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missão do dia : levar o governo Lula para a ESQUERDA ⬅️

São Paulo, Brasil
Joined April 2013
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O tema da redação do ENEM 2026 sendo: “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal” Bolsonarista fazendo a prova: #Enem2026 VIVA O SUS
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O tema da redação do #Enem2026 é a valorização do Sistema Único de Saúde como direito universal. Lascou para o bolsonarista que odeia o SUS kkkkkkkk
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Lula é um fofo, presidente paizão querido, como não amar o nosso veinho?? #Enem2026 #LulaTetra2026 🇧🇷1️⃣3️⃣🌟❤️✊🏻😍👏🏻 – at Araucária, Brasil
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O tema da redação do Enem 2026 é "A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal". Tema excelente! Os negacionistas e inimigos do SUS estão automaticamente eliminados. #Enem2026
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🚨Presidente Lula exalta o tema do #Enem2026 sobre a valorização do SUS: "Viva o SUS. Patrimônio do Brasil, que vamos seguir protegendo e fortalecendo ❤️🇧🇷"
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Hoje começou o ENEM 2026. O Presidente Lula visitou o INEP e mandou um recado para todos os estudantes: "Vale a pena por você. Vale a pena pelo seu futuro. E vale a pena por que você deve saber o orgulho que sua mãe e seu pai estão tendo de você". BOA SORTE BOA PROVA #Enem2026
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Completamente curado com os Bolsonaristas tendo que dissertar sobre o direito universal do SUS obrigado inep obrigado Lula #Enem2026
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O tema da redação do ENEM 2026 sendo: “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”. BOLSONARISTAS VÃO TIRAR ZERO!!!!!!!!! #Enem2026
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Imagina ser bolsonarista, defender privatização do SUS, perder a eleição e para entrar na universidade ter que fazer uma redação sobre a valorização do SUS. Desde o dia 25/10, a vida tem sido assim kkkkk #Enem2026
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Tema da redação do #Enem2026 “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal.” MAIS UM ENTERRO PROS BOLSONARISTAS KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
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Malditos sionistas! A gente não tem um minuto de paz! Cadê Tabata Amaral? Corre defender seus genocidas de estimação! A BAHIA É DOS BRASILEIROS! Fora israelenses! Fora israel! #ItacareDosBrasileiros #MorroDeSãoPauloDosBrasileiros nitter.cf/fandomscomlula/status/…
Todos os pedaços de terra, dentro do território brasileiro, pertencem aos brasileiros e não iremos tolerar invasores nas nossas terras. Pedimos que use as tags: A BAHIA É DOS BRASILEIROS, #ItacareDosBrasileiros e #MorroDeSãoPauloDosBrasileiros
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Assassinos de crianças palestinas não podem entrar no Brasil!!!!! O Brasil não é quintal de Israel! #ItacareDosBrasileiros #MorroDeSãoPauloDosBrasileiros
URGENTE 🚨! Estamos com uma petição precisando de assinaturas, não iremos ser um país que aceita israelitas genocidas no nosso Brasil. Fora imigrantes israelitas, assine por gentileza 🚨 c.org/bYsScGmXmb
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BAHIA ESTÁ SOFRENDO TENTATIVA DE COLONIZAÇÃO DE ISRAELENSES! EXPLODAM: Mais um vídeo muito explicativo, dessa vez por lisiproenca que vale espalhar por aí! 🙌 FALEM SOBRE ISSO EM OUTRAS REDES: INSTAGRAM, FACEBOOK, TIKTOK, KWAI! #ItacaréDosBrasileiros @LulaOficial @ptbrasil @JanjaLula @govbr @ItamaratyGovBr @costa_rui @governodabahia @Jeronimoba13 @MPF_PGR @MPF_BA @oliviasantana65 @AndreJanonesMG @jonesmanoel_PE #IsraelensesCometemCrimesNoSulDaBahia #IsraelensesAtacamSoberaniaBrasileira
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O povo brasileiro precisa se unir, salvar Morro de São Paulo e Itacaré na Bahia.
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OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica. Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país. Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial. O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro. Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” . Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza. Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada. Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil. Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana. Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil? Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina. Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
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