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Passando pra mostrar meu trabalho e dizer que sempre fico muy contente quando me chamam pra jobs de ilustração <3
Meu e-mail de contato é [email protected] e se alguém quiser só bater um papo me chama na DM.
Eu entendo não gostar do PCO, mas dizer que são extrema direita faz parecer que vocês não sabem o que define direita e esquerda
Lu Brockmann retweeted
Reading posts by foreigners about Brazil, I get the impression that you're not aware of the full extent of the accusations against Sen. Flávio Bolsonaro, or of the available evidence of his corruption.
So I'd like to kindly invite you to really get to know Flávio. A thread 🧵🇧🇷
Lu Brockmann retweeted
É comum ouvir críticas à China como “não se pode falar mal do presidente”.
Para muitos chineses, essa frase soa muito estranha.
A pergunta que surge automaticamente na cabeça do chines é: “Mas por que alguém criticaria o presidente?”
Para entender essa diferença de visão é preciso observar como funciona a seleção e a progressão de quem chega ao poder na China.
O caminho se parece mais com uma carreira burocrática longa e competitiva do que com a política eleitoral ocidental.
O primeiro passo é a filiação ao Partido Comunista da China (PCC), que constitui a espinha dorsal do poder. O processo é seletivo e demorado: o candidato precisa de recomendação, histórico familiar atestado por membros do partido, pelo menos um ano de acompanhamento com redações e exames políticos e, depois, mais um ano como membro probatório. Ter passado pela Liga da Juventude Comunista ou mesmo ter sido representante de turma no ensino fundamental e médio conta positivamente como indício precoce de liderança.
Além da filiação partidária, o sistema valoriza fortemente a formação técnica. Há uma tradição consolidada de engenheiros e cientistas nas altas esferas — os últimos presidentes, incluindo Xi Jinping, têm formação em engenharia. Antes de assumir cargos de liderança, o quadro precisa demonstrar resultados expressivos em sua atividade profissional.
Ninguém chega ao topo sem antes passar décadas administrando a base. O político inicia em escalas pequenas — um quarteirão, um comitê de rua ou a gestão de uma praça, por exemplo. Nessa função, precisa mostrar excelência concreta: garantir a zeladoria e a infraestrutura (lâmpadas, brinquedos da praça, limpeza), avaliar problemas de segurança e trânsito no entorno e manter contato direto com os moradores, recolhendo reclamações e sugestões. Se cumprir metas de desenvolvimento econômico, redução da pobreza e boa avaliação da população, é promovido.
A partir daí a carreira avança de forma piramidal e geográfica concorrendo com outros iguais. O quadro passa a gerenciar um bairro inteiro, depois um distrito municipal, torna-se prefeito de uma cidade de médio porte e, em seguida, governa províncias com populações maiores que muitos países. Só depois disso disputa espaço nos órgãos centrais em Pequim. Para alcançar o círculo máximo do poder, como o Comitê Permanente do Politburo (apenas sete pessoas), exige-se em geral uma trajetória de 30 a 40 anos de serviços contínuos e bem avaliados.
Esse processo se apoia em eleições indiretas e piramidais. Os cidadãos votam diretamente apenas para os congressos populares locais. Esses representantes elegem os do nível provincial, que por sua vez escolhem os membros da Assembleia Popular Nacional. A Assembleia e os comitês internos do PCC definem os cargos mais altos do Executivo, incluindo o presidente. Ao longo de toda a escalada, as avaliações são frequentes e incluem cumprimento de metas macroeconômicas, pesquisas de opinião e investigação de conduta.
Desse modo, a figura do presidente deixa de ser vista, por grande parte da população, como um político qualquer. Por isso a crítica direta e pública soa, para muitos chineses, menos como um direito natural e mais como algo que precisa de justificativa muito forte.
Diante desse caminho de décadas de resultados comprovados e avaliações constantes, você, se fosse chinês, acharia algo normal falar mal do presidente?
Lu Brockmann retweeted
ENTÃO JUNINHOGAMEPLAY2013, DEIXA EU TE EXPLICAR PORQUE TUA PLACA DE VÍDEO CUSTA TÃO CARO NO BRASIL
Lu Brockmann retweeted
Gente, tem alguma fã army do BTS que não conseguiu ingresso e tem disponibilidade para ir no show de hoje??? Tenho um ingresso pista para doar. Ajudem dando RT. Precisa ser fã de verdade e não ter conseguido para outros dias! Ajudem dando RT por favor
Gente, agrora, vamo lá.... A esquerda também tem que deixar de ser tão emocionada e reativa em alguns aspectos.
O Marcelo foi morto por uma gangue de moleque, não tem como dizer que foram bolsonaristas e que foi por política.
++
Lu Brockmann retweeted
galera vídeo mt importante vcs da esquerda que tão dando palco para o r3n4n s4nt0s assistam!!!
“Violence is not the answer” is such a funny attempt at an ideology, because often it is in fact, the exact answer
Sometimes the only one, when people make non-violence impossible
























