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Wings - Venus and Mars (1975)
Duas coisas são evidentes: o quanto o Paul McCartney estava antenado nas tendências da época e, ao mesmo tempo, o quanto ele queria mostrar que ele conseguia fazer bem as suas músicas tradicionais dos Beatles na carreira solo.
disconomicon.wordpress.com/2…
Sim, com certeza. A música Cálice é sobre um copo.
Tem uma certa personalidade grande do youtube brasileiro de música (Duque Jingleteiro) que sempre foi difícil de engolir, por ele herdar tendências classissistas européias como padrão para qualidade musical. Isso não cola no Brasil; é só ouvir Afro-Sambas.
Ontem foi a claro, hoje é a @Brastemp. Pedi uma geladeira dia 28, entrega em ate 4 dia úteis. Hoje, sexto dia útil, e nada de geladeira. E sem atualizações com novos prazos.
José Esteves retweeted
and this is why music discourse is cooked on here
some of you think art is a popularity contest and parade ignorance around like it’s a virtue
José Esteves retweeted
Amanhã as 10h entrevistarei @mafra_maycon no Manhã Sobretudo para falar sobre esse fenômeno do pré-Carnaval que é o incrível jogo PAVILHÃO.
youtube.com/live/NhFZ45Rblpc
O link já está aqui, espalhem pras ruas, apareçam nos comentários, contem para seus amigos.
Eu posso achar todos esses obras primas rs
Menos King Crimson.
Se bem que One More Red Nightmare...
Quem diria que o post que eu dou uma nota boa pra Adele ia motivar mais raiva do que o post que eu dou uma nota ruim pra Taylor Swift.
Adele - 25
6/10
Tudo que eu disse anteriormente sobre a Adele se repete aqui, mas pior. As faixas populares são menos interessantes, as faixas desconhecidas são mais chatas. E mais, as que saem do molde são ridiculamente fora do molde. Water under the Bridge e Million Years Ago+
Muse - Drones
9/10
Se continuar assim, Muse vai entrar na minha lista de bandas preferidas. Mais um disco conceitual pesado, dessa vez sobre antimilitarismo, funciona não só na lírica, mas na musicalidade. O uso de sons eletrônicos transparecem o automático do pensamento militar+
Taylor Swift - 1989
4/10
O brutalismo é um gênero arquitetônico que se baseia na ideia de usar a estrutura como adorno sem escondê-la. Em todas as músicas do 1989, você percebe o roteiro exato das peças se encaixando. É mais mecânica do que arte. Mas se fosse bom, eu elogiaria.+
Da pra notar as influências: ela quis fazer algo pop, mas menos pop que o Red, com muito de Chamber pop e alt que estavam em alta na época. Ela só não tinha cacife para isso. E o lance das vozes como personagem dela cansa já na primeira. Fundamentalmente, um disco chato.+
Eu fiquei dividido entre dar 3 e 4. Ao mesmo tempo que tem Bad Blood - uma das piores músicas do século - e Shake it Off, tem How To Get the Girl e Clean, que são faixas legais. No final das contas, é mais um teste de paciência do que um álbum em si.
Correção de @sunnthecreator
Correção do @sunnthecreator : é a última música, Clean, e não Closer, que eu gostei no disco.
















