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Amazon fish physiology | Climate change | Biodiversity Ciência, clima e biodiversidade na Amazônia Science & policy from the Amazon

INPA | TWAS | Manaus 🇧🇷
Joined May 2019
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“Reflorestar é importante. Não destruir é fundamental!” Uma floresta nativa não pode ser simplesmente substituída por árvores plantadas! Uma reportagem da Agência FAPESP alerta que projetos de reflorestamento voltados principalmente à captura de carbono podem produzir florestas empobrecidas em biodiversidade. Estudos na Mata Atlântica e no Cerrado mostram que recuperar árvores e biomassa não significa recuperar toda a riqueza biológica original. Reflorestar é necessário e pode trazer enormes benefícios. Mas nenhuma iniciativa de restauração consegue reproduzir integralmente, em pouco tempo, a diversidade, as interações ecológicas e os serviços ambientais de uma floresta construída pela natureza ao longo de milhares de anos. A ciência já produziu conhecimentos capazes de melhorar muito esses projetos: selecionar espécies nativas adequadas, respeitar as características de cada ambiente e recuperar processos ecológicos, não apenas estoques de carbono. Precisamos utilizar esse conhecimento para restaurar melhor e, sobretudo, impedir que nossas florestas naturais continuem sendo destruídas. Plantar árvores é importante. Preservar uma floresta viva, com toda a sua biodiversidade, é insubstituível! Leia mais: Agência FAPESP — Foco exclusivo em captura de carbono ameaça diversidade de plantas em projetos de reflorestamento (agencia.fapesp.br/foco-exclu…) #Amazônia #Biodiversidade #FlorestasNativas #Reflorestamento #RestauraçãoEcológica #Conservação #Ciência #MudançasClimáticas
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“A ciência feita na Amazônia continua ganhando destaque!” A reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian sobre nossas pesquisas com peixes amazônicos e os impactos das mudanças climáticas ganhou novas repercussões. O Brasil Amazônia Agora, em artigo de Alfredo Lopes, e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) também abordaram o trabalho desenvolvido no INPA, em Manaus. O artigo do Brasil Amazônia Agora apresenta uma reflexão sobre uma trajetória científica construída ao longo de décadas, desde a criação do nosso Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular, em parceria com Vera Maria Fonseca de Almeida-Val, até a consolidação de uma ampla rede de pesquisa e cooperação científica. Essa trajetória é resultado de um esforço coletivo. Pesquisadores, estudantes e colaboradores de diferentes instituições, no Brasil e no exterior, contribuíram para esses avanços. A formação de mestres e doutores tem sido parte essencial desse processo, ampliando a capacidade científica da região e formando novas gerações de pesquisadores. Essas publicações reforçam uma convicção que sempre orientou nosso trabalho: a Amazônia precisa ser não apenas objeto de investigação, mas também protagonista da produção do conhecimento científico. Para isso, são indispensáveis investimentos contínuos, infraestrutura adequada e oportunidades para formar e manter profissionais qualificados na região. Agradeço ao The Guardian, ao Brasil Amazônia Agora e à Academia Brasileira de Ciências pela divulgação desse trabalho, que pertence a muitas mãos e gerações. A ciência produzida na Amazônia tem muito a oferecer ao Brasil e ao mundo! Leia as matérias: Brasil Amazônia Agora — Adalberto Luís Val, um cientista que ajuda o mundo a compreender a Amazônia (brasilamazoniaagora.com.br/a…) Academia Brasileira de Ciências — The Guardian publica matéria sobre trabalho de Adalberto Val na Amazônia (abc.org.br/reportagens/the-g…) #CiênciaAmazônica #INPA #Amazônia #TheGuardian #AcademiaBrasileiraDeCiências #BrasilAmazôniaAgora #Biodiversidade #MudançasClimáticas #FormaçãoDePesquisadores #CooperaçãoCientífica
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“Mudanças climáticas: os impactos vão muito além da biodiversidade!” As mudanças climáticas estão transformando os ambientes naturais e ameaçando inúmeras espécies. Mas seus efeitos não se limitam aos sistemas biológicos. As cidades, especialmente as litorâneas, também estão cada vez mais vulneráveis. Uma reportagem do g1 apresenta dados preocupantes: nos últimos 63 anos, a temperatura média do Ceará aumentou 1,8 °C e 47% das praias do estado já apresentam algum nível de erosão. O aquecimento dos oceanos, a elevação do nível do mar e as alterações na dinâmica costeira, associados a intervenções humanas inadequadas, ampliam os riscos. Casas, estradas, escolas, atividades econômicas e até o abastecimento de água doce podem ser comprometidos. Aos impactos sobre a biodiversidade somam-se prejuízos à infraestrutura, à economia e à saúde humana. E, como frequentemente acontece, as populações mais vulneráveis acabam sofrendo as consequências mais severas. Precisamos agir em duas frentes: reduzir as emissões de gases de efeito estufa e preparar nossas cidades para as mudanças que já estão acontecendo. Isso exige ciência, planejamento, políticas públicas consistentes e participação da sociedade. Todos podemos e devemos contribuir! Combater o desmatamento e as queimadas, reduzir desperdícios, utilizar os recursos naturais de forma responsável e apoiar iniciativas sustentáveis são atitudes fundamentais. Cuidar do clima é cuidar da biodiversidade, das cidades e, sobretudo, das pessoas. O futuro depende das decisões que tomamos hoje! Leia mais: g1.globo.com/google/amp/ce/c… #MudançasClimáticas #Biodiversidade #ErosãoCosteira #Sustentabilidade #Cidades #MeioAmbiente #Ciência #AçãoClimática
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“The Guardian: Ciência amazônica em destaque” É uma grande satisfação ver o jornal britânico The Guardian dedicar uma reportagem às pesquisas que desenvolvemos no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus, sobre os impactos das mudanças climáticas nos peixes amazônicos. Nossos agradecimentos à sensibilidade de Mac Margolis. A reportagem destaca o tambaqui (Colossoma macropomum) como uma espécie que nos ajuda a compreender as ameaças do aquecimento global. Nossos estudos mostram como o aumento da temperatura, as alterações na disponibilidade de oxigênio e a presença de poluentes podem comprometer a fisiologia dos peixes, a biodiversidade e a segurança alimentar das populações amazônicas. Esse reconhecimento é fruto de décadas de trabalho coletivo, envolvendo pesquisadores, estudantes e colaboradores que ajudaram a construir e consolidar uma sólida capacidade científica no INPA. A cooperação com instituições de outras regiões do Brasil e do exterior tem sido fundamental para ampliar nossos conhecimentos e abrir novas possibilidades de investigação. Mas é importante reconhecer, sobretudo, o conhecimento produzido aqui, na Amazônia, por equipes que conhecem seus ambientes, enfrentam os desafios de pesquisar na região e contribuem diretamente para a formação de novas gerações de cientistas. A formação de mestres e doutores ocupa um lugar central nessa trajetória. Muitos profissionais formados em nossos laboratórios fortalecem instituições amazônicas e ampliam redes de colaboração no Brasil e no exterior. A ciência sobre a Amazônia se beneficia da cooperação internacional, mas precisa ter na própria Amazônia uma base científica forte, valorizada e continuamente fortalecida. Isso exige infraestrutura, investimentos duradouros e oportunidades para formar e manter profissionais qualificados na região. Leia a reportagem: The Guardian — The Amazon’s canary in the coalmine: what a tropical fish can tell us about climate upheaval (theguardian.com/global-devel…) #TheGuardian #INPA #CiênciaAmazônica #Amazônia #Tambaqui #MudançasClimáticas #Biodiversidade #CooperaçãoCientífica #FormaçãoDePesquisadores #CiênciaBrasileira
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“Garimpo na Amazônia: além do mercúrio, a ameaça do cianeto!” Quando falamos da contaminação provocada pelo garimpo ilegal na Amazônia, quase sempre pensamos no mercúrio. Mas outro produto químico extremamente tóxico está colocando em risco a vida nos territórios indígenas: o cianeto! Uma reportagem publicada pela Mongabay revela que operações de fiscalização identificaram 12 áreas contaminadas por cianeto na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. O produto é utilizado para extrair ouro e pode deixar resíduos altamente perigosos em águas e sedimentos. Diferentemente do mercúrio, que pode se acumular nas cadeias alimentares e provocar graves efeitos crônicos, o cianeto pode agir rapidamente, impedindo que as células utilizem o oxigênio necessário à sobrevivência. Dependendo da exposição, pode matar pessoas e animais em poucos minutos. As consequências já preocupam as comunidades indígenas. Há relatos de animais mortos, problemas de saúde e famílias que deixaram de pescar e caçar por receio da contaminação. A ameaça não é apenas ambiental: atinge a alimentação, a saúde e os modos de vida dessas populações. E há uma questão especialmente preocupante: a repressão ao uso ilegal do mercúrio não pode resultar na substituição por outro contaminante igualmente perigoso. O problema central continua sendo a mineração ilegal e a destruição que ela provoca. É urgente interromper essas atividades, identificar a extensão da contaminação, recuperar os ambientes afetados e garantir água segura e assistência às comunidades. O ouro não pode valer mais que a vida! Nem a dos povos indígenas, nem a dos peixes, nem a de qualquer organismo que depende das águas amazônicas. Leia mais: Mongabay — Cyanide ponds from illegal mining threaten Amazon Indigenous territory (news.mongabay.com/2026/11/cy…) #Amazônia #Cianeto #Mercúrio #GarimpoIlegal #RaposaSerraDoSol #PovosIndígenas #ContaminaçãoAmbiental #Biodiversidade #SaúdeAmbiental #RiosAmazônicos
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“A ciência revelando a história da vida na Terra” Como era o mundo há 237 milhões de anos? Que organismos viviam nele? Como surgiram as adaptações que permitiram a conquista de novos ambientes? Uma descoberta extraordinária na China ajuda a responder parte dessas perguntas. Fósseis de Gerrothorax maritimus, um antigo anfíbio, revelam que esse animal pode ter vivido exclusivamente no mar, algo que não ocorre entre os anfíbios atuais. Seu corpo achatado, protegido por uma espécie de armadura óssea, e suas adaptações fisiológicas teriam permitido superar os desafios impostos pela água salgada. Mais uma demonstração da extraordinária diversidade de soluções produzidas pela evolução. É fascinante perceber como a ciência, ao recuperar fragmentos de um passado tão distante, reconstrói a história biológica do planeta e nos ajuda a compreender como o mundo em que vivemos foi sendo moldado ao longo de milhões de anos. Cada descoberta acrescenta uma peça a esse imenso quebra-cabeça. E mostra quanto ainda há por conhecer sobre a história da vida na Terra. Conhecer o passado é também compreender melhor o presente e os caminhos possíveis para o futuro. Leia mais: g1.globo.com/google/amp/cien… #Evolução #Biodiversidade #Paleontologia #Anfíbios #HistóriaDaVida #Ciência #Natureza
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“Domingo: entre a beleza da natureza e os desafios do nosso tempo” Que semana intensa! Tantos acontecimentos, tantas reflexões e tantos desafios pela frente! As queimadas, a fumaça, as temperaturas elevadas e as mudanças climáticas continuam nos alertando para a fragilidade dos sistemas naturais. Ao mesmo tempo, os desafios sociais e políticos, as desigualdades, os conflitos e as dificuldades de convivência mostram que construir um futuro melhor exige muito mais do que avanços científicos e tecnológicos. E, em meio a tudo isso, esta flor que fotografei em Vancouver parece trazer uma mensagem especial. Que extraordinária combinação de vermelho intenso, formas delicadas e folhas verdes! Uma beleza que resulta de uma longa história evolutiva, repleta de adaptações e interações com o ambiente. Seu vermelho vibrante pode lembrar os alertas que nos cercam, mas prefiro enxergar nele a energia, a vitalidade e a capacidade de renovação da vida. A natureza ensina que a diversidade é uma riqueza construída ao longo do tempo. Talvez essa seja também uma boa inspiração para enfrentar os desafios humanos: reconhecer diferenças, valorizar o conhecimento, fortalecer a convivência e cultivar o respeito. Que a semana que começa nos encontre dispostos a construir, desde já, um futuro mais saudável — ambiental, social e politicamente —, com mais ciência, responsabilidade, solidariedade e paz. Um excelente domingo! Um beijo no coração de todas e todos!
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“A Amazônia tem uma história muito mais antiga do que imaginamos!” Muito antes da chegada dos europeus, a Amazônia já abrigava sociedades indígenas com formas complexas de organização territorial! Uma pesquisa publicada na revista Science, em 2024, revelou vestígios impressionantes no Vale do Upano, na Amazônia equatoriana. Utilizando tecnologia a laser (LiDAR) e informações de escavações arqueológicas, pesquisadores identificaram mais de 6 mil plataformas de terra, distribuídas em pelo menos 15 assentamentos, além de estradas, praças e áreas agrícolas. Essas estruturas estão associadas principalmente às culturas Kilamope e Upano, que ocuparam a região entre aproximadamente 500 a.C. e 300–600 d.C. Há cerca de 2.500 anos, essas populações já construíam extensas redes de assentamentos e transformavam a paisagem amazônica! A descoberta ajuda a superar a antiga visão de uma Amazônia praticamente desabitada antes da colonização europeia. A região possui uma história milenar de ocupação humana, marcada por conhecimentos, práticas agrícolas e diferentes formas de interação com os ambientes naturais. Esses povos não viviam em uma natureza intocada. Faziam parte dela e a transformavam, deixando marcas que a ciência começa a compreender com maior profundidade. Essa história nos convida a refletir sobre o presente. Se a Amazônia foi habitada e manejada por diferentes sociedades ao longo de milênios, temos hoje a responsabilidade de conciliar as necessidades humanas com a conservação de seus ecossistemas, respeitando os conhecimentos e os direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais. A Amazônia tem um passado extraordinário, que precisamos conhecer e respeitar. E tem um futuro que depende das escolhas que fazemos hoje! Leia mais: CNN Brasil — Laser mapeia a Amazônia e descobre antigas aldeias ligadas por estradas. cnnbrasil.com.br/curiosidade… #Amazônia #PovosIndígenas #Arqueologia #HistóriaDaAmazônia #Biodiversidade #Conservação #Ciência #Sustentabilidade
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“Já imaginou uma cobra caindo do céu?” Imagine você caminhando tranquilamente por uma floresta, admirando as árvores, quando, de repente, uma cobra surge no ar, bem acima da sua cabeça! Parece cena de filme, mas a natureza é capaz de surpresas ainda maiores! Nas florestas do sul e sudeste da Ásia vivem serpentes do gênero Chrysopelea, conhecidas como cobras voadoras. Elas não possuem asas, mas conseguem saltar das árvores e planar pelo ar, percorrendo distâncias surpreendentes. Como fazem isso? Durante o salto, expandem as costelas e achatam o corpo, transformando-o em uma espécie de superfície aerodinâmica. Ao mesmo tempo, realizam movimentos ondulatórios que ajudam a manter o equilíbrio e controlar a trajetória. É como se a cobra nadasse no ar! E não se trata de um salto para atacar quem passa pela floresta. Essa habilidade permite que se desloquem entre árvores, explorem novos ambientes e escapem de ameaças. A diversidade biológica nunca deixa de surpreender! A evolução produziu soluções extraordinárias para os desafios da sobrevivência. Algumas parecem até desafiar nossa imaginação! Quantas outras adaptações fascinantes ainda estão escondidas nas florestas do planeta, especialmente na nossa Amazônia? Conhecer a biodiversidade é descobrir que a natureza tem muito mais a nos ensinar do que imaginamos. Leia mais: Revista Oeste — Uma espécie de serpente consegue saltar das árvores e planar pelo ar (revistaoeste.com/oestegeral/…) #Biodiversidade #Evolução #Serpentes #CobrasVoadoras #Chrysopelea #Natureza #Ciência #Adaptação #Florestas #Amazônia
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“Pirarucu: escamas resistem até impactos de chumbos de espingarda” Relatos mencionam disparos realizados a distâncias de 20 a 30 metros, cujos projéteis ricocheteariam nas escamas sem provocar danos significativos. O segredo está em uma combinação impressionante: uma camada externa rígida e mineralizada, sustentada por uma estrutura interna de fibras de colágeno que proporciona resistência e flexibilidade. Essa organização permite absorver impactos e resistir à perfuração, despertando o interesse de pesquisadores que desenvolvem novos materiais de proteção. E as surpresas não param aí! O pirarucu (Arapaima gigas), um dos maiores peixes de água doce do planeta, respira obrigatoriamente o ar atmosférico e apresenta cuidado parental. É um verdadeiro exemplo da diversidade de soluções produzidas pela evolução. Mas existe um paradoxo: essa extraordinária armadura natural não protege o pirarucu da pesca excessiva e da degradação de seus ambientes. Felizmente, experiências de manejo comunitário na Amazônia mostram que é possível conservar a espécie e, ao mesmo tempo, gerar renda e melhorar a qualidade de vida das populações ribeirinhas. A natureza levou milhões de anos para produzir adaptações tão extraordinárias. Cabe a nós assegurar que esse gigante continue habitando os rios e lagos amazônicos! Leia mais: Pravda.Ru — Arapaima: o predador que desafia a lógica da biônica (port.pravda.ru/news/sociedad…) #Pirarucu #ArapaimaGigas #Amazônia #Evolução #Biomimética #Biodiversidade #PeixesAmazônicos #Ciência #Conservação
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“O planeta continua aquecendo. E os recordes não param!” Um novo relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgado ontem, traz um alerta preocupante: as concentrações dos principais gases de efeito estufa atingiram novos recordes em 2025. O dióxido de carbono (CO₂) alcançou 426,8 partes por milhão na atmosfera, valor 53% superior ao registrado antes da industrialização. Metano e óxido nitroso também atingiram concentrações sem precedentes. O problema não está apenas nas emissões atuais, mas no acúmulo desses gases, que retêm calor e continuam afetando o clima por décadas e até séculos. A consequência é o aumento dos riscos de ondas de calor, secas prolongadas e outros eventos climáticos extremos. Na Amazônia, esses efeitos já representam ameaças à biodiversidade e à vida das populações. Temperaturas elevadas, alterações nos ciclos de cheia e vazante e redução do oxigênio dissolvido nos ambientes aquáticos colocam os peixes sob crescente pressão, com possíveis consequências para a pesca e a segurança alimentar. Há outro aspecto preocupante: as mudanças climáticas podem comprometer a própria capacidade das florestas e dos oceanos de absorver carbono, intensificando ainda mais o aquecimento global. Os números são globais, mas as consequências chegam aos nossos rios, às nossas florestas e às nossas casas. Reduzir as emissões, proteger os ecossistemas e transformar o conhecimento científico em ações concretas são compromissos que não podem continuar sendo adiados. O clima está mudando. O que precisamos mudar, com urgência, é a nossa resposta! Leia mais: g1 — Gases de efeito estufa batem novo recorde e ampliam aquecimento global, alerta ONU. (g1.globo.com/meio-ambiente/n…) #MudançasClimáticas #AquecimentoGlobal #Amazônia #Biodiversidade #PeixesAmazônicos #Ciência #MeioAmbiente #SegurançaAlimentar #CriseClimática
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“A Amazônia precisa continuar conectada!” Não basta manter a floresta em pé. É preciso garantir que ela continue funcionando! Um artigo publicado na Mongabay Latam chama atenção para uma ameaça crescente: a fragmentação dos ecossistemas amazônicos. Estradas, barragens, desmatamento e mineração comprometem processos ecológicos essenciais à manutenção da biodiversidade. A Amazônia é um sistema extraordinariamente complexo, no qual florestas, rios, áreas inundáveis e organismos interagem continuamente. Quando essas relações são interrompidas, mesmo ambientes aparentemente preservados podem perder parte de suas funções ecológicas. Nos ambientes aquáticos, as consequências são especialmente preocupantes. A interrupção das rotas migratórias dos peixes e as alterações nos ciclos naturais de inundação afetam a reprodução das espécies, a biodiversidade e a produtividade pesqueira. Há também uma dimensão humana fundamental: em muitas comunidades amazônicas, o peixe é a principal fonte de proteína animal. Proteger os ambientes aquáticos significa, portanto, proteger a alimentação, a saúde e a qualidade de vida dessas populações. A conservação da Amazônia exige uma visão integrada, capaz de ultrapassar fronteiras políticas e reconhecer a importância dos processos naturais que sustentam a vida. A Amazônia é muito mais que uma imensa floresta. É uma extraordinária rede de vida, cuja integridade precisamos preservar. Leia mais: Mongabay Latam — A Amazônia precisa de uma floresta conectada, não apenas em pé (es-mongabay-com.cdn.ampproje…) #Amazônia #Biodiversidade #RiosAmazônicos #PeixesAmazônicos #SegurançaAlimentar #Conservação #Ciência #PanAmazônia
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“O Brasil escolheu! Na Amazônia, como sempre, estivemos juntos!” Hoje é dia de celebrar a democracia brasileira, a reeleição do presidente Lula e, sobretudo, o povo brasileiro, protagonista de mais um momento importante de nossa história. Na Amazônia, foi emocionante acompanhar a mobilização de pessoas que percorreram rios e enfrentaram grandes distâncias para exercer seu direito ao voto. A imagem representa um pouco dessa realidade e da participação das comunidades do interior na construção do futuro do país. O vermelho marcou essa mobilização em muitas localidades amazônicas, expressando esperança e expectativas de dias melhores. Que as conquistas democráticas continuem avançando, com mais educação, ciência, inclusão social, proteção ambiental e oportunidades para todos, especialmente para as populações historicamente menos favorecidas. Uma eleição define quem governa, mas a democracia pertence a todos, independentemente das escolhas feitas nas urnas. Viva a democracia! Viva o povo brasileiro! Viva a Amazônia! #Democracia #Brasil #Amazônia #Eleições2026 #Cidadania #InclusãoSocial #Esperança #Futuro
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“Domingo: um dia muito especial para o Brasil” Hoje é um domingo muito especial para o Brasil. Dia de celebrar a democracia e de exercer um direito que nem sempre esteve ao alcance de todos: escolher livremente nossos governantes. Para acompanhar esta reflexão, escolhi esta composição de flores vermelhas, tendo ao fundo nossa bandeira, os rios e a floresta amazônica. Uma imagem que reúne beleza, diversidade e esperança. Que o Brasil continue florescendo, com toda a riqueza de sua natureza e de sua gente! Ao longo desta semana, compartilhei preocupações com os incêndios, a fumaça, a destruição ambiental e os desafios que enfrentamos. Mas também celebramos iniciativas de inclusão social, oportunidades para jovens mulheres, avanços da ciência e ações que ajudam a construir um país melhor. Hoje é dia de lembrar o quanto já caminhamos. A educação chegou a milhões de brasileiros, a ciência avançou, direitos foram conquistados e muitas portas se abriram para aqueles que antes encontravam apenas dificuldades. Nada disso aconteceu por acaso. São conquistas de gerações que trabalharam, lutaram e acreditaram em um Brasil mais justo. As escolhas de hoje terão consequências que vão muito além dos próximos quatro anos. Alcançarão nossos filhos, netos e tantos brasileiros que ainda nem nasceram. Por isso, este é também um momento de serenidade, respeito e responsabilidade com o futuro. Volto às flores. Suas cores vibrantes, a delicadeza de suas estruturas e a harmonia do conjunto me fazem pensar em nosso país. A diversidade é uma riqueza extraordinária. Preservá-la, na natureza e na sociedade, é uma responsabilidade de todos. Que este domingo transcorra em paz. Que a democracia saia fortalecida e que o Brasil continue avançando, sem perder de vista as conquistas que tanto custaram a tantas gerações. Meu profundo carinho a todas e todos. Que floresçam a democracia, a liberdade e a esperança! Um beijo no coração de todas e todos!
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“Democracia: uma conquista que precisa ser cuidada!” Amanhã, 25 de outubro, o Brasil terá mais um dia importante para sua história. É tempo de serenidade, respeito e reflexão. Os mais velhos sabem bem que nem sempre foi possível escolher livremente nossos governantes. Muitos viveram tempos difíceis, quando expressar uma opinião podia trazer consequências graves. A liberdade que temos hoje custou muito esforço, coragem e até a vida de brasileiros que lutaram por ela. Nas últimas décadas, o país avançou. Mais crianças chegaram à escola, mais jovens tiveram acesso às universidades, ampliaram-se os direitos sociais e surgiram novas oportunidades para milhões de famílias. Ainda há muito a melhorar, mas essas conquistas fazem parte da nossa história. Quem conhece as dificuldades da vida sabe o valor de cada oportunidade conquistada. Sabe também quanto custa perder aquilo que levou tantos anos para construir. Neste momento, vale conversar com os filhos e netos, ouvir os mais velhos, respeitar as diferenças e não acreditar em tudo que circula pelas redes sociais. A verdade, o diálogo e a serenidade são essenciais. Que o Brasil continue avançando, com liberdade, educação, saúde, oportunidades e respeito a todas as pessoas, independentemente de sua origem ou condição social. Que as próximas gerações recebam um país melhor do que aquele que encontramos. Um abraço carinhoso a todas e todos. Viva a democracia! #Democracia #Brasil #Liberdade #Educação #DireitosSociais #Respeito #Cidadania #Futuro
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“Democracia: uma conquista que precisa ser cuidada!” Amanhã, 25 de outubro, o Brasil terá mais um dia importante para sua história. É tempo de serenidade, respeito e reflexão. Os mais velhos sabem bem que nem sempre foi possível escolher livremente nossos governantes. Muitos viveram tempos difíceis, quando expressar uma opinião podia trazer consequências graves. A liberdade que temos hoje custou muito esforço, coragem e até a vida de brasileiros que lutaram por ela. Nas últimas décadas, o país avançou. Mais crianças chegaram à escola, mais jovens tiveram acesso às universidades, ampliaram-se os direitos sociais e surgiram novas oportunidades para milhões de famílias. Ainda há muito a melhorar, mas essas conquistas fazem parte da nossa história. Quem conhece as dificuldades da vida sabe o valor de cada oportunidade conquistada. Sabe também quanto custa perder aquilo que levou tantos anos para construir. Neste momento, vale conversar com os filhos e netos, ouvir os mais velhos, respeitar as diferenças e não acreditar em tudo que circula pelas redes sociais. A verdade, o diálogo e a serenidade são essenciais. Que o Brasil continue avançando, com liberdade, educação, saúde, oportunidades e respeito a todas as pessoas, independentemente de sua origem ou condição social. Que as próximas gerações recebam um país melhor do que aquele que encontramos. Um abraço carinhoso a todas e todos. Viva a democracia! #Democracia #Brasil #Liberdade #Educação #DireitosSociais #Respeito #Cidadania #Futuro
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“Peixes amazônicos: conhecer para proteger, proteger para alimentar!” Em uma Amazônia submetida a pressões ambientais cada vez maiores, uma iniciativa científica no Peru merece atenção especial. Pesquisadores da Universidade Nacional Amazônica de Madre de Dios organizaram a primeira coleção científica de peixes da região, reunindo cerca de 300 espécies, aproximadamente 40% da diversidade de peixes conhecida naquela bacia. Mais do que documentar a extraordinária biodiversidade amazônica, a coleção permite investigar as transformações provocadas pela mineração ilegal de ouro, que destrói ambientes naturais, altera ecossistemas aquáticos e representa uma grave ameaça de contaminação por mercúrio. E há uma dimensão humana que não pode ser esquecida! Em muitos territórios amazônicos, o peixe é a principal fonte de proteína animal e de nutrientes essenciais. A degradação dos rios e a contaminação dos peixes comprometem não apenas a biodiversidade, mas também a alimentação, a saúde e a qualidade de vida de comunidades inteiras. A iniciativa peruana reforça algo que tenho destacado frequentemente: conhecer os peixes amazônicos é fundamental para compreender os impactos ambientais e proteger a segurança alimentar das populações. É preciso fortalecer a pesquisa científica em toda a Pan-Amazônia, ampliar a cooperação entre instituições e transformar conhecimento em ações efetivas de conservação. Proteger os peixes é proteger os rios, a biodiversidade e as pessoas que deles dependem. Leia mais: Mongabay Latam — A primeira coleção científica de peixes de Madre de Dios (es.mongabay.com/2026/10/peru…) #Amazônia #PeixesAmazônicos #Biodiversidade #SegurançaAlimentar #Mercúrio #MineraçãoIlegal #Ciência #Conservação #PanAmazônia
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“Finalmente, uma boa chuva! Que bom poder respirar!” Depois de tantos dias de fumaça, calor e preocupação com a qualidade do ar em Manaus, finalmente tivemos uma chuva de boa intensidade! Na noite de ontem, raios, trovões e uma forte chuva marcaram a cidade. Um temporal que, desta vez, foi recebido também com um sentimento de alívio e esperança. Que diferença nesta manhã! Que bom voltar a respirar um ar aparentemente mais limpo, olhar para o céu e sentir que a cidade começa a recuperar um pouco de sua normalidade! É impressionante como algo tão característico da Amazônia, a chuva, passou a ser tão aguardado e celebrado. Depois de dias em que a fumaça entrou em nossas casas e comprometeu nossa rotina, uma boa chuva ganha um significado especial. Mas o alívio não pode significar esquecimento. A chuva ajuda a dispersar e remover parte dos poluentes da atmosfera, mas não elimina as causas das queimadas nem garante, por si só, que a qualidade do ar esteja plenamente recuperada. Que venham outras chuvas! E que continuem os esforços para prevenir os incêndios e proteger nossa extraordinária biodiversidade e a saúde das populações amazônicas. Hoje, acima de tudo, quero celebrar este momento: que bom respirar melhor! Leia as duas reportagens: Portal do Holanda — Temporal com raios e trovões atinge Manaus (novo2026.portaldoholanda.com…) NC News — Chuva forte com raios e trovões atinge a região de Manaus (imediato.ncnews.com.br/2026/…) #Manaus #Amazônia #Chuva #QualidadeDoAr #Esperança #MeioAmbiente #Biodiversidade #Saúde
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“A Amazônia continua ardendo. E não é apenas culpa do clima!” É profundamente lamentável acompanhar a expansão das queimadas pela Amazônia. Enquanto o Amazonas enfrenta dias de fumaça intensa, Roraima também registra um crescimento alarmante dos focos de calor. Segundo dados do INPE, Roraima registrou um aumento de 248% nos focos de calor entre 1º e 14 de outubro, em comparação com o mesmo período de 2025. Diante desse cenário, o governo estadual suspendeu por 15 dias as autorizações para queimadas controladas. Há, porém, uma contradição preocupante. Enquanto o Governo Federal mobiliza recursos, equipes e equipamentos para combater os incêndios, continuam ocorrendo ações humanas irresponsáveis e, em alguns casos, criminosas, que provocam novos focos de fogo. O El Niño, as temperaturas elevadas e a estiagem podem agravar as condições que favorecem os incêndios. Mas o El Niño não acende fósforos! É fundamental distinguir os fatores climáticos que aumentam os riscos das ações humanas que iniciam grande parte das queimadas. E quem paga essa conta? Toda a sociedade! A população respira fumaça, a biodiversidade é destruída, os serviços públicos são sobrecarregados e recursos que poderiam ser destinados à educação, à saúde e ao desenvolvimento acabam sendo consumidos no enfrentamento de crises ambientais. Leia mais: portaldoholanda.com.br/index… #Amazônia #Roraima #Amazonas #Queimadas #IncêndiosFlorestais #ResponsabilidadeAmbiental #Biodiversidade #MudançasClimáticas #MeioAmbiente
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