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Já acompanhei muitas eleições desde os anos 90, mas nunca percebi entre os que trabalham e produzem riqueza, e não vivem de benefícios do Estado, um sentimento como o de hoje.
É uma mistura de “já era”, “perdido por um, perdido por cem” e “que o país se exploda”.
Já pensei muito nisso tb. Mas acho que eles dariam um jeito de comprar os votos de alguma forma.
Ainda continuo acreditando que o melhor sistema eleitoral é o americano. Nesse sistema, não é possível, por exemplo, que o Nordeste decida as eleições.
No Brasil, o presidente é eleito pela soma dos votos válidos de todo o país. Não importa onde esses votos estejam concentrados. Para a eleição presidencial, o Brasil funciona como um único distrito eleitoral.
Nos Estados Unidos, a lógica é diferente.
O presidente é escolhido por um Colégio Eleitoral, no qual cada estado possui um número de delegados determinado por sua representação no Congresso Nacional.
Isso significa que a eleição presidencial americana não considera apenas o tamanho da população, mas também a importância institucional dos estados que compõem a Federação.
E essa diferença traz vantagens importantes.
A primeira é a valorização do federalismo. Os estados não são tratados apenas como divisões administrativas de um território, mas como integrantes da Federação, com participação própria na escolha do presidente.
A segunda é a garantia de representação mínima aos estados menos populosos. Embora os estados maiores tenham mais delegados, os menores também possuem um peso institucional assegurado, independentemente de seu tamanho.
A terceira é a importância da distribuição geográfica do apoio eleitoral. O sistema cria incentivos para que os candidatos construam coalizões capazes de conquistar estados com características econômicas, sociais e culturais distintas.
A quarta é a descentralização da disputa presidencial. Em vez de uma única apuração nacional determinar diretamente o vencedor, a eleição é decidida pela combinação dos resultados estaduais.
E aqui está o ponto mais interessante.
No Brasil, um candidato pode conquistar a Presidência graças a uma vantagem expressiva em determinadas regiões, mesmo sendo derrotado na maioria dos estados.
No modelo americano, o resultado depende da distribuição dos votos entre as unidades federativas e do peso eleitoral de cada uma delas.
É uma concepção de representação que reconhece não apenas os cidadãos individualmente, mas também os estados como componentes fundamentais da organização política do país.
O princípio é simples: em uma Federação, a escolha do presidente pode refletir não somente a vontade da maioria nacional, mas também a participação institucional dos estados que a constituem.
Essa é uma das grandes virtudes do sistema americano: valorizar o equilíbrio federativo e dar aos estados um papel efetivo na escolha de quem governará toda a nação.
Se esse sistema fosse utilizado aqui, esse seria o resultado das três últimas eleições. Vejam que a "vantagem" não muda somente nas eleições que perdemos, mas sobe no geral. O Brasil é um país com predominância territorial da direita tendo seu futuro decidido pela concentração numérica da esquerda em determinados estados.
Gustavo Passaia retweeted
CONCORDO HADDAD, DIREITA FARÁ NEGÓCIOS COM DIREITA E PETISTA QUE FAÇA EXCLUSIVAMENTE COM PETISTA.
SEM ANISTIA! 👍
Uma coisa que solucionou diversos problemas.
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O tipo de chamada que em 2012 funcionava bem pra caralho. Hoje não clico nem sob tortura.
🚨ATENÇÃO! OLHA O QUE EDUARDO BAPTISTA ME DISSE SOBRE O TIME DO INTER youtu.be/oMRqdZrhe9c?si=4_iO…
Tem que se falar do Renatoball. Ele empilha atacantes de modo absurdo. E toca o foda se. Invariavelmente em jogos assim, da certo.
O Max tem tanta sorte que lembra muito o Portalupi que recebeu no colo uma libertadores. Hoje quase cai no colo a corrida de novo. Menos mal que dessa vez não foi.
Gustavo Passaia retweeted
todo filho da puta constrói sua régua moral na linha do que considera as piores imoralidades do adversário político
"ok foi uma mentirinha, mas olha essa mentira aqui do fulano de tal..."
"ok pode ter uma corrupção aqui, mas e nesse caso aqui que o fulano também está envolvido..."
é uma completa psicopatia. uma persona política construída com base na afetação de indignação por determinado comportamento, mas oq realmente torna esse comportamento imoral é que não foi feito por seu lado político. toda uma visão de bem e mal baseada na conveniência política
enfim. que vida triste. uma pena da familia que convive com esse tipo de cinismo cujo caráter nunca chegou a se desenvolver
Isso seria o ideal. Mas na próxima troca de treinador os procurados serão os mesmos.
Replying to @NandoJRocha
Teve um colorado que escreveu no X e concordo com ele: O Eduardo Baptista foi o único a ter brio para pegar essa barca furada. Portanto, sido o escolhido, nos resta apoiar. E os demais (Zebeldia, Ventura, Barbieri), que nunca mais sejam cogitados!
Se tu pegar qualquer entrevista dele e, aleatoriamente, escolher qualquer jogo vai ver que a entrevista se encaixa perfeitamente. Sempre igual, mesmo discurso, mesmo tom.
É bem isso. Um time mentalmente muito fraco. Isso faz toda a diferença.
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Eu, ha alguns dias comecei a questionar tb. O trabalho do Abel parece muito fraco












