O INE avança que o PIB cresceu 2,4% no terceiro trimestre, mas transformar este número num "sucesso económico" é a fraude estatística do costume.
1- Doping do Estado e do PRR: O PIB mede a atividade monetária total, o que inclui a própria despesa do Estado. Quanto mais o Governo extorque em impostos e torra milhões de fundos europeus (PRR) na máquina pública, mais o PIB sobe artificialmente, sem que haja qualquer criação de riqueza real no setor privado.
2- PIB vs. Poder de Compra: O PIB agregado pode subir 2,4%, mas o rendimento disponível e o salário líquido real do tuga continuam esmagados pela inflação acumulada, pela TSU e pela carga fiscal em máximos históricos.
3- Modelo de baixos salários: É um "crescimento" alavancado em consumo inflacionado (onde o Estado encaixa 23% de IVA em tudo) e em turismo de baixo valor acrescentado, enquanto a produtividade industrial e o investimento privado continuam paralisados.
Celebrar 2,4% de "crescimento" enquanto a população fica mais pobre e dependente do Estado é o truque de magia favorito do regime para vender ilusões na televisão.
Economia portuguesa cresce 2,4% no terceiro trimestre - INE lusa.pt/article/48035462
Democracia para o regime é isto:
um espetáculo de ilusão eleitoral onde fingem ser oposição na televisão para depois se juntarem nos bastidores e garantirem que o Estado continua intocável.
O PS e o PSD nunca foram alternativas.., são duas fações do mesmo cartel fiscal que partilham a mesma visão:
impostos no topo, burocracia sufocante e a máquina pública a controlar a vida dos cidadãos.
A ideia de uma "geringonça" entre os dois é apenas a queda formal das máscaras.
Não importa em quem o cidadão vota.., os impostos, as dívidas e o parasitismo do regime ficam sempre garantidos.
Direção do PS prepara partido para possível ‘geringonça’ com o PSD expresso.pt/politica/2026-10…
A hipocrisia da elite ativista em todo o seu esplendor: vão para a rua com megafones mobilizar o povo contra a "especulação", contra o "capitalismo" e contra os "fundos imobiliários", e depois descobre-se que o próprio organizador ganha o pão a trabalhar exatamente para fundos de investimento imobiliário e vive numa zona nobre de Lisboa.
É o clássico "comunismo para a plebe, mercado livre e luxo para mim".
Usam a escassez e o desespero das pessoas para criar palco político e defender mais intervenção do Estado, enquanto no dia a dia tiram partido exatamente dos mecanismos de mercado que prometem proibir ao tuga comum.
O Governo aprova o IVA a 6% como medida temporária até 2029, mas vem para a televisão pedir paciência porque "a habitação não se constrói num estalar de dedos".
Pois não. Pôr tijolo e erguer paredes faz-se em meses.., o que demora 4 a 5 anos é ter um burocrata na câmara municipal sentado em cima da licença e a Autoridade Tributária a moer papelada para validar se tens direito aos 6%.
Enquanto o Estado mantiver o garrote do licenciamento e a incerteza fiscal de prazos que expiram em 2029, a descida do IVA é apenas uma cenoura à frente do burro.
"Resolver o problema" não é pedir desculpas pelo tempo que as obras demoram.., é aprovar o deferimento tácito e tirar o Estado da frente.
Primeiro-ministro diz que habitação não se constrói num estalar de dedos. "Nós estamos a resolver o problema" cnnportugal.iol.pt/primeiro-…
A Ministra disse tudo sem querer:
"num país como Portugal". Ou seja, um país empobrecido, sem produtividade e onde a classe média está a ser toda empurrada para o salário mínimo por causa do sufoco fiscal.
O Governo adora fazer caridade por decreto com a carteira das empresas, mas recusa-se a mexer na TSU e nos impostos sobre o trabalho.
Decretar mais 50€ sem cortar a extorsão do Estado serve apenas para meter mais receita fiscal nos cofres públicos enquanto a economia afunda.
Salário mínimo sobe 50 euros em 2027. Ministra diz que "não é pouco num país como Portugal" cnnportugal.iol.pt/salario-m…
O dicionário da "Humildade Democrática" do PS 🤡
1- "Moratória nos arrendamentos": Congelar contratos à força para garantir que nenhum proprietário volta a meter uma casa a arrendar.
2- "Serviço Nacional de Habitação": Criar mais um ministério/cabide de emprego para burocratas gerirem a escassez.
3- "Garantia Pública": Tu, contribuinte, vais pagar a renda do vizinho se ele não pagar, porque a justiça do Estado não funciona para fazer cumprir contratos.
O PS destruiu a oferta de casas durante uma década e agora vem pedir "humildade" para aplicar exatamente o mesmo veneno que pôs o doente na cama.
Carneiro pede ao Governo "humildade democrática" para dialogar e construir solução com o PS sicnoticias.pt/economia/habi…
Um investimento espera retorno. Se o próprio diz que o teatro não é rentável, então não é investimento. É subsídio com outro nome.
E não é o dinheiro dele. É o de quem nunca pôs os pés numa sala de teatro e paga na mesma, sob pena de penhora. Isso não é investir. É escolher a arte que os outros têm de sustentar.
Arte paga por quem a quer ver, por mecenas ou por quem acredita no projeto não deixa de ser arte. Deixa só de ser obrigatória para quem não a quer.
Ricardo Pais: “Não são subsídios, são investimentos. Como é que se pode fazer teatro se não for teatro rentável? Não se pode fazer se não for apoiado e não se pode desenvolver como arte, que é o mais importante” expresso.pt/podcasts/geracao…
Leste a notícia que partilhaste? A Lagarde sai mais cedo exatamente para que o Macron e o Merz escolham o sucessor antes das eleições francesas. O euro não fica nas mãos da extrema-direita. A ideia é que não fique, decida o eleitor o que decidir.
E é isso que devia preocupar-te. O banco central que se diz independente marca a saída da presidente pelo calendário eleitoral, para os políticos certos escolherem quem controla a moeda de 350 milhões de pessoas.
O problema do euro não é quem o vai gerir. É haver alguém com poder para imprimir o dinheiro que tu ganhas e decidir quanto vale amanhã.
O Estado pode tirar-te os bens antes de seres condenado. Pode pô-los ao serviço de quem manda, até de um ministro que leva consigo o carro apreendido. E se quiseres saber quem autorizou, pagas.
O Página Um pediu os documentos a dez entidades públicas. Nenhuma os entregou. Para os obter teve de ir a tribunal e pagar 918 euros só em taxas de justiça.
Ou seja, pagaste o Estado que apreendeu, pagas o Estado que esconde e ainda pagas para lhe perguntar o que fez. Do outro lado, a resistência é paga com o teu dinheiro também.
Um Estado que tira primeiro e explica só se for obrigado em tribunal não é transparente.
É dono.
Vamos por partes, que a cronologia está trocada. A Fidelidade foi vendida pela Caixa em 2014, certo. Mas o terreno não vinha com ela. Foi a Câmara de Lisboa, com o Medina, que vendeu os terrenos da Feira Popular em hasta pública em 2018, já à Fidelidade chinesa, por 274 milhões.
Agora o Banco de Portugal compra lá um prédio por 225 milhões e ainda fica com o quarteirão da Baixa. O Estado vendeu o chão e agora compra-o de volta com um prédio em cima.
Especulação? Quem começou foi a Câmara. Quem acaba a comprar é o Banco de Portugal. Pelo meio, quem fica com a conta és tu.
E repara que é o mesmo Estado a quem queres entregar mais casas, mais terrenos e mais poder sobre a habitação. É este o gestor que achas que vai resolver o problema?
cmjornal.pt/sociedade/detalh…
Tu e a ministra defendem o mesmo. Que é o Estado a decidir por decreto quanto vale o trabalho de cada um. Só discutem o número.
E nenhum dos dois fala da conta. Dos 50 euros de aumento, 5,50 vão para a TSU do trabalhador e mais 11,88 para a TSU da empresa. 17,38 euros para o Estado, mais de um quarto do custo do aumento, sem ter mexido uma palha.
Queres ajudar quem ganha 920? Deixa de lhe tirar parte do salário antes de ele o ver. O Estado anuncia o aumento e é o primeiro a recebê-lo.
Este Governo vive onde? No mesmo sítio onde o PS viveu oito anos. Os cheques do Estado para carros elétricos foram inventados em 2017, pelo Governo do PS, a 2.250 euros por carro. A AD só aumentou a dose.
Reclamar agora da política que o próprio partido criou é coerência de clube, não de princípio. Quando é o nosso, é transição energética. Quando é o outro, é viver na lua.
O problema nunca foi a cor. É o Estado tirar a quem trabalha para escolher o carro de quem recebe, com o PS ou com a AD.
eco.sapo.pt/2017/02/17/so-ha…
Consensos alargados para a coesão social. Traduzido, todos os partidos de acordo em mais Estado.
Esse consenso já existe há décadas. Rendas congeladas, cerca de mil milhões por ano em habitação pública durante vinte anos, despesa pública a subir 16,7 mil milhões só em 2024 e 2025. E as casas subiram 17,6% no ano passado.
Mais uma reunião em Belém para decidir como gastar o dinheiro dos outros. O único consenso que nunca se pede é deixar as pessoas construir, arrendar e ficar com o que ganham.
António José Seguro chamou os partidos a Belém e convocou um Conselho de Estado sobre coesão social, na sequência dos protestos pela habitação. publico.pt/2026/10/29/politi…
A própria RTP diz que os cerca de mil milhões de 2027 estão em linha com o que se investiu nas últimas duas décadas. Não é um corte. É o fim do PRR.
E o PRR não foi ajuda. É dívida europeia, que vamos pagar todos até 2058.
Vinte anos a investir mil milhões por ano em habitação pública, e um ano de PRR a quase triplicar isso. Os preços subiram 17,6% em 2025 na mesma. Se dinheiro público resolvesse a crise, já estava resolvida.
O que falta não é investimento do Estado. É deixarem construir.
cnnportugal.iol.pt/habitacao…
O investimento público em habitação volta a marcar passo. De acordo com o Jornal de Negócios, depois do impulso deste ano dado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, a despesa do Estado com habitação pública recua em 2027 para 0,3 por cento do Produto Interno Bruto.
rtp.pt/noticias/economia/inv…
Qual retorno? Os certificados de aforro rendem 2,5% brutos, e é o máximo, porque o Estado pôs um teto à taxa. Depois de impostos ficam 1,8%. A inflação em setembro foi de 3,6%.
Quem poupa em certificados está a perder poder de compra todos os anos. E o Estado ganha três vezes. Pede-te o dinheiro emprestado, decide quanto te paga no máximo e ainda cobra imposto sobre o juro, enquanto a inflação come o resto.
Chamar a isto retorno é generosidade. Poupar num produto onde o devedor também faz as regras nunca foi bom negócio.
Pedro Carvalho sobre certificados de aforro: “Quando os retornos aumentam, a procura cresce; quando diminuem, os aforradores tendem a retirar o dinheiro” sicnoticias.pt/podcasts/mone…
Apoio? Até 80% de um carro de 15 mil euros, mais 1.000 para o posto de carregamento, para cerca de 20 mil famílias. Se todos usarem o máximo, são até 240 milhões só nos carros. Pagos por quem? Pelos mesmos contribuintes, incluindo os que andam de autocarro e os que deixam 46% em impostos em cada litro de gasolina.
O Estado tira primeiro a todos, escolhe o produto que acha certo e devolve a alguns. Chama-se a isso apoio.
E um pormenor. Um posto de carregamento em casa precisa de garagem. Quantas famílias carenciadas têm uma?
Se o objetivo é ajudar os mais pobres, baixe-se o imposto que pagam todos os dias. Isso ajudava todos, e não só quem compra o carro que o Governo escolheu.
eco.sapo.pt/2026/10/28/dos-p…
Apoio até 15 mil euros, subsídio de posto de carregamento e ajuda no abate: eis o pacote para carenciados comprarem carros elétricos cnnportugal.iol.pt/carros-el…
O problema nem é o carro ser elétrico. É o Estado achar que sabe melhor do que tu que carro deves ter.
E quem recebe? Os mais carenciados e quem vive em zonas com má rede de transportes. O Governo não define nem uma coisa nem outra. Decide depois, caso a caso, com o teu dinheiro. O último concurso esgotou em poucas horas. Não ganhou quem mais precisava, ganhou quem chegou primeiro.
Repara também na confissão. O Estado admite que há zonas onde os transportes falham, e a resposta não é deixar de falhar. É mais um subsídio, agora para carros, para empresas e para 700 autocarros.
Num mercado livre, se o elétrico for melhor e mais barato, as pessoas compram-no sozinhas. Se precisa de 80% de subsídio para ser comprado, o mercado já respondeu.
Ajudar os pobres não é escolher-lhes o carro. É deixar-lhes mais dinheiro no bolso e deixá-los decidir.
Convém ler o que foi aprovado. A resolução pede para reforçar a proteção do Império como património, depois de a IURD ter avançado em 2024 com um projeto para ampliar o edifício e mexer na fachada e no interior. Reforçar a proteção trava a IURD, não lhe paga obras. Dinheiro do contribuinte não aparece em lado nenhum.
E não foi só o Chega. O PS votou a favor, tal como o PAN e o JPP, e o PAN até aprovou um projeto próprio de salvaguarda urgente. Só a IL votou contra.
Eu fico com a IL. O edifício é da IURD há três décadas. Classificar património é o Estado a decidir o que alguém pode fazer com o que é seu, seja uma igreja, um clube ou um vizinho.
quemvotou.pt/votacoes/13684
lisboaparapessoas.pt/2024/12…
O mercado está a funcionar? Num setor com rendas congeladas durante décadas, travão às rendas dos novos contratos, IVA a 23% na construção até julho deste ano, licenças que se arrastam nas câmaras e terrenos públicos parados há décadas.
Isso não é mercado livre. É o Estado em todo o lado, e a culpa atirada para o único sítio onde ele não manda.
E casa nova cara também baixa preços. Quem a compra deixa outra livre, e essa liberta outra. Um estudo nos EUA concluiu que cada 100 casas novas a preço de mercado libertam o equivalente a 70 em bairros abaixo do rendimento mediano.
Falta o Estado, diz. Falta onde? Já está em tudo. O que falta são casas.
upjohn.org/research-highligh…
O mercado está a funcionar na habitação e é esse o problema expresso.pt/opiniao/2026-10-…
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Afonso Gonçalves, do grupo Reconquista, é posto a andar pelos jagunços do regime!
A sagrada Constituição de Abril é uma maravilha: garante a liberdade de reunião e de manifestação, mas, no episódio comentado pelo Partido Libertário, Afonso Gonçalves, do Reconquista, recebe uma tradução policial bastante mais curta: ponha-se a andar, e depressa! O artigo 45.º reconhece o direito de reunião pacífica, sem armas e sem autorização.
Ser rotulado de “extrema-direita” não demonstra uma agressão, nem dispensa a justificação de uma intervenção policial. Se houve violência ou ameaça, identifiquem-se os actos e os responsáveis. Se o problema foi apenas a presença e a opinião, a tão celebrada liberdade fica reduzida à tolerância de quem manda. Defender este princípio não exige concordar com uma única proposta do Reconquista: exige perceber que uma liberdade dependente da simpatia política é um privilégio.
Mas os nacionalistas também deviam retirar uma lição do encontro com o Estado que tanto veneram. Querem dar-lhe mais poder para impor a sua ordem e depois espantam-se quando esse poder lhes ordena que desapareçam, com risco de levarem no lombo. Acreditam que basta mudar o homem ao comando para transformar a máquina de coerção numa instituição benigna.
Na habitação, a disputa entre culpar os imigrantes e exigir mais intervenção estatal deixa convenientemente de fora impostos, obstáculos à construção, insegurança contratual e manipulação monetária. Uns querem o Estado a distribuir casas; outros querem-no a escolher quem pode cá viver. O libertário começa por exigir liberdade para construir, contratar e dispor da propriedade. A liberdade para protestar contra o poder, mesmo quando o manifestante sonha exercê-lo.
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