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Médico infectologista (CRM/SP 149049 RQE 50657). - Saúde, política e cultura. COI: married to @Deisy_Ventura

São Paulo
Joined March 2010
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Também no @FT de hoje.
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To brazil in 27. Its being translated
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Olha que linda a capa de "O caldeirão" - o mais novo livro de @simonmontefiore - pela Crítica de Portugal.
Let’s start reading the Cauldron, Portuguese edition! @simonmontefiore
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Com imensa alegria, compartilho a boa nova: acaba de ser lançada em audiolivro a biografia "Marighella" (Companhia das Letras). É uma história empolgante, à qual dediquei nove anos de trabalho, investigando e escrevendo. A narração é de Ciro Sales, ator talentosíssimo e conterrâneo do protagonista do livro, o baiano Carlos Marighella. Agora, além de ser lida nos formatos impresso e digital, a biografia também pode ser ouvida. Perdeu quem apostou no esquecimento, no apagamento de Marighella da história. Onde encontrar o audiobook: a.co/d/01SeLqAQ
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Uma coisa que ativa o meu TOC: asterisco sem a explicação correspondente no rodapé.
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“Oz-Salzberger was done with compromises with the Orthodox and extreme-right parts of Israeli society. After decades of taking part in cross-cultural conversations—including those her father started—she no longer wanted to make nice, she said. “We’re saying to the settlers, we’re saying to the ultra-Orthodox: ‘We’ve played the game long enough. And there is no longer a common denominator between us.’” Read @galbeckerman’s full article in @TheAtlantic. theatlantic.com/internationa…
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O comportamento de Washington depois da reeleição de Lula merece mais atenção do que vem recebendo, porque ele revela até onde vai o poder americano sobre a política brasileira. O resultado foi proclamado às 21h08 do domingo, 25 de outubro, e a Casa Branca só se manifestou quase vinte horas depois. Isso rompeu uma tradição longa: Bush ligou para Lula em 2002, Obama cumprimentou Dilma em 2014, o próprio Trump telefonou ao vencedor de 2018 na mesma noite e Biden reconheceu a eleição de 2022 antes que o derrotado admitisse a derrota. Desta vez, segundo a imprensa, o Departamento de Estado tinha uma nota pronta e decidiu guardá-la enquanto o candidato derrotado pedia a anulação do pleito. Quando Trump finalmente falou, disse que a eleição “pareceu ter fraude” e estranhou a prorrogação do horário de votação, tudo isso sem apresentar uma única evidência. Na mesma resposta, porém, descartou qualquer reação americana, lembrou que governa os Estados Unidos e afirmou gostar de Lula. Essa combinação de insinuação e recuo é o retrato de uma potência que gostaria de interferir, sabe que não tem instrumentos para isso e procura sair da situação sem admitir a derrota da aposta que fez. E a aposta era grande. A Casa Branca esperava ver o Brasil dentro do Escudo das Américas, a coalizão de segurança lançada em março que também serve para conter a presença chinesa na região, além de abrir negociação sobre minerais críticos. Colômbia, Chile e Peru entraram nessa linha. O Brasil, por decisão do próprio eleitor, ficou fora, e isso pesa muito mais do que qualquer adesão menor, porque estamos falando da maior economia e da maior democracia da América Latina. Há ainda um detalhe que mostra o isolamento momentâneo de Washington: governos de direita da própria região cumprimentaram Lula antes da Casa Branca. A solidariedade latino-americana e os interesses comerciais concretos continuam falando mais alto que a afinidade ideológica com Trump. O calendário também amarra as mãos do governo americano. Em 3 de novembro os Estados Unidos renovam o Congresso nas eleições de meio de mandato, e abrir uma crise diplomática com o Brasil às vésperas dessa votação seria um custo difícil de justificar para os republicanos. Para o Brasil, o episódio abre uma janela. A reeleição fortalece uma diplomacia de equilíbrio entre Estados Unidos, China e Europa, recoloca o acordo entre Mercosul e União Europeia no horizonte e dá ao país mais margem para negociar em temas sensíveis sem aceitar o papel de quintal.
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Lol my entire timeline is French people asking Brazilians about Brazilian pop culture
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A melhor virgula do episódio da vitória, e quem discorda tá errado!
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Calma, cara
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Apresento-vos o janonismo diplomático 😉
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Patrick Stewart, who rose to prominence as an actor of Shakespeare’s works before becoming a household name as Capt. Jean-Luc Picard on “Star Trek: The Next Generation,” died Wednesday. He was 86. wapo.st/4BRfdtB
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After years of gloom in the shadow of Donald Trump, Narendra Modi, Jair Bolsonaro, and others of their ilk, progressives and liberals around the world are finding cause to celebrate. On Monday, Brazil’s President, Luiz Inácio Lula da Silva, defeated the far-right challenger, Flávio Bolsonaro, in his country’s Presidential runoff. Between Lula’s victory and events earlier this year in Hungary, where the long-ruling nationalist Prime Minister Viktor Orbán was ousted in elections, the White House has lost two hugely symbolic allies in its broader right-wing global culture war. No clear winner has yet emerged in the Israeli election, in which Trump had endorsed Prime Minister Benjamin Netanyahu, and which saw a historic turnout of Arab voters. And the U.S. President may be humbled further in next week’s midterms, as Democrats eye taking both the House and the Senate. At the same time, protests have broken out across the world. People have taken to the streets in India, France, Belgium, Spain, Albania, and Italy; among their demands are access to affordable housing, job opportunities for young people, relief from the cost of living, and greater investment in schools. “There’s no simple narrative bringing together all the separate uprisings,” Ishaan Tharoor writes. But across the world, on the streets and at the ballot box, the right-wing movement is facing a backlash. Read Tharoor’s latest column: newyorkermag.visitlink.me/-a…
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