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Você chegou pequenininho e logo se tornou o xodó da casa. Em janeiro, depois de 13 anos, você se foi e eu fiquei sem meu companheiro nos jogos do @Corinthians. Não tem um dia em que eu não pense em você.
Longo mas didático.
Interessante é que esse padrão é mundial.
Arrogante na acusação.
Sofrida na retratação. Cabelo desgrenhado, roupa humilde.
Um completo fodacy para criaturas assim.
QUANDO A CONTA CHEGA
Por Mooska (@LagSignal)
O vídeo do pedido de desculpas de Issa Kassahuga é a autópsia perfeita de um dos fenômenos mais doentios da cultura contemporânea: a desumanização do adversário político estimulada nas universidades e o pânico imediato quando a realidade do mundo adulto cobra a fatura.
Para compreender o peso desse pronunciamento, é preciso olhar para o que aconteceu antes da gravação.
No dia 23 de setembro, em um evento no campus da Universidade de Texas em San Antonio, a estudante pegou o microfone diante do ativista conservador Christian Collins para debochar e tripudiar publicamente sobre a perda e a dor inimaginável da viúva Erika Kirk e de seus filhos órfãos.
Naquele instante, embalada pelo aplauso fácil da bolha universitária e pela arrogância de quem se julga moralmente superior, ela achou que zombar da morte de um adversário era uma demonstração de virtude política.
O que mudou entre aquele dia de setembro e este pedido formal de desculpas gravado com voz pausada e olhos baixos?
Mudou a chegada implacável da realidade.
O vídeo da agressão viralizou nas redes, a opinião pública se revoltou contra a covardia, o conselho da universidade abriu investigações disciplinares e futuros empregadores viram o nome da estudante associado ao escárnio de uma família enlutada. As portas do mercado de trabalho e da vida civil começaram a se fechar em tempo recorde.
De repente, a militante implacável que tripudiava sobre viúvas e órfãos descobre a "humildade", apela para a "fé cristã", lembra da "dignidade humana" e implora publicamente por uma "segunda chance na vida".
O texto do pedido de desculpas foi milimetricamente desenhado por advogados e assessores de gerenciamento de crise. Cada palavra sobre compaixão e respeito soa como um roteiro decorado para conter danos judiciais e tentar salvar uma carreira destruída antes de começar.
No campo espiritual, o perdão é um mandamento e cabe à família ofendida concedê-lo caso julgue sincero. Mas no campo social e institucional, a lição precisa ser dura e permanente.
Durante anos, a doutrinação acadêmica ensinou a uma geração inteira que a violência política e a zombaria da morte alheia eram legítimas, desde que o alvo fosse um conservador. Jovens foram criados na fantasia perigosa de que a militância garante imunidade total contra as leis da decência e da empatia humana.
O caso de San Antonio é pedagógico para toda a juventude ocidental: você pode xingar e comemorar tragédias dentro da estufa universitária. Mas quando você pisa no asfalto da vida real, a conta da sua falta de caráter sempre chega, e ela não aceita pagamento em desculpas ensaiadas.
"É muito fácil tripudiar sobre a dor de uma viúva quando os colegas de classe estão aplaudindo. O desespero da humildade só aparece quando o boleto da reputação bate na porta do mundo real."
-Mooska
Zumm...
#UTSA #EUA #CulturaWoke #Responsabilidade #Mooska
Tal qual no Corinthians, o boulos quer quebrar o país e vender pra alguma SAF.
Bicho burro do carai.
Boulos: Quem defende que Lula faça ajuste fiscal não entendeu eleição cnnbr.app/short/c515044740/
Burro, pra ficar no básico.
Na hora de peitar a diretoria do time, vira um gatinho.


























