
Christian - PhD in Political Science - Content Director @standwithusbr - International Politics • Religion • Jewish-Christian relations ✡️✝️
São Paulo, Brasil
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A warm welcome to all my new English-speaking followers! 🇧🇷🇮🇱
I’m the Content Director at @StandwithusBr and regularly write for @TimesofIsrael about Christian Zionism, antisemitism, and Jewish-Christian relations.
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Igor Sabino retweeted
Nesta quarta-feira (28), Igor Sabino, doutor em Ciência Política e diretor de conteúdo da StandWithUs Brasil, concedeu entrevista ao SBT Brasil para analisar os cenários após as eleições israelenses. Ele explicou os desafios para a formação de uma maioria parlamentar, as possíveis alianças entre a oposição e os partidos árabes e a possibilidade de novas eleições diante das dificuldades para estabelecer um governo estável.
Igor também destacou a importância de uma eventual mudança política para a imagem internacional de Israel e para a tentativa de superar as divisões internas da sociedade israelense após o 7 de Outubro.
Assista à entrevista!
Igor Sabino retweeted
Na última semana, o papa Leão XIV recebeu no Vaticano uma delegação do American Jewish Committee, liderada pelo CEO Ted Deutch. No encontro, declarou que a Igreja não tolera o antissemitismo e o combate em razão do próprio Evangelho, e reafirmou o legado da declaração Nostra Aetate, que completa 61 anos hoje.
Promulgada em 28 de outubro de 1965, durante o Concílio Vaticano II, a Nostra Aetate marcou uma virada histórica. Durante séculos, os judeus foram acusados de serem coletivamente culpados pela morte de Jesus, uma ideia usada para justificar perseguições, expulsões e massacres. O documento rompeu com isso: afirma que a morte de Jesus não pode ser atribuída a todos os judeus daquela época nem aos judeus de hoje, e que os judeus não devem ser apresentados como rejeitados ou amaldiçoados por Deus.
A declaração também lembra que Jesus, sua mãe e os apóstolos eram judeus, reconhece o patrimônio espiritual comum entre judeus e cristãos e condena o ódio, as perseguições e as manifestações de antissemitismo, em qualquer época e venham de quem vierem.
Num momento de crescimento do antissemitismo em todo o mundo, gestos como esse são importantes. O combate ao ódio contra os judeus exige o compromisso de líderes de todas as fés.
Via: Vatican News
Imperdível!
🚨 DAQUI A POUCO
Às 10h, @AndreLajst, direto de Tel Aviv, entra ao vivo junto com Samuel Feldberg, @caioblinder e @FMouraBrasil em um episódio especial do podcast Levante. Eles vão discutir os últimos desdobramentos das eleições em Israel 🇮🇱. Assista!
youtube.com/live/SWju09PCuYk…
Ser sionista não é ser anti-árabe. Pelo contrário e as atuais eleições em Israel 🇮🇱 deixam isso claro.
2 milhões de árabes são cidadãos israelenses e, pelos resultados preliminares das urnas, conseguiram 19 cadeiras no parlamento.
Ou seja, serão decisivos para a formação de um novo governo!
Há 8 anos, 11 judeus foram mortos enquanto rezavam numa sinagoga em Pittsburgh.
O atirador citava João 8:44 para chamá-los de “filhos do Diabo”.
Usar as palavras de Jesus, um judeu, para justificar o assassinato de judeus é anticristão.
Emocionante ver a mobilização dos eleitores árabes em Israel 🇮🇱 e dos israelenses como um todo. Viva a democracia!
🇮🇱 Mais de 2 milhões de árabes vivem em Israel e participam da vida política do país. Alguns chegaram até a ir votar de camelo!🐪
E sabe o que é curioso? Mesmo sendo um Estado judeu, Israel tem um partido islamista disputando as eleições: o Ra’am.
No Egito 🇪🇬, por exemplo, a Irmandade Muçulmana é proibida.
Uma diferença interessante, não? 🤔
Igor Sabino retweeted
A atriz israelense Gal Gadot, conhecida mundialmente por interpretar a Mulher-Maravilha, votou hoje (27) nas eleições parlamentares de Israel e aproveitou a ocasião para incentivar outros cidadãos a exercerem seu direito democrático. Em Israel, o voto não é obrigatório.
Em um vídeo nas redes sociais, Gadot aparece na cabine de votação e convida os israelenses a participarem do processo eleitoral, destacando a importância de cada cidadão escolher livremente quem acredita ser a melhor opção para representar suas convicções.
Para Gadot, as eleições representam uma oportunidade de os cidadãos influenciarem os rumos do país. A atriz falou dos anos difíceis vividos por Israel desde os ataques terroristas de 7 de outubro de 2023, marcados por perdas, medo e incertezas. Também mencionou o antissemitismo enfrentado por comunidades judaicas ao redor do mundo.
Apesar das dificuldades, Gal Gadot demonstrou confiança na capacidade da sociedade israelense de construir um futuro com mais segurança, esperança e disposição para o diálogo e a cooperação.
Em uma democracia, participar é um direito e também uma forma de contribuir para o futuro da sociedade.
Via: The Times of Israel
✡️ Judeus
✝️ Cristãos
☪️ Muçulmanos
E muitos outros grupos étnico-religiosos são cidadãos de Israel e estão indo hoje às urnas.
Oro para que os resultados contribuam para a paz e a justiça entre israelenses e palestinos! 🙏🏻
🇮🇱🕊️🇵🇸
Como já era de se esperar, os parabéns do Hamas à reeleição de Lula vieram rápido!
Não dá para defender solução de dois Estados sem classificar o Hamas como o grupo terrorista que ele é.
english.palinfo.com/news/202…
Pois é!
O Hamas, grupo terrorista responsável pelo massacre de 7 de outubro, parabenizou Lula pela vitória nas eleições brasileiras.
Em nota oficial, o grupo elogiou suas posições e manifestou confiança na continuidade de sua política externa.
O apoio à causa palestina é legítimo. Mas o elogio vindo de uma organização terrorista que massacrou civis israelenses deveria, no mínimo, provocar uma reflexão sobre os sinais que a diplomacia brasileira transmite ao mundo.
english.palinfo.com/news/202…
A Jordânia 🇯🇴 realizou ataques contra alvos na Síria 🇸🇾 em resposta ao ataque contra uma igreja, que deixou nove mortos e vários feridos.
Quando Israel 🇮🇱 fez o mesmo para proteger os drusos e cristãos que estavam sendo massacrados no país vizinho o mundo inteiro condenou. 🤷🏻♂️
A woman wearing a MAGA hat gave a Nazi salute to a Jewish man during Brazil’s elections.
When told he was Jewish, she replied: “Even worse.”
Antisemitism knows no political boundaries. Jews everywhere should be concerned.
blogs.timesofisrael.com/a-vo…
Subscrevo!
NOTA PÚBLICA
Repúdio à queima da bandeira de Israel em ato no Rio de Janeiro
A StandWithUs Brasil repudia veementemente a queima da bandeira de Israel durante ato realizado no Rio de Janeiro na noite deste domingo (25), em comemoração ao resultado do segundo turno das eleições. Segundo vídeo que circula nas redes sociais, o gesto foi acompanhado da mensagem “Fora Israel das terras palestinas”.
Criticar governos e políticas de Israel é legítimo, como em relação a qualquer país. Queimar sua bandeira, porém, não é crítica: é um ataque ao símbolo do Estado e do povo israelense. É uma conduta que expressa a rejeição à própria existência de Israel. Negar ao povo judeu o direito à autodeterminação é uma forma de antissemitismo.
O gesto também contraria os princípios da política externa brasileira. A Constituição Federal, em seu artigo 4º, estabelece a autodeterminação dos povos, a defesa da paz e o repúdio ao racismo como fundamentos das relações internacionais do país, que há décadas defende a solução de dois Estados, com israelenses e palestinos vivendo lado a lado, em paz e segurança.
O antissemitismo é uma ameaça à própria democracia, e sua presença é um dos sinais mais claros de crise democrática. Deve ser combatido com firmeza, venha de onde vier e independentemente de lado político.
Manifestamos nossa solidariedade à comunidade judaica brasileira e a todos que defendem a paz no Oriente Médio.
StandWithUs Brasil
São Paulo, 26 de outubro de 2026.
Desde 2019 tenho usado minhas redes sociais para combater o antissemitismo. Mesmo não sendo judeu, decidi adotar essa bandeira como minha causa de vida e os motivos para isso são muitos. O principal deles está relacionado à minha fé cristã, não apenas pelo fato de Jesus ser judeu e condenar toda forma de racismo, mas também porque o cristianismo ao longo da história, infelizmente, teve um papel direto na propagação do ódio aos judeus.
No entanto, existe outro elemento que me motiva nessa luta: a defesa da democracia. Para muitos que me acompanham, eu sou um “isentão” ou coisa parecida simplesmente porque escolhi não declarar voto nem apoio a nenhum candidato nas últimas eleições. Porém, como já expliquei diversas vezes, essa é uma escolha proposital e que não vem do temor de me posicionar, tampouco da falta de convicções políticas claras. Muito pelo contrário.
Enquanto cristão e cientista político tenho opiniões claras e muito fortes sobre diversos assuntos importantes na política brasileira, bem como um viés ideológico. Considero-me de centro direita ou social democrata — embora tenha dificuldade com esses rótulos por vários motivos. Porém, decidi me abster de comentar sobre outras pautas e focar apenas no antissemitismo para ter liberdade de poder apontar e condenar o antissemitismo onde quer que ele se manifeste, sem ressalvas, seja na esquerda ou na direita.
E por que focar apenas nisso quando no Brasil há tantos outros problemas? Porque os judeus são como canários nas minas de carvão, um medidor do nível de oxigênio e da saúde democrática de uma sociedade. O que começa com os judeus não termina com eles e vemos isso em vários casos ao longo da história, não apenas na Alemanha nazista, mas também na ex-URSS, em diversos países do Oriente Médio e até mais perto, aqui na América Latina, na Venezuela, por exemplo.
É por isso que, independentemente de quem esteja no poder no Brasil, o meu compromisso permanece o mesmo: combater o antissemitismo e assim promover a democracia. Quem me acompanha há mais tempo ou leu meus livros sabe que nunca poupei críticas a Bolsonaro ou a Lula — e deixo claro que não busco fazer qualquer equivalência entre ambos — quando achei que erraram nesta pauta. Agora, não será diferente.
Não dá para proteger as minorias e combater o fascismo ignorando o sofrimento da minoria que mais foi afetada pelo pior regime fascista que já existiu na história recente.
Feliz de ver os esforços do Reino Haschemita da Jordânia 🇯🇴 para promover a liberdade religiosa. A Jordânia é um dos meus países favoritos do Oriente Médio!
Jordânia prende três suspeitos por ataque a igreja, diz agência
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