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observatório anti comunista
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Paulo de Almeida retweeted
One of the worst Chancellors of Germany just admitted she pushed ‘vaccines’ because Bill Gates ‘pressured her’.
You’re BOTH GUILTY
Paulo de Almeida retweeted
MALDITOS SEAN TODOS LOS RESPONSABLES DE ÉSTA CATÁSTROFE Y ACT0 DE GUERRA
Paulo de Almeida retweeted
Como se fabricam fake news na imprensa.
Imagem do @technokabbalist
Paulo de Almeida retweeted
Como se fabricam fake news na imprensa.
Começa por pegarem numa reportagem da Associated Press sobre judeus a inaugurar uma sinagoga em Homesh, na Cisjordânia, e, com um golpe de teclado tão leve quanto um deslize de mapa, transfere-se o cenário inteiro para a Faixa de Gaza.
O título fica mais dramático, o email da newsletter mais urgente, e o leitor, que já anda saturado de notícias sobre o enclave, aceita sem pestanejar que Burqa agora faz fronteira com o Mediterrâneo. O resto do texto pode até ser relativamente fiel à fonte original porque o erro geográfico já fez o trabalho pesado, transformou um acontecimento na Cisjordânia numa nova polémica em Gaza.
Depois, publica-se, assina-se e segue-se para a edição da manhã seguinte, porque corrigir 'Faixa de Gaza' para 'Cisjordânia' exigiria admitir que alguém no jornal não distingue Nablus de Khan Yunis.
É um método eficaz, não é preciso inventar factos de raiz, basta deslocá-los uns quilómetros para o sítio onde o público já espera o pior. Assim se produz a notícia que parece verdadeira, soa verdadeira, mas na verdade só revela mediocridade jornalística.
Paulo de Almeida retweeted
Portugal já financiou a Palestina com mais de 40 milhões. Mas como é que isto tudo aconteceu?
Com António Costa e uma tranche de 10 milhões em Novembro de 2023, poucas semanas após o ataque do Hamas a 7 de Outubro. O dinheiro não foi para as vítimas do ataque ou a reconstrução dos kibbutz arrasados, foi para a Palestina. O terrorismo compensa.
Paulo de Almeida retweeted
Los mormones no toman café, pero no quieren prohibírselo a los demás
Los amish no usan electricidad, pero no intentan cerrar las centrales eléctricas
Los judíos no comen tocino, pero no intentan prohibírselo a los demás
El islam quiere obligar a todos a vivir bajo la ley Sharia
Paulo de Almeida retweeted
Transparência à portuguesa — Desde o 7 de Outubro, Portugal já transferiu mais de 40 milhões de euros para a Palestina através do Instituto Camões.
O Conselho de Ministros autoriza o cheque, o Camões centraliza e as agências multilaterais recebem, mas o rasto até Gaza e a Cisjordânia dilui-se em pledges, câmbios e canais multilaterais onde o destino final dos milhões é difícil de mapear.
Paulo de Almeida retweeted
Legalization promised regulation, less crime, and more revenue. It delivered a commercial marijuana industry instead.
Legalization was sold as a modest reform: regulate it like alcohol, cut crime, raise revenue. Instead, legalization became commercialization.
@TreyDimsdale: liberty isn't the same as license, and the marijuana experiment proves it.
URL: ayaan.restoringthewest.com/m…
#RestoringTheWest #DrugPolicy #RuleOfLaw
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No passado, Pacheco Pereira disse que não havia ‘um tostão do Estado’ na sua associação.
No entanto, esta recebeu €290 mil desde 2021, em exposições para destacar o 25 de Abril e condenar o Estado Novo.
Descubra a verdade: lobomedia.pt/2026/09/16/asso…
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Mediante o valor global que Portugal diz ter pago à Palestina desde o ataque de 7 de Outubro — cerca de 24 milhões de euros para a resposta humanitária em Gaza e na Cisjordânia, 17 milhões para a UNRWA e mais 250 mil euros para o Horizon Fund —, decidi seguir o rasto do dinheiro.
O primeiro passo foi o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., organismo que centraliza, valida e reporta a Ajuda Pública ao Desenvolvimento portuguesa. É aí que essas transferências deveriam aparecer com clareza — quanto saiu, em que ano, por que canal e para que entidade. A pesquisa encalha logo no primeiro passo — o instituto Camões confirma valores mas não o mapa completo. Nas páginas de estatísticas, a APD portuguesa de 2024 ronda os 528 milhões de euros e a fatia multilateral chega aos 82%; Palestina, Gaza e UNRWA não figuram como destinos destacados nos resumos geográficos, centrados nos PALOP e em Timor-Leste. Só permitem aceder aos projetos palestinianos antigos, escolas na Cisjordânia, não o pacote de emergência aberto depois de Outubro de 2023.
O rasto torna-se mais nítido nos dados que o próprio Camões envia ao Comité de Ajuda ao Desenvolvimento da OCDE. Em 2024, a UNRWA foi o principal destinatário de Portugal no sistema das Nações Unidas, com 12,6 milhões de dólares. Isso encaixa nos anúncios de contribuições extraordinárias, sobretudo os 10 milhões aprovados em Março de 2024, mas não fecha a conta dos 17 milhões desde o 7 de Outubro — esse total é uma soma de vários anos e de várias rubricas. Os 24 milhões de resposta humanitária e os 250 mil euros do Horizon Fund ou ainda não cabem no último perfil publicado, ou estão diluídos em linhas a OCHA, CICV e fundos comuns, sem uma ficha única ‘Portugal–Gaza’.
A conclusão deste primeiro passo é, portanto, limitada e reveladora ao mesmo tempo. Confirma-se que o Estado português reporta ajuda relevante à UNRWA e que o padrão das transferências extraordinárias existe. Não se confirma como é obrigatório, na interface pública do Camões, o rasto integral, ano a ano e canal a canal, dos montantes anunciados pelo Governo. O instituto regista a saída para a agência ou para o fundo mas não mostra o destino final no terreno nem os valores batem certo.
Paulo de Almeida retweeted
Que nível de proteção podem os portugueses esperar das forças de segurança, quando estas não se conseguem proteger a si próprias dentro de uma esquadra?