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postando muito no twitter e não respondendo no whatsapp até porque uma coisa não tem nada a ver com a outra
Hoje me despedi do meu amigo.
O Toddy sempre foi um labrador típico de filme: barulhento, com presença. Sempre abanava o rabo e o rabo dele era tão forte que batia nas coisas e as coisas caíam. Foi cachorro das patas fortes que faziam barulho no chão, do latido alto, do olhar expressivo. Daquele que queria todo o carinho das visitas e que, às vezes, me fazia suspeitar que viraria amigo do bandido caso algum entrasse em casa.
Toddy era da respiração forte. E quantas noites eu chorei no meu quarto pensando em desistir de tudo e ele ali, dormindo do meu lado, me fazia pensar que eu não podia desistir porque, se um dia eu nunca mais aparecesse, ele não ia entender. Ficaria esperando na porta do meu quarto, igual fazia em cada reunião.
E sinto muito por não ter aberto a porta algumas vezes, as reuniões não deveriam durar tanto.
Toddy sempre foi um cachorro que chamava a atenção de todo mundo. E tenho certeza de que ele também amou todo mundo que passou pela vida dele, porque ele só sabia fazer isso. Amar.
Obrigada pelos 14 anos ao meu lado, amigo
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não suporto quem termina falando essas coisas vitimistas de “não é vc sou eu” “queria mto que desse certo mas bla bla bla” vira gente porra só fala que não quer
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Replying to @oiidoce
eu amo a internet que cria essa comunidade onde a gente pode descobrir outra pessoa autista, seletiva, fã de bolo de limão e que quando vai fazer algo difícil se sente a katy perry ❤️
você vai arrasar! – at Niterói, Brasil
Como mulher autista, uma das coisas que mais me incomodam é ver outras mulheres usando o diagnóstico como ferramenta de infantilização nas redes sociais, muitas vezes em busca de engajamento, reforçando justamente os estereótipos capacitistas dos quais lutamos tanto para nos desvencilhar.
É contraditório lutar contra a infantilização de pessoas autistas e, ao mesmo tempo, transformá-la em estratégia de conteúdo para os outros rirem.
intuição de pai e mãe não falha mesmo.
meu pai, que não é muito de demonstrar carinho, estava preocupado com meu irmão e ligou pra ele. meu irmão, achando que ele tinha visto a localização, já confessou que estava na UPA porque uma VIGA de 58 metros caiu em cima dele enquanto ajudava a montar um palco.
meu pai a 400 km de distância e sentindo que tinha algo errado. agora meu irmão acha que eu e minha irmã contamos KKKKKKK
sou autista e sempre tive um paladar seletivo, na escola levei um bolo de limão e ngm comeu. nunca contei pra ngm pq acho meio deprimente
meu ficante contou gostava desse bolo e fiz pra ele.
tem coisas q ficam guardadas num canto e acabam curadas do nada assim, segunda à noite
lembrando que o difícil é para mim, primeiro porque preciso usar balança, segundo que sou ruim cozinhando
Segue imagem do bolo e em breve a receita!
Eu fiz na air fryer porque meu forno não tá funcionando, então ele ficou meio torto, mas é bem simples de fazer, porque fiz criança e não tenho muitas habilidades culinárias
Receita versão fácil:
Bolo de saquinho de limão ou massa branca
Bater os ovos primeiro, acrescentar o óleo (ou manteiga, depende da marca)
Depois, no lugar do leite, colocar a mesma quantidade de iogurte
Acrescentar um pacote de gelatina de limão e bater
Cobertura: 1 lata de leite condensado e suco de 2 limões
Sou a @cahperroud na rede vizinha. Autista diagnosticada por neuroavaliação e equipe multidisciplinar. Representante do comitê de inclusão e pertencimento da maior empresa de software da américa latina, palestrante, organizadora do Simpósio INTERNACIONAL da Pessoa Autista e ex-estudante de psicologia da USP
Prazer













