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Joined July 2022
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Flávio Bolsonaro mau perdedor igual ao pai.
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Diferente da reta final do 1º turno, agora as ruas e as redes estão cheias de esperança e luta. A virada nunca esteve tão próxima e tão possível. Lula vai virar! Quem acredita, reage a esse tweet.
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A gente falava mal da Globo e levantou o Cala Boca Galvão quando tudo isso aqui era mato. E o arrependimento é um prato que se come frio. Cazé TV simplesmente insuportável!
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Argentina toma um gol, 2 minutos depois o VAR chama o árbitro e expulsa um jogador da Suíça. Nem disfarçam mais.
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Rejeite a modernidade, abrace a tradição.
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O fato é que a Igreja Católica é hoje a última trincheira para impedir que o Brasil se torne uma república fundamentalista pentecostal. Gostem vocês ou não.
a igreja católica vive!
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Cada traslado custa, em média, R$250 mil. Se tivermos 1000 brasileiros morrendo no exterior, o custo de traslado seria de R$250 milhões. Sabe o que o Senador Romário poderia propor? Que todo brasileiro que for para o exterior contrate um seguro de viagem obrigatório.
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A cada quatro anos, temos o pior Congresso da história. E a única certeza que o brasileiro tem é que a cada eleição ele fica pior.
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A conquista de um brasileiro sempre é mais sofrida e difícil que a conquista de um americano ou um europeu. Além da barreira linguística, há uma tendência ao menosprezo ao Sul Global. A vitória de Fernanda Torres é, por isso mesmo, histórica!
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O neopentecostalismo é o maior testemunho anticristão da atualidade. Não tem Evangelho, falta Jesus e sobra picaretagem. Por muito menos Cristo expulsou os vendilhões do Templo.
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Praticamente toda pauta política é também uma pauta identitária. Seja a dos progressistas ou a dos conservadores. Dito isso, é preciso reconhecer que há excessos no nosso campo. São criados espantalhos morais que cumprem muito mais uma agenda própria, do que uma agenda coletiva. Quantas vezes você viu pessoas que depois de descobrirem a força da internet, usando pautas coletivas para se autopromover de forma individualista e em prejuízo de toda uma pauta? Certamente você já se deparou com algum indivíduo ou algum grupo que faz da cultura do cancelamento o seu ganha pão. E não por preocupação com o fim das opressões, mas porque descobriram uma forma de chamar atenção e ganhar dinheiro. Muito dinheiro. Eu conheço várias. E isso tá cada vez mais evidente. As táticas de interdição de debate com a banalização do "fascismo", "racismo", "machismo", "homofobia" com aquilo que se discorda chegou num nível de esgotamento, que esses termos perderam a gravidade das práticas que denunciam. Se tudo é fascismo, nada é fascismo. O homem médio (e a mulher, também, tem que deixar claro, se não corre-se o risco de estar sendo machista/misógino/patriarcal), já não tem mais paciência para esses debates. O individualismo venceu, e, diga-se de passagem, com ajuda de parcela da esquerda. É triste ver que lutas nobres estejam cada vez mais banalizadas e com menos apelo, inclusive com os próprios destinatários. Mulheres antifeministas, negros contra as cotas, trabalhadores contra direitos trabalhistas. É super comum e cresce ao montão. Enquanto isso, uns poucos que se beneficiam desse sistema enchem os bolsos de dinheiro. Criam polêmicas e cancelamentos, conseguem chamar atenção da opinião pública e quando a poeira abaixa, vão lá oferecer uma reabilitação da imagem pública que ajudaram a destruir. E de quebra vendem seus cursos, seus livros, suas palestras e são celebrados como referências. Qualquer semelhança com coaches é mera coincidência. A esquerda e os setores progressistas passam por uma crise profunda, no Brasil e no mundo. É preciso se olhar no espelho. É preciso cutucar as próprias feridas. Essa não é a única causa, mas é preciso reconhecer que ninguém muda com esse tipo de abordagem acusatória e oportunista. É preciso reconhecer que isso existe e tem feito muito mal ao nosso campo. E não apenas em termos político-eleitorais. É um mal-estar ético, de coerência, que nos impede de dialogar, de entender as preocupações das pessoas, de criar consensos mínimos e de poder, então, semear sonhos e esperanças nas mentes e corações.
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São Paulo com milhões sem luz desde sexta e o prefeito Ricardo Nunes lidera com folga as intenções de voto. Porto Alegre foi destruída pelas enchentes e o prefeito Mello quase venceu em 1º turno Não dá para entender o eleitor brasileiro.
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Não dá para acusar o autoritarismo de Bolsonaro e, ao mesmo tempo, passar pano para o que Maduro está fazendo na Venezuela. Ou a democracia é um valor a ser defendido, ou se admite que há ditaduras e autocracias do bem.
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A segunda onda da extrema direita tem tudo para ser muito pior que a primeira. O que aconteceu hoje na eleição do Parlamento Europeu pode acontecer na eleição nos EUA e creio que o Brasil não está imune. Preocupante!
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Uma nova onda populista de extrema direita está correndo o mundo. No domingo foi a Argentina, hoje foi a Holanda. A verdade é que o mundo não aprendeu nada com a primeira onda de 2016. Apertem os cintos, nenhum país está a salvo.
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Eu nunca vi uma noite tão insuportavelmente quente e abafada como hoje no Rio de Janeiro. A sensação era de sufocamento com tanto calor. O fim dos tempos chegou?
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Não costumo falar muito sobre minha pessoal aqui. Me sinto mais confortável em falar sobre coisas externas a mim. Hoje vou abrir uma exceção. Desde a apuração do 1º turno das eleições do ano passado, comecei a sentir muita dor no estômago. No começo não dei tanta bola, tinha outras prioridades. Mas a dor não ia embora. O estresse, a ansiedade, o mal-estar gerado pelas dúvidas daquele pleito eleitoral me tiraram o sono e fizeram daqueles dias horríveis. Só de imaginar que o inimigo da democracia poderia ser reeleito, eu me sentia fisicamente e emocionalmente péssimo. Tudo isso só me motivou a me engajar mais e mais naquela eleição, usando a minha voz, principalmente na internet, para alertar o máximo de pessoas possível. O esforço deu certo. Mesmo sendo um anônimo, em outubro de 22 eu atingi mais de 100 milhões de impressões no Twitter. Saí em revistas, fui pra TV, jornais e até na campanha eleitoral da TV. Fora as outras redes sociais: Instagram, Tik Tok, Facebook, Kwai, Whatsapp, Telegram… Não falo isso como troféu ou para me achar, mas é que para mim a disputa se dava entre a democracia e a barbárie. E o meu lado sempre será o da democracia. No final deu tudo certo. O inominável não foi reeleito e @LulaOficial ganhou a eleição mais disputada da história do Brasil, em que cada voto contou. Ocorre que o meu estômago continuava doendo. Minha saúde dava sinais preocupantes e a minha imunidade desabou. Fui para no hospital algumas vezes. Na 1ª vez pensei que estava com Covid ou uma gripe muito forte, porque estava com dificuldade para respirar, além de outros sintomas. Depois fui novamente porque não achei normal a palpitação que estava sentindo. Em todas as vezes estava tudo ótimo: saturação, pressão, batimentos cardíacos. Me cuido, me alimento bem e me exercito. Deve ser uma virose, me diziam. Não me dei por vencido e busquei outros médicos e fui fazendo vários exames ao longo do tempo.Certa vez fui diagnosticado com gastrite nervosa. Segui o tratamento e aquela dor do estômago melhorou. Só que depois de um tempo ela voltou. O tempo foi passando, até que compreendi: não era gripe, não era Covid, muito menos estava infartando. Era ansiedade. Algo sequer cogitado pelos vários médicos que eu passei. Finalmente achei profissionais que levaram a sério a questão. Na endoscopia descobri uma gastrite crônica leve inativa, que muito provavelmente se desenvolveu por conta da ansiedade. É muito provavelmente, naquele dia em que eu fui no hospital com palpitações, aquilo ali nada mais era que um episódio de ataque do pânico. Além disso, também tive que lidar na internet com ataques de bolsonaristas. Ameaças, tentativas de invasões nas minhas redes e mais um monte de coisas que vocês nem imaginam - e provavelmente eu nunca vou falar. Em 15/11/22, conseguiram derrubar meu primeiro perfil no Twitter, que segue restrito pro Brasil até hoje (e eu sigo sem saber o motivo). Todos esses fatores fizeram diminuir a minha atuação nas redes. A parar de abrir spaces, de produzir conteúdos em vídeo e focar no que realmente importava após ajudar a salvar a democracia: a minha saúde, física e mental. Quase 1 ano depois, me sinto ótimo. As vezes o meu estômago dói, mas já sei o que fazer. Hoje tenho muito mais autoconhecimento, sobre meu corpo e sobre os meus limites. Não sei se esse texto vai ser útil a alguém. Mas se for e se você tiver passando por algum problema desse tipo, não hesite em pedir ajuda, sobretudo profissional. Saúde mental não é mimimi. Assim como a democracia, saúde mental é coisa séria.
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Horrorizado ao pensar na quantidade de água salgada que as baleias ingerem ao se alimentar. Será que elas sofrem com pressão alta? É esse tanto de água com a comida não dá indigestão? Questões…
An Eden's Whale trap feeding .
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Mulheres, me tirem uma dúvida? O amigo do seu ex deu em cima de você depois que vocês terminaram? É pro meu tcc.
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