Racistófoles Paulistácio retweeted
Built an unsustainable welfare clientel state off a temporary commodities boom award
Racistófoles Paulistácio retweeted
The French Revolution was the worst thing that happened to humanity
Racistófoles Paulistácio retweeted
Boomers dancing as the world they inherited burns.
Hard to think of a better metaphor.
Racistófoles Paulistácio retweeted
Tenemos tasas de natalidad europeas, productividad africana y calidad de vida del sudeste asiático. Latinoamérica está completamente condenada.
Racistófoles Paulistácio retweeted
Vi o caso do influencer alemão falando sobre Pomerode e acho que vale a pena explicar a raiz histórica disso.
Durante o período nazista, o Estado se apropriou ativamente da cultura tradicional, do folclore e do orgulho nacional alemão. No pós-guerra, após um período de silêncio coletivo, a geração de 1968 consolidou na Alemanha a noção de que qualquer manifestação de cultura tradicional ou orgulho étnico era a semente do nazismo e do seu grande pecado histórico: o Holocausto.
Consolidou-se ali uma identidade pós-nacional, baseada apenas na eficiência econômica, no Estado de bem-estar social, na integração europeia e no cosmopolitismo. Para o alemão contemporâneo, especialmente o jovem progressista urbano como o influencer em questão, não existem "alemães da diáspora", pois isso implicaria admitir uma identidade "de sangue" (étnica), e a simples existência desse conceito, para eles, equivale ao nazismo.
Além disso, a preservação das tradições do século XIX que os teuto-brasileiros promovem, a qual foi deliberadamente abandonada na Europa, já basta para que o alemão progressista veja essas comunidades como retrógradas ou "criptonazistas", ignorando que a vasta maioria de seus ancestrais imigrou para as Américas décadas antes de Hitler sequer chegar perto do poder.
Em resumo: o alemão moderno olha para o sul do Brasil e projeta aqui os tabus políticos da Alemanha atual. Ele enxerga a preservação do folclore como nostalgia do Terceiro Reich, e não como o que realmente é: o símbolo de uma resistência comunitária e familiar que construiu tudo do zero e sobreviveu a severas repressões estatais, como na Era Vargas.
Esse comportamento de repulsa é o oposto do que ocorre com os italianos, que têm orgulho da exportação de sua cultura. Mesmo que achem pitorescos ou caricatos alguns hábitos da diáspora, o sentimento passa longe do desprezo moral dos alemães, e dificilmente associariam uma festa típica colonial ao fascismo de Mussolini.
Junte tudo isso ao desprezo que parte dos progressistas brasileiros nutre contra o Sul do Brasil por razões puramente ideológicas, some à habitual carência brasileira por validação de gringo, e você tem o público perfeito para aplaudir esse tipo de conteúdo.
continuistas em suicídio relógio
The death penalty is inadmissible because it is an attack on the inviolability and dignity of the person. The common good can be safeguarded and the requirements of justice can be met without recourse to capital punishment: effective systems of detention have been developed that protect citizens while at the same time do not completely deprive those who are guilty of the possibility of redemption. #NoDeathPenalty
FINALMENTE O INÍCIO DO IMPÉRIO ULTRAMARINO BRASILEIRO!!! Quanto tempo até a criação da Companhia da África Brasileira?


































