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A Liberdade é Una e Indivisível. Lord Acton

Lisboa, Portugal
Joined February 2012
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My interview with Bram was just released. We had a great conversation about my journey this year here on X, how people internalize what the “left” and the “right” are, and how socialism and fascism can be categorized under the same umbrella: Collectivism
LIVE: BFM298 w/ @handre⚡️ “There's a reason why socialists don't go and create their own paradises” We discuss: 🔸3 types of collectivism 🔸Left vs right nonsense 🔸How wealth is created 🔸Why socialism is impossible 🔸Paying people to stay poor 🔸4,000 years of price controls
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Yo soy anarcocapitalista. Yo entiendo, teóricamente por lo menos, que no debería haber ningún tipo de intervención estatal en la economía. Teóricamente. Si me preguntas como tipo ideal, yo diría que ninguno. (1/10)
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Repete comigo: CASA SÓ PODE SER UM DIREITO SE FORES A FAVOR DE ESCRAVIDÃO! Sim, eu sei que te disseram que casa, educação e saúde sao direitos... Eu sei que soa bem e te faz sentir quentinho por dentro. Mas tu não tens direito ao trabalho dos outros... Se achas que o estado pode roubar parte do dinheiro > energia > tempo > vida, de outra pessoa para te dar coisas a ti então acreditas em ter escravos. Os únicos verdadeiros direitos são os Naturais/Negativos, como o direito à vida, que apenas não devem ser violados e não precisam de ser "garantidos"... Boa Tarde.
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Academics at a London university are being made to take a test they can only pass by professing the “correct” opinions. Compelled speech is a hallmark of authoritarianism and must always be resisted. My latest post is now up! Read here: andrewdoyle.org/p/the-tyrann…
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O único resultado até o momento da tentativa de golpe na Polonia pelo aspirante a ditador Donald Tusk foi o de despertar a consciência nacional entre os poloneses. Conseguiram até o incrivel feito de UNIR TODOS OS LIBERTÁRIOS DA POLÔNIA contra Tusk. Pois é: até o movimento libertário que sempre está fraturado em brigas internas se uniu contra a tentativa de golpe de Tusk. Antes da tentativa de golpe, o movimento libertário polones estava dividido desde o racha da antiga Konfederacja por conta da Guerra na Ucrania e havia rachado em 3 partidos: o KPP (pró-Russia), o Ruch Narodowy (pró-Ucrania) e o Nowa Nadzieja (neutro isolacionista). Após a tentativa de golpe os 3 partidos se uniram de novo em uma coligação e estão todos juntos denunciando o golpe do Tusk. Em resumo: não satisfeito em unir até libertáriosn o golpe de Tusk conseguiu unir até ucranetes e russetes juntos na oposição. Tusk e os seus chefes em Bruxelas ignoraram que a maior parte dos poloneses estavam vivos na ditadura de Jaruzelski esabem reconhecer um ditador quando o encontram! 🇵🇱 Enquanto Tusk importa policiais e "manifestantes" alemães com bandeiras da União Europeia para simular apoio popular ao seu governo, o povo polones ocupou as ruas para derrubar o golpe de Tusk. A Polonia irá vencer o golpe globalista.
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“Los impuestos son un robo a gran escala, porque atentan contra el derecho de propiedad y su finalidad es mantener a una casta de parásitos que viven a costa de los gobernados”. - Murray Rothbard –
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Este hombre se carrileó a un círculo de 20 tías de izquierdas y después grabó esto como si nada.
Hoy hemos ido a debatir a la Universidad de Santiago. El resultado lo veréis pronto 👀
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Mao Zedong's Great Leap Forward killed an estimated 45 million people between 1958 and 1962, and the backyard steel furnace campaign sits at the center of that catastrophe as a textbook case of central planning consuming itself alive. Mao's logic was simple. If the Soviet Union had industrialized through state-directed production, China would do it faster and bigger. He ordered peasants across every province to smelt steel in small furnaces built on collective land. Party officials set output quotas with no reference to the resources, skills or demand that actually existed. Farmers melted down their own plows, woks and door hinges to hit the numbers, and stripped hillsides bare for fuel. What came out of those furnaces was mostly pig iron so brittle it had no industrial use. The quotas got reported as fulfilled, the statistics traveled up the command chain, and Beijing celebrated a triumph that existed only on paper. Think about what those farmers abandoned to stand at furnaces all day. By most estimates, the 1958 harvest was decent. With the rural labor force diverted to smelting, the crops rotted unharvested in the fields. Free market economists call this opportunity cost: every hour a farmer spent producing worthless slag was an hour not spent producing food. Had anyone been allowed to use the price system, it would have made that tradeoff visible at once, because prices signal scarcity. Planners issue directives and wait for reality to disobey them. Local officials who reported shortfalls faced execution or the labor camps, so they reported surpluses. Beijing then exported grain, partly to pay its debts to the Soviet Union and partly to project an image of socialist success, while provinces like Anhui and Sichuan descended into mass starvation. The state had monopolized food distribution, so when the numbers were wrong, there was no private market or informal trade left to move grain to the dying. The apparatus built to feed people became the mechanism that starved them. Abolish private property and price signals, and you get 45 million corpses and a generation of Chinese children stunted by famine.
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Estamos hoy en Santiago de Compostela debatiendo
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Hoy hemos ido a debatir a la Universidad de Santiago. El resultado lo veréis pronto 👀
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Nada contra, mas não me parece que uma pessoa com a moca que ela tem nos cornos mereça qualquer tipo de relevância para outros assuntos que não "especialista em ganza"
É só ganzas nestes cornos
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O problema da habitação, explicado em menos de 2 minutos. @jonybejonybe 👏
Replying to @nmcduvogu
Explicado há mais de 100 anos. Os alucinados do keynesianismo ignoraram
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Conheces o Choque Nixon?!
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Sadly, it looks like no one listened.
I'm South African. I also want to talk to Americans who are about to vote Democrat. To warn you. I come from even further into the future. South Africa used to be a first-world country. We had the best infrastructure and hospitals in the world, and we were developing our own nuclear capability. Today, there is literally shit running in the streets; people in our capital, Johannesburg, haven't had running water for months and more than 40 000 rape cases are reported every year. For most South Africans, there is no such thing as healthcare. You go and stand in a queue for days, then go home. This is what happens when you hand your country to economically illiterate progressive fools with catchy slogans. Don't do it.
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JUST IN: In a Muslim Brotherhood-style election fraud incident, a poll worker in Dearborn, Michigan, speaking in Arabic, tells an undercover reporter that he can vote in a U.S. Senate election despite saying he is not a U.S. citizen. “Only for U.S. President can’t you vote, but for the others, you can.” Under 18 U.S.C. § 611, noncitizens are prohibited from voting in federal elections, including U.S. Senate races, subject to narrow exceptions.
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This is the moderate, common sense policy that can really get this country back on the right track!
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Reparem o desconforto quando tocamos na ferida. Não precisa da política mas não abdica do seu salário.
Hugo Soares, do PS2, é um receptor líquido de impostos, mas considera-se plebe! Na Idade Média, o privilégio tinha brasão e batina. A nobreza e o clero gozavam de privilégios; a plebe sustentava-os. Hoje, o privilégio usa fato, senta-se no Parlamento e fica indignado quando alguém lhe identifica a fonte de rendimento – o assalto a uma minoria! Foi o que aconteceu quando Luís Alfaia explicou a Hugo Soares, do PS2, mais conhecido por PSD, que receber dos impostos não é o mesmo que sustentá-los. Sua Excelência queria pertencer à plebe, mas conservar o vencimento pago por ela. Uma espécie de aristocrata com inscrição no povo. A distinção libertária é incómoda: de um lado, os pagadores líquidos de impostos; do outro, os receptores líquidos. Descontar sobre um salário financiado pelo contribuinte não inverte o sentido da transferência. Imaginemos, apenas como exemplo, que o Estado lhe atribui 5.000 euros brutos e retém 1.500. Os restantes 3.500 vieram de onde? Da produção de quem teve de entregar coercivamente a estes bandidos parte do que ganhou. A retenção é um desconto no custo do privilégio, não uma transformação milagrosa do beneficiário em financiador. Alfaia tocou ainda na diferença decisiva: se não satisfizer os clientes, pode falir. O aparelho político consegue extorquir mais aos contribuintes. Uns precisam de convencer; outros podem continuar a assaltar. No final, chega, então, a expressão sublime: “os meus impostos”! Quais seus? A expressão serve para alimentar a fantasia de que cada um conserva no Tesouro uma conta corrente com o seu dinheiro. Mas o dinheiro deixa de estar sob o nosso controlo quando é desviado para estes bandidos todos os dias (IRS, IVA, IMI, IMT…). São eles que decidem o destino; nós somos vítimas do assalto! Hugo Soares pode ofender-se com a descrição. A indignação não altera a realidade. A plebe continua a pagar. A novidade é que a nobreza exige que lhe chamem povo! Entra aqui e deixa já a tua assinatura: zurl.co/fPrEi Dá-nos um donativo: zurl.co/yVN9s; transferência bancária: IBAN BE62 9053 6612 2261; Titular: Associação dos Libertários Portugueses
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Hugo Soares, do PS2, é um receptor líquido de impostos, mas considera-se plebe! Na Idade Média, o privilégio tinha brasão e batina. A nobreza e o clero gozavam de privilégios; a plebe sustentava-os. Hoje, o privilégio usa fato, senta-se no Parlamento e fica indignado quando alguém lhe identifica a fonte de rendimento – o assalto a uma minoria! Foi o que aconteceu quando Luís Alfaia explicou a Hugo Soares, do PS2, mais conhecido por PSD, que receber dos impostos não é o mesmo que sustentá-los. Sua Excelência queria pertencer à plebe, mas conservar o vencimento pago por ela. Uma espécie de aristocrata com inscrição no povo. A distinção libertária é incómoda: de um lado, os pagadores líquidos de impostos; do outro, os receptores líquidos. Descontar sobre um salário financiado pelo contribuinte não inverte o sentido da transferência. Imaginemos, apenas como exemplo, que o Estado lhe atribui 5.000 euros brutos e retém 1.500. Os restantes 3.500 vieram de onde? Da produção de quem teve de entregar coercivamente a estes bandidos parte do que ganhou. A retenção é um desconto no custo do privilégio, não uma transformação milagrosa do beneficiário em financiador. Alfaia tocou ainda na diferença decisiva: se não satisfizer os clientes, pode falir. O aparelho político consegue extorquir mais aos contribuintes. Uns precisam de convencer; outros podem continuar a assaltar. No final, chega, então, a expressão sublime: “os meus impostos”! Quais seus? A expressão serve para alimentar a fantasia de que cada um conserva no Tesouro uma conta corrente com o seu dinheiro. Mas o dinheiro deixa de estar sob o nosso controlo quando é desviado para estes bandidos todos os dias (IRS, IVA, IMI, IMT…). São eles que decidem o destino; nós somos vítimas do assalto! Hugo Soares pode ofender-se com a descrição. A indignação não altera a realidade. A plebe continua a pagar. A novidade é que a nobreza exige que lhe chamem povo! Entra aqui e deixa já a tua assinatura: zurl.co/fPrEi Dá-nos um donativo: zurl.co/yVN9s; transferência bancária: IBAN BE62 9053 6612 2261; Titular: Associação dos Libertários Portugueses
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Regulations should either: Lapse every 10 years. or The whole system resets after 10 years, and all regulations lapse. End bureaucratic creep!
🚨 🇦🇷 Argentine government announces it has already completed 18,000 deregulations.
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