico e políticas públicas. Como podem ver, temos uma chapa com gente de diferentes gerações, formações e experiências, mas com muita disposição para fortalecer o Conselho e ampliar a participação dos economistas na sociedade. A votação vai de 28 a 30 de outubro, até as 20h. É inteiramente on-line, pelo site: votaeconomista.org.br Também é possível votar utilizando a conta Gov.br. Peço aos colegas economistas do Rio de Janeiro que participem da eleição e nos deem essa oportunidade de contribuir para o fortalecimento da nossa profissão. Conto muito com o voto e o apoio de vocês! Chapa 3 — Reconstrução!
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O PSOL tá vivo, pq a esquerda está viva. Em Minas e no Brasil. E Duda representa demais essa força! Orgulho desse partido.
Para a corrente e pessoas que tentaram matar o PSOL em Minas , tenho 3 recados : 1) Em 2026 o PSOL- MG conquistou a maior votação de sua história, aumentando mais de 60% de votos em comparação a eleições anteriores 2) Essa votação ajudou o PSOL nacional a superar a cláusula de barreira 3) Nos próximos anos estaremos maiores ☀️
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PROBLEMA DA CLÁUSULA DO PSOL RESOLVIDO! Justiça usa regra de arredondamento e decide que o desempenho do PSOL garantiu a cláusula.
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Para quem perguntou, não terá bolo na comemoração.
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Posição necessária do @jonesmanoel_PE. Precisamos expandir direitos e benefícios, não reduzir.
Vencemos a eleição contra Flávio Bolsonaro denunciando o tesouraço que ele queria fazer. Acabou a eleição e o Brasil 247 - mídia petista e com ligação com Bets - defende fazer um tesouraço, trair a força das ruas e atacar salário mínimo, aposentadoria, BPC, saúde e educação. É a fórmula mágica para jogar a popularidade de Lula IV no chão. E governo sem popularidade com esse Congresso, não termina o mandato! brasil247.com/blog/ajuste-fi…
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Muita gente nos bastidores dizendo que Tarcísio e Michelle trabalharam juntos pela derrota de Flávio Bolsonaro. Cacete, na extrema-direita é cobra comendo cobra...
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Tão corajoso com idosos, né?
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Pois é, até eu comecei a duvidar de tanto que eu lia esse cara cravar o resultado. Fica a lição.
O cientista político Alberto Carlos de Almeida exagerou no marketing, entupiu a gente de previsões de derrota do Lula e agora está se dizendo feliz com o resultado. Era pra rir, mas dá pena. Espero que o SUS cuide bem das fraturas na reputação que se impôs a si mesmo
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O engraçado é agora ler uma porrada de gente da extrema-direita dizer que foi um erro colocar um miliciano pra concorrer com o Lula e que qualquer outro que não o Flávio ganhava ahahaha. Porra, aí do lado de vcs só tem vagabundo e miliciano, então engole o choro e aceita.
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Lula porra!
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LULOU PORRA!!! LUGAR DE MILICIANO É NA CADEIA!!!
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Lula uniu a família brasileira. Vai unir até a família Bolsonaro. Em breve, o filho vai morar com o papai. Não foge não, Flavinho, agora fica.
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Meu vizinho bolsonarista tá batendo com a cabeça na parede com muita força e gritando de dor, devo chamar o SAMU?
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As autoridades devem agir URGENTEMENTE contra os deputados bolsonaristas que estão anunciando um golpe. Estão planejando algo pior que o 8 de janeiro. E estão avisando publicamente isso. Não podem deixar essa gente solta colocando a vida de milhares de pessoas em risco.
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Os deputados bolsonaristas que estão anunciando um golpe querem fazer companhia ao Bolsonaro pai nos próximos anos ou é impressão minha?
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