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Isso é insano!
Consegue imaginar que 500 mil famílias perderam suas residências apenas no ano passado, mais umas 500 mil perderão nesse ano e talvez umas 700 mil no ano que vem?
É insano ver que a galera votou para isso acontecer!
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Terminamos de analisar os logs de urna do próprio TSE. (resultado das 06:40)
Para cada seção, contamos quantos votos entraram depois das 17h e quantos desses eleitores foram habilitados sem biometria. Os logs são públicos e qualquer pessoa pode conferir.
Analisamos os logs de 497.895 de 497.897 seções do Brasil (sem o exterior); as 2 restantes não têm log no site do TSE. Em seções onde a urna foi trocada durante o dia, lemos só o log da última urna; por isso 0,1% dos votos não entram na conta.
Resultado: 0,03% dos votos foram registrados depois das 17h (34.330 votos). Desses, 15,9% foram sem biometria (5.469 votos), contra 12,4% antes das 17h.
Atenção ao comparar: a hora acima é a do registro do voto, e a habilitação sem biometria demora mais (em média 67 s, contra 29 s com biometria). Por isso, parte de quem foi identificado antes das 17h só votou depois. Pela hora em que o eleitor foi identificado, 13,1% dos votos após 17h foram sem biometria (3.359 de 25.676), contra 12,4% antes das 17h.
Estados com maior fatia de votos depois das 17h: RO (0,06% dos votos após 17h, 9,4% deles sem biometria); DF (0,05% dos votos após 17h, 11,6% deles sem biometria); RR (0,05% dos votos após 17h, 11,0% deles sem biometria).
5.244 seções tiveram votos sem biometria registrados depois das 17h (3.195 pela hora da identificação) e foram sinalizadas, para comparar o resultado delas com o das demais.
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O Brasil é um país em que a maioria dos eleitores vive às custas da minoria que paga impostos.
E essa maioria elege quem faz eles ganharem ainda mais dinheiro às custas dos demais.
É isso.
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Opinião impopular (com números):
1- Não houve fraude.
2- A campanha do Flávio foi muito bem.
Classes C, D e E foram diariamente aterrorizadas com:
-fim do bolsa família,
-congelamento de salários e aposentadorias,
-revogação do fim da escala 6x1,
-corte de R$ 200bi de programas sociais,
O brasileiro mais vulnerável quer mais gastos sociais e confia que Lula é o nome para fazer isso. Não adianta Flávio dizer que vai triplicar o Bolsa Família… Numa disputa pra ver quem dá mais benefícios, esse eleitor confia que Lula dará mais mais a ele. Vamos aos números.
Em Carnaubeira da Penha (PE), 83% da população municipal é beneficiária do Bolsa Família. Foi a cidade com maior votação proporcional do Lula, 88,33% no 1° turno e 92,34% no 2°.
Quando a campanha de ameaça de corte de programas sociais convence o eleitor indeciso, isso vira rejeição a Flávio. Ou seja, aquele eleitor está disposto a votar em qualquer um, menos no Flávio. O voto por rejeição também explica o erro das pesquisas, que têm dificuldade de captar esse voto enrustido.
O voto enrustido é justamente parte do voto desses 10 milhões que não votaram no 1° turno em Lula - mas foram convencidos a ter mais medo do Flávio. Essa parcela foi convencida de que Lula seria o “mal menor”. Ela ainda achava Lula ruim o suficiente para ter vergonha de respondê-lo na pesquisa, mas no escurinho da urna votaram 13 contra os “cortes”.
Não vou nem adentrar na teoria da fraude, pois a redução da abstenção total (3M) foi menor que a diferença total da eleição (4.4M). Ou seja, mesmo se 100% dos votos de redução de abstenção tiverem sidos roubados pelo mesário (o que é impossível), isso não mudaria o resultado.
O erro da teoria da fraude é achar que todos os votos adicionais de Lula precisam vir dos 14 milhões que não votaram nem Lula e nem Flávio no 1° turno. Essa premissa é que força a conclusão de que Lula precisaria levar 70% dos votos em disputa. Isso é muito difícil.
O mais provável? Mais votos estavam em disputa do que estes 14M: parte dos votos de Flávio virou, em especial os das classes C, D e E, bombardeadas pela campanha de cortes/congelamentos de programas sociais. Enquanto Flávio falava de proposta, Lula falava do risco do eleitor perder o sustento. Prevaleceu o medo. E é aqui que acho que Flávio foi bem.
Lula ganhou 10 milhões de votos a mais, mas terminou só 4.4 na frente. Como?
Flavio manteve a vantagem de 2.2M no saldo de votos do 1° turno.
E ainda agregou mais 3.4M.
Vocês acham que isso é pouca coisa? Que a campanha de Lula não fariam essa mesma campanha de terrorismo eleitoral contra Tarcísio, Cury, Caiado? É só olhar pro passado: Flavio perdeu por 3,6%. José Serra e Alckmin perderam de 19% e 12% de diferença pro PT mesmo com Mensalão. Aécio perdeu por margem de 3,2% mesmo no meio do Petrolão. Nenhum deles tinha Bolsonaro no sobrenome e isso não os impediu de sofrer o terrorismo eleitoral do PT.
O que fica de lição?
Lula herdará um déficit gigantesco do seu próprio governo, ele contratou a própria crise.
A oposição precisa decidir se cai na armadilha de brigar com o resultado ou se aproveita essa oportunidade para salvar o Brasil. O Lula de 2026 é muito parecido com a Dilma de 2014: assume com vitória apertada, sem maioria no Congresso e com crise contratada. Todos sabemos como terminou aquele governo.
Com uma boa gestão de oposição, temos uma oportunidade de mostrar um caminho diferente ao Brasil: defesa de reformas (PEC não vai à sanção ou veto), impeachment de ministros que cometeram crime de responsabilidade (outra que não passa pelo presidente), um Congresso de fato atuante.
Precisaremos de uma oposição forte e ativa. Dobrar a aposta na teoria da fraude é algo que tem tudo para censurar a oposição com zero ou pouca chance de retorno concreto.
Entendo os indignados, eu trabalhei muito por um resultado diferente... Por isso, digo que precisamos de SABEDORIA para superar as turbulências e aproveitar as oportunidades que virão. Ao trabalho. Haverá muito.
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Essa me surpreendeu! Veja o momento em que Flávio teve o AUGE de aprovação entre os espectadores, conforme medido pela Quaest.
As pessoas estão chamando o Flávio de esperto por abraçar as agendas da esquerda para fugir de críticas da esquerda (essa parece ser a estratégia preferencial dele, aliás), mas quem diria? O público gostou mesmo foi quando viu nele um lampejo de Milei.
Segundo a Quaest, o PICO de popularidade de Flávio em todo o debate foi quando ele disse que "O atual governo tá deixando uma dívida aí de R$ 11 trilhões para você, trabalhador, pagar".
Flávio continuou na crista da onda enquanto criticava "presidentes que são gastadores como você" (Lula), alertando que Lula ia "transformar o Brasil no que Cristina Kirchner, o Alberto Fernández transformaram a Argentina".
E ouvem o que o Felipe Nunes diz em seguida: "Ele só vai piorar neste segundo bloco quando ele volta a falar de SUS."
Será que o Brasil tinha receptividade para um Milei nesta eleição? Nunca saberemos.
Durante a Central das Eleições, Felipe Nunes apresentou o monitoramento da Quaest sobre a reação dos eleitores durante o debate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), na Globo. A apresentadora Natuza Nery avaliou que Lula teve dificuldade para responder às críticas sobre o custo de vida. “Quando ele fala de vida real, Flávio falou do preço do ovo, ele falou do preço do supermercado, Lula não me pareceu saber responder nesse momento”, afirmou.
Segundo Felipe Nunes, Flávio teve um pico de reação positiva após pedir desculpas e abordar temas econômicos. “Flávio começa o tema: ‘Lula nem parece o atual presidente da República’. E, exatamente depois disso, que Flávio tem o seu pico, que é: o atual governo está deixando uma dívida de R$ 11 trilhões, ele vai falar de juros, ele vai falar de endividamento, ele vai trazer esses temas da vida real”, disse o diretor da Quaest. Nunes também afirmou que o tema do endividamento “conversa com o eleitor de direita, não necessariamente só com o eleitor bolsonarista”.
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8ª economia do mundo.
82º em renda por habitante.
Comemoraram o bolo, esqueceram da fatia.
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Por curiosidade, por que a @folha escondeu que os economistas do PT eram contra o Bolsa Família?
A entrevista reproduzida aqui foi feita com a Maria da Conceição Tavares é de 2003 e foi publicada na própria Folha. Ela chama a ideia de um programa social focado nos pobres de coisa de “débil mental”.
E essa era a opinião corrente no PT para quem esse tipo de programa social impedia as reformas estruturais que o Brasil precisava e deixava a população acomodada. Duvida? A última imagem é a reprodução de um discurso do Lula feito no dia 9 de abril de 2003.
Quem é o pai do Bolsa Família? Veja a história do programa que tirou o Brasil do Mapa da Fome
www1.folha.uol.com.br/mercad…
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TIL that Earth is technically in an Ice Age
How do we know this?
Because there is ice at both poles.
80% of the time Earth has no ice on the poles
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Paraguai fecha acordo com os EUA para vender energia excedente de Itaipu para data centers de IA. Isso pode representar um aumento de tarifas no Brasil pois esse excedente era antes vendido para o único cliente em potencial, o Brasil.
Diferentemente do que crê a maioria das pessoas, sobra energia no Brasil em vez de faltar. Mas ela sobra durante o dia quando a produção solar é maior e de noite falta muitas vezes, exigindo ligar usinas termelétricas e poluentes.
Essa sobra de energia durante o dia e a falta durante o horário de pico AUMENTA a tarifa de energia em vez de reduzir. Colocarei um vídeo a seguir nesse fio (thread) explicando isso melhor, o que tecnicamente é chamado de curtailment.
Data centers são grandes consumidores de energia perene e têm muito capital próprio. Nos EUA já estão financiando o retrofit de usinas nucleares.
Se conseguirmos atrair esse tipo de empresa para o país, eles poderão com seus contratos de longo prazo financiar a geração perene de energia e nos tirar desse paradoxo em que a tarifa residencial é mais cara porque sobra energia.
Então no oposto do que diz a crendice popular, no Brasil um data center consomem menos água do que uma piscina olímpica e eles podem provocar a redução de tarifa de energia para residências em vez de aumentá-las. Siga o fio 🧶:
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R$ 6,5 BILHÕES. A PROMESSA É DO GOVERNO. A CONTA É DO CONTRIBUINTE.
O governo federal publicou hoje, a quatro dias do segundo turno, a Medida Provisória nº 1.397, que abre um crédito extraordinário de quase R$ 6,5 bilhões dentro do chamado Plano Brasil Soberano.
A Constituição reserva o crédito extraordinário para despesas imprevisíveis e urgentes, como guerra, comoção interna ou calamidade pública. É a porta de emergência do orçamento.
O Plano Brasil Soberano foi criado no ano passado. Um programa com mais de um ano de existência não tem nada de imprevisível. Se o governo queria ampliá-lo, havia o caminho normal: um projeto de lei de crédito, discutido e votado pelo Congresso. Preferiu a medida provisória, que vale no mesmo dia e dispensa o debate.
Qual emergência surgiu justamente agora, na reta final da eleição? O governo precisa explicar.
Isso torna a disputa desigual. De um lado, quem está no poder usa a caneta, o Diário Oficial e o cofre público para anunciar bilhões na semana da votação. Do outro, o adversário só tem o discurso. Quando o orçamento entra na campanha, o eleitor deixa de escolher entre propostas e passa a escolher entre quem pode gastar o dinheiro de todos e quem não pode.
O próprio Supremo já derrubou créditos extraordinários usados para despesas comuns. A regra existe para impedir que a exceção vire rotina e que o orçamento seja administrado por decreto.
Pacote apressado, com data marcada pelo calendário eleitoral, não resolve isso. Antes de liberar o dinheiro, o governo deve demonstrar a urgência, a finalidade e a transparência da operação.
Quem promete leva os aplausos. O contribuinte paga a conta, tenha votado ou não no governante. É assim que se alimenta uma das maiores distorções da democracia: benefícios concentrados, custos espalhados pela sociedade e governantes que esquecem de onde vem o dinheiro.
O brasileiro trabalha, produz, investe, paga impostos e enfrenta juros altos. Não pode ser tratado como caixa eletrônico do poder político.
O que é urgente para um governo em campanha nem sempre é uma emergência para a República.
A Constituição não é formalidade, o orçamento não pertence ao presidente e o dinheiro público não é do partido que ocupa o poder.
O contribuinte não pode continuar sendo o último a saber e o primeiro a pagar.
#Orçamento #ResponsabilidadeFiscal #Eleições2026 #DinheiroPúblico #Exportação #SegurançaJurídica #Brasil
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Era proibido usar imóveis da presidência para campanha eleitoral, mas para o Lula pode.
Era proibido ajustar programa social em época de eleição, mas para o Lula pode.
Era proibido evento em universidade pública, mas para o Lula pode.
Showmícios são proibidos, mas para o Lula e o Caetano Veloso pode.
Apoiadores de Bolsonaro agindo online é um gabinete do ódio. Os do Lula podem, é o exército do Lula.
Fake news é crime, mas pro Lula pode.
Você acha mesmo que é uma luta igual? Um luta esgrima com o juiz torcendo contra. O outro faz telecatch na lama.
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In 2002, Brazil had a higher Human Development Index than China, Turkey, Thailand, Peru, Colombia and five other countries shown here. By 2023, all had overtaken Brazil. The world has been moving faster.
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Antecipar o pagamento do Bolsa Família na véspera das eleições é mais uma mostra do uso da máquina do Estado para fins eleitorais. Mostra nossa fragilidade institucional para conter abusos. E a adesão das pessoas à ideia de que "os fins justificam os meios", na política.
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Pera.
O Lula podia ter feito isso o tempo todo com um simples decreto?
Governo publica decreto para bloquear celulares em presídios sem necessidade de decisão judicial glo.bo/4zwsMMV #g1
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Houve também canetada monocrática do Moraes INVENTANDO multa de 50K/dia pelo crime de usar VPN.
Multa pra gente que nunca foi citada. Que nem era parte do processo.
Provavelmente a decisão mais claramente autoritária, teratológica, distópica, do STF.
E foi amplamente apoiada.
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E amanhã, será o trabalhador que eles tanto dizem defender, que irá limpar a sujeira, pichação e depredação que deixaram pra trás. O maior cabo eleitoral do Flávio é a esquerda.
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Acorda às 4h30. Pega 2 ônibus. Foi assaltada. O filho passa pela biqueira. 6 meses esperando consulta.
A esquerda disse que ela não sabe votar.
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Replying to @demori
Seja bem-vindo ao clube! Essa é a consequência do STF ter legislado ao reformar o artigo 19 do Marco Civil da Internet que tornou as plataformas criminal e civilmente responsáveis pelo conteúdo que você usuário posta.
O Marco Civil em vigor há mais de 13 anos tinha uma diretriz clara: somente o autor da mensagem (e não o veículo online dela) era o responsável pelo conteúdo. Agora como o STF responsabiliza a janela pela paisagem que se vê por ela, o jogo mudou.
A consequência é que para se proteger, as plataformas fazem um bloqueio exagerado de conteúdos que corram risco de serem controversos, exercendo na prática uma censura prévia do setor privado.
A bibliografia chama isso de chilling effect. Apesar da legislação não ser clara sobre uma censura, na prática ela acaba sendo executada pelo setor privado por puro medo.































