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Colunista do UOL. Prêmio furo do ano 2019 da Aceesp e indicado para a primeira edição do True Story Award. Denúncia ou história, venha de dm!

São Paulo, Brasil
Joined June 2013
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Exclusiva com @danilolavieri. Investigação policial no São Paulo aponta que Casares recebeu R$ 1,5 milhão em dinheiro vivo, em depósitos fracionados, em 29 meses entre 23 e 25. Valor corresponde a 47% da sua renda no período, e é sua maior fonte de renda. uol.com.br/esporte/futebol/u…
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Ex-presidente do São Paulo, Julio Casares foi ao STJ e pediu a suspensão das investigações criminais sobre saques e depósitos em dinheiro vivo durante sua gestão no clube. Ele questiona atuação da força tarefa. Liminar foi negada.
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Dívidas no São Paulo surgem de onde não se imagina, com jogadores de quem o torcedor nem lembra. Essa semana clube fez acordo para pagar R$ 2 milhões de reais, referentes a direitos de imagem não pagos do meia André Anderson. André teve passagem apagada em 2022.
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Explico na coluna em muitos detalhes porque o Corinthians está colocando sua reestruturação financeira em risco. Priorização de credores e compromissos fora do plano do RCE, volumes grandes de receitas antecipadas, atrasos e pagamentos a menor. Compromissos com o fundo de investimentos que pagou a dívida com o Talleres por Garro foram honrados, assim como pagamentos a bancos por empréstimos contraídos - alguns com receitas que vão direto do patrocinador para bancos. Há grande volume de valores da Esportes da Sorte antecipados. Por outro lado, as parcelas dos credores do RCE atrasaram/não foram pagas, assim como vencimentos com o elenco e acordo na CBF. É um raio x bem detalhado.
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O Palmeiras recebeu uma ordem e terá que apresentar à Justiça de São Paulo documentos e valores da venda de Allan ao Manchester City, por cerca de R$ 210 millhões. Palmeirense não precisa se preocupar, o clube não deve nada. Quem deve é o Figueirense, que tem direito, por contrato, a 10% da transação (cerca de R$ 21 milhões). Três credores cobram dividas do Figueirense e disputam esse valor: o Athletico Paranaense, uma empresa chamada M&F Investimentos e credores trabalhistas. A Justiça quer ver os documentos que dão ao Figueirense 10% da transação e entender os verdadeiros valores para tomar uma decisão sobre as cobranças.
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O São Paulo sofre cobrança judicial da SAF Boavista, do Rio, por repasses da venda de Lucas Ferreira ao Shakhtar Donestk do ano passado. O processo é sobre uma de quatro parcelas de um repasse de R$ 2,1 milhões pelo primeiro pagamento feito pelo clube ucraniano em fevereiro. A briga pode se tornar maior: o Boavista tem direito a 20% do valor líquido da negociação, fechada em agosto de 2025 por 10 milhões de euros em quatro parcelas. A relação entre os clubes em torno de Lucas dos Santos Ferreira, nascido em 2006 e formado em Cotia, começou em julho de 2021. Naquele ano, o São Paulo cedeu 35% dos direitos do então juvenil ao Boavista, que na época se chamava Esporte Clube Barreira. Em 13 de dezembro de 2024, o São Paulo recomprou 15%, por R$ 600 mil, divididos em dez parcelas de R$ 60 mil. O Boavista ficou com 20% do "montante líquido" de uma futura venda. O contrato foi assinado pelo então presidente Julio Casares, pelo diretor financeiro Sérgio Pimenta, pelo então diretor de futebol Carlos Belmonte e pelo então diretor da base Douglas Schwartzmann.
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Vasco se mostra muito maior do que a picuinha pelo Maracanã. Resultado espetacular na Argentina.
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Reclamar de arbitragem, erros, exigir melhora pode ser parte do futebol. Fazer ilação sobre intencionalidade de escala pra prejudicar o Flamengo ("curiosamente") chega a ser ridículo. Uso do peso institucional em prol da divisão e do atraso, visando criar narrativas.
Arbitragem é determinante para resultado de Santos x Flamengo A atuação de Anderson Daronco, árbitro de campo na partida entre Flamengo e Santos, e Rodolpho Toski Marques, responsável pelo VAR, foi marcada por erros graves, falta de critério e completa ausência de autoridade para conter a pressão exercida pelos jogadores do Santos ao longo do jogo. Ainda no primeiro tempo, Barreal protagonizou uma entrada violenta sobre Carrascal, em lance claro de jogo brusco grave, com as travas da chuteira em força alta atingindo a parte posterior da perna. Em qualquer campeonato do mundo resultaria em expulsão. Daronco aplicou apenas o cartão amarelo, enquanto o VAR sequer recomendou uma revisão. Na segunda etapa, o Flamengo foi triplamente prejudicado em um único lance. Após um toque de braço de Jorginho, sem qualquer movimento deliberado, Daronco marcou falta e aplicou cartão amarelo. Depois de uma intervenção desastrosa do VAR, a decisão foi alterada para pênalti e expulsão. Além das duas punições discutíveis, a partida ficou paralisada por 9 minutos e 56 segundos, recorde de interrupção em um lance com intervenção do VAR na história do Brasileirão. A demora expôs a insegurança da arbitragem, prejudicou o andamento do jogo e trouxe consequências que vão além da partida. O Flamengo não apenas ficou com um jogador a menos em campo, como também perderá Jorginho para o próximo compromisso, em plena reta final da disputa pelo título. Como justificar tamanha punição em um lance que gerou tantas dúvidas, a ponto de exigir quase dez minutos para uma decisão? Uma arbitragem cercada de incertezas não pode impor consequências tão severas a um clube e seu jogador em um momento decisivo da competição. Poucos minutos depois, um novo pênalti foi marcado para o Santos, desta vez por infração de Luiz Araújo. No entanto, a falta que deu origem à jogada simplesmente não existiu. As imagens são claras e comprovam o erro, que acabou resultando no segundo gol de pênalti do adversário. Além dos lances citados, Daronco e Toski demonstraram falta de uniformidade nos critérios, alternando o rigor ao longo da partida, aparentemente em reação às mudanças no placar. As regras não podem mudar de acordo com as circunstâncias do jogo. Curiosamente, os mesmos profissionais estão escalados para atuar no próximo domingo, no clássico entre Palmeiras e Corinthians, partida de um concorrente direto do Flamengo na disputa pelo título. Os números do Brasileirão ajudam a dimensionar as distorções e a falta de critério. Em 29 jogos, o Flamengo acumula sete expulsões, sendo o segundo clube com mais cartões vermelhos na competição. Ao mesmo tempo, ocupa a 17ª posição no ranking de faltas cometidas e lidera a média de tempo de bola rolando. Os dados evidenciam, no mínimo, uma incoerência nas punições: o Flamengo é um dos três times que menos cometem faltas no campeonato e, ainda assim, o segundo que mais recebe cartões vermelhos. O Flamengo trabalha com seriedade e trata o futebol com a responsabilidade que ele merece. Não reivindica privilégios. Exige apenas que as regras sejam cumpridas com rigor, coerência e imparcialidade. Neste ano, o clube representa o Brasil e a América do Sul entre os cinco finalistas ao prêmio de Melhor Clube Masculino do Ano da Bola de Ouro (Ballon d’Or), a mais prestigiada premiação do futebol mundial. Um reconhecimento que simboliza o retorno da imagem do futebol brasileiro ao lugar de destaque que jamais deveria ter perdido. Não é aceitável que, em um campeonato tão equilibrado, erros de arbitragem continuem interferindo diretamente nos resultados da competição e manchando a imagem do futebol brasileiro dentro e fora do país.
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O São Paulo divulgou oficialmente, em nota assinada, o diagnóstico de sindrome vasovagal para o Oscar - uma condição benigna que provoca desmaios. Meses depois de sair do clube, o dirigente que estava na época do ocorrido diz que ele não morreu por um milagre.
#AbreAspas Rui Costa diz que demitiria Crespo de novo e comenta o drama de Oscar: "Não morreu por milagre" Executivo de futebol, que começou na portaria do Grêmio, está desempregado desde a saída polêmica do São Paulo ➡️ glo.bo/4rTJBi2
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Documentos e e-mails mostram que José Roberto Lamacchia e Leila Pereira criaram a Almirante, que comprou o clube esse ano, exatamente no momento em que começaram as primeiras começas da Crefisa para uma possível compra do Vasco em março e abril de 2024. Em e-mails internos, representantes de 777 e Vasco discutiam desde o início de abril o "term sheet" da Crefisa - documento com os termos. Enquanto isso, a Almirante era criada com o nome "Top Gol" e objeto social "participação em SAF", sob controle da Crefipar, empresa de Leila e José Roberto que controla também a Crefisa. Fatura do escritório de advocacia que atendia a 777 aponta três reuniões com Lamacchia em maio para discutir a proposta, além de outras várias reuniões internas. Consta do documento que, na última, dia 20 de maio, foram discutidos possíveis problemas em virtude da posição de Leila como presidente do Palmeiras. Lamacchia diz que esses documentos não refletem a realidade. "Quero deixar claro que nunca enviei email negociando com o Vasco. Não autorizo ninguém falar em meu nome. Estes documentos são fabricados e falsos".
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Contratação 'sem custos' do São Paulo, Jhegson Mendez deve custar mais de R$ 10 milhões e ainda expõe o clube a um novo risco de transfer ban. Eu fiz uma mini investigação, consegui os documentos, e conto na coluna como isso aconteceu. Na chegada de Jhegson, foram assinados três contratos em um dia. 1) São Paulo comprou 70% dos direitos do próprio jogador por R$ 6 milhões 2) Ambos assinaram um segundo acordo repassando esse valor ao agente dele José Chiriboga e 3) Jhegson assinou contrato com SPFC. Valor não foi pago, Chiriboga acionou o CAS na Suíça e venceu. Ele executa a decisão na Justiça brasileira, mas a próxima alternativa é ir à Fifa e propor punição. São Paulo também deixou de pagar direitos de imagem, e também foi feito um contrato repassando esse valor a um segundo empresário, esse o brasileiro Luis Augusto Carvalho. São R$ 4 milhões, e foi feito acordo para pagamento. É um total de R$ 10 milhões, com duas operações de repasse de direitos a agentes diferentes, e a sombra de um possível novo processo na Fifa. Jhegson deixou o clube de graça em 2025.
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A @joannadeassis estreando com golaço no UOL. Quem trabalha com jornalismo investigativo e apurações profundas no futebol, um lugar de transparência zero, sabe das dificuldades absurdas enfrentadas. Trabalhos incríveis como esse precisam ser valorizados e apreciados.
Por R$ 100 mil e em até 10 dias, ex-jogadores recebiam pelo correio licenças de técnico da ATFA, a escola de treinadores da Argentina. Era só pagar, sem fazer curso ou prova. Só que os documentos eram falsos. O UOL obteve áudios em que Alejandro Mancuso, ex-volante de Palmeiras e Flamengo, oferecia o "trâmite urgente". Thiago Silva, Roberto Carlos, Petkovic, Felipe Melo, Diego Lugano e outros craques confirmaram a negociação. Mancuso nega. Leia a reportagem completa de Joanna De Assis em link.uol/1a93yaoG
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Justiça homologa acordo de R$ 16 milhões e encerra cobrança do agente Giuliano Bertolucci contra o São Paulo. Dívida era imensa e era cobrada desde 2023. Além dos 16 do acordo de agora, São Paulo já pagou outros R$ 45 milhões durante gestão de Julio Casares.
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