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Brazil
Joined March 2023
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🆘 🇧🇷 Thousands of desperate messages from Brazilians afraid and pleading for help: “Mr. Fernando, the election in Brazil was rigged. Every day we conservatives are being threatened. I'm afraid I won't be able to leave Brazil. I don't want to stay here.” Help!
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Lula bate no peito e grita “soberania”. Mas soberania para quem? Um país não é verdadeiramente soberano quando milhões de pessoas vivem sob o domínio de facções, quando dezenas de milhões estão sufocados por dívidas, juros, inflação e perda de poder de compra, e quando o cidadão tem cada vez menos controle sobre a própria vida. Não basta dizer que o Brasil é livre diante de outros países se o brasileiro comum não consegue ser livre dentro do próprio país. Minha tese é simples: não existe Estado soberano sem povo soberano. Soberania não começa na fronteira, no Planalto ou no discurso político. Começa no indivíduo — na sua segurança, na sua propriedade, na sua liberdade de escolha e na sua capacidade de decidir o próprio futuro. Antes do Brasil exigir soberania diante do mundo, precisa devolver soberania ao brasileiro.
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SOS 🆘 🇧🇷 Here’s one of thousands of messages coming out of Brazil privately because they are afraid to go public: “We are desperate! We can't even like posts contrary to the regime implemented in Brazil, under penalty of imprisonment. Lula has used the entire state apparatus to hunt even those who like, share or respond to publications considered dissident. I don't know what will happen to us Brazilians.”
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🗣RECADO DO MITO PARA ALIADOS ! A ex-primeira-dama e senadora eleita pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL), criticou ataques a aliados após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições, não contestou o resultado das urnas que declararam a reeleição de Lula (PT) e ainda mandou um recado do ex-presidente Jair Bolsonaro em uma publicação feita nesta sexta-feira (30). "O meu marido ressalta que é momento de união e não de procurar culpados", diz um trecho da publicação feita por Michelle nos stories de seu perfil no Instagram. No texto, a ex-primeira-dama adotou um tom pacificador e abriu a mensagem afirmando: "Vivemos tempos difíceis. Precisamos refletir e, só depois, agir. Eu e o Jair (meu galego e nosso líder) temos conversado sobre isso". Michelle segue o texto agradecendo, em nome de Jair Bolsonaro, ao 'empenho e sacrifício' dos aliados em prol da campanha de Flávio: "Ele lembra de cada um e reconhece com muita gratidão a mobilização de todos". "O Jair sempre manifesta um carinho e uma gratidão especial a todos os apoiadores que se doaram porque acreditam em um futuro melhor para o Brasil e para os brasileiros". "Meu marido se entristece quando vê notícias falsas, atribuindo a ele manifestações mentirosas, que pregam a divisão, apontando injustamente supostos culpados"'. Michelle aborda nominalmente os aliados que teriam sido alvo de críticas pela derrota de Flávio Bolsonaro: "(As publicações) afirmam exatamente o contrário do que ele (Jair Bolsonaro) verdadeiramente sente por pessoas como Damares, Tarcísio, Nikolas, Silas Malafaia e outros que estão sendo atacados: muito respeito, carinho e gratidão". "O meu marido ressalta que é momento de união e não de procurar culpados. Não caiamos nas enganações daqueles que sempre semeiam o ódio, a mentira e provocam a nossa divisão em troca de likes e engajamento. Deus está conosco e a Ele cabe o julgamento e a justiça", finalizou Michelle.
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ABSURDO! Jornalista da @auriverdebrasil foi abordada e interpelada por segurança na câmara dos deputados! Cadê a liberdade de imprensa?
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🚨 Big Breaking News: 🇮🇱 100% of the votes have been counted, and the official final results have been announced. 🇮🇱 Benjamin Netanyahu has officially won the election as the leader of the largest party. @grok can you confirm this?
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EU, PAULO FARIA, jornalista, NÃO CONFIO NO TSE, NAS URNAS, NO SISTEMA ELEITORAL. Fomos ROUBADOS! ROUBADOSSSSSS! Eu reconheço FLÁVIO BOLSONARO o legítimo presidente eleito do Brasil, por duas vezes, no primeiro e segundo turnos. E quem achar ruim, VSF! BRAZIL WAS STOLEN! BRAZIL WAS STOLEN! BRAZIL WAS STOLEN! BRAZIL WAS STOLEN!
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Toda vez que vejo petista falando do golpe da Disney, tenho vontade de esfregar isso aqui na cara deles! Bando de safado!
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All my support for my friend Flavio and against the unfair persecution by the corrupt judge Moraes and Lula. I stand with Brazil and freedom of expression in the face of these censoring dictators and authoritarian socialists. FREE BRAZIL 🇧🇷❤️
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Lula será preso se não fugir imediatamente! Flávio Bolsonaro Presidente Eleito do Brasil. 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 – at Rio de Janeiro, Brazil
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🚨🚨May Brazil be a priority for Donald Trump 🇺🇸
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Some games that adopted the Enjin ecosystem
Earth Season of the @enjin Multiverse Quest is live (runs Oct 13 – Dec 18). Quick version: play games, earn Essence, stack it toward Moss Blobs (ENJ-infused), the Bedrock Helm, and maybe the 1-of-1 Earthborne Degen if you’re lucky. Here’s what’s in the lineup this season 👇
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Lula just announced that he is inviting Trump and Milei to his inauguration ceremony in January. Neither Trump nor Milei make habits of attending events with illegitimate presidents. This tinpot dictator is so ridiculously cocky it makes me sick. The entire free world needs to sanction him and his comrades into oblivion.
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ESSA OPERAÇÃO "51" O MULA VAI GOSTAR MUITO!!! 👏👏👏👏🇺🇲
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Não caiam em especulações maldosas... Ouçam direto da fonte.
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Wow, what an incredible performance. Moved me to tears. 🇮🇱🇮🇱🇮🇱
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I've never chased hype. I've always preferred fundamentals. What I write here isn't a buy recommendation. It's just how I see Enjin after so many years following the project. It might even be more of a conversation with myself than with anyone else. I've been an ENJ holder since 2018. I've been through euphoria, violent drops, entire market cycles, and moments when it seemed much easier to just give up. But when the market crashes, my reaction usually isn't to run. It might look like fanboy behavior. I get it. But that's not how I see it. My confidence in Enjin wasn't born from price, and even less from promises. It was built gradually, following what the team delivered over the years. I trust the people behind the project and, above all, I trust their track record of execution. ERC-1155 is perhaps the best example of that. Witek Radomski, Enjin's co-founder, was the author of the standard that became one of the most important technical foundations for NFTs and digital assets in gaming. To me, that's worth far more than any marketing campaign: it's technology created by a team and adopted by the industry itself. And Enjin didn't stop there. The project went from being just an ERC-20 token to evolving into its own Layer 1, the Enjin Blockchain, with governance, staking, Fuel Tanks, and infrastructure designed from the ground up for digital assets and gaming. Then came Platform 3, rebuilt practically from scratch, simplifying things that had always been obstacles to real adoption: automatic transaction signing via Fuel Tanks, seamless wallet creation for players, batch transactions, and real-time communication. It's exactly this kind of detail that interests me. If blockchain really wants to reach the average user, they shouldn't need to understand blockchain. A player shouldn't have to think about gas, seed phrases, signing, or infrastructure. The technology needs to disappear behind the experience. What probably bothers me most is precisely how the market prices these things. Projects that have practically built nothing can reach absurd valuations in a matter of weeks. Memecoins appear out of nowhere, multiply dozens or hundreds of times over, and disappear just as fast. Meanwhile, teams that spend years building infrastructure can remain practically ignored. Sometimes the market seems to have no logic. Or maybe it has a different logic than mine. But this mismatch doesn't diminish my conviction. In a way, it's precisely what keeps me watching. I don't know how much ENJ will be worth tomorrow, a year from now, or five years from now. And it would be dishonest to pretend I do. What I do know is why I keep holding. After so many years, I can still look at the project, at the technology built, at the decisions made, and at the team's track record and find concrete reasons to keep believing. Deep down, I'm writing this to record it for myself. It's not about guessing the next candle. It's about knowing what I have in my hands — and remembering why I chose to keep holding. @enjin
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E vai se criando um clima gostosinho né? 🥴🥵
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Hoje, lendo os jornais, me deparei com uma notícia preocupante publicada pela Forbes Brasil: com a reforma tributária, o novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que substituirá outros tributos, poderá chegar a 30%. Se confirmado, o Brasil poderá ter a maior alíquota-padrão de IVA do mundo!
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6% de inflação não é acidente. É a fatura da eleição chegando ao seu bolso. O governo sabia. O Banco Central avisou. O mercado gritou. E mesmo assim, 46 medidas foram empilhadas às vésperas do segundo turno — R$ 354 bilhões injetados numa economia que não tinha como acompanhar. O resultado está no preço que você paga agora. Os números oficiais desmentem qualquer narrativa de fatalidade. O IPCA-15 acumulado em 12 meses até outubro já marcava 4,62%, acima do teto de 4,5% perseguido pelo Banco Central . O mercado, que no meio do ano projetava 5,02% para o fechamento de 2026, viu a inflação corroer o poder de compra enquanto o governo distribuía benesses com data marcada para acabar . O "gastômetro" do Estadão contabilizou R$ 354 bilhões em gastos diretos, crédito e renúncias fiscais — tudo concentrado no ano eleitoral, com o pacote para microempreendedores anunciado a 12 dias do segundo turno . O calendário não foi acidente. Foi método. O pagamento do Bolsa Família foi adiantado para os dias 19 a 22 de outubro, quatro dias antes da votação, ao custo de R$ 22 bilhões. O subsídio da gasolina foi fixado em 30 dias, com vencimento programado para logo após a eleição. A renovação do diesel venceria em 26 de outubro — também depois do pleito. O governo pensou em cada detalhe da própria sobrevivência política. Menos no dia seguinte. E o dia seguinte chegou com força total. O dólar, que já havia saltado de R$ 4,99 para R$ 5,60 no dia do resultado, fechou a sessão pós-reeleição em alta de 8,21%, a R$ 5,403 — a maior valorização percentual diária desde janeiro de 1999 . O mercado simplesmente não quis financiar o pacote. Leilões de títulos públicos foram cancelados. O repasse ao consumidor veio com a defasagem habitual de 60 a 90 dias: trigo, remédios, eletrônicos, fertilizantes. Tudo que é importado ficou mais caro. E fertilizante mais caro significa comida mais cara na prateleira. Enquanto isso, o Banco Central ficou amarrado. A Selic, que o mercado projetava em 13,25% para o fim do ano, permaneceu em patamar contracionista justamente porque a inflação de demanda — aquela causada por dinheiro demais disputando produto de menos — não deu trégua . O próprio presidente do BC, Gabriel Galipolo, admitiu publicamente que as medidas de núcleo, especialmente em serviços, rodavam em níveis "claramente inconsistentes" com o cumprimento da meta de 3% . Ou seja: o governo gastou, o BC segurou os juros, e quem paga a conta do crédito caro é o trabalhador e o pequeno empresário. E janeiro traz a pá de cal. O salário mínimo sobe 7,4%, para R$ 1.741, arrastando INSS, BPC, abono salarial e seguro-desemprego . Cerca de 45% dos benefícios do RGPS estão vinculados ao piso. Some-se a isso o 13º salário de aproximadamente 90 milhões de pessoas ainda em circulação e os reajustes sazonais de início de ano — mensalidade escolar, IPTU, ônibus, planos de saúde. A combinação transforma um choque pontual em inflação persistente, que se retroalimenta mês a mês. A conta não fica com os bilionários. Fica com você. O dólar a R$ 5,40 você paga no mercado. O combustível represado você paga no posto. O reajuste do mínimo você paga no preço. Quem ganhou a eleição e quem perdeu vão receber o mesmo boleto. A diferença é que um lado comemorou enquanto o outro se indignava — e ambos pagarão igual. O governo escolheu gastar para ganhar. Deixou a fatura para janeiro. Os 6% de inflação são a prova aritmética de que funcionou exatamente como planejado. Para quem estava no poder. #Inflação #IPCA #EconomiaBrasileira #ContaDoGoverno #Dólar #Eleições2026
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O que o governo brasileiro fará a respeito? Vai normalizar isto elevando a meta de inflação! Afinal, quem sempre paga a conta é quem pagam seus impostos. 🤡
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