lumpetista (@putoniIdo) header
lumpetista (@putoniIdo) profile picture

pos-internacionalista

Joined September 2021
Photo by lumpetista (@putoniIdo)Photo by lumpetista (@putoniIdo)Photo by lumpetista (@putoniIdo)Photo by lumpetista (@putoniIdo)Photo by lumpetista (@putoniIdo)Photo by lumpetista (@putoniIdo)Photo by lumpetista (@putoniIdo)
Vertentes da política brasileira hoje: Anti-lulismo Centro-lulismo Lulismo fiscal Lulismo radical Anarco-lulismo Lulo-DCEismo Lulismo irônico Lulo-trabalhismo Lulo-aceleracionismo Pós-lulismo Lulo-sertanismo Lulo-tucanismo Lulo-lulismo Cristo-lulismo (versão católica e rural)
60
712
137
4,201
45,565
eu sou o seu roludinho? eu sou? você pode falar de novo por favor, fala que eu sou o seu roludinho
20
248
26
2,660
45,705
É duro ter que lidar com um vírus e um verme, simultaneamente.
17,451
130,480
9,696
318,057
Se o PT "rouba eleição" desse modo mesmo que fala... então o que ele faz com o Haddad a cada 4 anos anos é puro sadismo
78
2,839
199
24,652
353,703
A campanha do Flávio foi a coisa mais "bostil" possível: Memes de resenheiro. Favelados falando em votar nele pelo Flamengo. Webputas fazendo o 22. Apoio do Neymar. Cracudos das bets apoiando. Presença do Jon Vlogs.
Aqui onde tudo começou a dar errado
58
490
32
4,654
94,053
lumpetista retweeted
Replying to @submundoporvir
Ele hipersticionou a vitória de Lula (a todo momento falava pra galera não desistir e que o Lula já tinha ganho), dirigiu o fluxo de vídeos e imagens da campanha, e principalmente, esquizofrenizou a produção desejante tantos dos militantes como das pessoas comuns.
3
6
1
122
2,597
muito provavelmente se o jair tivesse conseguido transferir a embaixada israelense e feito melhores acenos ele teria vencido as eleições
34
ISTO É PARTIDO DOS TRABLHADORES
Brasil. En 2014, quien compitió contra el PT, está muerto. En 2018, quien compitió contra el PT, fue apuñalado. En 2022, quien compitió contra el PT, está preso. En 2026, quien compitió contra el PT, tuvo que dejar el país. Taiana diría que es una democracia con fallas.
19
258
2,048
34,586
GOSTO MUITO DELA. ESTIVE DO LADO DELA DESDE O DIA 1.
Um ano depois da megaoperação no Alemão, o que eu disse se confirmou Há um ano, na semana da operação nos complexos do Alemão e da Penha, que o próprio governo contabilizou em 121 mortos, escrevi que ela tinha uso publicitário e eleitoral. Não era repressão qualificada e com foco, como se faz necessário. A operação serviu como espetáculo para fabricar imagem de que se governa, enquanto se faz consórcio com o crime usando as polícias. Escrevi também que a operação pouco afetaria a capacidade política, coercitiva e econômica do CV, cujos núcleos dirigentes seguiram intocados. A operação ainda favoreceu sua expansão e a consolidação de territórios, como é próprio quando se faz a guerra para renovar o valor dos alvarás de funcionamento das firmas criminais (tráfico e milícia) e do arrendamento territorial concedido por agentes do Estado ao CV, à milícia e ao TCP. Um ano depois, nada mudou substantivamente na economia política criminal nem nos territórios sob domínio armado. O que se garantiu, como desejado, foi o resultado eleitoral: chefes de polícia e policiais foram eleitos, assim como o grupo que governa o Rio de Janeiro. Como tenho falado há décadas, constata-se que no Rio se governa com o crime, e não contra ele. O Estado, como agência reguladora do crime, organiza e desorganiza o crime desde dentro, e o faz de modo orientado pelo medo aparelhado, porque a política da insegurança dá resultado eleitoral. Não há Estado ausente nem poder paralelo: há governos que negociam a sua forma de presença e atualizam seus “esquemas político-criminais”, que se traduzem em caixa 2 de campanha, curral eleitoral e muitos votos silenciosos. Isto se tornou tão explícito no Rio que temos, até agora, as seguintes autoridades políticas e policiais que foram presas sob acusação de envolvimento com o crime na condição de patrões, sócios e empregados: o ex-governador Sérgio Cabral; os ex-chefes da Polícia Civil Álvaro Lins, Ricardo Hallak, Allan Turnowski, Rivaldo Barbosa e Marcus Amim; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão e o conselheiro do TCE Domingos Brazão; o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar; o ex-deputado estadual TH Joias; o deputado estadual eleito Márcio Canella; além de policiais civis e militares presos em operações da Polícia Federal e da Polícia Civil em 2026. A lista é grande e não cabe aqui. Por falar e escrever, fui perseguida pela seita bolsonarista, e a perseguição, comandada nas redes por deputados, tomou a forma aguda que toma quando o alvo é uma mulher com mais de 30 anos de trabalho em segurança pública: um trecho recortado de uma entrevista foi transformado em meme, fui fotografada num restaurante e exposta nas redes com incitação à violência física, e se tentou assassinar a reputação de uma pesquisadora e gestora na formação de policiais e na implantação de políticas de segurança como o SUSP, as AISP, a Força Nacional, o ISP, o SINESP, a Matriz Curricular das polícias, a Corregedoria Policial Unificada, indicadores de letalidade e vitimização policial, etc. A UFF publicou nota de repúdio aos ataques, ao ódio e à misoginia, assim como redes de pesquisa e da sociedade civil. Nenhum dos atacantes respondeu aos argumentos, que estão publicados, datados e podem ser conferidos contra os fatos, e que desmontam por dentro as narrativas fakes e as cloroquinas que vendem na segurança pública. Comigo, a intimidação funciona ao contrário: não me silencia e nem me paralisa. Foram mais textos escritos, mais falas públicas, mais pesquisas desenvolvidas e mais derrubadas de teses e argumentos equivocados sobre segurança pública, polícia e crime organizado, ainda que sejam populares e circulem como mantras. Quem quiser ter uma palhinha, aqui seguem alguns textos publicados no Brasil 247, que reúne 60 textos meus, acadêmicos e de opinião: O desastre de uma megaoperação no Alemão e na Penha de um governo que terceiriza o seu comando (30/10/2025): brasil247.com/blog/o-desastr… O Estado como agência reguladora do crime? (11/06/2026): brasil247.com/blog/o-estado-… Debate morno, candidatos ensaiados e segurança pública improvisada (30/09/2026): brasil247.com/blog/debate-mo…
1
66
PIOR: CONSIGO OUVIR ELA FALANDO ISSO, ATE AS PAUSAS CARACTERÍSTICAS. FAN1°
8
Um ano depois da megaoperação no Alemão, o que eu disse se confirmou Há um ano, na semana da operação nos complexos do Alemão e da Penha, que o próprio governo contabilizou em 121 mortos, escrevi que ela tinha uso publicitário e eleitoral. Não era repressão qualificada e com foco, como se faz necessário. A operação serviu como espetáculo para fabricar imagem de que se governa, enquanto se faz consórcio com o crime usando as polícias. Escrevi também que a operação pouco afetaria a capacidade política, coercitiva e econômica do CV, cujos núcleos dirigentes seguiram intocados. A operação ainda favoreceu sua expansão e a consolidação de territórios, como é próprio quando se faz a guerra para renovar o valor dos alvarás de funcionamento das firmas criminais (tráfico e milícia) e do arrendamento territorial concedido por agentes do Estado ao CV, à milícia e ao TCP. Um ano depois, nada mudou substantivamente na economia política criminal nem nos territórios sob domínio armado. O que se garantiu, como desejado, foi o resultado eleitoral: chefes de polícia e policiais foram eleitos, assim como o grupo que governa o Rio de Janeiro. Como tenho falado há décadas, constata-se que no Rio se governa com o crime, e não contra ele. O Estado, como agência reguladora do crime, organiza e desorganiza o crime desde dentro, e o faz de modo orientado pelo medo aparelhado, porque a política da insegurança dá resultado eleitoral. Não há Estado ausente nem poder paralelo: há governos que negociam a sua forma de presença e atualizam seus “esquemas político-criminais”, que se traduzem em caixa 2 de campanha, curral eleitoral e muitos votos silenciosos. Isto se tornou tão explícito no Rio que temos, até agora, as seguintes autoridades políticas e policiais que foram presas sob acusação de envolvimento com o crime na condição de patrões, sócios e empregados: o ex-governador Sérgio Cabral; os ex-chefes da Polícia Civil Álvaro Lins, Ricardo Hallak, Allan Turnowski, Rivaldo Barbosa e Marcus Amim; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão e o conselheiro do TCE Domingos Brazão; o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar; o ex-deputado estadual TH Joias; o deputado estadual eleito Márcio Canella; além de policiais civis e militares presos em operações da Polícia Federal e da Polícia Civil em 2026. A lista é grande e não cabe aqui. Por falar e escrever, fui perseguida pela seita bolsonarista, e a perseguição, comandada nas redes por deputados, tomou a forma aguda que toma quando o alvo é uma mulher com mais de 30 anos de trabalho em segurança pública: um trecho recortado de uma entrevista foi transformado em meme, fui fotografada num restaurante e exposta nas redes com incitação à violência física, e se tentou assassinar a reputação de uma pesquisadora e gestora na formação de policiais e na implantação de políticas de segurança como o SUSP, as AISP, a Força Nacional, o ISP, o SINESP, a Matriz Curricular das polícias, a Corregedoria Policial Unificada, indicadores de letalidade e vitimização policial, etc. A UFF publicou nota de repúdio aos ataques, ao ódio e à misoginia, assim como redes de pesquisa e da sociedade civil. Nenhum dos atacantes respondeu aos argumentos, que estão publicados, datados e podem ser conferidos contra os fatos, e que desmontam por dentro as narrativas fakes e as cloroquinas que vendem na segurança pública. Comigo, a intimidação funciona ao contrário: não me silencia e nem me paralisa. Foram mais textos escritos, mais falas públicas, mais pesquisas desenvolvidas e mais derrubadas de teses e argumentos equivocados sobre segurança pública, polícia e crime organizado, ainda que sejam populares e circulem como mantras. Quem quiser ter uma palhinha, aqui seguem alguns textos publicados no Brasil 247, que reúne 60 textos meus, acadêmicos e de opinião: O desastre de uma megaoperação no Alemão e na Penha de um governo que terceiriza o seu comando (30/10/2025): brasil247.com/blog/o-desastr… O Estado como agência reguladora do crime? (11/06/2026): brasil247.com/blog/o-estado-… Debate morno, candidatos ensaiados e segurança pública improvisada (30/09/2026): brasil247.com/blog/debate-mo…
2
88
10
294
5,354
lumpetista retweeted
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. 28 de novembro de 1947: como criar para si um corpo sem órgãos?. In: DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Tradução de Suely Rolnik. São Paulo: Editora 34, 1996. v. 3, cap. 6, p. 9-29.
Vocês não podem mais nos parar! Não existe mais comandantes nem com comandados! Somos todos uma só força e NINGUÉM PODE MAIS NOS PARAR!
6
199
9
1,159
16,006
lumpetista retweeted
lula cria o foder de mini saia com os peito pra fora minha vida
lula cria o minha mini saia mina vida
18
1,249
70
8,971
69,197
meu professor, da federal de roraima, falando das eleições presidenciais no al jazeera e o de voces nada.
2
67
lumpetista retweeted
não tive a transa da vitória ainda e tô precisando dela
93
6,745
639
33,033
369,501
lumpetista retweeted
Aqui eu sigo com a energia de 30 e o tesão de mais ou menos 20 anos.
1,271
33,104
5,649
95,509
“você precisa ter empatia com bolsonaristas”
83
3,575
235
17,708
222,703
lumpetista retweeted
Ô gente a blogger da medicina fez um vídeo falando que está de luto pelo Brasil e ainda teve coragem de POSTAR kkkkkk
17
16
6
426
11,627
lumpetista retweeted
Perdi 3 eleições. Nas 3 eu voltei para casa, chorei e me preparei para ganhar a próxima. Um dia eu ganhei. Todas as vezes que eu perdi, eu respeitei quem ganhou. E telefonei para o vitorioso para cumprimentar a vitória. Até hoje o presidente sainte não reconheceu a derrota.
20,294
29,908
3,657
282,181
Esse cara sabe muito
45
880
105
6,329
156,594