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Wall Street Journal expõe o regime brasileiro:
No Brasil, ao vencedor, a vingança política
Governo Lula mira o adversário derrotado Flávio Bolsonaro.
Por The Editorial Board (Conselho Editorial do WSJ)
28 de outubro de 2026, 17h44 (horário de Nova York)
Espera-se que os vencedores na política sejam magnânimos com os vencidos, mas no Brasil eles processam os derrotados. O presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva foi reeleito no domingo e, em questão de minutos, seu governo determinou que o líder da oposição, Flávio Bolsonaro, entregasse o passaporte.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, aliado de Lula, autorizou um pedido da Polícia Federal para apreender os documentos de viagem de Bolsonaro. Na terça-feira, Bolsonaro deixou o Brasil secretamente com a esposa e as filhas, atravessando a fronteira com a Argentina. Na quarta-feira, chegaram a Miami. Os EUA informaram ter concedido vistos à família, uma oferta justificável de proteção política.
Bolsonaro não foi acusado de nenhum crime. Mas tem bons motivos para acreditar que não teria um julgamento justo caso venha a ser. Lula disse, em um debate de campanha, que assim que Bolsonaro perdesse a imunidade parlamentar enfrentaria todo tipo de investigação. Lula escolheu o homem e prometeu encontrar o crime.
A decisão sobre se cabe um processo criminal contra um político federal é atribuição do procurador-geral da República. Mas Moraes tem o hábito de ampliar sua jurisdição quando isso convém a seus objetivos políticos.
O pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado no ano passado pelo Supremo, em uma votação tendenciosa de 4 a 1, por orquestrar uma tentativa de golpe contra Lula. Moraes era o relator do caso. O ex-advogado pessoal de Lula e um ex-ministro da Justiça de Lula, ambos indicados por ele, também votaram pela condenação.
O ministro Luiz Fux redigiu um voto divergente contundente, de 452 páginas, expondo as muitas formas pelas quais foi negado ao Bolsonaro pai o devido processo legal, incluindo a incompetência do tribunal e a falta de provas. Jair cumpre pena de 27 anos em prisão domiciliar.
Flávio Bolsonaro se junta a diversos jornalistas, blogueiros e formadores de opinião brasileiros dissidentes que optaram pelo exílio em vez de arriscar a prisão, nos anos desde que o Supremo anulou a condenação de Lula por corrupção, de 2017, e passou a censurar críticos.
Nos próximos quatro anos, Lula provavelmente indicará até quatro novos ministros para a Corte de 11 cadeiras. Caberá ao novo Senado brasileiro defender a integridade e a independência do Judiciário.
Países que passam da liberdade à autocracia seguem um caminho parecido: um demagogo vence nas urnas, se apodera do Judiciário e prende seus inimigos. Onde as instituições são fortes, o Estado de Direito pode sobreviver. Não está claro se o Brasil consegue.
Se for para fazer boicote, o melhor lugar para começar é na imprensa.
CANCELE qualquer assinatura de Folha, Globo, Estadão, etc..
Eles formam a linha de frente do regime.
Deixa eu ver se entendi: esse pessoal que nos chama de "nazista", "fascista" e "miliciano", agora está nas redes chorando,
por que a gente não quer mais comprar seus produtos e serviços?
Esse pessoal que defendeu censura, perseguição e criminalização da nossa posição política, e que se pudesse, nos eliminaria fisicamente, está reclamando por que não queremos mais gastar dinheiro com eles? É isso?
É o regime PT-Supremo-Centrão.
PT pede a Motta que PL fique de fora de bloco partidário na Câmara para isolar partido de Flávio Bolsonaro oglobo.globo.com/politica/no…
Uma comunistinha brasileira resolveu ir até um evento da TPUSA para ler um poema, escrito por ela, para comemorar o assassinato do jovem conservador Charlie Kirk.
Ela ainda falou, em tom de ameaça, que o representante do movimento de Kirk deveria usar uma proteção no pescoço.
O nome dela é Isa Casahuga.
Há vários pedidos para que o visto de estudante dela seja revogado.
Não é um caso isolado. Há milhares de posts e manifestações de esquerdistas comemorando a morte de Kirk e incentivando o assassinato de outros conservadores.
A esquerda quer nos censurar, nos prender e nos eliminar fisicamente, enquanto nos acusam de autoritários.
É assim no mundo inteiro, não só no Brasil.
IMIGRANTE BRASILEIRA CELEBRA EM “POEMA” A MORTE DE CHARLIE KIRK E CORRE AGORA RISCO DE DEPORTAÇÃO
Uma estudante da Universidade do Texas em San Antonio de origem brasileira e identificada como sendo Isa Casahuga lê com sorriso estampado no rosto um “poema” celebrando o ass4ssinato de Charlie Kirk durante um evento do @TPUSA no campus da instituição.
Casahuga ainda ameaça o host do evento, Christian Collins, dizendo que ele é muito corajoso de estar no campus sem uma “proteção no pescoço”
O discurso de ódio promovido pela imigrante vem gerando indignação nas redes sociais e muitos americanos já pedem à @UTSA sua expulsão e ao @ICE/@DHS pela sua deportação dos Estados Unidos.
A filha do ex-senador republicano já falecido John McCain, Meghan McCain desabafou:
“Ajude-nos a tornar a ISA CASAHUGA famosa. Garanta que, por onde ela passar, as pessoas saibam quem ela é.”
A posição de Tarcísio é vexatória.
Segundo o próprio, aconselhou Flávio a ficar no Brasil e a recorrer à Justiça Eleitoral. Na mesma entrevista, chamou de "intimidação" a ordem de entrega dos passaportes. Ora, se é intimidação, qual o sentido de ficar e se submeter a ela?
Nas mãos de Moraes, a prisão não depende de culpa ou inocência. Ficasse no Brasil, Flávio corria o risco concreto de acabar como o pai: preso e silenciado. Como faria oposição dessa forma?
Quanto aos questionamentos eleitorais, é certo que qualquer pedido de cassação da chapa de Lula será descartado, porque o establishment controla o Supremo. O mesmo destino terá qualquer questionamento sobre irregularidades e nulidades. É o caso da decisão de estender a votação em todo o país, tomada monocraticamente por Zanin, ex-advogado do Descondenado, contra o parecer do Ministério Público Eleitoral.
Alguém esqueceu? Em 2022, a coligação do PL foi multada em quase R$ 23 milhões por fazer exatamente esse tipo de questionamento. E Carlos Rocha, do Instituto Voto Legal, autor do relatório técnico que o embasou, acabou condenado a sete anos e meio de prisão por "tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito".
Tarcísio governa o estado com a maior economia e a maior população do país. Tem enorme peso político. Deveria usá-lo para encabeçar a campanha pelo impeachment de Moraes e contra a perseguição à direita.
Mas não me surpreende.
Em junho de 2023, poucos meses depois da eleição de 2022, lá estava ele em Lisboa, no convescote de Gilmar Mendes, num fórum que reuniu ministros do Supremo e do governo Lula. Diante da plateia togada, garantiu que o Brasil tinha "um Estado Democrático de Direito vibrante" e que o Supremo, guardião da Constituição, "vem funcionado muito bem nos últimos tempos".
Tarcísio se apresenta como o novo líder da direita. A direita permitida. Está aí para ocupar o lugar que já foi de Serra, de Aécio e de Alckmin, e encenar mais uma vez o Teatro das Tesouras.
A eleição para Senado no Alaska mostra como a esquerda é inescrupulosa em qualquer lugar do mundo
O controle do Senado americano pode ser decidido no Alasca. E a eleição no Alasca pode ser decidida por um homônimo.
Nesta quarta, o New York Times, que ninguém acusaria de simpatia pelos republicanos, publicou uma investigação baseada em entrevistas com 12 pessoas e dezenas de mensagens de texto. No verão de 2025, um funcionário da campanha da democrata Mary Peltola recebeu de assessores graduados uma instrução curiosa: encontrar o maior número possível de pessoas chamadas Dan Sullivan no Alasca.
Dan Sullivan é o senador republicano que Peltola tenta derrotar.
Segundo o Times, participaram membros da campanha, advogados de Peltola e dirigentes do DSCC, o comitê nacional dos democratas para o Senado.
E o plano funcionou. Um operador democrata veterano, Jerid Kurtz, encontrou em Petersburg um professor aposentado chamado Dan J. Sullivan, descrito pelo Times como apoiador de longa data de Peltola e de outros democratas. Pouco antes do prazo, ele trocou o registro de independente para republicano e lançou candidatura. A Divisão de Eleições do Alasca o tirou da cédula, citando indícios de que o objetivo era confundir o eleitor. A Suprema Corte estadual o devolveu.
Vale lembrar o que a campanha de Peltola e o DSCC disseram durante meses, inclusive à imprensa: nenhum envolvimento. Repetem a negativa até hoje. Peltola chamou a reportagem de "distração" e acusou o Times de querer vender assinaturas.
Uma das fontes centrais é Elisa Rios, ex-gerente da campanha, demitida em agosto. Segundo ela, Kurtz relatou que esse Sullivan topava concorrer "se isso ajudasse Peltola", e a candidata, embora não participasse diretamente, estava "definitivamente ciente".
Detalhe revelador: na semana passada, Rios tentou retirar tudo o que havia dito. O Times publicou mesmo assim, afirmando que o relato dela batia com o restante da apuração. Quando até o New York Times sustenta uma reportagem dessas contra uma democrata, a poucos dias da eleição e com a fonte principal recuando, é porque tem lastro.
Numa disputa apertada, um ou dois pontos desviados por engano podem decidir a cadeira. E, com ela, a maioria no Senado.
Trump pediu que Peltola deixe a disputa e seja processada. O Departamento de Justiça já havia acionado a Justiça para barrar a certificação caso Sullivan perca e os votos do homônimo possam ter mudado o resultado. Segundo a Fox News, há ainda uma investigação criminal federal sobre como o segundo Sullivan chegou à cédula.
Imagine se fosse uma campanha republicana caçando homônimos de um democrata. Seria "ataque à democracia" em todas as manchetes do planeta. Quando é a esquerda, vira estratégia eleitoral.
Quem paga a conta é o eleitor do Alasca, que entra na cabine para votar num senador para ser ludibriado pela esquerda.
Pera aí, @malugaspar.
Você está dizendo que não há uma perseguição contra a direita, depois de TUDO que o Supremo fez nos últimos anos?
Daniel Silveira, DEPUTADO, foi preso, com a criação da nova figura legal de "flagrante perpétuo", e o crime dele foi ter falado bobagens, mesmo com a Constituição definindo imunidade parlamentar por QUAISQUER palavras. Depois ele foi indultado pelo presidente, e seu indulto foi anulado pelo Supremo, lembrando que foi julgado e condenado pelas mesmas pessoas que ele ofendeu.
Mas antes disso, DEZENAS de parlamentares da direita já tinha sido alvo de perseguição policial. O deputado @lpbragancabr teve que prestar depoimento na PF, e foi incluído no inquérito das Fake News, por escrever o seguinte:
"Instituições não são a democracia. Instituições representam o Estado de direito. A democracia é vontade popular. Atacar a vontade popular é que é atacar a democracia. E quem tem atacado tanto estado de direito quanto a vontade popular é o Supremo."
Muito criminosa a fala, não é mesmo? Lembrando, fala de um deputado protegido por imunidade parlamentar!
Recentemente, @marcelvanhattem, @GayerGus e outros parlamentares passaram a ser investigados no Supremo por ter denunciado um delegado da PF na tribuna da Câmara, por perseguição política.
O ministro Dino passou a investigar emendas parlamentares. A princípio, tudo bem. Mas aí você observa quem foi alvo de medidas policiais, e quase todos os parlamentares alvejados são de direita, quase nenhum da esquerda.
Isso só para ficar em alguns casos. Esse post poderia ter umas mil páginas, sem exagero. Então, quando alguém afirma que há liberdade para conservadores exercerem seus mandatos, está simplesmente MENTINDO!
Percebam...
Para os militantes de redação do regime, o problema não é a perseguição contra a direita.
É a forma que ela está sendo feita.
"Admite a possibilidade"... risos.
Já começou a campanha.
Tarcísio admite disputar Presidência em 2030: ‘Terminando o 2º mandato bem, abre uma possibilidade’ | Governador afirma, no entanto, que possibilidade deve ser avaliada ‘em grupo’; veja a parte da entrevista do chefe do Executivo paulista ao ‘Estadão’ ... ebx.sh/ZpL5gc
Perceba o esforço cavalar da "imprensa" em alçar Tarcísio como o novo líder da "direita".
Está em curso a montagem do palco para o novo Teatro das Tesouras.
Muito bom o discurso.
Flávio Bolsonaro recebeu quase 60 milhões de votos e é hoje a maior liderança da direita no Brasil. Foi forçado ao exílio político porque aqui já não havia condições de fazer oposição livre: sem ameaça, sem prisão e sem passaporte retido por uma arbitrariedade. Isso não faz parte do processo democrático. A oposição não vai se calar, e a nossa luta continua!
Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: youtu.be/kpAoZqX0MWg



















